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COMO PREPARAR-SE ESPIRITUALMENTE PARA O PARTO

Muito se fala em preparação da musculatura do períneo, fisioterapia / ginástica pélvica, pompoarismo, caminhada, cuidados com a alimentação, mas vejo pouquíssimas pessoas falando e menos ainda escrevendo sobre como preparar-se espiritualmente para o parto.

O parto não é apenas fisiológico, ele envolve a mulher por completo: quem ela é, o que e a quem ela ama, o que ela pensa, como é e está a sua alma.

É um momento tão único e tão importante para a vocação da mulher – a maternidade… E o que se pode fazer para chegar a este momento tendo se preparado para ele com zelo e carinho? Eis algumas dicas práticas:

DURANTE TODA A GESTAÇÃO, AGRADEÇA A DEUS PELO DOM DA VIDA. São duas almas que a mulher carrega por pura bondade e generosidade de Deus. Mesmo que esta gestação tenha vindo num momento difícil, procure enxergá-la como uma oportunidade que Deus mesmo concedeu para o crescimento no amor para com o outro, um filho, que deve ser amado e cuidado, uma alma que você, mãe, deve zelar e prestar contas a Deus.

Uma das práticas que a mãe pode adotar já na gestação é PEDIR QUE DEUS FORTALEÇA O ANJO DA GUARDA DE SEU BEBÊ e conversar sempre com ele, pedindo que proteja o bebê na gestação, parto e durante toda a sua vida, comunicando-lhe quando o filho precisar de suas orações.

MANTENHA-SE APEGADA A NOSSA SENHORA, MÃE DE DEUS E NOSSA, para que esteja sempre ao seu lado e mostre como uma mãe de acordo com o coração de Deus deve agir. Ela será nosso modelo para o resto de nossas vidas: Mãe que amou, chorou, sofreu, se alegrou, silenciou, obedeceu, cuidou…

Mais para o final da gestação, PEÇA A UM SACERDOTE / DIÁCONO QUE LHE DÊ A BÊNÇÃO PARA O PARTO. Esta bênção consta no Ritual de Bênçãos (números 215-231) e, recebendo esta, não se faz necessário receber o Sacramento da Unção dos Enfermos. Esta bênção é “pela saúde da criança, que há de nascer” e para “que a mãe dê à luz tranquilamente.” (nº 228).

CONHEÇA E TENHA DEVOÇÕES ESPECIALMENTE PARA VOCÊ, PARTURIENTE: a Nossa Senhora do Bom Parto, Nossa Senhora da Expectação, São Raimundo Nonato (padroeiro das gestantes e parteiras). Você pode ler as histórias delas, rezar diariamente suas orações. Isto é de uma beleza e riqueza ímpar!

Ao longo da gestação mas, especialmente perto do parto, RECOMENDE A SUA ALMA E A DA CRIANÇA A DEUS, FAÇA UM BOM EXAME DE CONSCIÊNCIA E BUSQUE O SACRAMENTO DA PENITÊNCIA / CONFISSÃO / MISERICÓRDIA. Isso traz mais calma e tranquilidade e afasta aquela ansiedade comum no final da gestação.

Por fim, FREQUENTE OS SACRAMENTOS, FAÇA SUAS ORAÇÕES, PREPARE SUA ALMA para este momento tão lindo e tão importante na vida materna.

“Todo nascimento requer uma submissão e uma disciplina. A própria terra deve passar por agonias antes de aceitar passivamente a semente. Na mulher, a submissão não é passiva: é sacrificial, conscientemente criativa e, por este altruísmo, toda a sua natureza foi formada. É bem sabido que as mulheres são capazes de sacrifícios muito maiores que os homens; um homem pode ser um herói em uma crise e depois voltar à mediocridade. Ele não tem a resistência moral, que permite que uma mulher seja heróica ao longo dos anos, meses, dias e até mesmo segundos de sua vida, quando a monotonia repetitiva de suas tarefas desgasta o espírito. Não apenas os dias de uma mulher, mas também suas noites – não apenas sua mente, mas seu corpo deve compartilhar o Calvário da maternidade. É por isso que as mulheres têm uma compreensão mais segura da doutrina da redenção do que os homens: elas passaram a associar o risco de morte à vida no parto e a compreender o sacrifício de si para outro ao longo dos muitos meses anteriores ao nascimento da criança.”

(Venerável Fulton John Sheen, Way to Happiness, New York: Garden City Books, 1949. Cap. 25 – Motherhood – p. 87 – Trad. Cleiton Robsonn).

Por Camila Do Nascimento | Foto: Débora Soares

 
 
 

COMO PREPARAR-SE ESPIRITUALMENTE PARA O PARTO

Muito se fala em preparação da musculatura do períneo, fisioterapia / ginástica pélvica, pompoarismo, caminhada, cuidados com a alimentação, mas vejo pouquíssimas pessoas falando e menos ainda escrevendo sobre como preparar-se espiritualmente para o parto.

O parto não é apenas fisiológico, ele envolve a mulher por completo: quem ela é, o que e a quem ela ama, o que ela pensa, como é e está a sua alma.

É um momento tão único e tão importante para a vocação da mulher – a maternidade… E o que se pode fazer para chegar a este momento tendo se preparado para ele com zelo e carinho? Eis algumas dicas práticas:

DURANTE TODA A GESTAÇÃO, AGRADEÇA A DEUS PELO DOM DA VIDA. São duas almas que a mulher carrega por pura bondade e generosidade de Deus. Mesmo que esta gestação tenha vindo num momento difícil, procure enxergá-la como uma oportunidade que Deus mesmo concedeu para o crescimento no amor para com o outro, um filho, que deve ser amado e cuidado, uma alma que você, mãe, deve zelar e prestar contas a Deus.

Uma das práticas que a mãe pode adotar já na gestação é PEDIR QUE DEUS FORTALEÇA O ANJO DA GUARDA DE SEU BEBÊ e conversar sempre com ele, pedindo que proteja o bebê na gestação, parto e durante toda a sua vida, comunicando-lhe quando o filho precisar de suas orações.

MANTENHA-SE APEGADA A NOSSA SENHORA, MÃE DE DEUS E NOSSA, para que esteja sempre ao seu lado e mostre como uma mãe de acordo com o coração de Deus deve agir. Ela será nosso modelo para o resto de nossas vidas: Mãe que amou, chorou, sofreu, se alegrou, silenciou, obedeceu, cuidou…

Mais para o final da gestação, PEÇA A UM SACERDOTE / DIÁCONO QUE LHE DÊ A BÊNÇÃO PARA O PARTO. Esta bênção consta no Ritual de Bênçãos (números 215-231) e, recebendo esta, não se faz necessário receber o Sacramento da Unção dos Enfermos. Esta bênção é “pela saúde da criança, que há de nascer” e para “que a mãe dê à luz tranquilamente.” (nº 228).

CONHEÇA E TENHA DEVOÇÕES ESPECIALMENTE PARA VOCÊ, PARTURIENTE: a Nossa Senhora do Bom Parto, Nossa Senhora da Expectação, São Raimundo Nonato (padroeiro das gestantes e parteiras). Você pode ler as histórias delas, rezar diariamente suas orações. Isto é de uma beleza e riqueza ímpar!

Ao longo da gestação mas, especialmente perto do parto, RECOMENDE A SUA ALMA E A DA CRIANÇA A DEUS, FAÇA UM BOM EXAME DE CONSCIÊNCIA E BUSQUE O SACRAMENTO DA PENITÊNCIA / CONFISSÃO / MISERICÓRDIA. Isso traz mais calma e tranquilidade e afasta aquela ansiedade comum no final da gestação.

Por fim, FREQUENTE OS SACRAMENTOS, FAÇA SUAS ORAÇÕES, PREPARE SUA ALMA para este momento tão lindo e tão importante na vida materna.

“Todo nascimento requer uma submissão e uma disciplina. A própria terra deve passar por agonias antes de aceitar passivamente a semente. Na mulher, a submissão não é passiva: é sacrificial, conscientemente criativa e, por este altruísmo, toda a sua natureza foi formada. É bem sabido que as mulheres são capazes de sacrifícios muito maiores que os homens; um homem pode ser um herói em uma crise e depois voltar à mediocridade. Ele não tem a resistência moral, que permite que uma mulher seja heróica ao longo dos anos, meses, dias e até mesmo segundos de sua vida, quando a monotonia repetitiva de suas tarefas desgasta o espírito. Não apenas os dias de uma mulher, mas também suas noites – não apenas sua mente, mas seu corpo deve compartilhar o Calvário da maternidade. É por isso que as mulheres têm uma compreensão mais segura da doutrina da redenção do que os homens: elas passaram a associar o risco de morte à vida no parto e a compreender o sacrifício de si para outro ao longo dos muitos meses anteriores ao nascimento da criança.”

(Venerável Fulton John Sheen, Way to Happiness, New York: Garden City Books, 1949. Cap. 25 – Motherhood – p. 87 – Trad. Cleiton Robsonn).

Por Camila Do Nascimento | Foto: Débora Soares

 
 
 

Os homens não têm procurado servir a Deus, mas à sua própria vontade


“Antes morrer do que pecar” (São Domingos Sávio)

O primeiro mandamento do Decálogo pede ao homem que ame a Deus sobre todas as coisas.“Ouve, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças” (Dt 6, 4-5). É tal a importância desta prescrição que Jesus reconhece nela, sem hesitar, “o maior e o primeiro mandamento” (Mt 22, 38).

Também Santo Agostinho teve diante de si a primazia do amor na vida cristã. Uma sentença célebre do santo latino diz: “Ama e faz o que quiseres”. Com isto, o doutor da graça não quer dizer que as obras, a prática das virtudes ou as orações não sejam importantes na caminhada quotidiana; ele lembra, ao contrário, que tantos atos de piedade e de fé se resumem no mandamento do amor – e que é justamente por causa dele que o católico teme a Deus e procura cumprir os outros mandamentos. “Eis o amor de Deus: que guardemos seus mandamentos” (1 Jo 5, 3).

Santo Afonso de Ligório explica que “desde que uma alma ama a Deus, levada por esse amor, evitará tudo o que desagrada e fará tudo o que satisfaz a esse amável Salvador”. De onde se conclui que todos os pecados e ingratidões que os homens têm cometido contra Deus decorrem da falta de amor para com Ele. Se os Seus filhos O amassem verdadeiramente, prefeririam morrer a pecar, como preferiu São Domingos Sávio. Se de fato amassem o Senhor, não se aborreceriam em permanecer minutos ou horas diante do Santíssimo Sacramento; ao contrário, empenhar-se-iam continuamente na oração, para falar cada vez mais com o objeto de seu amor. Se de fato amassem a Deus, sofreriam penas e mais penas sem desanimar, pois, nas palavras de Santo Afonso, “para um grande amor nada há que seja difícil demais”.

No entanto, ama-se a Deus? Infelizmente, não. Se por um lado o nosso século contempla, atônito, “a existência do ateísmo militante, operando em plano mundial” 01, por outro, vê crescerem de maneira escabrosa múltiplas filiais de espiritualidade sem Deus. Trata-se de um fenômeno espantoso, mas tristemente real. Os homens não têm procurado servir a Deus, mas à sua própria vontade. Desprezando o batismo que muitas vezes receberam em sua infância, descambam para outras religiões, procurando aquela que melhor se encaixe aos seus gostos ou caprichos.

E, se a comunidade pentecostal da esquina satisfaz por pouco tempo, não tem problema: segue-se ainda à procura de outras, mais brandas ou “tolerantes”. Procede-se com as coisas de Deus como com os bens terrenos: negociando, estabelecendo uma espécie de “barganha” espiritual. Não se procura a religião por causa de uma procura agostiniana da Verdade, mas por uma sede de satisfação pessoal, para resolver alguns problemas temporais e obter algumas consolações.

É claro que este não é um fato novo. São Lucas narra nos Atos o episódio de um certo Simão, “que exercia magia na cidade (…) e fazia-se passar por um grande personagem” (At 8, 9). Diante da pregação dos apóstolos, o mago, deslumbrado, “ofereceu-lhes dinheiro” (v. 18), para que também ele pudesse impor as mãos e fazer com que os fiéis recebessem o Espírito Santo. A resposta de São Pedro foi dura: “Maldito seja o teu dinheiro e tu também, se julgas poder comprar o dom de Deus com dinheiro!” (v. 20). Nos tempos apostólicos, indivíduos como Simão eram repreendidos severamente e instados ao arrependimento; hoje, tais “homens de negócios” exibem-se em redes de televisão sem nenhum pudor ou constrangimento.

“Maldito seja (…), se julgas poder comprar o dom de Deus” – são palavras do primeiro Papa. O dom de Deus é graça, não se compra. A salvação de nossa alma é graça, não se pode negociar. Para obtê-la, é preciso voltar ao primeiro mandamento: amar a Deus sobre todas as coisas, amar-Lhe e conformar-se à Sua vontade – à vontade de Deus, e não à nossa. Afinal, como ensina Santo Afonso, “fazer a própria vontade e seguir sua inclinação não é servir a Deus”.

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Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

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