top of page

TODOS OS PRODUTOS

Eventos futuros

Elena Alba. Foto: La Razón

MADRI, 20 Ago. 13 / 07:48 am (ACI/EWTN Noticias).- Elena Alba é uma das centenas de doentes que o Papa Francisco confortou em suas deferentes audiências. É espanhola, tem 58 anos e mora em Madri. Há 10 anos luta contra diversas doenças, entre elas dois cânceres, sendo que um deles foi diagnosticado em dezembro no cérebro. Nem a operação para extirpá-lo, nem as sessões de radioterapia e quimioterapia fizeram que desaparecesse.

Ante as poucas esperanças que os médicos deram, decidiu que uma das coisas que queria fazer em sua vida era ver o Papa. E assim o fez. Conforme conta ao jornal La Razón, apesar dos riscos que implicava para a sua delicada saúde viajar até Roma, Elena disse aos seus filhos que estava decidida a viajar ao Vaticano.

Assim, ajudada pelas irmãs da Imaculada Conceição de Maria, Elena viajou até o Vaticano onde em 8 de maio pôde compartilhar uns minutos com o Papa em uma audiência privada com doentes graves. Nesses dias, a mulher teve uma hemiplegia no lado esquerdo do corpo, mas ao chegar à Santa Sé “comecei a recuperar a mobilidade”, comentou.

Antes da chegada de Francisco, durante a espera, Elena começou a sentir-se mal. O Papa tinha dado prioridade absoluta às crianças e parecia que não iam poder entrar na audiência todos os doentes que esperavam ali. “Tinha gente com doenças horríveis”, recorda. Elena tinha sido operada do tumor cerebral e ainda era visível uma grande cicatriz em sua cabeça.

O Papa chegou e começou a abraçar e abençoar as crianças. “Sua expressão ia se transformando”, assegura. “Quando chegou perto de mim, pegou o lenço, o vi soluçar e secar-se as lágrimas”. Elena queria ler uma carta para ele, mas foi impossível que o Papa ficasse ali mais tempo, por isso ela a entregou e o Santo Padre a guardou para poder lê-la e responder depois. “Foi um momento de invasão do Espírito Santo”, conta Elena.

Agora que lhe faltam as forças, Elena assegura que continua adiante “com a força de Deus”. E agora vive “com alegria, felicidade e, sobretudo, agradecida. Até que Deus queira”.

 
 
 

O martírio dos cristãos é um testemunho da realeza de Jesus Cristo na história da humanidade


Muçulmanos ameaçam cristãos de morte no Egito

A fé cristã tem raiz em forma de cruz. Essa verdade apresenta-se ao longo de toda a história do cristianismo, sobretudo nos dois últimos séculos, nos quais se fizeram mais mártires que todos os demais. Uma vez que o próprio Cristo certificou os discípulos acerca do ódio do mundo, nota-se a repetição, de tempos em tempos, da perseguição que acompanha a peregrinação da Igreja na Terra, como presságio da derradeira provação e páscoa do Senhor. É a aparente derrota do cristianismo dada pela cruz que, ao final, se transmuta em vitória e juízo final do amor de Deus por sua criatura.

Inspirado pelo exemplo de São João Batista, cuja memória litúrgica celebrou-se nesta semana, o Papa Francisco pediu durante sua homilia para que os cristãos tenham a coragem de proclamar a Palavra de Deus até o martírio. Desde os primeiros anos da era cristã, a começar pela morte de Santo Estêvão, os cristãos são chamados a não somente viver como Cristo, mas também a morrer como Ele, de modo que venha a se cumprir as palavras proferidas por São Paulo: “O que falta às tribulações de Cristo, completo na minha carne, por seu corpo que é a Igreja” (Cf. Cl 1, 24).

Sendo a Igreja a continuação da encarnação do Verbo na história da humanidade, também nela se encontram as chagas da crucificação. Apesar de ignorado pelos holofotes da grande imprensa, o massacre de fiéis cristãos têm se multiplicado ano após ano, ao ponto de algumas estimativas indicarem a morte de um cristão a cada cinco minutos. O autor do livro World Christian Trends AD 30-AD 2200, o sociólogo investigador David Barrett, calcula o genocídio de 160 mil cristãos só na primeira década deste milênio e 150 mil para a segunda. Os dados colocam a religião cristã no topo das mais perseguidas do mundo.

A título de exemplo, veja-se os recorrentes ataques de radicais muçulmanos a catedrais católicas ou – de outras confissões cristãs – no Egito, no Líbano, na Síria e em outras regiões do Oriente Médio, onde ocorre a chamada “Primavera Árabe”. A pesquisadora do American Enterprise Institute, Ayaan Hirsi, chegou a denunciar em uma reportagem para a revista americana Newsweek que “nos últimos anos, a opressão violenta das minorias cristãs tornou-se a norma em países de maioria islâmica, da África Ocidental ao Oriente Médio e do sul da Ásia à Oceania”. Ou então o recente ultraje à Igreja de São Francisco Xavier, em Colombo, Sri Lanka, perpetrado por extremistas budistas, que incendiaram o altar e quebraram uma imagem de Nossa Senhora.


Cristãos protestam e pedem liberdade religiosa

Todavia, o martírio do cristianismo não se resume ao derramamento de sangue, mas expande-se a outras categorias, como aquela da ridicularização. Foi o que lembrou o Papa Emérito Bento XVI, no seu discurso durante vigília para beatificação do Cardeal Newman, na Inglaterra. Na ocasião, o Santo Padre explicou que “na nossa época, o preço que deve ser pago pela fidelidade ao Evangelho já não é ser enforcado, afogado e esquartejado, mas muitas vezes significa ser indicado como irrelevante, ridicularizado ou ser motivo de paródia”. Tanto é verdade que o veterano jornalista da rede BBC, Roger Bolton, chegou a declarar que faria piada com Jesus, mas não com Maomé, por ser perigoso. Uma rápida pesquisa em sites como Youtube ou qualquer outro dá conta da vasta quantidade de vídeos e artigos que pululam na internet zombando da fé em Cristo.

Essa situação dolorosa provoca, por conseguinte, a debandada de inúmeras pessoas que já não encontram a razão de sua fé, ou então, que sentem-se intimidadas pelo proselitismo agressivo dos agentes do secularismo. Por outro lado, também dentro da Igreja encontram-se os missionários do mundo que, diante da maldade e da perseguição, propõem “uma solução aparente a seus problemas, à custa da apostasia da verdade” (Cf. CIC 675). É o “mistério da iniquidade”, diz o Catecismo da Igreja Católica, trazido pelo Anticristo, cuja impostura religiosa é nada mais que “a de um pseudo-messianismo em que o homem glorifica a si mesmo em lugar de Deus e de seu Messias que veio na carne”.


Diante disso, os cristãos precisam saber de antemão, que o Reino de Deus “não se realizará por um triunfo histórico da Igreja segundo um progresso ascendente, mas por uma vitória de Deus sobre o desencadeamento último do mal, que fará sua Esposa descer do céu” (Cf. CIC 677). Portanto, a única alternativa coerente à perseguição não é a do falso messianismo e da apostasia, mas o abraçar da cruz cotidiana, firme na promessa de Cristo que estará com seus seguidores até o fim dos tempos. Seja qual for a categoria do martírio, todos precisam recordar que “o sangue dos mártires é semente para novos cristãos”. Assim, mesmo que o rebanho se reduza a um pequeno grupo, a um resto, é neste grupo que Deus operará a graça para a proliferação do anúncio da Boa Nova pelos séculos dos séculos, “porque onde dois ou três estão reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Cf. Mt 18, 20).

A vitória de Deus é certa, cabe ao homem escolher o lado no qual quer estar quando chegar a hora. Muitos dos primeiros mártires iam para as fogueiras ou para as covas dos leões cantando hinos de glória, para arrepio dos pagãos que assistiam perplexos. Isso só é possível para aqueles cuja meta está em alcançar a Coroa da Justiça nos céus. Mesmo quando morre, o cristão vive. Por isso muitos que experimentaram a honra do martírio, como o Beato José Sanchez del Río, tiveram nos lábios as palavras “Viva Cristo Rei”. Nestes tempos obscuros de materialismo e relativismo, a Igreja tem, mais uma vez, a missão de testemunhar até o martírio as Palavras Eternas: Viva Cristo Rei.

 
 
 

VATICANO, 11 Jun. 13 / 08:11 am (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco exortou os católicos a que a “Santa Missa não caia para nós na rotina superficial”. Assim o indicou em sua mensagem lida neste Domingo, no início da Eucaristia de encerramento do Congresso Eucarístico Nacional em Colônia, Alemanha, que se centrou sobre o tema “Senhor, a quem iremos?”, e no qual participaram também fiéis de outros países vizinhos.

Presidiu a Missa o Cardeal Paul Josef Cordes, Presidente Emérito do Pontifício Conselho “Cor Unum”, em sua qualidade de enviado especial do Santo Padre.

“Senhor, a quem iremos?” pergunta o Apóstolo Pedro, porta-voz dos seguidores fiéis, ante a incompreensão de muitas das pessoas que escutavam Jesus, e que teriam querido aproveitar-se egoistamente Dele.

O Papa Francisco escreveu em sua mensagem que ao fazer-nos esta pergunta, “também nós somos membros da Igreja de hoje”, e embora a pergunta seja “talvez mais titubeante na nossa boca que nos lábios de Pedro, a nossa resposta, como aquela do Apóstolo, pode ser somente a pessoa de Jesus”, que “viveu há dois mil anos. Porém nós podemos encontrá-Lo no nosso tempo quando escutamos a sua Palavra e estamos próximos a Ele, de modo único, na Eucaristia”.

Daqui o convite de Francisco: “Que a Santa Missa não caia para nós na rotina superficial! Que atinjamos sempre mais a sua profundidade!”.

O Santo Padre explicou que é precisamente a sua profundidade que nos insere na imensa obra de salvação de Cristo, para aguçar nossa “visão espiritual” para o seu amor. E acrescenta que é preciso “aprender a viver a Santa Missa”, como o pedia o Beato João Paulo II, recordando que “nisto nos ajuda, nos introduz, o fato de parar e ficar em adoração diante do Senhor eucarístico no tabernáculo e o receber o Sacramento da Reconciliação”.

O Papa Francisco observa deste modo que a mesma pergunta “Senhor, a quem iremos?”, “a expõem alguns contemporâneos que –lucidamente ou com um obscuro pressentimento– estão ainda em busca do Pai de Jesus Cristo”.

E acrescenta que o “Redentor quer vir ao encontro através de nós, que, graças ao Batismo, transformamo-nos em seus irmãos e irmãs e que, na Eucaristia, recebemos a força de levar juntos com Ele a sua missão de salvação”.

Daí que o Santo Padre acrescente que “todos nós, bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos e leigos temos o compromisso de levar Deus ao mundo e o mundo a Deus”. De uma vez que conclui afirmando que “encontrar Cristo, confiar em Cristo, anunciar Cristo, são os pilares da nossa fé que se concentram, sempre de novo, no ponto focal da Eucaristia”.

 
 
 
CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis