top of page

TODOS OS PRODUTOS

Eventos futuros

É a hora de mostrarmos que não somos feitos de massa branda para experimentos ideológicos. Assinemos e compartilhemos todos. A alma de nossos filhos está em jogo. Atenção: isto não é uma petição, mas um manifesto, como verão. Alcancemos 50 mil assinaturas pelo menos.

Assista ao vídeo do professor Carlos Nougué explicando:

MANIFESTO DE DESOBEDIÊNCIA CIVIL À INÍQUA CRIMINALIZAÇÃO DA “HOMOFOBIA”

Já desde há um bom tempo se vem tentando fazer descer alma abaixo das nações e dos povos “leis” que contrariam a lei natural. Para tal, valem todos os recursos, todas as chantagens, todos os lobbies – e isso em detrimento, ademais, não só da religião, mas do sentimento natural da maioria dos cidadãos.

No Brasil, por nosso lado, vamos vendo acelerar-se nos últimos meses tal tentativa, mediante sobretudo o STF (Superior Tribunal Federal) e forte campanha da mídia, que tenta apresentar o que não passa de delírio ideológico de uma minoria como se fosse anseio da maioria. Ora, os brasileiros são um povo pacato, não afeito a fazer correr o sangue dos irmãos, temente a Deus. E particularmente suas lideranças mais ilustradas e conscientes são de todo respeitadoras das leis, ainda quando se trate de “leis” não propriamente justas: mesmo sem as acatarem em foro interno, buscam externamente não ser fatores de perturbação da paz social.

Mas há limites para tudo. Quando a injustiça da “lei” atinge extremos de iniquidade, então tais lideranças já não podem contentar-se com o não acatamento em foro interno: têm de manifestar-se em desobediência a ela em foro externo, sob pena de não cumprir seu papel precípuo, justamente, de ser modelo e exemplo para a cidadania mais sã. É o que se dá ante a aprovação pelo STF de uma absurda criminalização da “homofobia”, que em verdade não quer coibir – o que seria justo – possíveis atos resultantes de ódio contra os homossexuais, como agressões físicas, assassinatos, etc., o que por outro lado já está coibido de algum modo por nosso Código Penal.

Na realidade, tal criminalização não visa senão a duas coisas: primeira, reprimir a defesa da complementaridade natural entre homem e mulher e do casamento entre eles, e, segunda, servir de porta de entrada para o ensino da ideologia de gênero nas escolas. Com tal criminalização, quer-se, portanto, punir os que se ponham, com todo o direito, contra a ideologia de gênero e tirar aos pais o direito inalienável de decidir o que seus filhos devem aprender nas escolas.

Tal criminalização, por conseguinte, é expressão da mais pura tirania estatal. Por isso nós, os que assinamos este manifesto, não podemos calar-nos. Está em jogo a alma mesma de nossos filhos e de nossos concidadãos. Fazemo-lo não alegremente. Fazemo-lo de modo contristado, porque, como dito, nos apraz obedecer às leis. Mas também de modo convicto e inabalável, pelas razões expostas. Esperamos em Deus que nossas autoridades deixem de agir como se os brasileiros fossem objetos de experimento ideológico e deem ouvidos à sabedoria eterna, que está gravada no mais íntimo do coração da humanidade.

Não se deve obedecer a uma lei iníqua

A Vossas Excelências, Senhor Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, Senhor Presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre, Senhor Presidente da Câmara Federal dos Deputados Rodrigo Maia, e Senhores Juízes membros do Superior Tribunal Federal:

Vimos dizer-lhes por este manifesto que todos os que o assinam se declaram em estado de desobediência civil à recente criminalização da “homofobia” por parte do STF, lei iníqua e tirânica que fere frontalmente a lei natural, a qual, como disse o romano Caio Túlio Cícero, foi feita e promulgada por Deus para os povos de todas as épocas e de todos os lugares.

A referida criminalização da homofobia é parte da ideologia de gênero, contra a qual ergueu o atual Presidente da República uma de suas principais bandeiras eleitorais, e funda-se na suposição falsa de que o opor-se a ela e a suas consequências pode constituir crime de ódio ou de incitação ao ódio – como se já não houvesse, aliás, em nosso Código Penal, punição suficiente para os verdadeiros crimes decorrentes de todo e qualquer ódio. Mas o fato é que, por sua mesma formulação, a decisão do STF deixa ao arbítrio de qualquer juiz o considerar ódio o que não passa de defesa da complementaridade natural entre homem e mulher e da família tais quais inscritas na referida lei natural.

Os que assinamos este manifesto, todavia, não somos cidadãos pela metade: somos cidadãos íntegros que, portanto, nos declaramos inseparáveis da verdade e incapazes de apoiar, quer formalmente quer por anuência tácita ou silêncio, o que afronta a mesma verdade – custe-nos o que custar. E acrescentamos: voltaremos a fazê-lo caso se aprove em qualquer instância de poder outra afronta à lei natural. Não o fazemos, esclareça-se, porque nos apraza desrespeitar as leis – ao contrário, não há maiores respeitadores das leis e das autoridades do que nós –, mas porque, como sempre afirmaram os maiores pensadores de todos os tempos, uma lei iníqua, que fira a lei natural, simplesmente não é lei (ainda que tenha poder coercitivo de lei).

Que Deus os abençoe a todos e lhes dê sabedoria para ater-se também, estritamente, à verdade e à lei natural, a fim de que nosso país possa marchar para um estado de autêntica justiça e não para o pântano abismal da iniquidade.

Atenciosamente, [Seu nome]

[vc_row][vc_column][vc_separator][/vc_column][/vc_row]

 
 
 

É a hora de mostrarmos que não somos feitos de massa branda para experimentos ideológicos. Assinemos e compartilhemos todos. A alma de nossos filhos está em jogo. Atenção: isto não é uma petição, mas um manifesto, como verão. Alcancemos 50 mil assinaturas pelo menos.

Assista ao vídeo do professor Carlos Nougué explicando:

MANIFESTO DE DESOBEDIÊNCIA CIVIL À INÍQUA CRIMINALIZAÇÃO DA “HOMOFOBIA”

Já desde há um bom tempo se vem tentando fazer descer alma abaixo das nações e dos povos “leis” que contrariam a lei natural. Para tal, valem todos os recursos, todas as chantagens, todos os lobbies – e isso em detrimento, ademais, não só da religião, mas do sentimento natural da maioria dos cidadãos.

No Brasil, por nosso lado, vamos vendo acelerar-se nos últimos meses tal tentativa, mediante sobretudo o STF (Superior Tribunal Federal) e forte campanha da mídia, que tenta apresentar o que não passa de delírio ideológico de uma minoria como se fosse anseio da maioria. Ora, os brasileiros são um povo pacato, não afeito a fazer correr o sangue dos irmãos, temente a Deus. E particularmente suas lideranças mais ilustradas e conscientes são de todo respeitadoras das leis, ainda quando se trate de “leis” não propriamente justas: mesmo sem as acatarem em foro interno, buscam externamente não ser fatores de perturbação da paz social.

Mas há limites para tudo. Quando a injustiça da “lei” atinge extremos de iniquidade, então tais lideranças já não podem contentar-se com o não acatamento em foro interno: têm de manifestar-se em desobediência a ela em foro externo, sob pena de não cumprir seu papel precípuo, justamente, de ser modelo e exemplo para a cidadania mais sã. É o que se dá ante a aprovação pelo STF de uma absurda criminalização da “homofobia”, que em verdade não quer coibir – o que seria justo – possíveis atos resultantes de ódio contra os homossexuais, como agressões físicas, assassinatos, etc., o que por outro lado já está coibido de algum modo por nosso Código Penal.

Na realidade, tal criminalização não visa senão a duas coisas: primeira, reprimir a defesa da complementaridade natural entre homem e mulher e do casamento entre eles, e, segunda, servir de porta de entrada para o ensino da ideologia de gênero nas escolas. Com tal criminalização, quer-se, portanto, punir os que se ponham, com todo o direito, contra a ideologia de gênero e tirar aos pais o direito inalienável de decidir o que seus filhos devem aprender nas escolas.

Tal criminalização, por conseguinte, é expressão da mais pura tirania estatal. Por isso nós, os que assinamos este manifesto, não podemos calar-nos. Está em jogo a alma mesma de nossos filhos e de nossos concidadãos. Fazemo-lo não alegremente. Fazemo-lo de modo contristado, porque, como dito, nos apraz obedecer às leis. Mas também de modo convicto e inabalável, pelas razões expostas. Esperamos em Deus que nossas autoridades deixem de agir como se os brasileiros fossem objetos de experimento ideológico e deem ouvidos à sabedoria eterna, que está gravada no mais íntimo do coração da humanidade.

Não se deve obedecer a uma lei iníqua

A Vossas Excelências, Senhor Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, Senhor Presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre, Senhor Presidente da Câmara Federal dos Deputados Rodrigo Maia, e Senhores Juízes membros do Superior Tribunal Federal:

Vimos dizer-lhes por este manifesto que todos os que o assinam se declaram em estado de desobediência civil à recente criminalização da “homofobia” por parte do STF, lei iníqua e tirânica que fere frontalmente a lei natural, a qual, como disse o romano Caio Túlio Cícero, foi feita e promulgada por Deus para os povos de todas as épocas e de todos os lugares.

A referida criminalização da homofobia é parte da ideologia de gênero, contra a qual ergueu o atual Presidente da República uma de suas principais bandeiras eleitorais, e funda-se na suposição falsa de que o opor-se a ela e a suas consequências pode constituir crime de ódio ou de incitação ao ódio – como se já não houvesse, aliás, em nosso Código Penal, punição suficiente para os verdadeiros crimes decorrentes de todo e qualquer ódio. Mas o fato é que, por sua mesma formulação, a decisão do STF deixa ao arbítrio de qualquer juiz o considerar ódio o que não passa de defesa da complementaridade natural entre homem e mulher e da família tais quais inscritas na referida lei natural.

Os que assinamos este manifesto, todavia, não somos cidadãos pela metade: somos cidadãos íntegros que, portanto, nos declaramos inseparáveis da verdade e incapazes de apoiar, quer formalmente quer por anuência tácita ou silêncio, o que afronta a mesma verdade – custe-nos o que custar. E acrescentamos: voltaremos a fazê-lo caso se aprove em qualquer instância de poder outra afronta à lei natural. Não o fazemos, esclareça-se, porque nos apraza desrespeitar as leis – ao contrário, não há maiores respeitadores das leis e das autoridades do que nós –, mas porque, como sempre afirmaram os maiores pensadores de todos os tempos, uma lei iníqua, que fira a lei natural, simplesmente não é lei (ainda que tenha poder coercitivo de lei).

Que Deus os abençoe a todos e lhes dê sabedoria para ater-se também, estritamente, à verdade e à lei natural, a fim de que nosso país possa marchar para um estado de autêntica justiça e não para o pântano abismal da iniquidade.

Atenciosamente, [Seu nome]

[vc_row][vc_column][vc_separator][/vc_column][/vc_row]

 
 
 

Pode parecer contraditório, mas muitos jovens católicos que optam pela vocação do matrimônio desconhecem sua verdadeira missão! A maioria ignora solenemente as promessas que são feitas no altar, e pensam que a vida de casados consiste em viver a felicidade a dois… mas estão tremendamente equivocados.

Na cerimônia do matrimônio, o casal promete diante de Deus, de livre e espontânea vontade, fidelidade um ao outro por toda a vida, amando e respeitando mesmo em situações adversas, até que a morte os separe.

Por outro lado, desde que houve a legalização do divórcio na sociedade, cada vez mais casais estão fazendo uso desse recurso e desrespeitando as próprias promessas que são feitas no altar. A cada ano que passa, aumenta a proporção de casais quebram as promessas matrimoniais (na maioria das vezes sem motivos graves), de fidelidade por toda a vida, e voltam a viver suas vidas “de solteiros”, como se nunca tivessem feito uma promessa diante de Deus. Alguns ainda cometem o grave pecado do adultério, unindo-se a outras pessoas em “casamentos de segunda união” sem a bênção de Deus, vivendo, deste modo, em situação de pecado permanente.

Também no matrimônio, o casal promete, diante de Deus, estarem dispostos a receber com amor todos filhos que Deus lhes confiar, educando-os na lei de Cristo e da Igreja. Portanto, neste momento, se comprometem a nunca utilizarem métodos artificiais ou mesmo naturais para evitarem filhos. Por este motivo, há algumas décadas, era muito comum encontrar famílias católicas muito numerosas, pois havia ainda uma consciência católica, e os casais viviam conforme orienta a Santa Igreja, estando sempre abertos à vida e à vontade de Deus.

Com o avanço das revoluções, uma mentalidade globalista, que visa a redução populacional, invadiu as instituições, inclusive alguns membros da igreja foram contaminados com este tipo de pensamento, e criou-se uma falsa concepção de que há grande necessidade de um “planejamento familiar” e que o casal deveria ter apenas um ou dois filhos no máximo, ou então teriam muita dificuldade em criá-los e estariam contribuindo para um mundo com mais sofrimento, pois quanto maior a população mundial, haveria um consumo maior e mais pessoas passariam necessidades, causando consequentemente mais violência, doenças, etc.

Além do argumento da redução populacional, outra ideia muito difundida, principalmente pelo movimento feminista, foi a de que a felicidade do casal é inversamente proporcional à quantidade de filhos, ou seja, quanto menor fosse a quantidade de filhos, melhor seria a qualidade de vida do casal, que poderiam investir mais em suas carreiras e conseguir uma estabilidade financeira que não aconteceria se apenas o pai trabalhasse e a mãe ficasse em casa para o cuidado dos filhos.

Para colocar em prática o planejamento familiar e melhorar a qualidade de vida dos casais, as grandes indústrias farmacêuticas investiram pesado no desenvolvimento de métodos contraceptivos artificiais, como os preservativos e anticoncepcionais. Com isso, os casais começaram a fazer uso destes métodos para manter a meta do planejamento familiar, e isso começou a afetar até mesmo os casais católicos que, por uma má formação, passaram a desobedecer a doutrina da Santa Igreja.

Há situações, entretanto, às quais a igreja abre exceções, permite que sejam utilizados métodos naturais para que haja o espaçamento entre a geração dos filhos.

A Igreja não especifica exatamente as situações nas quais o espaçamento é permitido, mas delimita que hajam motivos realmente graves. Vamos citar alguns exemplos baseados na experiência de aconselhamento de alguns sacerdotes, sobre quando pode ser necessário:

– Miséria extrema, quando há falta de recursos básicos, como situações em que os pais e os filhos passarão fome, acesso a medicamentos básicos, etc.

– Doença grave que comprovadamente coloque em risco a vida da mãe, inclusive doenças que afetem o estado mental da Mãe e que impossibilite os cuidados básicos com a criança.

– Guerras ou outras catástrofes.

– Etc.

*Estes são alguns exemplos genéricos, lembrando que existe a necessidade analisar cuidadosamente cada situação especificamente, e contextualizar de acordo com a realidade de cada época, localidade, etc. Para isso é recomendado o acompanhamento de bom diretor espiritual.

Tendo como base essas exceções nas quais a igreja permite o espaçamento de filhos, há muitos casais que abusam e acabam colocando um espaçamento com tempo indeterminado, ou até mesmo utilizam o espaçamento para situações que não são graves, por exemplo, a aquisição de carros ou imóveis novos, viagens, bem estar financeiro, dão a desculpa do fato das escolas particulares custarem muito caro (inclusive as católicas), etc.

Há relatos até de casais que acabaram de contrair matrimônio e que, mesmo sem filhos, utilizam os métodos naturais para evitar filhos como forma de postergar a chegada dos mesmos e conseguirem uma melhor situação financeira. Contudo estes motivos não são graves o suficiente para se enquadrarem nas exceções permitidas pela igreja, e acabam se tornando pecados tão graves quanto utilizar métodos contraceptivos artificiais.

É recomendado que os casais, além de fazer um bom exame de consciência e da situação em que vivem, que procurem um bom diretor espiritual que ajude-os a avaliar a necessidade do espaçamento dos filhos.

Entre os métodos naturais conhecidos, o método mais indicado pela igreja é conhecido como MOB – Método de Ovulação Billings.

O método de Billings é uma técnica natural que tem como objetivo identificar os períodos férteis e os inférteis da mulher a partir da observação do muco cervical que pode ser identificado logo na entrada na vagina, sendo possível assim planejar ou evitar uma gestação. Como o método Billings é um método natural ele não oferece riscos à saúde da mulher, ao contrário dos anticoncepcionais que são verdadeiras bombas, e fazem grandes estragos na saúde da mulher.

Na teoria o Método Billings é perfeito para os católicos pois, estatisticamente, ele é considerado mais eficaz, se feito corretamente, do que a própria camisinha e outros métodos artificiais. Em função disso há grande incidência de casais que utilizam o MOB para evitar a geração de filhos, exatamente como se fosse uma “camisinha católica”. Por este motivo ressaltamos a importância de que os casais tenham muito cuidado ao fazer uso do MOB, pois a igreja recomenda que seja utilizado com a consciência católica de que os filhos devem vir de acordo com a vontade de Deus, e não nossa.

Veja a crítica feita pelo Padre Augusto Bezerra sobre considerarem o Método Billings como uma “camisinha permitida pela igreja”:


É uma realidade triste. O método Billings é muito importante e possui o seu papel, mas a mentalidade revolucionária que está tão impregnada nas pessoas, inclusive católicos, faz com quequeiram fazer uso do Método Billings como uma “camisinha católica”. Isso é muito grave.

A igreja não permite o uso do método Billings e nem qualquer outro método natural ou artificial para evitar filhos. A igreja apenas abre exceções para situações graves onde haja motivos graves e ocorra a necessidade do espaçamento entre os filhos.

Àqueles que não querem filhos, existe uma solução: não fazer uso da relação sexual. Ainda assim, aquele(a) que é casado(a) não pode se negar ao cônjuge, ou estará cometendo outro pecado grave contra a justiça.

Assista também o vídeo da Deia e do Tiba no qual eles fazem o importante alerta sobre o uso incorreto do método Billings:


Saiba mais sobre os anticoncepcionais/método anticonceptivo:

Mesmo sendo terminantemente proibido pela igreja, ainda há muitos casais que fazem uso de métodos contraceptivos como camisinha e DIU e medicamentos anticoncepcionais, os quais, em sua maioria, são abortivos, o que agrava ainda mais o pecado daqueles que fazem o uso.

Veja alguns dados sobre o assunto:

– Era usado apenas por prostitutas nos EUA até 1930;

– No início do século XX, a contracepção era ilegal na maioria dos estados (EUA), e 26 deles proibiam as mulheres solteiras de ter acesso à contracepção até os anos 60.

– Era considerado imoral pelas famílias e muitas nem pensavam em tocar no assunto;

– No Brasil até 1970 e alguns, era crime de contravenção.

– Foi uma feminista que lutou a vida toda para conseguir tornar normal e legal o uso deles nos EUA, o próximo passo dela seria o aborto, mas ela morreu antes de conseguir o feito.

– Santo Agostinho diz sobre anticoncepção (na época só existia métodos primitivos de anticoncepção): “A mulher se tornou meretriz do próprio marido.”

– O anticoncepcional pode ser comparado a um veneno. Imagina tomar uma pílula que para o cérebro? Que para o coração? Mas para parar o funcionamento natural do útero pode? Não deveria ser vendido em farmácias mas em lojas de venenos. (Pe Lodi)

– O mecanismo da pílula é não permitir ovular, mas caso haja ovulação não permite que o óvulo se implante no útero, ou seja, é abortivo.

– O coito interrompido foi castigado por Deus, segundo a bíblia com pecado de morte. Imagina os métodos de hoje? Ele pode ser comparado ao uso da camisinha onde o esperma não entra em contato com a vacina tornando assim a relação sexual antinatural.

– Deus castigava as mulheres do antigo testamento com a infertilidade, hoje elas buscam a “desgraça” por vontade própria.

– A pílula altera todo funcionamento normal hormonal da mulher. Uma mulher saudável que bagunça o próprio corpo para poder ter prazer sem arcar com as consequências.

– Um ato sexual sem amor, pois não há sacrifício. Você toma um veneno para poder se tornar um objeto de uso do homem, sem entrega total.

– Imagina amputar uma perna saudável? Porque então seria natural laquear um útero saudável? Como Deus poderia compreender isso?

– A pílula ou injeção pode causar câncer, glaucoma, trombose, obesidade, hemorragia, entre outros. Se expor a tudo isso pra poder transar sem se preocupar com o “risco” de ter filhos?

– DIU além de poder causar esterilidade, é abortivo pois não deixam o óvulo de implantar no útero.

Fonte: Curso de extensão em Bioética do Pe Lodi. Veja neste vídeo:


Equipe Templário de Maria

 
 
 
CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis