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Muitos católicos, quando conhecem a Consagração à Nossa Senhora ensinada no Tratado da Verdadeira Devoção ficam admirados e logo desejam realizá-la. Mas infelizmente, por falta de conhecimento e orientação, grande parte dos que se declaram católicos, vivem em situação irregular, e muitas vezes vivem como casados, mas nunca receberam o sacramento do matrimônio. Essas pessoas podem fazer a Consagração à Nossa Senhora? Responderemos neste artigo.

Para responder esta pergunta, é preciso entender o que é a consagração.

A Consagração à Nossa Senhora é um auxílio para aqueles que desejam perseverar na santidade, ou seja, na graça de Deus. Aqueles que fazem esta consagração querem ajuda para serem fiéis a Jesus e colocarem em prática a vontade de Deus em suas vidas, da forma como a Igreja sempre nos ensinou.

Ao contrário do que muitos pensam, a consagração não traz consigo nenhuma obrigação extra a quem se consagra. A consagração é a renovação das promessas do batismo, o que significa que quem a realiza deve estar buscando cumprir o que prometeu em seu santo batismo, onde renunciou ao pecado e ao demônio por amor a Deus.

Conscientes disso, é preciso compreender que a Consagração à Nossa Senhora só é possível ser feita por aqueles que estão em estado de graça, que vivem em amizade e união com Deus; que não estão impedidos de se confessar e receber a Sagrada Comunhão.

Quem renunciou a graça de Deus e escolheu viver em uma situação de pecado grave, renunciando a comunhão eucarística, não pode fazer a Total Consagração, pois esta tem a função de ajudar a pessoa a perseverar na graça. Uma vez que renunciou a esta graça, perde o sentido fazer a consagração, até que se determine a renunciar o pecado, se confessar e voltar à comunhão.

De acordo com a Palavra de Deus e o que ensina a Igreja, as pessoas que vivem juntas maritalmente, sem ter o sacramento do matrimônio, estão em estado de pecado mortal permanente, razão pela qual não podem receber os sacramentos da confissão e a Sagrada Comunhão.

Caso uma pessoa nessa situação viesse a fazer a Total Consagração, estaria cometendo um sacrilégio, pois estaria fazendo tal ato em situação de pecado mortal, o que contraria na essência a razão pela qual se deve fazer tal consagração.

Para se realizar com frutos a Total Consagração, primeiro é necessário retornar a graça de Deus, regularizando a situação de vida, contraindo matrimônio; ou fazendo a opção de viver a castidade, separando camas e quartos, e renunciando com firme propósito os atos sexuais, o que também possibilitaria a confissão sacramental e o retorno a comunhão eucarística (essa opção mais radical seria para o caso onde uma das partes não aceita de modo algum receber o sacramento do matrimônio).

Infelizmente, é muito comum encontrar pessoas que participam assiduamente das atividades da Igreja e sofrem por não poderem se confessar e comungar, por causa do erro passado de terem aceito viver junto sem o matrimônio. Embora queiram consertar a situação, seus companheiros (quase sempre os homens), por variadas razões, não aceitam se casar na Igreja.

Nesse caso, se observado pelo padre da paróquia a solidez na união (com estabilidade, filhos comuns,etc.) e o propósito de ambos seguirem juntos nessa união, poderá fazer a solicitação ao bispo que este realize a “Sanação na Raíz” (Sanatio in Radice) declarando (sem cerimônia e por decreto), sacramental, aquela união estável, de modo que possam se reconciliar com Deus e com a Igreja e passarem a receber regularmente os sacramentos; podendo também fazer a Total Consagração a Jesus pelas mãos de Nossa Senhora.

No caso dos casais que vivem em “segunda união”, a situação é um pouco mais complicada, tendo em vista que não podem contrair novo matrimônio, uma vez que uma (ou as duas partes) já casou-se na Igreja.

Os que assim estão vivendo, para poderem fazer a Total Consagração, precisarão retornar a graça de Deus, pela confissão sacramental e comunhão eucarística, o que pressupõe necessariamente a separação de corpos e o firme propósito de viverem a castidade.

Se esses casais em segunda união não têm filhos em comum ou crianças pequenas criadas por ambos, o mais aconselhável é que se separem de casas; porém, se geraram filhos ou os criam juntos, o melhor, por causa dos filhos, pode ser permanecer na mesma casa, se cuidando mutuamente e ambos dos filhos; mas separados de corpos no propósito de viverem a castidade, como irmãos.

Os casais nessa situação poderão ainda recorrer a seu pároco ou diretamente ao Tribunal Eclesiástico para verificarem a possibilidade de nulidade no casamento anterior, de modo que, se a Igreja declarar a nulidade da união anterior, a pessoa é reconhecida como solteira e portanto apta para contrair o sacramento do matrimônio e ter uma vida conjugal normal.

É importante fazer o alerta a muitos casais, que vivem juntos sem serem casados ou em segunda união, que não devem se confessar, comungar ou exercerem cargos de liderança, MESMO COM A “AUTORIZAÇÃO” ou incentivo do padre ou do bispo; pois nenhum padre ou bispo tem autoridade para permitir as pessoas viverem em pecado mortal (união irregular) e comungarem. Os padres e bispos que agem dessa forma, contrária ao ensinamento da Igreja, longe de estarem sendo “caridosos” ou “acolhedores”, estão confirmando essas pessoas em seu erro grave e empurrando-as para a condenação. Isso é falta de amor!

Em relação as pessoas que fizeram a Total Consagração, mas depois cometeram o erro de irem viver juntas, de forma marital, sem antes receber o sacramento do matrimônio, a Consagração não se torna inválida, nem é desfeita, como que desaparecendo por causa do pecado; mas é profanada, e tal como acontece com a Santíssima Eucaristia, embora em grau menor, acaba se tornando para a pessoa consagrada motivo de juízo e de castigos maiores em caso de condenação.

De tudo isso o mais importante a se compreender é que a Verdadeira Devoção a Nossa Senhora é santa, ou seja, tem a finalidade de nos ajudar a perseverar e crescer na graça de Deus, de modo que não faz sentido (e ao mesmo tempo é ultrajante) alguém fazer a Total Consagração, sem romper com o pecado que nos separa de Deus.

A Total Consagração não é em primeiro lugar para os perfeitos ou já santos, mas sim para os fracos, imperfeitos e pecadores, que porém, fizeram a opção de lutar para renunciar o pecado e viver na graça de Deus; e que, humildemente reconhecendo sua pequenez e fragilidade se entregaram totalmente a Nossa Senhora para serem formados, fortalecidos e protegidos, aprendendo com Ela a fazer tudo o que Jesus mandou para permanecerem em seu amor.

A situação de muitos católicos que abrem os olhos para a gravidade de se viver junto sem ser casado é dolorosa e muitas vezes dramática, pela consciência do pecado que tanto ofende a Deus e por saberem que não adianta ir se confessar enquanto não houver a decisão de romper com o pecado.

Tantas vezes a saudade de Jesus Eucarístico faz doer a alma e chorar o coração… Entretanto, como exorta a Santa Igreja, as pessoas que estão nessa situação não devem desistir de sua própria salvação ou de seu (sua) companheiro (a). Devem continuar rezando muito, indo a missa ao menos aos domingos, fazendo caridade e suplicando a Deus a graça e a força para superar a situação de pecado que impede de viver na graça e receber Jesus na Santíssima Eucaristia.

Pela perseverança na oração e pela meditação constante na Palavra e na vontade de Deus, alcançarão a graça da Fortaleza e chegarão a decisão de renunciar ao que for preciso para retornarem a graça…e a Total Consagração ajudará a perseverar nessa comunhão.

Uma pessoa que sente a vontade de fazer a Total Consagração a Nossa Senhora, mesmo estando vivendo em situação pecado grave, deve se sentir feliz, pois é um sinal certo de que Nossa Senhora está chamando essa pessoa para retornar a graça de Deus para ser uma consagrada dela. Por isso é muito útil que leia o “Tratado Da Verdadeira Devoção” e o “Catecismo da Total Consagração” e também escute palestras para melhor compreender esse belíssimo caminho de graça, que é a Total Consagração.

Para essas pessoas que estão em estado de pecado mortal permanente, preparamos um vídeo especial. Assista:


As pessoas em estado de pecado mortal permanente, podem fazer o curso de preparação para a Consagração à Nossa Senhora que oferecemos aqui no site?

Mesmo as pessoas em estado de pecado mortal permanente, podem fazer o curso de preparação à nossa Senhora conosco, pois, além de se aprofundar no conhecimento e devoção à Santíssima Virgem, abordará outros aspectos da Doutrina e da vida de um católico que podem ser muito úteis no processo de conversão que todos vivemos diariamente.

No curso aprenderemos mais sobre diversos assuntos relacionados à doutrina católica, entre eles conheceremos a fundo o que é Pecado Mortal e nos aprofundaremos sobre cada um dos Mandamentos da Lei de Deus, além de diversos temas que estão intimamente relacionados com nossa vida de Comunhão com Deus.

Por este motivo, todos estão convidados a participar do curso de formação. Só fazemos uma observação que estes que estão em situação de pecado mortal permanente, devem buscar restabelecer a comunhão antes de fazer a consagração.

Clique aqui, se deseja fazer o curso de preparação para a Consagração à Nossa Senhora.

 
 
 

Princípios cristãos para o namoro, noivado e casamento.

Talvez você se surpreenda, mas não existe base bíblica para o namoro. Não há nenhum versículo em toda a Escritura que possa ser usado para validar essa forma de relacionamento.

Mas precisamos ser honestos, o namoro nos tempos bíblicos não existia. O máximo que ocorria era um breve noivado, geralmente firmado pela família dos envolvidos, com base em interesses externos; como status, negócios, dinheiro, trabalho e etc. O noivado era um pré-casamento, um compromisso firmado publicamente entre o casal e suas famílias.

Apesar da Bíblia não trazer nada sobre namoro, ela fala do casamento, que seria o fim esperado de um namoro. As mudanças culturais ocorridas ao longo dos anos, não invalidam os princípios ensinados pelas Escrituras. Precisamos julgar essas mudanças à luz da Bíblia, não ao contrário, como muitos fazem, tentando “atualizar” a Bíblia para se adaptar ao espírito da época.

O que iremos fazer nesse estudo, é utilizar os princípios bíblicos que regem o casamento, e aplicá-los de forma proporcional ao namoro e noivado. Já que, partimos do pressuposto que o namoro entre cristãos deve ser uma preparação para o noivado e posterior casamento.

Vamos abordar em 3 partes: O relacionamento segundo os princípios seculares, o jugo desigual e o que seria um relacionamento para a glória de Deus.

O namoro segundo o mundo: A contaminação da mente

Segundo dados do IBGE, o número de casamentos vem diminuindo ano a ano, e a taxa de divórcio só tem aumentado. Além do mais, a média de tempo de casamento tem apresentado queda, comparada com 10 anos atrás.

Todo casamento hoje em dia já foi um namoro. E como as pessoas passaram das juras de amor eterno no namoro ao divórcio?

Um namoro segundo princípios seculares, é levado por visões distorcidas de relacionamento, muitas vezes influenciado por padrões irreais de homens ou mulheres vistas em filmes e novelas, onde as pessoas vivem uma vida de mentira, num cenário de mentira, com sentimentos de mentira, mas que geram impacto em pessoas de verdade.

Como já discutido em um estudo sobre a pornografia, é comprovado que imagens são poderosas em formar conexões no cérebro, que irão moldar padrões de comportamento em nossa vida.

Essa visão secular de relacionamento irá gerar desdobramentos, como vemos tão claramente em nossa cultura, as mais comuns são; o relacionamento sexual ilícito (porneia) e relacionamento homo afetivo.

A porneia é a famosa fornicação, que nada mais é do que relação sexual ilícita. Mas o que seria ilícito? Toda e qualquer forma de relação sexual fora da esfera do matrimônio heterossexual. E não adianta usar de atalhos para tentar driblar a definição do termo, porneia engloba não somente o ato, mas tudo que o envolve.

Em 1 Coríntios 7:2, O apóstolo diz: “Mas, por causa da fornicação (porneia), cada um tenha a sua própria mulher, e cada mulher tenha o seu próprio marido. (1 Coríntios 7:2) Para evitar a porneia, cada um deve ter seu próprio marido ou mulher, pois somente nesse ambiente a relação seria lícita.

Portanto, Paulo já pressupõe a união entre sexos diferentes para o casamento, pois ele chama de “vergonhosa e desonra” (Romanos 1:27) a união sexual entre pessoas do mesmo sexo.

O relacionamento sem os padrões estabelecidos por Deus, seguirão outros padrões, segundo os desejos pecaminosos de cada um as suas influências culturais. E se o namoro não é encarado da forma correta, o casamento também não vai ser.

O jugo desigual

A Bíblia também traz um tema bem importante e atual, o relacionamento entre um crente e um descrente. Vimos que os relacionamentos seguem os compromissos dos corações dos envolvidos, os crentes têm o compromisso com o Evangelho, os descrentes com qualquer outra referência.

O nosso compromisso com certos pressupostos, moldam nossa visão de mundo, enxergamos tudo de certa perspectiva, que consideramos boa, justa e aceitável. Esse compromisso da nossa cosmovisão, são como óculos, que olhamos tudo ao nosso redor. Mas e quem usa um “óculos” diferente? Será que ela irá enxergar do mesmo modo que nós? Sabemos que não, por isso a Bíblia adverte:

“Não vos prendais a um jugo desigual com os descrentes”.(2 Coríntios 6:14)

E o que é o esse jugo?

O jugo era usado para atar os bois para arar o campo. Se o jugo que os unia ficasse desigual, os bois não trabalhariam direito, ficariam inadequados ao serviço. E é exatamente essa analogia que Paulo quer demonstrar, a da inadequação.

Nos prender a uma pessoa que possui outra cosmovisão, é inadequado, pois ela terá outro conjunto de valores, pensará de outra forma, agirá diferente e não terá razões para aceitar os padrões bíblicos de um relacionamento. Por exemplo, se como vimos, relação sexual fora do casamento é errado, e hoje em dia é uma prática que tem se tornado comum, por qual razão essa pessoa se submeteria a isso, se para ela não é errado?

Embora o namoro seja um prenúncio do casamento, ele ainda não é, um namorado não tem autoridade sobre a namorada, nem ela lhe deve a submissão que a Bíblia ensina. Sempre que fala sobre submissão ou autoridade, Paulo se refere claramente à condição de marido e mulher. Como duas pessoas com visões tão diferentes, podem entender e aplicar os ensinos bíblicos no relacionamento?

Namoro para a glória de Deus

Como vimos até agora, os relacionamentos que não seguem os padrões de Deus não se adequam a nossa visão cristã. Achar que “conhecer” o mundo irá trazer uma melhor experiência para os relacionamentos é um grande engano. A experiência do pecado jamais proporciona vantagens, muito menos um padrão correto. Ela somente contamina a sua mente e distorce a verdade de Deus.

O namoro cristão deve ter um objetivo claro, o casamento. Se o namoro não possui esse objetivo, é pura perda de tempo, e provavelmente vocês só estão desperdiçando tempo juntos, dando ocasião para o pecado.

Para ter um namoro para glória de Deus, vejam o exemplo do que Deus estabelece para o casamento. “ Maridos, amem suas mulheres, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se a si mesmo por ela para santificá-la.” (Ef 5:25)

Algumas coisas merecem atenção. No imperativo de amar as mulheres, Paulo usa o amor “agape”, o mesmo amor quando ele se refere ao de Cristo pela Igreja. Tanto que a comparação é a mesma, amar as mulheres, “assim como” Cristo amou a Igreja.

E o que Cristo fez por amor pela Igreja?

Amou-a até o fim, se sacrificou, suportou seus pecados, perdoou, teve misericórdia, redimiu, cuidou, guardou, fez perseverar. Esse é o papel do marido em um casamento, é isso que a Bíblia exige dele.

Das mulheres também é exigido algo custoso. “Mulheres, sujeitem-se a seus maridos, como ao Senhor.” (Ef 5:22) A submissão é algo que esmaga os egos, destrói a pretensa autonomia e humilha nossa vontade. Mas é exatamente assim que nos aproximamos de Deus, quando nós diminuímos e Ele cresce. Portanto, no casamento os dois estão debaixo das exigências de Deus, os dois devem se sacrificar, os dois devem buscar obedecer a Cristo.

Se o namoro é o prenúncio do casamento, durante o namoro, e até mesmo antes, é possível avaliar certos aspectos importantes do relacionamento com base no que vimos.

Por exemplo, como já falamos sobre o jugo desigual. Se o namoro já começa com esta diferença primordial de cosmovisão, o casamento será difícil. Pois o casal não conseguirá seguir certos princípios fundamentais para um bom relacionamento, como por exemplo, o desenvolvimento e crescimento espiritual. Como o casal irá orar juntos, buscar auxílio do Senhor, se um deles não acredita, ou serve a outros deuses?

O casamento é cumplicidade em todas as áreas da vida. Seu melhor amigo é seu marido/mulher, por isso, no namoro, o casal já deve aprender sobre isso. Se o homem fica mais à vontade para expor seu coração a outra mulher, e vice-versa, há algo de muito errado nesse relacionamento.

Alguns problemas de comunicação também são barreiras importantes a serem analisadas. Se o homem/mulher tem uma forma agressiva ou desrespeitosa de falar, não espere que isso mude só porque irão casar. O casamento não faz mágica com os defeitos de ninguém, apenas uma mudança de coração em Cristo tem esse poder.

Pois até quando estamos certos, há uma forma correta de expor a verdade. A Bíblia nos ensina duas coisas. A seguir a verdade em amor. Efésios 4:15) E que há sempre a hora e o modo apropriado para lidar com cada situação ( Ecle 8:6).

E como último ensino antes de irmos para a conclusão, não transforme seu relacionamento em um ídolo. Achar que quando encontrar uma namorada, quando casar, quando noivar, aí sim você será feliz, é idolatria. Nossa satisfação não está nessas coisas. Se o que é buscado no relacionamento é ganhar o coração do outro, você já construiu o seu altar a outro deus. Jesus diz: Aquele que ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim. (Mat 10:37) Se isso vale para os pais, que temos o mandamento de honrar, imagina para namorados e outros casais?

Conclusão:

Como vimos, há diferentes princípios que servem de fundamento para os relacionamentos, para que eles sejam, não segundos os padrões seculares, mas segundo a sabedoria ensinada nas Escrituras.

O casamento, embora não seja um mandamento, ele é algo santo, que deve ser preservado das influências pecaminosas externas. Por isso, se você é solteiro, noivo ou ainda namora, entender os princípios bíblicos do casamento é essencial, pois é através deles que você deve levar seus relacionamentos.

Para entender a importância do casamento, não podemos nos esquecer. A história do mundo começa com um casamento, Adão e Eva, que devido ao pecado, não foram um modelo a ser seguido.

Mas a consumação de todas as coisas, terminará também com um casamento, o de Cristo e sua Igreja. Isso mostra que o casamento representa muito mais do que normalmente se pensa. Muito mais do que a nossa cultura dá valor.

O verdadeiro casamento é baseado no amor, não no amor eros, sentimental e passageiro, mas no amor de Cristo, que é profundo, doador e sacrificial, e que não busca a si mesmo.

Portanto, se o namoro é a preparação para um casamento, o casal deve estar ciente e buscar todas essas coisas. A começar pela principal, o próprio Cristo. 

Autor: Ramon Serrano

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“Meu povo foi destruído por falta de conhecimento.” Os 4,6

Cada dia que passa se multiplica o número dos católicos que não vivem de acordo com os ensinamentos da Santa Igreja. Alguns, até, vivem em situações onde o pecado é permanente, ou seja, vivem dia após dia cometendo um pecado considerado grave pela Doutrina Católica. Infelizmente, se multiplicam também os padres e bispos que, por respeito humano, por má formação, ou mesmo intencionalmente, se omitem em ensinar as verdades inegociáveis da doutrina. Entre elas está a indissolubilidade do matrimônio, a homossexualidade, e outros vícios. Essa formação deveria ser apresentada a todos os católicos, especialmente às pessoas que vivem nessas situações de pecado grave permanente, ou seja, em “segunda união”, aos que vivem juntos e não são casados, às pessoas que praticam homossexualidade e a todos os que se sentem desanimados diante do desafio da santidade. Clique aqui para assistir esta importante formação:


 
 
 
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