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WASHINGTON DC, 01 Jun. 12 / 03:16 pm (ACI)

O ator cubano Andy García, protagonista de “Cristiada”, filme que estréia nesta sexta-feira 1 de junho nos Estados Unidos, logo depois de ter tido grande acolhido no México em abril, afirmou que não é preciso ser católico para ver o filme. Do êxito de bilheteria neste primeiro fim de semana depende que o filme seja visto na América Latina.

Em uma entrevista concedida ao The Associated Press, o ator assinalou que “a gente não tem que ser católico para estar no filme nem para ver o filme, eu fui ver ‘A lista do Schindler’ e não tenho a ninguém que esteve no Holocausto, a fui ver porque uma história importante de conhecer e um grande filme”.

No filme, que narra a guerra cristera no México durante a perseguição religiosa da década de 1920, García protagoniza um condecorado geral ateu retirado que aceita a oferta de liderar um grupo de defensores da liberdade religiosa. Embora não compartilhe sua fé, ele o faz para defender o direito básico da liberdade.

Como cubano e católico, García reconhece a similitude com a história de seu país natal, onde apesar de haver certo grau de liberdade religiosa, ainda se percebe o controle total que impõe na ilha o regime dos irmãos Castro.

Para o ator conhecido por atuações em filmes como “O Poderoso Chefão III” e “Os intocáveis”, é inexplicável “como um episódio tão importante da história mexicana como a Guerra Cristera não é mais conhecido”.

“90 mil pessoas morreram em três anos (1926-1929), houve tortura, padres enforcados em postes (…) O curioso é que eu não sabia nada a respeito e quando perguntei a alguns amigos mexicanos eles também não sabiam nada ou diziam que tinham escutado algo a respeito”, assinalou o ator de Hollywood sobre o conflito gerado pela proibição de oficiar missas, o uso de vestimentas sacerdotais em público e a perseguição de católicos por parte do governo.

Entretanto, afirmou que essa curiosidade foi em parte a sua motivação para interpretar o papel do general Enrique Gorostieta no filme “Cristiada”, uma “superprodução” dirigida por Dean Wright que o ator comparou com mega produções como “A conquista do oeste”, “Doutor Zhivago” ou “Lawrence de Arábia”.

No filme, que em inglês leva o título de “For Greater Glory” (Para Maior Glória), também atuam Eva Longoria, Rubén Blades, Eduardo Verástegui e Peter O’Toole.

Veja o trailer do filme em: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=3KiagxENUv4[/youtube]

Site oficial:

 
 
 

Será submetido a um juízo canônico, mas se nega a deixar de celebrar a Missa

CÓRDOBA, quarta-feira, 14 de julho de 2010 (ZENIT.org) – O sacerdote argentino conhecido por promover as uniões homossexuais anunciou que não obedecerá à ordem cautelar do seu bispo, que o proibiu de exercer o ministério sacerdotal.

“Neste final de semana vou celebrar a Missa, a menos que me prendam”, anunciou o Pe. José Nicolás Alessio, quem, contra os ensinamentos da Igreja, apoia a reforma ao Código Civil que se votará hoje no Senado para permitir o erroneamente chamado “casamento” homossexual.

Ontem, a arquidiocese de Córdoba anunciou que seu arcebispo, Dom Carlos José Ñañes, iniciou perante o tribunal eclesiástico o processo canônico correspondente ao Pe. Alessio, de 52 anos, pároco de San Cayetano, no bairro Altamira, de Córdoba.

Enquanto se desenvolve o juízo, como medida cautelar, o arcebispo lhe proibiu o exercício público do ministério sacerdotal, Portanto, o mencionado sacerdote não poderá celebrar publicamente a Santa Missa nem administrar os sacramentos da Igreja, razão pela qual, na prática, não poderá trabalhar como pároco.

Na última segunda-feira, Dom Ñañez ordenou enviar um comunicado a todos os sacerdotes que têm alguma responsabilidade pastoral ou eclesial na arquidiocese de Córdoba, no qual “manifesta claramente que, depois de ter esgotado todos os meios de solicitude pastoral para que o presbítero José Nicolás Alessio se emendasse e retratasse publicamente das declarações realizadas por ele mesmo a favor do suposto ‘casamento’ entre pessoas do mesmo sexo, contrariando o ensinamento e o Magistério da Igreja Católica, e tendo o mencionado presbítero negado toda possibilidade de modificação do seu agir, decidiu iniciar o processo eclesiástico correspondente no tribunal interdiocesano de Córdoba, para que toda ação se realize conforme o direito eclesial vigente, estabelecendo uma medida cautelar na que formalmente ‘lhe proíbe o exercício público do ministério sacerdotal'”.

 
 
 
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