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Emmanuel Macron indicou que quer inscrever o “direito ao aborto” (sic!) na Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia. Ele fez o anúncio durante um discurso ao Parlamento Europeu

Durante seu discurso ao Parlamento Europeu, em Estrasburgo, por ocasião da presidência francesa da União Europeia, Emmanuel Macron anunciou que quer inscrever o “direito ao aborto” (sic!) na Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia.

“Vinte anos após a proclamação da nossa Carta dos Direitos Fundamentais, que consagrou em particular a abolição da pena de morte em toda a União, espero que possamos atualizar a Carta; em particular, para que seja mais precisa sobre a proteção do meio ambiente e o reconhecimento do direito ao aborto”, disse Macron.

O presidente francês continuou:

Abramos este debate livremente com os nossos concidadãos, com as grandes consciências europeias, para dar novo fôlego ao caminho dos direitos que forja esta Europa, forte nos seus valores, único futuro do nosso projeto político comum.

Pró-vida à frente do Parlamento Europeu

Essas afirmações do presidente francês devem ser lidas à luz de vários elementos: o primeiro é a eleição, na véspera deste discurso, ou seja, 18 de janeiro, da maltesa Roberta Metsola à frente do Parlamento Europeu.

Deputada desde 2013, Roberta Metsola votou várias vezes contra resoluções que visam promover o aborto. A este respeito, enquanto alguns países torceram o nariz à adesão de Malta à União Europeia por causa de sua proibição ao aborto, Roberta Metsola recordou, em entrevista à imprensa maltesa, que se trata de um debate local de Malta e não na União Europeia.

O discussão no Senado francês do projeto de lei que visa “fortalecer o direito ao aborto” – proposta que visa estender o prazo em que é permitido abortar até a 14ª semana – é outro elemento a ter em conta quando Emmanuel Macron propõe inscrever o “direito” ao aborto na Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia.

Desde dezembro de 2009 e a partir da entrada em vigor do Tratado de Lisboa, a Carta dos Direitos Fundamentais tem a mesma força jurídica que os Tratados: é, portanto, vinculativa para os Estados-Membro e todos os cidadãos podem interpor recurso em caso de não cumprimento do texto europeu.

“Os valores do progressismo ocidental”

As reações políticas ao discurso foram imediatas: Éric Zemmour acusou Emmanuel Macron e a Comissão Europeia de querer “impor os valores do progressismo ocidental” a países como Polônia e Hungria:

A Europa de Emmanuel Macron é uma Europa sem corpo, uma Europa sem cabeça e uma Europa sem alma […]. É uma Europa teórica e, em última análise, artificial. É regida por elites abstratas, impessoais, desprovidas de qualquer legitimidade aos olhos dos povos. É uma Europa que abandona as suas raízes, que apaga a sua própria história, que não se identifica de forma alguma com a civilização de onde provém.

FONBTE: ALETEIA / Agnès Pinard Legry 

 
 
 

O continente europeu enfrenta o perigo tanto do conceito de estado ateu quanto de Estado Teocrático islâmico, advertiu o papa emérito Bento XVI em uma rara mensagem pública enviada a uma recente conferência na Polônia.

“O tema da conferência”, disse na mensagem em polonês, “… é de importância fundamental para o futuro do nosso continente [Europa].”

O contraste entre os conceitos do estado radicalmente ateu e a criação do estado radicalmente teocráticos pelos movimentos muçulmanos cria uma situação perigosa para nossos dias atuais, cujos efeitos experimentamos todos os dias”.

O que os cristãos devem fazer sobre isso? Eis o que Bento XVI recomenda: “Essas ideologias radicais exigem que desenvolvamos urgentemente um conceito convicente do Estado que resista ao confronto entre esses desafios e ajude a superá-los”.

Em outras palavras, ele não quer que os cristãos se entregue a qualquer uma das ideologias para combater ideologias. Em vez disso, os cristão devem desenvolver um conceito de estado que evite tanto o ateísmo quanto a teocracia.

Ele apontou para duas figuras polonesas como exemplos para os católicos seguirem com relação a este tema: o Cardeal Wyszynski e São João Paulo II.

A conferência aconteceu no dia 19 de abril, poucos dias depois do aniversário de 90 anos de Bento XVI.

Você pode ler o texto completo (em inglês) em National Catholic Register.

Rezemos pelo papa emérito!

Fonte: ChurchPop

 
 
 

Segundo o jornal italiano ‘Il Tiempo’, fontes de inteligência confirmaram que o sumo pontífice é um potencial alvo de atentado dos extremistas islâmicos


O papa Francisco está na mira do grupo fundamentalista Estado Islâmico (EI), reporta nesta segunda-feira o jornal Il Tempo, citando fontes do serviço secreto italiano. Segundo o jornal, o papa é apontado pelos jihadistas como “portador de falsas verdades” e pode ser vítima de um atentado. Até o momento, o Vaticano não se pronunciou sobre esta possível ameaça ao sumo pontífice. “O grupo fundamentalista Estado Islâmico, liderado por Abu Bakr Al-Baghdadi, tenta elevar o nível do confronto golpeando a Europa e a Itália”, relata o jornal Il Tempo. O texto também afirma que fontes israelenses acreditam que o papa seja um potencial alvo dos jihadistas sunitas.

“A Itália é um trampolim para os radicais islâmicos”, afirma Mario Mori, diretor do Serviço de Informações Civis, um órgão de inteligência do governo italiano. Mori crê que os jovens aliciados pelo EI formam a “base para a distribuição de jihadistas no Ocidente”. Pelo menos 50 jovens italianos foram para a Síria e o Iraque se juntar aos jihadistas sunitas do EI. A Itália, assim como outros países europeus, consideram esses jovens como um enorme risco, pois, como eles têm passaporte legal de um membro da União Europeia, eles passam pelos controles alfandegários nos aeroportos com muita facilidade. Uma vez em território europeu, os jovens poderiam formar células terroristas e planejar atentados dentro de países ocidentais.

Desde que Francisco assumiu o comando da Igreja Católica, em março de 2013, o Vaticano tem ampliado as medidas para prevenir o terrorismo. A segurança da santa Sé recrutou vários especialistas em inteligência e trabalha em colaboração com os serviços secretos de vários países, relata o jornal.

Perigo na Europa – Ghaffar Hussain, diretor-gerente da Quilliam Foundation, organização britânica que atua contra o extremismo religioso, disse que é “quase inevitável” que os jihadistas europeus atuando na Síria e no Iraque voltem para planejar ataques terroristas na Europa. “É preocupante que as pessoas nascidas e criadas na Grã-Bretanha, que foram para a mesma escola que nós, podem ter sido doutrinadas a ponto de justificarem o estupro de mulheres e decapitações”, disse à agência de notícias Reuters.

Quatro muçulmanos britânicos – dois dos quais tinham passado um período em campos de treinamento da Al Qaeda no Paquistão – mataram 52 pessoas em ataques suicidas no metrô e em um ônibus de Londres, em julho de 2005.

Em sua estratégia de expansão, o EI usa como arma de propaganda a barbárie, por meio de decaptações, crucificações e execuções sumárias. Com isso, aterroriza os inimigos, garante a obediência das populações das cidades conquistadas e atrai desajustados do mundo todo. No final de junho, o EI proclamou um califado em parte do território do Iraque e da Síria sob seu controle. Em suas fileiras lutam cerca de 12.000 combatentes estrangeiros, apontam especialistas. A maioria dos jihadistas estrangeiros que foram para a Síria e Iraque nestes três anos e meio de conflito são oriundos, principalmente, da Tunísia, Arábia Saudita e Marrocos, mas também de países ocidentais como Grã-Bretanha, Austrália, Itália e França e outros.

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Fonte: Veja

 
 
 
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