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Em uma dos sites mais acessados do momento, o BuzzFeed, um mix de notícias e material produzido e compartilhado entre os usuários, 22 mulheres que trabalham no site postaram fotos delas mesmas com um cartaz na mão. No cartaz estava especificada a razão pela qual usam anticoncepcionais.

Em resposta ao post, 24 leitoras, com outras fotos e cartazes, expuseram o motivo pelo qual não usam anticoncepcionais. É possível ver as fotos  aqui.

Traduzimos os cartazes sobre o “não usamos” anticoncepcionais (alguns uma resposta direta ao “sim”):

1) Porque posso evitar uma gravidez sem envenenar meu corpo

2) Porque apesar das cólicas e da possibilidade de aparecerem espinhas, isso faz parte do ser mulher

3) Porque vale totalmente a pena

4) Porque o meu corpo é um dom para o meu futuro marido, e este dom inclui a maternidade

5) Porque sou responsável e tomo decisões aceitando as consequências das minhas ações

6) Porque quero um corpo saudável e natural

7) Porque ser fértil não é uma condição à qual preciso remediar

8) Sexo = doação TOTAL de si #NFP (Natural Family Planning, ou seja, métodos naturais de regulação da fertilidade)

9) Porque não preciso renunciar minha maternidade para ser uma feminista

10) Porque consigo me controlar

11) Porque os anticoncepcionais permitem aos homens usar as mulheres SEM consequências

12) Porque atingem os sintomas, NÃO o problema

13) Não quero colocar algo de artificial no meu corpo para impedir que aconteça algo natural

14) Porque o sexo é mais que diversão… gera a vida!

15) Porque tenho a PCOS (Síndrome do Ovário Policístico) e a pílula é menos eficaz que as alternativas naturais, mas as companhias farmacêuticas querem ganhar dinheiro

16) Porque os filhos NÃO são algo inconveniente, são um dom

17) Porque é mais legal ter dois filhos do que cães ou gatos

18) Porque o câncer de mama, câncer de colo de útero e infertilidade… não valem a pena

19) Porque NINGUÉM NUNCA está verdadeiramente pronto para ter filhos – e são uma das MELHORES e mais excitantes coisas, além da satisfação que podem causar

20) Porque ser mulher e a fertilidade são um dom lindo e eu quero um amor que seja doação de si e doação da vida

21) Porque me orgulho da minha feminilidade e porque conheço muitas jovens que têm problemas reprodutivos por causa dos anos de anticoncepcionais

22) Porque a vida é uma coisa linda, sempre

23) Porque quero um sistema reprodutivo 100% saudável e intacto quando estiver pronta para ter filhos

24) Porque a capacidade de gerar a vida é um super poder que sou orgulhosa de possuir

Fonte: Aleteia

 
 
 

NOVA IORQUE, 01 Abr. 14 / 09:38 am (ACI/EWTN Noticias).- Elizabeth Joice sacrificou a própria vida para salvar o bebê que levava no ventre. Esta mãe corajosa faleceu no dia 9 de março deste ano depois de lutar contra um câncer agressivo e abrir mão de realizar exames que poderiam salvar a sua vida, mas causar a morte de seu bebê.

A história ocorreu em Nova Iorque (Estados Unidos). Em setembro de 2010, Elizabeth foi diagnosticada com um câncer agressivo nos pulmões. Quando aparentemente tinha superado a doença e apesar de os médicos afirmarem que ela nunca ficaria grávida, concebeu um bebê.

Só um mês depois de saber que estava grávida, os médicos descobriram que o câncer havia voltado com mais força. Fizeram-lhe uma operação de emergência para retirar o novo tumor, mas se negou depois a fazer a ressonância magnética de corpo inteiro que poderia diagnosticar quais outros órgãos estavam sendo afetados pela doença, para não arriscar a vida do bebê que levava no ventre.

Com o apoio de seu marido Max, a mulher resistiu à doença até que o bebê completou sete meses de gestação. Deu à luz em janeiro deste ano e lutou durante as seguintes seis semanas pela sua vida. O câncer se alojou nos pulmões e no abdômen.

Sua cunhada, Judith Joice, recordou que “com tantos motivos para viver, ela (Elizabeth) lutou e continuou lutando como os médicos nunca tinham visto alguém lutar, superando todas as dificuldades para ter a chance de passar apenas mais um dia com Lily e Max”. “Liz tinha dado tudo o que tinha, mas não podia lutar mais”.

Apesar da dor da morte de sua esposa, a pequena Lily reconforta o seu pai. “A magia de Liz contagiou a Lily. É linda e extraordinária. Ela me dá forças para passar por tudo isso”, indicou.

Os amigos do casal lançaram uma coleta através de internet, no site You Caring para criar um fundo de apoio a bebê.

 
 
 
Elena Alba. Foto: La Razón

MADRI, 20 Ago. 13 / 07:48 am (ACI/EWTN Noticias).- Elena Alba é uma das centenas de doentes que o Papa Francisco confortou em suas deferentes audiências. É espanhola, tem 58 anos e mora em Madri. Há 10 anos luta contra diversas doenças, entre elas dois cânceres, sendo que um deles foi diagnosticado em dezembro no cérebro. Nem a operação para extirpá-lo, nem as sessões de radioterapia e quimioterapia fizeram que desaparecesse.

Ante as poucas esperanças que os médicos deram, decidiu que uma das coisas que queria fazer em sua vida era ver o Papa. E assim o fez. Conforme conta ao jornal La Razón, apesar dos riscos que implicava para a sua delicada saúde viajar até Roma, Elena disse aos seus filhos que estava decidida a viajar ao Vaticano.

Assim, ajudada pelas irmãs da Imaculada Conceição de Maria, Elena viajou até o Vaticano onde em 8 de maio pôde compartilhar uns minutos com o Papa em uma audiência privada com doentes graves. Nesses dias, a mulher teve uma hemiplegia no lado esquerdo do corpo, mas ao chegar à Santa Sé “comecei a recuperar a mobilidade”, comentou.

Antes da chegada de Francisco, durante a espera, Elena começou a sentir-se mal. O Papa tinha dado prioridade absoluta às crianças e parecia que não iam poder entrar na audiência todos os doentes que esperavam ali. “Tinha gente com doenças horríveis”, recorda. Elena tinha sido operada do tumor cerebral e ainda era visível uma grande cicatriz em sua cabeça.

O Papa chegou e começou a abraçar e abençoar as crianças. “Sua expressão ia se transformando”, assegura. “Quando chegou perto de mim, pegou o lenço, o vi soluçar e secar-se as lágrimas”. Elena queria ler uma carta para ele, mas foi impossível que o Papa ficasse ali mais tempo, por isso ela a entregou e o Santo Padre a guardou para poder lê-la e responder depois. “Foi um momento de invasão do Espírito Santo”, conta Elena.

Agora que lhe faltam as forças, Elena assegura que continua adiante “com a força de Deus”. E agora vive “com alegria, felicidade e, sobretudo, agradecida. Até que Deus queira”.

 
 
 
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