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Editor ChurchPOP – nov 27, 2018

O professor de epidemiologia na Universidade de Harvard, Tyler J. VanderWeele e o especialista em comunicações, John Siniff publicaram recentemente no jornal americano ‘USA Today’ que participar da missa regularmente é “um remédio para melhorar a saúde física e mental”.


O artigo aponta os resultados de um estudo feito por VanderWeele, em que mostra que a participação frequente nos serviços religiosos estava associada com uma taxa significativamente mais baixa de suicídio.

VanderWeele e Siniff assinalaram que a saúde e a religião estão muito ligadas” e, de acordo com o estudo publicado, os adultos que vão à Missa pelo menos uma vez por semana, em comparação com aqueles que nunca vão, apresentam um menor risco de morte na próxima década e meia.

“Os resultados foram replicados em suficientes estudos e populações para ser considerados bastante confiáveis”, asseguraram os pesquisadores.

VanderWeele e Siniff reforçaram que é importante a experiência da fé comunitária, que ir à Igreja é fundamental, não basta apenas uma espiritualidade intimista, privada ou prática solitária. “Algo na participação religiosa comunitária parece ser essencial”, assinalaram.

“A investigação de Harvard e outras indicam que, possivelmente devido a uma mensagem de fé ou esperança”, pessoas que participam da Missa são mais otimistas e têm menores taxas de depressão. “A investigação de Harvard também mostrou que esta participação protege contra o suicídio”.

 
 
 

ROMA, 23 Out. 12 / 02:00 pm (

ACI/EWTN Noticias).- O jogador de futebol do Catania, Nicola Leggrottalie, afirmou que seu encontro com Deus o ajudou a deixar o vício do sexo e agora deseja servir a Cristo e anunciá-lo aproveitando sua popularidade de atleta.

“Amando Deus eu sinto que o desejo sexual diminui, posso resistir sem ele. Sei que Deus escolheu para mim a pessoa certa, estou somente esperando-a”, afirmou o jogador de futebol evangélico, que recordou que logo depois de seus encontros ocasionais com diferentes mulheres se sentia vazio.

“Eu via uma mulher e a desejava sexualmente”, mas logo depois de havê-la conseguido “não me preocupava com ela e isto me levava a me sentir mal”.

“Possivelmente não teria encontrado Deus se não houvesse ido até o fundo do poço”, acrescentou.

Leggrottalie, que também jogou pela Juventus, disse que aprendeu que o dinheiro e a fama não são suficientes para ser feliz. “Sentia-me incompleto, eu não gostava mesmo. Aprendi por experiência que a dor é um caminho para chegar à felicidade”, afirmou.

Nesse sentido, contou que a mudança chegou graças ao apoio do também jogador de futebol Tomas Guzman e sua esposa, que o ajudaram a olhar atrás. “Comecei a rezar, a ler a Bíblia, e passo a passo percebia que, seguindo as palavras do Evangelho, esse vazio ia sendo preenchido”, expressou.

Leggrottalie relatou que agora suas noites de farra foram trocadas por encontros de amigos para ler a Bíblia e que vive a castidade esperando a mulher que Deus escolheu para ele.

“Eu percebi, durante meu crescimento espiritual, que no futebol não há lugar para Deus e, sobre tudo, que há pouca valentia para sair à luz e dizer o que se pensa. É muito cômodo ser igual a outros para não ter problemas e para que não caçoem de você”, acrescentou.

O jogador de futebol italiano disse que agora deseja aproveitar sua popularidade para “levar a palavra de Deus por todo mundo” e ajudar a duas associações que trabalham na adoção de crianças na África.

 
 
 
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