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WASHINGTON DC, 04 Dez. 14 / 12:02 pm (ACI/EWTN Noticias).- As redes sociais e diversos meios de comunicação criticaram a rede de notícias CNN por cortar ao vivo -alegando um problema técnico- uma entrevista com o jogador de futebol americano Benjamin Watson, que estava falando sobre Jesus Cristo.

Benjamin Watson, o craque dos New Orleans Saints na NFL (Liga de Futebol Americano Nacional), concedeu no dia 28 de novembro uma entrevista ao vivo à apresentadora Brooke Baldwin na CNN sobre os protestos violentos em Ferguson e uma publicação que fez em sua página do Facebook sobre o tema do racismo.

Watson estava explicando para Baldwin que a salvação para o “pecado” que está por trás do racismo e dos protestos em Ferguson, Missouri (Estados Unidos) é “o Evangelho”.

“A única forma de realmente curar o que está no interior é entender que Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados”, disse Watson alguns segundos antes da comunicação ter sido cortada.

“Do nada nós perdemos o contato com ele”, essa foi a explicação dada por Baldwin para o corte inesperado da entrevista.

Diversos jornalistas e blogueiros questionaram o corte da CNN e não acreditaram que realmente tenha acontecido um problema técnico. Tom Blumer, no site NewsBuster.org, assinalou que “a manipulação que a CNN fez da entrevista a Watson foi terrivelmente torpe, no melhor dos casos, e grosseiro no pior”.

Independente do que tenha acontecido “acho que precisam dar uma desculpa, mas até onde eu sei ainda não deram nenhuma”, disse.

Dan Calabrese no CainTV.com assinala que “honestamente, não tenho certeza” se o corte foi intencional por parte da CNN, mas se realmente quis calar o entrevistado “o enfoque correto seria informar-lhe de forma educada, mas firmemente, que o tempo acabou e agradecer-lhe”.

“Brooke Baldwin certamente sabe como fazer isso, e não há razão para que não pudesse fazê-lo se realmente sentia que a entrevista saia de suas mãos”, indicou Calabrese.

Diversos usuários das redes sociais, particularmente no Twitter, repetiram a crítica “Benjamin Watson é cortado na CNN anunciando Jesus Cristo”.

Pecado, racismo e Facebook

Watson recebeu a atenção da imprensa dos Estados Unidos, depois de escrever um breve, mas comovedor ensaio sobre a que ele considera que seja a verdadeira razão para as revoltas raciais em Ferguson, estado de Missouri (Estados Unidos).

Em 9 de agosto deste ano, um policial atirou e matou um jovem afro-americano, Michael Brown, de 18 anos, suspeito de um roubo ocorrido minutos antes. Enquanto o Departamento de Justiça dos Estados Unidos está investigando a polícia de Ferguson por má conduta ou discriminação, o Grande Jurado que viu o caso de Brown decidiu recentemente não começar nenhum processo contra o oficial que atirou.

A publicação de Watson no Facebook, que já tem mais de 845 mil “curtir” e foi compartilhada mais de 467 mil vezes, expressa a irritação, frustração, tristeza e confusão de Watson tanto pelos confrontos como pelas reações da mídia.

Entretanto, destacou que, para ele, o problema em Ferguson “não é um problema de pele, é um problema de pecado”.

“O pecado –assinalou o jogador norte-americano– é a razão pela qual nos rebelamos contra a autoridade. O pecado é a razão pela qual abusamos da nossa autoridade”.

O pecado, continuou, “é a razão pela qual somos racistas, preconceituosos e mentimos para nos esconder. O pecado é a razão pela qual nos amotinamos, saqueamos e queimamos”.

Entretanto, concluiu o seu escrito, “estou animado porque Deus deu uma solução para o pecado através de seu filho Jesus” e porque “o Evangelho dá esperança à humanidade”.

 
 
 
PartidoPorLaPaz_FundacionPupi

ROMA, 11 Jul. 14 / 03:32 pm (ACI/EWTN Noticias).- O ex-jogador da seleção da Argentina e ex-capitão do Inter de Milão (Itália), Javier “Pupi” Zanetti, voltará ao campo de futebol a pedido do Papa Francisco para uma partida inter-religiosa pela paz.

O volante argentino jogará junto com o italiano Roberto Baggio e o francês Zinedine Zidane. Também é provável que participem do jogo Lionel Messi, Francesco Totti, Gianluigi Buffon e o treinador português José Mourinho. Desta vez “Pupi” vestirá as “cores da paz”, informa o L`Osservatore Romano.

Zanetti explicou através do jornal do Vaticano que está organizando “uma partida querida explicitamente pelo Papa Francisco”, na qual jogarão jogadores de futebol de todas as religiões em nome da paz e do diálogo, e que se realizará na segunda-feira dia 1º de setembro no Estádio Olímpico de Roma.

A respeito do jogo, o ex-jogador perguntou: “Quantos valores podem ser testemunhados assim, simplesmente, por causa de uma partida? Como os que queremos afirmar no próximo dia primeiro de setembro em Roma, onde reuniremos jogadores de todas as religiões para mostrar, com um gesto simbólico, que é possível construir um mundo de paz, feito de diálogo e respeito pelos outros. Para mostrar que  aquele que  tem ideias diferentes das minhas, não é meu inimigo,  mas uma oportunidade de crescimento e riqueza”.

Em seus anos como profissional assim como em sua vida pessoal e familiar, Javier Zanetti demonstrou ser católico. Por isso o Santo Padre lhe encomendou a organização, através de sua fundação “Pupi” e com a colaboração da Pontifícia Academia das Ciências Sociais, a primeira “Partida inter-religiosa pela paz”.

A Pontifícia Academia das Ciências confirmou que se prevê a participação de muitas estrelas do mundo futebolístico, embora não tenha dado maiores detalhes a respeito.

 
 
 

ROMA, 23 Out. 12 / 02:00 pm (

ACI/EWTN Noticias).- O jogador de futebol do Catania, Nicola Leggrottalie, afirmou que seu encontro com Deus o ajudou a deixar o vício do sexo e agora deseja servir a Cristo e anunciá-lo aproveitando sua popularidade de atleta.

“Amando Deus eu sinto que o desejo sexual diminui, posso resistir sem ele. Sei que Deus escolheu para mim a pessoa certa, estou somente esperando-a”, afirmou o jogador de futebol evangélico, que recordou que logo depois de seus encontros ocasionais com diferentes mulheres se sentia vazio.

“Eu via uma mulher e a desejava sexualmente”, mas logo depois de havê-la conseguido “não me preocupava com ela e isto me levava a me sentir mal”.

“Possivelmente não teria encontrado Deus se não houvesse ido até o fundo do poço”, acrescentou.

Leggrottalie, que também jogou pela Juventus, disse que aprendeu que o dinheiro e a fama não são suficientes para ser feliz. “Sentia-me incompleto, eu não gostava mesmo. Aprendi por experiência que a dor é um caminho para chegar à felicidade”, afirmou.

Nesse sentido, contou que a mudança chegou graças ao apoio do também jogador de futebol Tomas Guzman e sua esposa, que o ajudaram a olhar atrás. “Comecei a rezar, a ler a Bíblia, e passo a passo percebia que, seguindo as palavras do Evangelho, esse vazio ia sendo preenchido”, expressou.

Leggrottalie relatou que agora suas noites de farra foram trocadas por encontros de amigos para ler a Bíblia e que vive a castidade esperando a mulher que Deus escolheu para ele.

“Eu percebi, durante meu crescimento espiritual, que no futebol não há lugar para Deus e, sobre tudo, que há pouca valentia para sair à luz e dizer o que se pensa. É muito cômodo ser igual a outros para não ter problemas e para que não caçoem de você”, acrescentou.

O jogador de futebol italiano disse que agora deseja aproveitar sua popularidade para “levar a palavra de Deus por todo mundo” e ajudar a duas associações que trabalham na adoção de crianças na África.

 
 
 
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