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A CRIAÇÃO DO UNIVERSO

PARTE II

SÍNODO DE CONSTANTINOPLA (543)

Parecia não ter fim a longa história das controvérsias entre origenistas e antiorigenistas. Os primeiros se tornaram fortes em alguns mosteiros da Palestina e uns e outros chegaram a excessos muito pouco edificantes. O Imperador Justiniano compôs um tratado em forma de edito (543), com nove anátemas contra certas doutrinas origenistas¹ que limitavam a potência criadora de Deus, afirmavam a preexistência das almas e preconizavam a restauração universal [ἀποκαταστασις παμτον]². Estes anátemas de Justiniano foram confirmados por um sínodo particular de Constantinopla (543), realizado sob a presidência de Mennas, e, ao que parece, foram aprovados também pelo Papa Virgílio³. O V Concílio Ecumênico (II de Constantinopla, ano 553) os inseriu em suas atas

8. Se alguém disser (ξι τιςλ εγεοι) ou pensar que o poder de Deus é limitado e que, na criação, só fez o que pode [e pensar; ou que as criaturas são coeternas com Deus] – seja anátema (αναθεμαεστω)

I Concilio de Braga

(1.5.561)

O Concilio de Braga (561) supòe várias medidas tomadas pelos bispos hispânicos, já na época de São Leão Magno, para extirpar os últimos resquícios do priscilianismo na Península Ibérica. A instâncias do próprio santo Pontífice, realizou-se um concílio em lugar não identificado da Galiza (447), ou talvez em Toledo. Seu símbolo, seguido de 18 cânones, foi lido em Braga. Os 17 anátemas acrescidos pelos bispos reunidos mostram a preocupação que a Igreja sempre teve pela matéria e, em especial, pelo corpo humano, como obra de Deus.

5. Se alguém crer que as almas humanas ou os anjos provém [existisse] da substância de Deus, como amani e prisciliano — seja anátemas l.

6-se alguém disser que as almas pecaram primeiro na morada celestial e por isso foram lançadas em corpos humanos na terra, como afirmou Prisciliano – seja anátema.

7. Se alguém disser que o diabo não foi primeiro um anjo bom criado (factum] por Deus, e que sua natureza não foi obra de Deus, mas disser que ele emergiu do caos e das trevas, e que ninguém o criou, mas que ele próprio é o principio e a substância do mal, como disseram Mani e Prisciliano — seja anátema.

11. Se alguém condenar o casamento conjugal e abominar a procriação dos filhos, como o fizeram Mani e Prisciliano — seja anátema.

12. Se alguém disser que a formação do corpo humano é uma invenção do diabo e que a concepção no seio materno toma forma por obra do demônio, e que por causa disso não crê na ressurreição da carne, como disseram Mani e Prisciliano – seja anátema.

13. Se alguém disser que a criação de todos os corpos [universae carnis] não é obra de Deus, mas dos anjos malignos, como disse Prisciliano — seja anátema.

4) Carta Eius exemplo de Inocêncio III

(18.12.1208)

É ainda muito obscura a origem da seita dos valdenses†. Ao que parece, foi de início um movimento de espiritualismo sincero, nascido entre pessoas incultas. Sem suficiente formação doutrinária e caminhando à margem da Hierarquia da Igreja, logo se transformaram em ascetas

ambulantes bem aceitos pela gente simples. O iniciador do então foi Pierre Valdes, comerciante de Lyon, que convertido num domingo de 1173, seguiu, ao pé da letra, o conselho de Jesus: “Vende o que tens e dá-o aos pobres”

(MT 19.21) Alexandre III louvou o espirito do movimento no III Concílio de Latrão (1179), mas proibiu Valdes de pregar sem a aprovação e vigilância dos bispos.

Desse tempo é uma profissão de Fé de Valdès, da mais a ortodoxia, muito semelhante à que Inocêncio III enviou ao arcebispo de Tarragona. O mal foi que aqueles que tinham sido chamados a serem excelentes precursores de São Francisco de Assis não se sujeitaram à obediência ao Papa e, carentes de uma base teológica firme, facilmente assimilaram doutrinas de origem maniqueista e donatista, que estavam em moda, e foram por isso condenados por Lúcio III, no Concilio de Verona (1184).

Pela fórmula de Fé proposta por Inocêncio III aos valdenses podemos deduzir que eles pelo menos simpatizavam com a tese maniqueista dos dois princípios e com o donatismo, que exigia a santidade do ministro para a validade dos sacramentos. Parece que admitiam a validade da missa celebrada por um cristão não ordenado, negavam o Batismo das crianças e a liceidade de qualquer juramento. Cultivavam certamente um exacerbado anticlericalismo.

Um dos seguidores de Valdes foi Durand de Huesca, que, voltando à ortodoxia em Pamiers (1207), fundou, com seis companheiros, uma congregação para atrair valdenses à Fé católica. Inocêncio III enviou ao arcebispo de Tarragona a profissão de Fé que deveria ser subscrita por Durando e seus companheiros. A mesma fórmula a repetida em 1210 em carta ao mesmo arcebispo e aos seus sufragâneos; um mês depois é reiterada a proposta, de forma mais abreviada, a um outro convertido, Bernardo Primo

“Saibam todos que eu, Durando de Huesca Valdesius) e todos os nossos meus confrades (..) cremos de coração, entendemos pela Fé, professamos com a boca e, em claros termos, afirmamos [corde credimus, fide intelligimus, ore confitemur, et simplicibus verbis affirmamus] (.) que o Pai e o Filho e o Espírito Santo, o único Deus de que falamos, é o Criador, O que faz, O que governa, O que dispõe todas as coisas, materiais e espirituais, visíveis e invisíveis (…). Cremos que o único Autor do Novo e do Antigo Testamento é Deus, o Qual, permanecendo, como dissemos, na Trindade, criou tudo do nada (…).”

Cremos que o diabo se tornou mau não pelo estado natural [non per condicionem], mas por sua própria determinação (per arbitrium).

19. Cf. J. A. DE ALDAMA, “El simbolo Toledano I”: Analecta Gregoriana 7, Roma, 19435363

20. Bibliografia: J. MADOZ, “Arrianismo y Priscilianismo en Galicia”: Bracara Augusta 81957887 ; A. DA COSTA, “Data do I

Concílio de Braga (…) Erros que originaram a diversidade de 967166175

1- Segundo F. PRAT, (Origène: le théologien et l’exigète, Paris, 1907, 50ss), estes anátemas não representam o pensamento de Orígenes, mas as extravagantes ilações dos monges palestinenses.

2-Apokatástasis pánton.

3-Assim parece depreender-se do testemunho de CASSIODORO, De institutione divinarum litterarum

 
 
 

DECRETO DO CONCÍLIO DE CARTAGO A RESPEITO DO BATISMO DAS CRIANÇAS.

A 15 de maio de 252, S. Cipriano reuniu em Cartago um segundo Concílio, em que se achava, entre outras coisas, uma prova autêntica da fé da Igreja concernente ao do pecado original. Decidiu-se ali que se devia administrar o batismo as crianças, logo depois de nascidas. “Porque, dizem os padres, se os grandes pecadores, apenas se convertem, são admitidos ao batismo e recebem a remissão de suas culpas, com maior razão se deve conceder as crianças. cuja única mácula é a que contraíram por sua origem, como nascidos de Adão, segundo a carne. “Fizeram-se também regulamentos relativos ao cisma dos libeláticos > diz-se de cristão apóstata possuidor de libelo (‘certificado’) . Os decretos desse Concílio, como os do Concílio precedente. foram sujeitos ao papa S. Cornélio por uma carta sinodal assinada por quarenta e dois bispos.


Mais tarde, no ano 254, sabendo S. Cipriano que Marciano, bispo de Arles (Os bispos das Gálias, sobretudo o de Lião, Faustino, tinham escrito a S. Cipriano como conhecendo a fundo o que dizia respeito aos novacianos. Tinham também dirigido as suas queixas a Roma. Era, pois, a Roma que a Gália e a África recorriam quando procuravam o poder executivo e supremo da Igreja.) tinha abraçado o cisma de Novato e se gloriava até de ter interrompido toda a comunicação com os seus colegas, escreveu ao Papa Santo Estevão, que havia substituído S. Cornélio. pedindo-lhe que remediasse de pronto este mal. “Escrevi, diz-lhe ele, aos bispos das Gálias e principalmente aos fiéis de Arles, recomendando-lhes que excomunguem Marciano e nomeiem outro bispo em seu lugar, afim de reunir o rebanho que ele dividiu.” já antes ele tinha denunciado à santa sé Privato, bispo herético de Lambeze.

Desta sorte vê-se que o sábio primaz da África, convencido da supremacia de Roma sobre a lgreja universal, recorreu 51 à sua solicitude pastoral, ora a respeito da África, ora a respeito da Gália; mas, por uma deplorável consequência da fragilidade humana, esqueceu-se, em uma circunstância do respeito que tinha ao Sumo Pontífice. Foi na questão da validade do batismo administrado pelos hereges. A lgreja católica creu sempre que o batismo, imprimindo um caráter indelével, não pode administrar-se mais que uma vez; e que, tirando toda a sua virtude da instituição divina. é sempre válido, seja quem for o que o administra, padre ou secular, cristão ou infiel, contanto que observe o rito que Jesus Cristo instituiu e tenha intenção de fazer o que faz a Igreja. Porém, como vários hereges dos primeiros séculos. entre outros, os gnósticos, tinham alterado a forma do batismo, foi necessário administrá-lo de novo aos que o haviam recebido de suas mãos. Daí veio o costume, quase universal na Igreja primitiva, de rebatizar os hereges que se convertiam; porque a maior parte deles, em razão de seus erros, davam um batismo duvidoso ou inválido. Ainda hoje se pratica o mesmo a respeito dos protestantes quando não se tem a certeza de que eles observassem todas as condições essenciais da forma. No começo do século III, Agripino, bispo de Cartago, não tinha ficado por aí: confundiu a validade intrínseca do sacramento com o lícito da sua administração não fazendo distinção alguma entre os hereges e rebatizando-os sem exceção. “Agripino, diz S. Vicente de Lerins, foi o primeiro que, contra os divinos cânones, a disciplina da Igreja e o costume dos antigos, ensinou que o batismo se devia sempre reiterar.” Dava como razão que os hereges não podem conferir a graça e a vida espiritual, pois eles mesmos não a têm. Essa razão envolveria outro erro, a saber: que, na própria Igreja, aquele que estivesse em estado de pecado mortal não poderia validamente administrar um sacramento. Já o rigorismo exagerado de Tertuliano tinha inclinado e enganado a sua lógica no mesmo sentido.


PENDÊNCIA DE SÃO CIPRIANO COM O PAPA A RESPEITO DO BATISMO DOS HEREGES

S. Cipriano seguiu o sentimento e a prática de Agripino. Por consequência, consultado a respeito do batismo dos novacianos, que não alteravam a forma deste sacramento, decidiu, de acordo com duas assembleias de bispos (255, 256), que era inválido. Segundo o seu costume, mandou a decisão ao Papa Santo Estêvão, que a condenou, sem que se saiba em que termos. Cipriano julgou sem razão que se tratava não de uma questão dogmática, mas de um simples ponto de doutrina, sobre que a Igreja podia conservar o seu costume. “Com isso, diz ele, não pretendemos violentar nem impor a lei a pessoa alguma.” Fez em consequência uma nova tentativa para sustentar a sua opinião. Convocou, no primeiro de setembro do ano 256, um terceiro Concílio de oitenta e cinco bispos, em que todos foram do seu parecer. Ele estava aferrado à sua opinião não só pela adesão dos bispos de sua provincial mas também pela aprovação de alguns do Oriente e, sobretudo, de Firmiliano, bispo de Cesareia. Até chegaram ambos a manifestar uma viva indignação e a falar contra 0 Papa de um modo inconveniente e indesculpável, diz Santo Agostinho.1

S. Cipriano mandou dois deputados ao Sumo Pontífice com a decisão tomada de novo; mas o chefe da Igreja não os recebeu. A discussão continuou ainda durante o pontificado de Sixto II, sucessor de Santo Estêvão, e acabou por uma reconciliação geral. Os bispos da África abandonaram a sua opinião e até a condenaram por um decreto. A maior parte dos orientais se retrataram, segundo o testemunho de Santo Agostinho e de S. Basílio ( S. Jerônimo, in Lúcifer, cap. 8. — Santo Agostinho Contra crescent., Livro 3 — Epístola 93, ad Vincentium. — S. Basílio, Epístola 99, ad amphiloc. —. — Dom Gueranger, Monarquia pontifícia. — Girino, tomo 3.) . Finalmente a questão terminou completamente no Ocidente por um decreto do concílio de Arles, em 315, e, em 325, em toda a Igreja pelo do concilio geral de Nicéia. O que triunfou definitivamente, como sempre, foi a decisão romana. Quanto a S. Cipriano, vê-se em seu livro Da paciência, escrito pouco tempo depois dessas contestações, que ele se arrependeu da sua resistência. Santo Agostinho nos ensina também que esse santo bispo, suposta a realidade do seu conflito com o Papa, retratou-se antes de morrer e expiou a sua culpa pelo martírio. O venerável São Beda, o mais douto e erudito dos escritores do século VII, numa época em que subsistiam ainda monumentos, que pouco depois se perderam, diz que S. Cipriano, transviado de boa fé, teve a felicidade de conhecer afinal a verdade e de abraçar o sentimento da Igreja e dos santos. Destarte a Igreja romana, resistindo ao ardor do gênio e aos momentâneos transportes de cólera de seus mais prezados e gloriosos filhos, bem como aos ataques de seus inimigos, manteve em toda a sua integridade a fé, de que tanto nos gloriamos.

Tratado de história eclesiástica, volume 1 — Padre RIVAUX, 1876— Brasília: Editora Pinus, 2011.

 
 
 

• FACE QUE MAIS SE ASSEMELHA À DE CRISTO

Na linguagem linguagem linguagem linguagem novo novo novo novo novo novo novo novo novo novo novo novo novo novo novo Face Face Face Face Face Esse termo já aparece na história da criação, em que, de acordo com a tradução grega. “Formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou na cara [prosopon] o fólego da vida, e o homem tornou-se alma vivente” (Gênesis 2,7). Em linguagem e linguagem, o mesmo nas linguagens modernas, “face a face”, “Atanásio, orações contra os Arianos”. a benção que Arão foi instruída para pronunciar o povo de Israel em seu idioma: “o Senhor te abençoe e te guarde. O senhor faz resplandecer sua face sobre ti, e tenha misericórdia de ti. O senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê uma paz ”. Mas o Deus de Israel, ao contrário de todos os Ídolos pagãos, não é um rosto para resplandecer sobre ninguém, é uma questão antropomórfica de uma cara ou um rosto que se refere à relação especial consolidada pelo pacto entre os povos e o povo de Israel. Quando o Novo Testamento é capaz de fazer isso, ao mesmo tempo que o faz para além do Israel, ele é relata como “Deus, que disse das Trevas” de Deus, na cara de Jesus Cristo ”. Portanto, um rosto de Jesus Cristo era encaracolado como uma divina resposta à oração do Salmo “Quando disseste:“ Salmo 27/28, 8). Assim, a media media of media • VISÕES DA VIRGEM MARIA O suporte bíblico para as aparições da Virgem Maria nos tempos antigos e modernos foi derivado da proeminência nas visões religiosas e revelações pessoais descritas no velho testamento. Foi pelo meio de Visões e revelações do Altíssimo que o Abraão recebeu a promessa, aterrorizante, a ordem para o sacrifício do seu filho e, finalmente, o comando: “não estendas a mão contra o menino!”. A visão da sarça ardente que não consome é o cenário para o arrebatamento da auto-revelação de Deus e sou aquele que é ”(Êxodo 3, 2-14). De modo semelhante ao Isaías: “No ano em que faleceu, o Rei Uzias, o Senhor assentado sobre um Trono alto e alto” (Isaías 6,1), uma visão sinistra foi-me revelada (Isaías 21, 2). outros profetas de Israel também experimentaram o início de suas carreiras proféticas (Amós 1,1; Obadias 1; Neemias 1,1). Com Ezequiel e Daniel, como aparições, assim como suas interpretações, comunicaram o povo ou seus governantes, tornaram-se os principais temas e decisões de apocalípticas (Ezequiel 11, 24; 12, 27; 37 2, 47, 1; Daniel 8 1). Poder-se-ia esperar que isso terminasse com o Novo Testamento, pois este era um propósito e a singularidade da revelação de Jesus Cristo, o qualificava o prefeito repetido pelos profetas: “E veio a palavra do senhor”, frase construída por João Batista em que a verdade não se torna mais séria porque a palavra do senhor se refere a “todos os profetas e a Lei profetizaram até João” (Lucas 3,2; João 1, 14; Mateus 11,13). Inglês, Francês, Inglês, Alemão, Inglês, Inglês, Inglês, Inglês, Alemão, Inglês, Inglês, Inglês, Alemão, Inglês, Inglês, Inglês, Inglês De fato, o apóstolo Pedro aparece no Livro dos Atos citando uma profecia de Joel como sendo alcançado como um dia de vida, em sua geração: “suceder nos últimos dias, dizer Deus, libertar o coração em toda a carne, vossos filhos e vossas filhas profetizarão Vossos jovens têm visões e vossos velhos sonharão. Confira Joel 2,8. No mesmo livro, o Novo Testamento, como é necessário para uma visão de alimentos e proibidos para o Curar de sua subserviência e como leis kosher (Atos 10, 9-16). Na estrada que levava a Damasco, Paulo, colega apostolado e algumas vezes adversário de Pedro, teve uma visão de Jesus Cristo que o filmado ao chão, o que estava à caminho do caminho A caminho dos cristãos, quem era a perseguição, uma visão que era a seguinte de outras pessoas por ele acatadas; seg as suas palavras, • Segundo os Evangelhos, o próprio Jesus Cristo teve sua visão e satanás, (Lucas 10, 18). Durante sua jornada no Jardim do Getsêmani, apareceu um momento de confiança por causa da paixão e da morte (Lucas 22, 43). As visões da Virgem Maria sobre o Nascimento de Jesus Cristo são as que possuem maior relevância para nós. A maior importância foi a anunciação, no entanto, como outras também apresentam grande interesse. Foi por uma visão em um sonho que José foi dissuadido de retirar-lhe o segredo quando ela estava grávida do Menino Jesus; por outra visão ele era do plano de Herodes contra uma criança que havia nascido para ser Rei dos Judeus e decidiu-se com a mãe para o Egito; foi ainda por outra visão que ele recebeu o aviso de que era seguro voltar ao Egito com Jesus e Maria, e dirigiu-se para Nazaré Mateus 1, 20; 2, 12- 19). • Porém, o mais abrangente conjunto de visões do novo teste é, de longe, o que não aparece no livro, com o qual o último pode ser escrito, o livro do apocalipse. O apocalipse de João, atribuído ao Evangelista João. After the complete the panorama of the visions, O Profeta Do Apocalipse, The best of the city of the child of Apocalipse 1, 13, the best and the city celestials, all marchando on dramática procession. eu arrebatado olhar. O que há de novo, sobre um meio caminho de suas visões, é a aparência de um paraíso, com uma mulher vestida com o sol, (Apocalipse 12, 1 ). Concordando ou não em se referir a Virgem Maria, A visão também concordou com o modo de pensar e falar sobre a Maria, o princípio da igreja e da vida média – não foi apenas o Oriente como também não ocidente – que ficou claro como a versão poderia ser mais saboroso para os propósitos da interpretação sobre Maria, pois simbolizava a Woman that the Mother of Messias, uma vez that o interest by culto with Maria, that is only. Finalmente, quando o livro Apocalipse foi considerado o quarto evangelho, junto com o Evangelho de Lucas, as imagens da Virgem como uma mulher ao pé da cruz e o amor à luz do Messias foram reforçadas mutuamente. É interessante lembrar que alguns dias mais tarde, por processo semelhante,

 
 
 
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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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