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Papa Francisco

VATICANO, 17 Jun. 13 / 10:46 am (ACI/EWTN Noticias).- Em suas palavras prévias à oração do Ângelus, depois de concluir a celebração da Missa pela Jornada da Evangelium Vitae, o Papa Francisco encomendou toda vidahumana, especialmente daqueles frágeis, indefesos e ameaçados, à proteção da Virgem Maria.

O Santo Padre disse pouco antes de começar a oração Mariana do meio-dia que “nos dirigimos agora à Virgem, encomendando à sua proteção materna toda vida humana, especialmente as mais frágeis, indefesas e ameaçadas”.

Francisco agradeceu especialmente àqueles provenientes de todas as partes do mundo para participar do evento de reflexão sobre a vida humana, no marco da Encíclica Evangelium Vitae, do Beato João Paulo II.

“Agradeço de coração a todos vocês que vieram de Roma e de todas as partes da Itália e do mundo, em particular às famílias e a quantos trabalham mais diretamente pela promoção e a tutela da vida” disse.

O Papa também expressou sua saudação cordial “aos 150 membros da Associação ‘Grávida – Argentina’, reunidos na cidade de Pilar. Muito obrigado pelo que fazem! Ânimo e sigam adiante!”.

 
 
 

VATICANO, 14 Jun. 13 / 01:59 pm (ACI/EWTN Noticias).- Diálogo, discernimento e fronteira. Três palavras para a reflexão que o Papa sugeriu aos membros da revista jesuíta Civiltá Cattolica (A Civilização Católica), que desde 1850 é escrita em Roma e publicada com a aprovação prévia da Secretaria de Estado do Vaticano, aos quais recebeu nesta manhã em audiência.

“Sua fidelidade à Igreja requer que sejam duros contra as hipocrisias, fruto de um coração fechado e doente. Mas seu trabalho principal é construir pontes e não muros; trata-se de criar um diálogo -primeira palavra- com todos os homens, inclusive com aqueles que não compartilham a fé cristã, mas têm outros valores e com aqueles que se opõem à Igreja e a perseguem de formas diferentes… Com o diálogo é sempre possível aproximar-se da verdade, que é dom de Deus e que assim ambas as partes se enriqueçam”.

O Papa Francisco disse que dialogar significa “estar convencido de que o outro tem algo bom para dizer, deixar espaço ao seu ponto de vista, a sua opinião, a suas propostas sem cair obviamente no relativismo. E para dialogar é necessário deixar de estar à defensiva e abrir as portas”.

O Santo Padre destacou aos presentes que o discernimento espiritual -segunda palavra- é um tesouro dos jesuítas com o qual se busca “reconhecer a presença do Espírito de Deus na realidade humana e cultural, a semente já plantada de sua presença nos eventos, na sensibilidade, nos desejos, nas tensões profundas dos corações e dos contextos sociais, culturais e espirituais”.

Mencionando a figura do grande apóstolo da China, o jesuíta Matteo Ricci como modelo, Francisco recordou que é necessário ter o coração e a mente abertos, evitando a doença espiritual da referência a si mesmo .

“Também a Igreja quando se comporta assim, adoece e envelhece. Que a nossa vista, bem fixa em Cristo, seja profética e dinâmica para o futuro: desta maneira, serão sempre jovens e audazes na leitura dos acontecimentos!”.

O Santo Padre declarou que a fratura entre Evangelho e cultura é sem dúvida um drama: “vocês estão chamados a contribuir para sanar esta fratura que passa através de seus corações e o de seus leitores. Este ministério é típico da missão da Companhia de Jesus. Por favor, sejam homens de fronteira -terceira palavra- com a capacidade que vem de Deus”.

“No mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, é urgente um valente compromisso para educar em uma fé convencida e amadurecida, capaz de dar sentido à vida e de oferecer respostas convincentes a todos aqueles que estão buscando a Deus. Trata-se de sustentar a ação da Igreja em todos os campos de sua missão… Ânimo, estou seguro de que posso contar com vocês!”, concluiu.

 
 
 

VATICANO, 13 Jun. 13 / 06:04 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa recebeu nesta manhã em audiência aos membros do 13º Conselho Ordinário da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos e lhes anunciou que terminará a Encíclica sobre a fé que Bento XVI tinha começado a escrever.

Esta é a primeira vez que o Santo Padre confirma publicamente que concluirá esta encíclica sobre a fé.

Faz uns dias o Bispo de Molfetta-Ruvo-Giovinazzo-Terlizzi (Itália), Dom Luigi Martella, assinalou que o Papa Francisco está preparando esta encíclica e outra mais sobre os pobres que poderia titular-se “Beati pauperes”.

Em seu discurso de hoje, o Papa refletiu com a Secretaria do Sínodo sobre a nova Evangelização para a transmissão da fé. “Entre estes dois elementos -disse o Pontífice- há uma estreita conexão: a transmissão da fé cristã é o objetivo da nova evangelização e de toda a obra evangelizadora da Igreja, que existe, justamente, para isso”.

“A frase ‘nova evangelização’ ressalta, ademais, a certeza cada vez mais clara de que, também nos países de antiga tradição cristã, é necessário um anúncio renovado do Evangelho que volte a levar a um encontro com Cristo que transforme realmente a vida e não seja superficial e rotineiro. E isto repercute na ação pastoral”.

O Santo Padre citou logo as palavras de Paulo VI em seu discurso ao Colégio Cardenalício em 1973: “as condições da sociedade nos obrigam a revisar os métodos, a tentar com todos os meios estudar como levar ao homem de nossos dias a mensagem cristã, pois somente com ela pode encontrar a resposta a suas interrogantes e a força para seu compromisso de solidariedade humana”.

“Quero alentar a toda a comunidade eclesial -acrescentou o Papa Francisco- a que não tenha medo de ‘sair’ dela mesma para anunciar, confiando sobretudo na presença misericordiosa de Deus que nos guia. Efetivamente, as técnicas são importantes mas nem sequer a mais perfeita delas poderia substituir à ação discreta mas eficaz do ator principal da evangelização: o Espírito Santo”.

Francisco ressaltou que “é necessário deixar-se conduzir por Ele, embora nos leve por caminhos novos; é necessário deixar-se transformar por Ele para que nosso anúncio seja sempre o da palavra acompanhada pela simplicidade de vida, do espírito de oração, da caridade para todos, especialmente os pequenos e os pobres; da humildade e do desapego de si mesmo, da santidade de vida.”.

O Sínodo dos Bispos “foi um dos frutos do Concílio Vaticano II” e “graças a Deus, nestes cinquenta anos se sentiram os benefícios desta instituição que, de forma permanente, está a serviço da missão e da comunhão da Igreja, como expressão da colegialidade”.

“Abertos à graça do Espírito Santo, que é a alma da Igreja, confiamos em que o Sínodo melhorará ainda mais para favorecer o diálogo e a colaboração entre os bispos e entre eles com o Bispo de Roma”, concluiu o Santo Padre.

O Papa também respondeu algumas perguntas dos presentes. Ali anunciou que terminará a encíclica iniciada por Bento XVI e se referiu à importância de temas como a família, a dignidade humana e a tecnologia em vistas aos 50 anos (em 2015) do documento Gaudium et Spes do Concílio Vaticano II.

O Santo Padre criticou que muita gente considere atualmente o matrimôniocomo algo “provisório” e se referiu ao tema da ecologia, em particular a ecologia humana. O Pontífice falou também do laicismo e agradeceu a todos os presentes os esforços por responder a este e outros desafios.

 
 
 
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