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Apresenta em sua catequese a outro Padre Apostólico, São Paulino de Nola


VATICANO, 12 Dez. 07 / 12:00 am (

ACI).- Na Audiência Geral de hoje celebrada no Salão Paulo VI no Vaticano, o Papa Bento XVI apresentou a figura e o pensamento de São Paulino de Nola, Bispo contemporâneo de Santo Agostinho, destacando que “a teologia de nosso tempo encontrou no conceito de comunhão a chave para entrar no mistério da Igreja“.

Prosseguindo sua catequese sobre os Padres Apostólicos, o Santo Padre explicou ante milhares de paroquianos que no a vida do santo, em sua juventude governador de Campania, no sul da Itália, o contatocom a fé singela e intensado povo foi o início de seu caminho de conversão, cheio de numerosas dificuldades e provas.

“O encontro com Cristo foi o ponto de chegada de um caminho árduo“, durante o qual uma série de circunstâncias adversas “fizeram-lhe ver a expiração das coisas”, assinalou o Pontífice durante sua catequese.

Depois da morte de seu filho recém-nascido, decidiu junto a sua mulher, Terasia, dar seus bens aos pobres, viver em casta fraternidade e fundar uma comunidade monástica. Sua atividade pastoral se caracterizou, recordou o Pontífice, “por sua atenção particular para os pobres”, deixando a imagem de um “autêntico pastor da caridade”.

“Sua conversão impressionou a seus contemporâneos, que lhe reprovavam o desprezo pelos bens materiais e o abandono de sua vocação de literato”, assinalou o Papa. E Paulino replicava que “sua entrega aos pobres não significava desprezo pelos bens terrenos, mas pelo contrário, valorizá-los ainda mais para o fim mais alto da caridade”.

Assinalou deste modo que em seus escritos, São Paulino “destaca em particular o sentido da Igreja como mistério de unidade. Vivia a comunhão sobre tudo através de uma decidida prática da amizade espiritual” e “é impressionante a ênfase com que o santo canta a amizade como manifestação do único corpo de Cristo animado pelo Espírito Santo”.

Finalmente, Bento XVI destacou que “a teologia de nosso tempo encontrou no conceito de comunhão a chave para entrar no mistério da Igreja”.

“O testemunho de São Paulino de Nola nos ajuda a sentir a Igreja como nos apresenta isso o Concílio Vaticano II, como sacramento da união íntima com Deus e da unidade de todo o gênero humano“, concluiu.

 
 
 
lutero

Por Dave Armstrong Tradução: Carlos Martins Nabeto Fonte: http://socrates58.blogspot.com Chris Jones me encaminhou esta pergunta: “Por que o dr. Lutero foi excomungado? De que modo ele era heterodoxo?”. Sumarizo abaixo como ele era visto como heterodoxo em 1520, segundo os padrões católicos virtualmente aceitos ou inquestionáveis. Observo que o objetivo aqui não é discutir se tais ensinamentos católicos são certos ou errados, mas apenas se conforme esses ensinamentos Lutero seria tido por “heterodoxo” ou “herege” (isto é, se a Igreja tinha pelo menos uma autoconsistência ao decidir por excomungá-lo ou se agiu arbitrariamente contra a verdade ou contra as afirmações de Lutero, tidas – neste último caso falsamente – como heresia). Pois bem. É absolutamente notório que Lutero era herege e que a Igreja não tinha a obrigação de debater com ele na Dieta de Worms em 1521. E sendo óbvio que ele pregava heresias, era igualmente óbvio que a Igreja deveria exigir a sua retratação, para que renunciasse e cessasse de agir assim. Ele se recusou a fazê-lo, pois achava que sabia mais que a própria Igreja (como de fato afirmou diversas vezes). Certamente, nenhum protestante agiria diferentemente, quer naquele tempo quer agora, tendo em vista as dezenas de rejeições que estabeleceu frente aos seus dogmas particulares. Listo aqui as crenças de Lutero contrárias à Igreja (sem examinar pontos mais detalhados de soteriologia): 1. Separação entre justificação e santificação. 2. Noção imputada, extrínsica e forense de justificação. 3. Fé fiduciária. 4. Julgamento particular contrário à infalibilidade da Igreja. 5. Rejeição de sete livros da Bíblia. 6. Negação do pecado venial. 7. Negação do mérito. 8. Afirmação de que o réprobo deveria ficar feliz por ter sido condenado e aceitar a vontade de Deus. 9. Afirmação de que Jesus ofereceu-se à condenação e possivelmente ao fogo do inferno. 10. Afirmação de nenhuma boa obra pode ser feita, exceto por um homem justificado. 11. Todos os homens batizados são sacerdotes (=negação do sacramento da ordenação). 12. Todos os homens batizados podem conceder a absolvição. 13. Os bispos não possuem realmente esse múnus; Deus não os instituiu. 14. Os papas não possuem esse múnus; Deus não os instituiu. 15. Os sacerdotes não têm qualquer caráter especial ou indelével. 16. As autoridades temporais gozam de poder sobre a Igreja, até mesmo sobre bispos e papas; a afirmação contrária é mera invenção presunçosa. 17. Os votos de celibato são um erro e deveriam ser abolidos. 18. Negação da infalibilidade do papa. 19. Crença de que sacerdotes e papas injustos perdem a sua autoridade (contrário ao ensino de Santo Agostinho em disputa com os Donatistas). 20. As chaves do Reino não foram conferidas apenas a Pedro. 21. Cada pessoa pode julgar particularmente para determinar os artigos de fé. 22. Negação de que o papa tem o direito de convocar ou confirmar um Concílio. 23. Negação de que a Igreja tem o direito de exigir o celibato de certas vocações. 24. Não existe a vocação de monge; Deus não o instituiu. 25. Os dias festivos deveriam ser abolidos e todas as celebrações da Igreja deveriam se restringir aos domingos. 26. Os jejuns deveriam ser estritamente opcionais. 27. A canonização de santos é rigorosamente corrupta e não deve continuar. 28. A Confirmação não é um sacramento. 29. As indulgências deveriam ser abolidas. 30. As dispensas deveriam ser abolidas. 31. A Filosofia (Aristóteles principalmente) é repugnante, com influência negativa sobre o Cristianismo. 32. A transubstanciação é “uma idéia monstruosa”. 33. A Igreja não pode instituir sacramentos. 34. Negação da “maldita” crença de que a missa é uma boa obra. 35. Negação da “maldita” crença de que a missa é verdadeiro sacrifício. 36. Negação da noção sacramental de “ex opere operato”. 27. Negação de que a Penitência é um sacramento. 38. Afirmação de que a Igreja Católica “aboliu completamente” até mesmo a prática da penitência. 39. Afirmação de que a Igreja aboliu a fé como um aspecto da penitência. 40. Negação da sucessão apostólica. 41. Qualquer leigo poderia convocar um Concílio Geral (Ecumênico). 42. As obras penitenciais são inúteis. 43. Nada daquilo que os católicos crêem ser os sete sacramentos tem prova bíblica. 44. O Matrimônio não é um sacramento. 45. Nulidades [matrimoniais] são um conceito sem sentido e a Igreja não tem o direito de determinar ou afirmar nulidades. 46. Há uma questão em aberto: se o divórcio é permitido ou não. 47. Pessoas divorciadas podem voltar a se casar. 48. Jesus permitiu o divórcio quando um dos cônjuges cometeu adultério. 49. O ofício diário do sacerdote é “vã repetição”. 50. A extrema-unção não é um sacramento (logo, só existem dois sacramentos: o Batismo e a Eucaristia). Como se vê por esse 50 pontos, Lutero era herege, heterodoxo, cismático ou acreditava em coisas que eram claramente contrárias aos ensinamentos ou práticas da Igreja Católica, até e inclusive em pontos verdadeiramente radicais (às vezes era também socialmente radical). Não estaria então justificada sua excomunhão dos meios católicos? Ou deveria a Igreja dizer: “É verdade, Lutero, você sabe; você está certo nesses 50 pontos. Você sabe mais que a Igreja inteira, que toda a história da Igreja e que toda a sabedoria dos santos do passado que acreditavam nessas coisas. Portanto, vamos aderir à sua sabedoria celestial e alterar todas estas 50 crenças ou práticas, para que possamos caminhar na direção correta. Muito obrigado! Seremos sempre gratos a você por nos ter informado sobre todos esses erros”. Isto não soa ridículo? A Igreja teria que mudar 50 aspectos em suas doutrinas porque uma pessoa PARTICULARMENTE ACHOU que recebeu algum tipo de oráculo de Deus ou falso profeta. Homem de Deus daquele tempo? Vamos então supor que seja auto-evidente que Lutero era um bom e obediente católico, que queria reformar a Igreja, sem destruí-la ou abandoná-la, para criar uma nova seita. Ele seria ingênuo ou bobo o suficiente para acreditar que ele mesmo, objetivamente falando, não estava então oferecendo um programa radical, uma verdadeira revolução? Isso é claro e patente para qualquer um, mesmo antes de 1520. O que ele oferecia não era uma reforma… e a denominada “Reforma Protestante” não é o que diz ser, quando considerada como um todo. É uma Revolta ou uma Revolução. Já demonstrei o porquê disso em outros artigos. Nenhuma pessoa em sã consciência que tenha lido qualquer um dos três tratados radicais de 1520 de Lutero duvidaria que ele já não era um católico ortodoxo. Ele não se tornou relutante apenas porque foi expulso da Igreja por homens que não queriam ouvir a razão e a Escritura manifesta (como o mito e propaganda perpétua protestante costuma argumentar), mas porque ele escolheu aceitar as doutrinas heréticas que ele mesmo criou, fugindo ao padrão da ortodoxia católica, e tornando-se um radical, tentando ainda espalhar os seus erros (de forma passional e franca) pelo mundo afora mediante panfletos difamatórios, zombeteiros e propagandísticos e até mesmo empregando gravuras indecorosas quando necessário. Vemos, assim, que a Igreja foi totalmente sensível, razoável, dentro de seus direitos, lógica, autoconsistente e não hipócrita ou arbitrária ao simplesmente exigir de Lutero sua retratação na Dieta de Worms em 1521 e ao recusar-se em debater com ele (até porque já tinha feito isso outras vezes, anteriormente), porque se assim o fizesse estaria aceitando a ridícula presunção de Lutero de que estava em uma posição de disputa e debate unilateral face a doutrina e sabedoria teológica acumuladas pela Igreja ao longo de seus 1500 anos.

 
 
 

Este é o núcleo de seu pontificado, explica

PAVIA, domingo, 22 de abril de 2007 (ZENIT.org).- Ao visitar o túmulo de Santo Agostinho, na tarde deste domingo, Bento XVI relançou a mensagem central de seu pontificado: «Deus é amor».

«A humanidade contemporânea tem necessidade desta mensagem essencial, encarnada em Cristo Jesus», assegurou, ao concluir sua visita pastoral à cidade de Pavia.

«Tudo deve começar daqui e aqui tudo deve conduzir: toda ação pastoral, todo tratado teológico», afirmou na homilia que pronunciou na Basílica de São Pedro no Céu de Ouro por ocasião da celebração das vésperas com sacerdotes, religiosos e religiosas (muitos deles agostinianos) e seminaristas da diocese do norte da Itália.

Começou explicando que quis «vir para venerar os restos mortais de Santo Agostinho, para expressar tanto a homenagem de toda a Igreja a um de seus “padres” maiores, como minha pessoal devoção e reconhecimento por quem teve tanta importância em minha vida de teólogo e de pastor, mas diria ainda antes de homem e de sacerdote».

Os escritos de Santo Agostinho, bispo de Hipona, que viveu de 354 a 430, doutor da Igreja, marcaram a vida de Joseph Ratzinger, que em 1953 escreveu sua tese doutoral sobre este filósofo e teólogo.

«Ante o túmulo de Santo Agostinho, quero voltar a entregar espiritualmente à Igreja e ao mundo minha primeira encíclica, que contém precisamente esta mensagem central do Evangelho: “Deus caritas est”, Deus é amor».

Esta é «a mensagem que Santo Agostinho segue repetindo a toda a Igreja», assegurou: «o amor é a alma da vida da Igreja e de sua ação pastoral».

«Só quem vive a experiência pessoal do amor do Senhor é capaz de exercer a tarefa de guiar e de acompanhar os demais pelo caminho do seguimento de Cristo».

«Repito-vos esta verdade como bispo de Roma, enquanto, como uma alegria sempre renovada, acolho-a junto a vós como cristão», confessou.

«Servir a Cristo é antes de tudo uma questão de amor», sublinhou. «A Igreja não é uma mera organização de encontros coletivos nem, pelo contrário, a soma de indivíduos que vivem uma religiosidade privada».

«A Igreja é uma comunidade de pessoas que crêem no Deus de Jesus Cristo e se comprometem a viver no mundo o mandamento da caridade que Ele lhes deixou».

«É, portanto, uma comunidade na qual se educa no amor, e esta educação não acontece apesar senão através dos acontecimentos da vida».

O Papa concluiu lançando um chamado a viver a vida cristã, que «tem na caridade o vínculo de perfeição e que deve traduzir-se em um estilo de vida moral inspirado no Evangelho, inevitavelmente contra a corrente dos critérios do mundo, mas que sempre há que testemunhar com um estilo humilde, respeitoso e cordial».

Apo sua peregrinação aos restos mortais de Santo Agostinho, e após despedir-se da comunidade dos religiosos agostinianos, o Papa tomou um helicóptero que o levou ao aeroporto de Milão-Linate, desde onde regressou a Roma.

A terceira visita pastoral de Bento XVI à Itália teve como metas as cidades de Vigevano (onde celebrou a missa na tarde do sábado) e Pavia (onde manteve um intenso programa de encontros públicos este domingo).

 
 
 
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