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Dois de abril de 2006, um ano do falecimento de S. S. Papa João Paulo II.



Neste domingo, dois de abril de 2006, o Apostolado Veritatis Splendor relembra, com esta humilde homenagem, a morte de S. S. Papa João Paulo II, que governou a Santa Madre Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo por quase 27 anos, o 3º mais longo pontificado da história da Igreja, superado apenas pelo Apóstolo São Pedro, Sumo Pontífice por 31 anos, e do Bem-Aventurado Pio IX, com 31 anos e 8 meses.

Suplicamos a Nosso Senhor Jesus Cristo, por intercessão da Bem-Aventurada Sempre Virgem Maria, que lhe conceda o descanso eterno.

Nesta ocasião, os membros do Veritatis Splendor renovam seus votos de vassalagem a Sua Santidade o Bem-Aventurado Papa Bento XVI, 265º Pontífice regente da Igreja a se sentar na Cátedra de São Pedro, ?o doce Cristo na terra?, conforme as palavras de Santa Catarina de Siena, Doutora da Igreja.


Clique aqui e copie no seu computador o arquivo mp3 com a oração da Salve Regina (Salve Rainha em Latim), cantada pelo Papa João Paulo II durante a Oração do Santo Rosário em Roma. Acompanhe com a letra abaixo:




Salve, Regina, Mater misericordiæ,

vita, dulcedo et spes nostra salve!

Ad te clamamus, exsules filii Evæ.


Ad te suspiramus gementes et flentes

in hac lacrimarum valle.

Eia ergo, advocata nostra, illos tuos

misericordes oculos ad nos converte.


Et Jesum, benedictum fructum ventris tui,

nobis post hoc exsilium, ostende.

O clemens, o pia, o dulcis

Virgo Maria!


Ora pro nobis, sancta Dei Genitrix, ut digni efficiamur promissionibus Christi.


Amen



Abaixo algumas fotos:





Selo lançado na Europa em Homenagem a S. S. Papa João Paulo II.



O pequeno ?Lolek?, ou ?Carlinhos? como era chamado por seus pais, aos nove anos de idade, quando ficara órfão.



?Introíbo ad altare Dei. Ad Deum qui Leatíficat Juventútem meam.? (Ordo Missae)

?Adentrar-me-ei ao altar do Senhor, ao Deus que é alegria da minha juventude?





Assim como S. S. Papa Bento XVI e vários católicos (vide o caso de São Maximiliano Kolbe) foram perseguidos na Alemanha nazista. O jovem polonês Karol Wojtyla estudou às escondidas do regime comunista para ser ordenado Padre. Frase:

?Aprendi que um jovem cristão deixa de ser jovem, e há muito não é cristão, quando se deixa seduzir por doutrinas ou ideologias que pregam o ódio e a violência? Aprendi que um jovem começa perigosamente a envelhecer, quando se deixa enganar pelo princípio fácil e cômodo de que ?o fim justifica os meios?, quando passa a acreditar que a única esperança para melhorar a sociedade está em promover a luta e o ódio entre grupos sociais, na utopia de uma sociedade sem classes, que se revela bem cedo na criação de novas classes.? (S. S. Papa João Paulo II, em 1980)



?Deixai vir a mim os pequequinos e não os impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se lhes assemelham?. (Mc 10,14)



Junto ao amigo e ?braço direito?, o então Cardeal Ratzinger, atual Papa Bento XVI.




Sua Eminência Reverendíssima Cardeal Josef Ratzinger, à época Prefeito da Sagrada Congreção para a Doutrina Fé reverencia o Santo Padre.



Descanse em Paz João de Deus.

Autor: Rogério Amaral Silva

 
 
 

Entrevista com a teóloga Jutta Burggraf

PAMPLONA, domingo, 2 de julho de 2006 (ZENIT.org).- A teóloga alemã Jutta Burggraf recorda que o valor de cada pessoa não depende da aceitação ou rejeição dos demais. Ela o explica em seu novo livro, «Liberdade vivida com a força da fé», editado em Madri por Edições Rialp.

Jutta Burggraf é professora de teologia dogmática na Faculdade de Teologia da Universidade de Navarra e escreveu sobre o feminismo, ecumenismo e Santa Teresa d?Ávila.

–Seu livro se titula «Liberdade vivida». Há liberdades não vividas?

–Burggraf: Todos nós, homens, nascemos como originais, mas às vezes nos limitamos a ser nada mais que umas cópias iguais. Então, não correspondemos ao chamado pessoal e único que recebemos ao entrar neste mundo: «Sê tu mesmo. Sê como Deus te sonhou desde sempre».

Cada homem pode oferecer muitas surpresas, agregar pensamentos novos, soluções originais, atuações únicas. É capaz de viver sua própria vida, e de ser fonte de inspiração e apoio para os demais.

Se uma pessoa não utiliza suas pernas para caminhar, nós a consideramos «estranha» ou provavelmente doente; mas se não usa seu entendimento para pensar, nem sua vontade para decidir, quase não nos damos conta de seu estado perigoso, porque estamos acostumados a não viver à altura de nossas melhores possibilidades; com freqüência, não realizamos a capacidade mais rica e profunda que temos: nossa liberdade.

Com efeito, ninguém deve converter-se em um «autômato», sem rosto nem originalidade. Às vezes, convém recobrar o olhar da criança, para abrir-nos à própria novidade — e a cada pessoa –, e assim descobrir o desafio que encerra cada situação. O mundo será o que nós fizermos dele. Ao menos nossa vida é o que fazemos dela.

–A que se refere concretamente quando alude ao mundo «sutilmente tiranizante» no qual nos coube viver?

–Burggraf: Em nossas sociedades há «correntes de ouro». Reina a tirania das massas e dos costumes. Não é difícil descobrir uma poderosa corrente coletivista que tende a despojar-nos dos mais recôndito de nosso ser, com o fim de igualar e massificar os homens, se não todos, pelo menos os que pertencem a um determinado partido, a uma associação concreta, uma comunidade, um site ou um clube de golfe.

Está na moda cantar ao uníssono, vestir-se com a mesma roupa, recorrer aos mesmos argumentos pré-fabricados, com as mesmas palavras, o mesmo olhar e inclusive o mesmo sorriso.

Há pessoas que nem se dão conta de suas correntes. Acomodam-se ao espírito que lhes parece óbvio. Mas o que elas sentem, pensam ou dizem não é coisa sua; são os sentimentos, pensamentos e frases feitas que foram publicadas em milhares de jornais e revistas, na rádio, na televisão e na internet. Enquanto alguém começa a pensar e a atuar por conta própria e mantém uma opinião divergente da geralmente aceita pelo «sistema» — que se voltou a fechar e não admite nada que seja incômodo — simplesmente se rejeita.

Contudo, somos livres, apesar das circunstâncias adversas que podem nos rodear e influir. E não só temos o direito, mas também o dever de exercer nossa liberdade.

Justamente hoje é mais necessário que nunca que tomemos consciência da grande riqueza de nossa vida e busquemos caminhos para chegar a ser «mais» homens, e não umas pessoas desanimadas, assustadas e enlutadas.

–Como se aprende a ser livre? Qual é o primeiro passo?

–Burggraf: Ao crescer, o homem descobre paulatinamente que tem um espaço interior, no qual está, de algum modo, à disposição de si mesmo. Ele percebe que, essencialmente, não depende nem dos pais, nem dos professores do colégio; não depende dos meios de comunicação, nem tampouco da opinião pública. Experimenta um espaço no qual está a sós consigo mesmo, onde é livre. Descobre seu mundo interior, sua própria intimidade.

O íntimo é o que só a pessoa conhece: é o «santuário» do humano. Posso entrar dentro de mim, e aí ninguém pode me aprisionar.

Quando «estou comigo», facilmente percebo quão desnecessário e inclusive ridículo é o buscar a confirmação e o aplauso dos demais. O valor de uma pessoa não depende dos outros, não depende dos aplausos ou gestos de confirmação que possa receber ou não.

Somos mais do que vivemos no exterior. Há um espaço em nós ao qual os outros não têm acesso. É nossa «pátria interior», um espaço de silêncio e quietude. Enquanto não o descubramos, viveremos de um modo superficial e confuso, buscando consolo onde não há — no mundo exterior.

O homem é livre, quando mora na própria casa. Infelizmente, há muitas pessoas que não «estão consigo», mas sempre com os outros. Não sabem descansar em si mesmas.

–Obedecer a Deus é fonte de liberdade, afirma. Que quer dizer com isso?

–Burggraf: O próprio Deus, a fonte de toda vida, quer habitar cada vez mais profundamente em nós. Desde nosso núcleo mais íntimo, quer dar-nos a vida em abundância. De uma forma ou de outra, cada homem está chamado a reviver o drama experimentado por Santo Agostinho: «Tu estavas dentro de mim e eu fora. E fora te andava buscando».

Deus nos pede um mínimo de abertura, disponibilidade e acolhida de sua graça: «Se escutais hoje sua voz, não endureçais vosso coração». Para encontrar a Deus dentro de nós, é preciso — misteriosamente — «abrir-lhe as portas» de nossa casa. Em outras palavras, neste espaço íntimo do silêncio e da quietude que há em mim, onde ninguém pode entrar senão eu, não quero estar só. Convido Deus para entrar e estar comigo — e a conduzir minha vida. Então, minha autodeterminação consiste em fazer o que ele me disser.

Quando Deus habita em mim, eu gosto de «estar comigo» e «entrar na própria casa». Nunca estarei só, mas acompanhado e protegido por quem mais me ama. Não é necessário que eu mesmo resolva os pequenos e grandes problemas de cada dia. A vida cristã é uma vida estritamente dialogal.

Obediência quer dizer, em sua origem, que Cristo nos governa. É Ele quem toma o timão de nossa barca. Não se sobrepõe às nossas ações; está no próprio núcleo da liberdade. É o que nos diz o Evangelista: «Vede que o reino de Deus se encontra dentro de vós» (Lucas 17, 20).

 
 
 

ROMA, quinta-feira, 22 de junho de 2006 (ZENIT.org).- A associação católica internacional Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) terminou a 150ª tradução de sua Bíblia da Criança, «Deus fala aos seus filhos».

Concretamente, trata-se da tradução ao sindi, uma língua indo-árica falada por cerca de 20 milhões de pessoas na província de Sind (sudeste do Paquistão) e nos Estados de Gujarat e Radjasthan (noroeste da Índia). Para escrever o sindi utilizou-se um alfabeto árabe modificado. A primeira edição em sindi de «Deus fala aos seus filhos», que alcançará os 10.000 exemplares, está sendo impressa atualmente no Paquistão.

Maria Zurowski, chefa da Seção de Pastoral da Família de AIS, explicou nesta quinta-feira: «Enquanto as Escrituras com freqüência são esquecidas no Ocidente, para inumeráveis povos dos países do Terceiro Mundo revestem uma importância extraordinária, sobretudo para crianças e jovens, inclusive para as crianças soldado e para os presos».

«Também, bispos do mundo inteiro qualificaram este pequeno livro como ?excelente ferramenta para a evangelização?. A obra foi traduzida a algumas das línguas mais raras do mundo, tais como o tukano dos indígenas da região amazônica brasileira ou o tshiluba, uma língua tribal falada na República Democrática do Congo.»

Até o momento, foram distribuídas mais de 43 milhões de cópias da Bíblia da Criança da AIS, e a associação prevê imprimir outros 1,35 milhão de exemplares a mais no transcurso deste ano.

Na internet podem-se consultar versões em 30 línguas: www.kirche-in-not.org/kinderbibel.html.

 
 
 
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