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Não se desculpe pela sua fé. Não se desculpe pela Monarquia. Não se desculpe pela Idade Medieval. Não se desculpe pelas Cruzadas. Não se desculpe pela Reconquista. Não se desculpe pelas Inquisições. Não se desculpe por conquistar o continente americano. Não se desculpe por pregar o evangelho a todas as nações. Não se desculpe por educar os ignorantes. Não se desculpe por construir catedrais góticas. Não se desculpe por construir catedrais barrocas. Não se desculpe pela música e arte sacra. Não se desculpe por alimentar os pobres. Não se desculpe por fazer o que é certo. Não se desculpe por ser católico. Não se desculpe por decorar a Santa Igreja Católica e o Templo de Deus com riquezas e beleza. Não se desculpe por acreditar e pregar a verdadeira moralidade católica. Não se desculpe por ensinar todas as nações e batizá-las em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. São eles que têm que se desculpar por não honrar o Senhor dos Senhores e Rei dos Reis: Jesus Cristo.


Don’t apologize for your Faith. Don’t apologize for Monarchy. Don’t apologize for The Medieval Age. Don’t apologize for the Crusades. Don’t apologize for the Reconquista. Don’t apologize for the inquisitions. Don’t apologize for conquering the American Continent. Don’t apologize for preaching the Gospel to all nations. Don’t apologize for educating the ignorant. Don’t apologize for building Gothic Cathedrals. Don’t apologize for building Barroque Cathedrals. Don’t apologize for sacred music and art. Don’t apologize for feeding the poor. Don’t apologize for doing what is right. Don’t apologize for being Catholic. Don’t apologize for adorning the Holy Catholic Church and Temple of God with riches and beauty. Don’t apologize for believing and preaching true Catholic morality. Don’t apologize for teaching all nations and baptizing them in the name of the Father, and of the Son, and of the Holy Ghost. It is them who have to apologize for not honoring the Lord of Lords and King of Kings: Jesus Christ.

 
 
 

FÉ E RAZÃO


Alocução Singulari quadam

(9/12/1854)


TEXTO: Pio IX acta, Roma, 1857, 1/1, 623-625; CL 6, 844 845,



Da diferença entre o método filosófico e o teológico


(…) Há, além disso (…), homens eminentes por sua erudição que confessam que a religião é o dom mais precioso dado por Deus aos homens, mas superestimam a razão humana e de tal modo a exaltam que pensam, tão desvairadamente, que ela deve ser equiparada á própria religião. Por isso, segundo esta vã opinião, as disciplinas teológicas deveriam ser tratadas do mesmo modo que as filosóficas entretanto, como aquelas se apoiam nos dogmas de Fé — a que nada supera em firmeza e em estabilidade —, explicam-se estas e são iluminadas pela razão humana que é o que de mais inseguro pode haver, uma vez que ela varia segundo as inclinações pessoais de cada um, e está sujeita a inúmeras falácias e ilusões. Assim, rejeitada a autoridade da Igreja, ficou aberto um vastíssimo campo a todas as mais difíceis e complicadas questões. E a razão humana, confiante em suas débeis forças e aventurando-se por esse caminho com excessiva liberdade, caiu nos mais vergonhosos erros, que não podemos nem queremos aqui enumerar, mas que são bem conhecidos e provados, e que redundaram em tão grandes danos para a religião e para a sociedade [et civilis rei detrimentum]. Po: isso, é preciso mostrar a esses homens, que supetestimam as forças da razão humana, que isso é simplesmente contrário áquela tão verdadeira sentença do Apóstolo das Gentes: “Se alguém julga ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo” (GI 6,3). Deve-se-lhes mostrar quanta presunção é perscrutar os mistérios que Deus clementíssimo Se dignou revelar-nos, e quanta presunção é atrever-se a alcançá-los e compreendê-los com a fraqueza e a limitação da razão humana, uma vez que (eles) transcendem as forças de nossa inteligência que, segundo o mesmo Apóstolo, deve ser cativa do obséquio da Fé (cf. 2 Cor 10,5).



E estes seguidores, ou melhor, adoradores da razão humana, que a tomam como mestra segura, sob cuja orientação é prometida toda espécie de prosperidade, certamente esqueceram como foi grave e dolorosa a ferida aberta na natureza humana pelo pecado do primeiro pai, ou seja: a inteligência se obscureceu e a vontade ficou inclinada ao mal. Daí por que os mais célebres filósofos da mais remota antiguidade, apesar de terem escrito admiravelmente muitas obras, contaminaram, no entanto, suas doutrinas com gravíssimos erros. Assim se explica aquela continua luta que experimentamos em nós e de que fala o Apóstolo: “Sinto em meus membros uma lei que se opõe à lei do meu espírito” (Rm 7,23).





Se portanto é certo que, por causa do pecado original, transmitido a todos os descendentes de Adão, a luz da razão ficou enfraquecida e a espécie humana miseravelmente perdeu seu primitivo estado de justiça e inocência, quem negará que, para não cair ou desviar-se, entre tão graves perigos e tão grande debilidade de forças, é necesséria à salvação o socorro da religião divina e da Graça celestial? Auxílio que certamente Deus concede com grande benignidade





Áqueles que, com humilde oração, o pedem, pois está escrito: “Deus resiste aos soberbos, mas dá Sua graça aos humildes” (Tg 4,6)(…) É preciso que inculqueis este salutar ensinamento nos ânimos daqueles que a tal ponto exageram a faculdade da razão humana que, com ela, ousam perscrutar e explicar também os mistérios(…), e que lhes explique que nada mais excelente foi pela Providência de Deus dado aos homens que a autoridade da Fé divina, que para nós é como um faroI nas trevas, como um guia que conduz à Vida.


 
 
 

FÉ E RAZÃO


Pio IX


Encíclica Qui pluribus (9.11.1846)


TEXTO: Pio IX Acta, Roma, 1857, 1/1, 7-9 (ed. anastática Graz, 197); CL 6, 83-84.


Da harmonia entre a Fé e a razão


Dui que, com uma argumentação certamente distorcida e mais do que falaz, eles nunca deixam de apelar para a força e excelência da razão humana e de exaltá-la contra a santa Fé cristã [contra sanctissimam Chisti fidem] e com grande audácia vociferam contra ela, dizendo que se opõe à razão humana. Sem dúvida, nada se poderia inventar ou imaginar mais enlouquecido, mais ímpio, mais repugnante à própria razão. Porque, embora a Fé esteja acima da razão, entre elas, no entanto, jamais pode haver verdadeira oposição nem real conflito, já que ambas nascem da única e mesma Fonte, da Verdade imutável e eterna: Deus, a Perfeição máxima [Deo optima maximo]; e de tal forma mutuamente se ajudam que a reta razão demonstra, protege e defende a verdade da Fé; e a Fé livra a razão de todos os erros, ilumina-a, confirma-a, aperfeiçoa-a maravilhosamente com o conhecimento

das coisas divinas.




Não é menor certamente, Veneráveis Irmãos, a falácia com que esses inimigos da Revelação divina, exaltando com os maiores louvores o progresso humano, com temerária e sacrílega ousadia querem introduzi-lo na religião católica, como se ela fosse obra não de Deus, mas dos homens, ou uma descoberta filosóflca que pode ser aperfeiçoada por vias humanas.






Da importância da razão


Certamente, para não ser enganada nem errar em assunto de tamanha importância, precisa a razão humana investigar diligentemente o fato da Revelação divina, para se certificar, com toda a certeza, de que Deus falou, e assim Lhe prestar, como ensina com sabedoria o Apóstolo (cf. Rm 12,1), “um obséquio racional”. Quem, pois, ignora ou pode ignorar que se deva prestar toda a Fé a Deus que fala, e que nada é mais conforme à razão do que assentir e firmemente aderir ao que é certo ter sido revelado por Deus, o Qual não pode enganar-Se a Si mesmo nem nos enganar?




Dos motivo de credibilidade



Mas quantos argumentos há! maravilhosos e esplêndidos, com que a razão humana se vê inteiramente obrigada a reconhecer que a religião de Cristo é Divina e que “todo o princípio de nossos dogmas tem sua raiz no alto, no Senhor dos céus” [principium radicem desuper ex caelorum Domino]< São João Crisóstomo, sobre Isaías 1,1, e que por isso nada há mais certo que nossa Fé, nada mais seguro, nada mais santo e que se apoie em mais firmes princípios. Como sabemos, esta Fé (…) é confirmada pelo nascimento, Vida, morte, Ressurreição, sabedoria, milagres e profecias de seu divino Autor e Consumador, Jesus Cristo; refulgindo por toda parte pela luz da doutrina do alto, enriquecida com os tesouros dos dons celestiais, refulgente e insigne sobretudo pelos vaticínios de tantos profetas, pelo esplendor de tantos milagres, pela perseverança de tantos mártires, pela glória de tantos santos, que dá a conhecer as leis salvíficas de Cristo, adquirindo cada dia maiores forças com as próprias perseguições, [esta nossa Fé] invadiu o mundo inteiro, por terra e mar, do Oriente ao Ocidente, arvorando, como único estandarte, a Cruz de Cristo; (…) anunciando a todos a paz, anunciando os bens [celestiais] (cf. Is 52,7). Todos estes fatos brilham certamente, por toda parte, com tão grande fulgor da Sabedoria e do Poder divino, que qualquer inteligência facilmente pode entender que a Fé cristã é obra de Deus.






Da obrigatoriedade da Fé



Por isso, conhecendo clara e expressamente por meio destes argumentos, a um tempo luminosos e firmíssimos, que Deus é o Autor desta Fé, não pode a razão humana ir mais além, mas, repelida e afastada inteiramente toda dificuldade e dúvida, deve ela prestar a esta Fé toda a obediência, uma vez que tem

Por certo que tudo o que a própria Fé propõe aos homens para crer e fazer foi por Deus ensinado.


Collantes, Justo, A fé católica: documentos do magistério da Igreja, Lumen Christi; Anápolis, GO, 2003.

 
 
 
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