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“Eu respeito o islã e a fé em Deus, mas a minha religião é o cristianismo”, afirmou Nadine

Nadine Nassib Najim, atriz libanesa que foi Miss Líbano em 2004, surpreendeu todos com sua resposta a vários fãs no Twitter, em um tuíte no qual respondia se era muçulmana ou cristã. Ela escreveu como resposta: “A religião é a minha esperança! Cristo é a minha vida e minha única religião é o cristianismo. Respeito o islã“.

A atriz denuncia que se sente pressionada por pessoas que querem que ela renuncie à sua religião e abrace o islã: “Eu gostaria de parassem de me perguntar se sou cristã ou muçulmana! Espero que todos orem por mim, para que Deus me guie. Mas não quero ser muçulmana, estou orgulhosa de ser cristã“.

A jovem mulher, hoje com 30 anos, é modelo desde os 16 e atriz de seriados em seu país desde 2008. Já fez dois filmes e recebeu diversos prêmios pelo seu talento.

Fonte: Aleteia

 
 
 

(ou como se pretende fazer da Igreja e da fé gato e sapato…)

Ultimamente temos assistido, nós pobres ignorantes tapados que temos o dom da fé, a um verdadeiro festival de afrontas, agressões, ridicularizações, ataques, paródias grotescas, enfim, um conjunto de ações que visam a depreciação da fé, apresentada como fanatismo, coisa de gente ignorante…

A Igreja de Cristo transformou-se no vaso de escarro chinês daqueles que se julgam no direito de afrontar, com ares de superioridade, o fanatismo religioso católico, destinado a desaparecer da sociedade civilizada e libertária de um futuro já não tão distante. Finalmente, aproximam-se os tempos da verdadeira liberdade, já que está por pouco a influência do catolicismo em nossa terras…

Este é, infelizmente, o pensamento de muitos e muitas que outorgam a si mesmos o título de “defensores das liberdades e das minorias”. Gente que vomita chavões, slogans, palavras de ordem em defesa de direitos em grande parte absolutamente discutíveis e de escassa consistência. Paródias como a que foi apresentada por uma banda de rock satânico, no último “Rock in Rio”, que se utiliza de símbolos católicos invertidos, exatamente para demonstrar a quem seguem e a que princípio servem, encontram espaço de forma absolutamente natural nestas expressões consideradas de fundo cultural. Hoje, a moda é ser contra o catolicismo. Pior ainda, usa-se até mesmo as palavras, gestos, declarações, entrevistas, quem sabe até adivinham-se intenções e pensamentos, do Papa Francisco, mostrando-o como exemplo de aceitação pura e simples da diversidade e do pluralismo, sem os filtros de uma visão moral já ultrapassada, em vias de extinção. Homens e mulheres da Igreja, alguns sobejamente conhecidos por suas posturas dúbias, que encontraram nas instâncias superiores, limites fundados na grande Disciplina da Igreja para serem mantidos em terrenos aceitáveis da autentica fé católica, hoje sentem-se libertados de qualquer tipo de rédeas e de controles. Há quem até se sinta “compreendido”pelo Papa, e em constante diálogo com o mesmo através da esposa de um bispo afastado do Ministério…

Há alguns meses, escrevia eu, ingenuamente, que “tempos difíceis estavam se aproximando” para a Igreja e para os católicos. Não serão simplesmente difíceis… Serão mesmo terríveis. Tempos não só de testemunho sofrido, mas tempos de martírio, de perseguição, de incompreensão, de oposição virulenta, fundada no princípio de uma liberdade que conduz à pior escravidão: a escravidão daquele que, sendo escravo, pensa ser livre.

Um bispo deve ser anunciador da esperança. Declaro através desta mensagem, prometer seguir adiante na proclamação da Mensagem cristã, fundada antes de tudo, no Mistério Redentor da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor Jesus Cristo, único Salvador da humanidade, Mistério este ensinado dentro da Tradição Sagrada, nos séculos pela Santa Igreja, Una, Santa e Católica, fundada na rocha que é o Apóstolo Pedro.

Há uma única arma, a meu ver, de autêntica e poderosa eficácia neste combate: a oração. No início de seu pontificado, o grande Bento XVI propunha-se a escrever e falar menos, e a rezar mais… Quem sabe, dentro do quadro necessário do testemunho que exige também a palavra, principalmente nós, homens do Ministério Sagrado, falemos menos e rezemos mais… Certamente ajudaremos muito mais a Igreja neste combate contra as forças infernais que, mais do que nunca, mostram suas cortantes garras.

 
 
 

“Tudo aquilo que aconteceu de positivo na minha vida foi por causa da minha fé”

Confesso que não gosto de escrever sobre coisas de Hollywood. Não é raro que nós, católicos, nos emocionemos quando um ator diz algo sobre a fé, e com grande facilidade o propomos como modelo devida cristã. Depois o mesmo ator diz algo estúpido e ficamos decepcionados. Mas Mark Walhberg parece ser um tipo sinceramente católico, e há um bom tempo seu testemunho sobre a fé é muito positivo e me agrada o fato de que fale disso explicitamente no ambiente onde está.

O ator Mark Mahlberg tem 39 anos, ganhou um Oscar e tem uma história pessoal difícil. Nascido em uma família humilde, teve uma juventude tempestuosa. Consumiu e vendeu drogas, trabalhou como modelo e cantor de Rap e foi preso por ter ferido um amigo em uma briga.

Na prisão se converteu. Encontrou Deus em meio a tanta miséria e voltou para sua fé católica. Iniciou assim sua carreira como ator: surpreendeu pela brilhante interpretação em “Retorno do nada” (1995) e continuou com sucessos como “A tempestade perfeita” (2000), “O planeta dos macacos” (2001) e “The italian Job”. Pela sua interpretação como Dignan em “Os Infiltrados” (2006), foi nomeado como melhor ator, seja pelo Golden Globe que pelo Oscar. Pouco depois apareceu em “Shooter” (2007) e em “Fim dos Tempos” (2008), de M. Night Shyamalan.

“Muitas pessoas têm uma crise, são presas e encontram Deus, e quando não têm necessidade se esquecem Dele. Eu passo grande parte do meu dia louvando a Deus por todas as bênçãos que Ele me concedeu”, Mark Mahlberg.

Para muitos, ele vive o ápice da carreira. E revelou que este sucesso “anda de mãos dadas com o meu novo encontro com Deus através da Eucaristia”. Wahlberg sustenta que por determinação própria vai à Missa todos os domingos. “Se é necessário interrompo as gravações, mas vou sempre à missa, é muito mais importante que o trabalho”.

Para o autor, a é “consolação, sentido, tudo”, e por isso reconhece se sentir arrependido de ter ferido muitas pessoas na sua vida, “as quais pedi muitas vezes que me perdoassem”. Declara também que quer ajudar os jovens “para que não percorram o caminho que percorri durante a juventude”, através da sua fundação: The Mark Wahlberg Youth Foundation.

No último 5 de agosto, saiu nos Estados Unidos seu último filme, a comédia “The Other Guys”, e na primeira semana o filme estourou na bilheteria. Por isso, a revista Time (16.VIII.2010, p. 3) fez dez perguntas propostas pelos leitores. Selecionei duas, ao meu ver, reveladoras:

Quando era adolescente, viveu uma vida dissoluta e chegou até a ser preso. Qual conselho daria aos seus filhos para que não cometam os mesmos erros? – Adriana Alvarez, San José, Costa Rica.

Cometi muitos erros porque tinha muito tempo livre. Meus pais trabalhavam durante muitas horas no dia para nos dar o que comer, e eu ficava pouco tempo com eles. Por isso, agora, antes de aceitar um papel, asseguro-me que sobre tempo para estar com meus filhos e poder participar, em todos os aspectos, da vida deles. Minha mulher e eu buscamos envolvê-los nos principais valores, e a é o mais importante.

Até que ponto o fato de ser um católico praticante o ajuda em sua carreira? – Ari del Rosario, Manila.

Tudo aquilo que aconteceu de positivo na minha vida foi por causa da minha fé. Muitas pessoas têm uma crise, são presas e encontram Deus, e quando não têm necessidade se esquecem Dele. Eu passo grande parte do meu dia louvando a Deus por todas as bênçãos que Ele me concedeu. Se tudo acabasse hoje para mim, estaria feliz, porque na minha vida percorri um itinerário maravilhoso.

Fonte: Aleteia

 
 
 
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