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ROMA, 11 Jul. 14 / 03:32 pm (ACI/EWTN Noticias).- O ex-jogador da seleção da Argentina e ex-capitão do Inter de Milão (Itália), Javier “Pupi” Zanetti, voltará ao campo de futebol a pedido do Papa Francisco para uma partida inter-religiosa pela paz.

O volante argentino jogará junto com o italiano Roberto Baggio e o francês Zinedine Zidane. Também é provável que participem do jogo Lionel Messi, Francesco Totti, Gianluigi Buffon e o treinador português José Mourinho. Desta vez “Pupi” vestirá as “cores da paz”, informa o L`Osservatore Romano.

Zanetti explicou através do jornal do Vaticano que está organizando “uma partida querida explicitamente pelo Papa Francisco”, na qual jogarão jogadores de futebol de todas as religiões em nome da paz e do diálogo, e que se realizará na segunda-feira dia 1º de setembro no Estádio Olímpico de Roma.

A respeito do jogo, o ex-jogador perguntou: “Quantos valores podem ser testemunhados assim, simplesmente, por causa de uma partida? Como os que queremos afirmar no próximo dia primeiro de setembro em Roma, onde reuniremos jogadores de todas as religiões para mostrar, com um gesto simbólico, que é possível construir um mundo de paz, feito de diálogo e respeito pelos outros. Para mostrar que  aquele que  tem ideias diferentes das minhas, não é meu inimigo,  mas uma oportunidade de crescimento e riqueza”.

Em seus anos como profissional assim como em sua vida pessoal e familiar, Javier Zanetti demonstrou ser católico. Por isso o Santo Padre lhe encomendou a organização, através de sua fundação “Pupi” e com a colaboração da Pontifícia Academia das Ciências Sociais, a primeira “Partida inter-religiosa pela paz”.

A Pontifícia Academia das Ciências confirmou que se prevê a participação de muitas estrelas do mundo futebolístico, embora não tenha dado maiores detalhes a respeito.

 
 
 
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Imagine qual seria  a reação de organismos ligados aos direitos humanos internacionais  diante da notícia de ataque de católicos a grupos  abortistas ou militantes LGBT com insultos, pichações e depredação de algum bem material.  Imagine ainda um católico pichando a roupa de um homossexual ou introduzindo papel  em sua boca para que este se calasse. A notícia, certamente, seria veiculada nos grandes veículos de massa e se geraria uma comoção internacional.

Mas quando o contrário acontece, nada é dito. E foi justamente o que ocorreu na Argentina, na Catedral de Posadas. Um grupo de militantes pró-aborto e militantes de grupos homossexuais insultaram, chacotearam e picharam  jovens católicos  que fizeram um cordão de isolamento para proteger a Igreja.

Em um momento de fúria, os vândalos queimaram uma fotografia de Papa Francisco, figura cara aos argentinos. As imagens são chocantes, mas não comoveram os meios de comunicação ou as agências internacionais, mostrando claramente que são favoráveis à intolerância religiosa, pelo menos quando o alvo são os católicos.

Enquanto o grupo rezava, sem esboçar o mínimo  de reação física, os vândalos picharam as paredes da Igreja e as roupas das pessoas. Diziam insultos, palavras de ordem a favor da morte de crianças no ventre das mães, palavrões e dizeres  a favor da união de pares do mesmo sexo. Como possessos se debatiam, tiravam peças de roupas, insinuavam sexo oral e escarneciam de quem defende a vida.

Veja as imagens:

Repare o que uma pró-aborto faz com um jovem católico na marcação 12min39seg [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=iWx8-htaaSs[/youtube]

É simplesmente revoltante ver pessoas que defendam a tolerância comportando-se como cães ferozes, contra pessoas que nem requer reagem fisicamente aos insultos desproporcionais.

Onde estão os defensores dos direitos humanos internacionais para condenar tal cretinice?  Como é possível dialogar com pró-abortistas e defensores da causa gay que agem com vandalismo?

Mais imagens:

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VATICANO, 13 Ago. 13 / 02:23 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao receber em audiência nesta manhã aos jogadores das seleções de futebol da Argentina e Itália, que jogarão um amistoso em homenagem ao Papa Francisco, o Santo Padre lhes pediu que “rezem por mim, para que também eu, no “campo” no qual Deus me colocou, possa jogar uma partida honesta e corajosa pelo bem de todos nós”.

O Santo Padre também assegurou aos jogadores de futebol que “rezo por vocês, para que possam levar adiante esta vocação tão nobre do esporte. Peço ao Senhor que abençoe vocês e à Virgem Mãe que os proteja”.

Em seu discurso, iniciado em italiano, Francisco reconheceu que “será um pouco difícil, para mim, torcer, mas felizmente é um amistoso… e que seja realmente assim, eu recomendo!”.

O Papa assinalou aos jogadores que “são muito populares: o povo segue muito vocês, não somente quando vocês estão em campo, mas também fora. Esta é uma responsabilidade social!”.

“No jogo, quando vocês estão em campo, encontra-se a beleza, a gratuidade e o companheirismo. Se em uma partida falta isto, perde a força, mesmo se o time vence. Não há lugar para o individualismo, mas tudo é coordenação pelo time”.

O Santo Padre sublinhou que “talvez estas três coisas: beleza, gratuidade, companheirismo encontrem-se resumidas em um termo esportivo que não se deve nunca abandonar: “amadorismo”, amador”.

“Um esportista, mesmo sendo profissional, quando cultiva esta dimensão de “amador”, faz bem à sociedade, constrói o bem comum a partir dos valores da gratuidade, do companheirismo, da beleza”.

“Antes de serem campeões, vocês são homens, pessoas humanas, com os seus pontos fortes e os seus defeitos, com o seu coração e as suas ideias, as suas aspirações e os seus problemas. E então, mesmo se vocês são estes personagens públicos, permanecem homens, no esporte e na vida. Homens, portadores de humanidade”.

O Papa dirigiu aos dirigentes esportivos “um encorajamento para seu trabalho”, assinalando que “o esporte é importante, mas deve ser verdadeiro esporte! O futebol, como algumas outras modalidades, transformou-se um grande negócio! Trabalhem para que não se perca o caráter esportivo”.

“Também vocês promovam esta atitude de “amadores” que, por um lado, elimina definitivamente o risco da discriminação. Quando os times vão por este caminho, o estádio se enriquece humanamente, a violência desaparece e se volta a ver as famílias nas arquibancadas”.

Logo o Papa recordou, com palavras em espanhol, sua infância na Argentina, assinalando que “quando criança, íamos em família ao Gasómetro (o primeiro estádio do Clube San Lorenzo de Almagro), íamos em família, papai, mamãe e as crianças. Voltávamos felizes pra casa, claro, sobretudo na campanha de 46! (em que San Lorenzo obteve seu terceiro título)”.

“Vamos ver se algum de vocês se anima a fazer um gol como o de Pontoni lá, não?”, brincou, em referência a um histórico gol do argentino René Pontoni, jogador do San Lorenzo, durante a temporada de 1946.

O Santo Padre pediu aos atletas e diretores presentes que “vivam o esporte como dom de Deus, uma oportunidade para fazer frutificar seus talentos, mas também uma responsabilidade”.

“Queridos jogadores, gostaria de lembrar especialmente que com seu modo de comportar-se, tanto no campo como fora dele, na vida, vocês são uma referência. Mesmo que não se deem conta, para tantas pessoas que olham para vocês com admiração vocês são um modelo, para o bem ou para o mal. Sejam conscientes disto e deem um exemplo de lealdade, respeito e altruísmo”.

“Vocês –disse Francisco aos jogadores de futebol– também são artífices do entendimento e da paz social, artífices do entendimento e da paz social, de que precisamos tanto. Vocês são referência para tantos jovens e modelo de valores encarnados na vida. Eu tenho confiança em todo o bem que poderão fazer entre a rapaziada”.

 
 
 
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