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Cardeal Bergoglio critica governo por não recorrer de decisão judicial

BUENOS AIRES, quarta-feira, 25 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- Após uma sentença de uma juíza que permitiu o casamento de dois homens, a arquidiocese de Buenos Aires afirmou que a decisão é “absolutamente ilegal”. O cardeal Bergoglio considera que o chefe de Governo portenho “faltou gravemente com seu dever” por não recorrer da sentença.

No dia 13 de novembro, a juíza Gabriela Seijas ordenou o Registro Civil a celebrar a união de dois homens.

“A Constituição e os Códigos nacionais não podem ser modificados por um juiz de primeira instância. Em tal caso, corresponde ao mandatário do Executivo tomar todas as medidas para que haja certeza da legalidade do ato, que neste caso não há, e daí surge a obrigação de recorrer”, destaca a arquidiocese em comunicado.

Por meio da nota, o cardeal e os bispos auxiliares de Buenos Aires afirmam que a decisão da juíza “reflete um sério desapego às leis que nos regem”.

Eles assinalam ainda que “a crise de valores que afeta hoje nossa sociedade faz esquecer que a própria origem da palavra ‘matrimônio’ remonta a disposições antigas do Direito Romano, onde a palavra ‘matrimonium’ vinculava-se ao direito de toda mulher a ter filhos reconhecidos expressamente no seio da legalidade”.

A palavra matrimônio, explicam, “alude justamente a essa qualidade legítima de ‘mãe’ que a mulher adquire através da união matrimonial. Com frequência se tentou associar erroneamente o termo ‘matrimônio’ com o sacramento católico do mesmo nome, sem ter em conta que o vocábulo e a realidade que quer expressar foram consagrados pelo Direito Romano muito antes que o cristianismo aparecesse na história da humanidade”.

E destacam: “afirmar a heterossexualidade do matrimônio não é discriminar, mas partir de uma nota objetiva que é seu pressuposto”.

 
 
 

Segundo o arcebispo da Mãe de Deus em Moscou

MOSCOU, sexta-feira, 17 de julho de 2009 (ZENIT.org).- O arcebispo da arquidiocese da Mãe de Deus, em Moscou, expressou sua satisfação pela melhora das relações entre a Igreja Católica e o governo.

“Os sinais positivos e concretos de melhora das relações entre a comunidade católica e as autoridades governamentais estão emergindo na Federação Russa e isto nos dá esperança no futuro”, declarou Dom Paolo Pezzi a L’Osservatore Romano.

Também destacou a esperança que isso supõe para “o estabelecimento e o crescimento de relações diplomáticas plenas entre a Santa Sé e a Federação Russa”.

Atualmente, a Santa Sé mantém relações especiais com a Federação Russa, que dispõe de uma representação diplomática ante a Santa Sé.

O arcebispo percebe “uma melhora das relações entre a Igreja Católica e o poder civil, tanto no âmbito central como no local”.

Estes sinais positivos residem na “possibilidade de enfrentar e de resolver positivamente certas questões relativas à presença da Igreja na Rússia”.

Entre essas questões, destacou “o reconhecimento da comunidade católica a diferentes níveis” e “uma colaboração no que se refere à problemática dos lugares de culto”.

“Há uma disponibilidade para dialogar e para perceber nossas preocupações e encontrar uma solução”, afirmou o prelado.

O arcebispo não deixou de recordar, contudo, certas problemáticas. “No âmbito local, temos respostas diferentes: em certas comunidades há sinais positivos de colaboração, enquanto que em outras, as dificuldades perduram”.

“De qualquer forma, quando há dificuldades, percebemos um maior interesse e uma implicação maior do poder político central para responder a nossas necessidades”, explicou.

Para Dom Pezzi, “devemos ser conscientes de que nossa esperança se baseia em nossa fé e precisamente isso nos proporciona um olhar otimista e construtivo, também nas relações com o poder político”.

 
 
 

BOLONHA, 10 Mai. 09 / 11:27 pm (

ACI).- O Arcebispo de Bolonha, Cardeal Carlo Caffarra, decidiu proibir a comunhão na mão em três Iglesias de sua jurisdição e pediu aos sacerdotes muita cautela para evitar que se sigam cometendo abusos contra a Eucaristia.

Conforme informou a imprensa local, o Escritório de Pastoral das Comunicações Sociais da Arquidiocese de Bolonha publicou um comunicado oficial com as novas disposições do Cardeal.

O texto recorda que há vinte anos, em 1989, “entrava em vigor a resolução da Conferência Episcopal Italiana, que autorizava, com a aprovação da Santa Sede, a distribuição da Sagrada Comunhão na mão”.

Entretanto, precisa que nos últimos tempos se receberam notificações de graves abusos sobre esta decisão pelo que o Cardeal Caffarra decidiu que na Catedral de São Pedro, a Basílica de São Petrônio e o Santuário da Virgem de São Lucas, “a comunhão se distribua aos fiéis unicamente sobre a língua”.

Segundo uma carta do pró-vigário geral de Bolonha, Dom Gabriele Cavina, originaram-se “graves abusos”, porque “existem pessoas que levam as Sagradas Espécies para tê-las como ‘souvenires'”, “quem as vende”, ou pior “quem as leva para profaná-las em ritos satânicos”.

O sacerdote explicou que, “por desgraça, se repetiram casos de profanação da Eucaristia aproveitando a possibilidade de receber o Pão consagrado na palma da mão, sobre tudo, mas não exclusivamente, nas grandes celebrações ou nas grandes Iglesias que são lugares de passagem de numerosos fiéis. Por este motivo é bom para controlar o momento da Santa Comunhão a partir do cumprimento das normas comuns por todos bem conhecidas”.

O Cardeal Caffarra pediu que durante as Missas, “os servidores ajudem ao Ministro, na medida do possível, vigiando para que cada fiel, depois de ter recebido o Pão consagrado o consuma imediatamente ante o Ministro e por nenhum motivo seja levado dali, ou colocado no bolso ou em sacos ou em qualquer outro lugar, ou caia no chão e seja pisado”.

 
 
 
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