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“Dai-me um exército que reze o Rosário e eu vencerei o mundo.” – São Pio X

7 de outubro: Dia de Nossa Senhora do Rosário, comemoração da vitória naval católica de Lepanto sobre os muçulmanos turcos e dia em que a Polônia novamente demonstrou de maneira memorável a fé e o valor de seu povo.

Um evento chamado Rosário na Fronteira organizado pelos leigos da Solo Dios Basta (Só Deus Basta) e aprovado pela hierarquia católica polonesa atraiu cerca de um milhão de fiéis em diversas localidades do país no último sábado (7), do Mar Báltico no norte até as montanhas na fronteira com a Eslováquia e a República Tcheca ao sul, formando uma cadeia humana unida com a intenção de Salvar (no sentido pleno) o mundo e a Polônia, contra a crescente secularização e a islamização da Europa. Veja as fotos abaixo, tiradas por todo o território.

As motivações principais para 7 de outubro de 2017 ser o dia escolhido foram as seguintes:

-Foi a festa de Nossa Senhora do Rosário, que comemora a vitória cristã sobre as forças muçulmanas na Batalha de Lepanto;

-Foi o primeiro sábado do mês, e há uma devoção dos Primeiros Sábados revelada pela Santíssima Virgem Maria de Fátima a Ir. Lúcia;

-Este ano é o 140º aniversário da aparição de Nossa Senhora em Gietrzwald, uma aparição famosa na Polônia;

-É também o 100º aniversário da aparição de Nossa Senhora de Fátima.

A oração, iniciada por volta das 14h (horário local) em aeroportos, campos, estradas e 319 igrejas localizadas na fronteira, teve o apoio da primeira-ministra, e um comunicado dos bispos estabeleceu que as famílias poderiam rezar em suas casas, os doentes em hospitais e as comunidades paroquiais em suas igrejas, para que todos, mesmo impossibilitados de chegarem até os limites territoriais do país, pudessem participar. Muitos enfrentaram chuva e o tempo ruim, alguns viajaram centenas de quilômetros para agradecer por intenções particulares realizadas: todos reconhecendo o poder do Rosário e seu indelével significado.

Iniciando com uma Missa na manhã de sábado, o arcebispo Marek Jedraszewski, de Cracóvia, exortou os fiéis a “orarem por outras nações da Europa e do mundo para entender que precisamos voltar às raízes cristãs da cultura europeia se quisermos que a Europa permaneça sendo Europa”.

O padre Paweł Rytel-Andrianik, porta-voz da Conferência dos Bispos poloneses, disse que o evento foi um dos maiores da História na Europa, ficando atrás somente da Jornada Mundial da Juventude de 2016, também na Polônia.

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O importante apoio da primeira-ministra polonesa através do Twitter, agradecendo os participantes


A mídia já começa, como de praxe, com insinuações sujas, associando o ato ao preconceito, xenofobia, racismo e escarnecendo desta grande demonstração de fé. Tremam, laicistas e progressistas: A Polônia Católica vive!

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Este é o conteúdo das incríveis revelações ao monge dominicano Alan de la Roche

As 15 promessas de Nossa Senhor a quem rezar o terço foram feiras ao monge dominicano Alan de la Roche, que morreu em 1945 e é considerado o apóstolo da devoção ao rosário em vários países, especialmente europeus.

Em suas memórias, Alan narra que recebeu diretamente da Virgem 15 promessas válidas para todos os devotos do santo terço, e todas elas ainda são de grande atualidade, manifestando a intensidade do amor que Nossa Senhora sente por todos nós.

Estas são as promessas feitas por Maria a todos nós:

1. A todos os que rezarem meu Rosário com devoção, prometo minha proteção especial e grandíssimas graças.

2. Aquele que perseverar na oração de meu Rosário receberá uma graça insigne.

3. O Rosário será uma defesa poderosíssima contra o inferno; destruirá os vícios, libertará do pecado, dissipará as heresias.

4. O Rosário fará florescerem as virtudes e as boas obras, e obterá para as almas a mais abundante misericórdia divina; fará que nos corações o amor ao mundo seja substituído pelo amor a Deus, elevando-os ao desejo dos bens celestes e eternos. Quantas almas se santificarão com esse meio!

5. Quem se confia a mim por meio do Rosário não perecerá.

6. Quem rezar meu Rosário com devoção, meditando seus mistérios, não será oprimido pela desgraça. Pecador, se converterá; justo, crescerá em graças e se tornará digno da vida eterna.

7. Os verdadeiros devotos de meu Rosário não morrerão sem os Sacramentos da Igreja.

8. Aqueles que rezam meu Rosário encontrarão durante sua vida e em sua morte a luz de Deus e a plenitude de suas graças, e participarão dos méritos dos bem-aventurados.

9. Libertarei muito prontamente do purgatório as almas devotadas a meu Rosário.

10. Os verdadeiros filhos de meu Rosário gozarão de uma grande glória no céu.

11. O que pedirem por meio de meu Rosário, obterão.

12. Aqueles que defenderem meu Rosário serão socorridos por mim em todas as suas necessidades.

13. Obtive de meu Filho que todos os membros da Irmandade do Rosário tenham por irmãos, durante a vida e na hora da morte, os santos do céu.

14. Aqueles que rezarem fielmente meu Rosário serão todos meus filhos amantíssimos, irmãos e irmãs de Jesus Cristo.

15. A devoção a meu Rosário é um grande sinal de predestinação.

Para saber mais sobre as revelações a Alan de la Roche, clique aqui.

Fonte: Aleteia

 
 
 
Fiel foi curada de doença fatal após rezar para o Papa João Paulo II

Floribeth acredita em milagres. O cérebro dela é muito parecido com o meu e com o seu só até o dia em que ela começou a sentir algo estranho. Ela ainda não sabia que havia alguma coisa errada lá dentro. “Eu perdi os movimentos do lado esquerdo do corpo. Era muito difícil caminhar, andava agarrada nas paredes”, conta a empresária Floribeth Mora.

O Fantástico ficou frente a frente com uma mulher que, para a Igreja Católica, é a prova viva de um milagre. Ela vive na Costa Rica e se curou de uma doença fatal no cérebro ao chamar por um nome: o do papa João Paulo II, que vai se tornar santo no ano que vem.

Floribeth acredita em milagres. O cérebro dela é muito parecido com o meu e com o seu só até o dia em que ela começou a sentir algo estranho. Ela ainda não sabia que havia alguma coisa errada lá dentro. “Eu perdi os movimentos do lado esquerdo do corpo. Era muito difícil caminhar, andava agarrada nas paredes”, conta a empresária Floribeth Mora.

Em abril de 2011, ela foi parar na emergência do hospital. “A Floribeth teve um aneurisma fusiforme, quando existe dilatação da artéria. É o tipo mais raro que existe e o tratamento é muito complexo”, explica o médico Alejandro Vargas Román.

Na Costa Rica, não há o equipamento cirúrgico necessário para fazer a cirurgia na Floribeth. Ela teria que viajar ao exterior. Só que a família não tinha dinheiro nem para viajar e muito menos para pagar a estadia num hospital lá fora. Eles não tiveram então que se contentar em sair daqui, voltar para casa e esperar. “Eu falava para o meu marido: ‘eu não quero morrer. Não me deixa morrer’”, conta Floribeth. Floribeth ficou meses na cama. Os médicos decidiram controlar a dor com remédios que a faziam dormir o tempo todo.

“Eu via os meus filhos e os meus netos entrando no quarto e colocando a mão em cima de mim para saber se eu ainda tava respirando. Quando sentia que a minha hora de ir estava perto, eu rezava a Deus e pedia: ‘dá-me força, porque tenho medo’”, afirma ela.

Floribeth tinha 48 anos. Olhou ao seu redor e se segurou em duas coisas. Primeiro, o marido, os cinco filhos e os seis netos. Depois, numa devoção que começou há tempo. “Eu tinha 20 anos, quando João Paulo II veio à Costa Rica em 83. Todos vimos que ele era um homem extraordinário”, conta.

Desde que passou por aqui, o papa João Paulo II conquistou o país na América Central. Na frente da principal catedral da capital San José, uma estátua de Karol Wojtyła.

E, na casa de Floribeth, as imagens do Papa estão por todo canto, inclusive naquele quarto onde ela estava no dia 1º de maio de 2011, quando o papa João Paulo II foi beatificado.

“Eu sentia que ele podia me ajudar. Comecei a rezar: ‘João Paulo, você que está tão perto de Deus, escute minhas súplicas, que não me quero morrer’. Foi quando ouvi ele dizer: ‘levanta!’ E suas mãos saíram dessa foto que eu pedi pra colocar na frente da minha cama. E a voz repetia: ‘levanta! não tenhas medo!’”, relembra Floribeth.

Floribeth não podia andar, mas se levantou e, se escorando nas paredes, foi até a cozinha.“Meu marido me perguntou: ‘o que você tá fazendo aqui? E eu disse, tô me sentindo bem!’”, conta. Daí pra frente, dia após dia, pouco a pouco, ela foi recuperando os movimentos. Sete meses depois, voltou ao hospital.

“Fiquei surpreso. Não consegui achar uma explicação médica. O dano no cérebro tinha desaparecido. Foi realmente um milagre”, conta o médico Alejandro Román.

Floribeth se recuperou e resolveu contar a história. Na página de João Paulo II na internet, ela escreveu o que tinha acontecido. Um mês depois, recebeu uma ligação do Vaticano. Um mês depois disso, saiu da Costa Rica pela primeira vez. Ela foi a Roma.

No hospital do Vaticano, em novembro de 2012, Floribeth passou por uma bateria de exames para comprovar que estava curada. E, de volta à Costa Rica, recebeu a visita de um grupo de postuladores de milagres. Eles vieram à casa dela investigar cada detalhe a vida da miraculada.

Poucos dias depois, eles se reuniram com a alta cúpula da igreja na Costa Rica e assinaram os papéis. Na Igreja Católica, o que aconteceu foi realmente um milagre e uma resposta a um pedido antigo de milhões de fiéis. Daquela multidão nunca vista antes na cidade romana, saíram os gritos de santo súbito. Era 2 de abril de 2005 e um dos papas mais populares da história estava morto. Num pontificado longo – 26 anos, 5 meses e 17 dias – ele juntou multidões ao redor do mundo.

No Brasil, o Papa Wojtyła esteve quatro vezes. Em Curitiba, onde vive uma grande comunidade polonesa, foi construído um bosque em homenagem a ele.

Depois da sua morte e da apoteose da praça, o processo para torná-lo santo foi encurtado. O então sucessor do Papa Bento XVI, dispensou os cinco anos exigidos para o início do reconhecimento da santidade de João Paulo II. Uma cura inexplicável, que os cristãos chamam de milagre, foi atribuída a ele. A freira francesa Marie Simon-Pierre curou-se completamente do Mal de Parkinson, a mesma doença da qual o papa polonês foi vítima.

São muitas as etapas de estudos e investigações para tornar santo um pontífice. Alguns teólogos importantes foram contrários à canonização de João Paulo II. O vaticanista e escritor Marco Politi lembra que ele foi acusado de ter acobertado alguns casos de pedofilia. Depois do reconhecimento do segundo milagre, de Floribeth, o Papa Francisco anunciou na última segunda-feira a canonização de João de Deus.

Outro grande personagem da igreja moderna vai virar santo, João XXIII, conhecido como o “Papa Bom”. A cerimônia de canonização dos dois papas será em 27 de abril do ano que vem.

Neste dia, Floribeth voltará a Roma. Até lá, agradece ao Papa num altar que construiu em casa. Bem perto da foto de João Paulo II, estão os exames que atestaram sua cura.

“Só Deus sabe porque fui a escolhida. Eu não sou importante. Eu só fui um instrumento para mostrar que milagres existem”, explica a fiel.

Floribeth acredita em milagres. “Os milagres estão por toda a parte. O sol, todas as manhãs… As pessoas não conseguem enxergar porque já são parte da rotina. Temos que dar importância à vida, porque a vida é um milagre”, afirma.

A seguir postamos um vídeo da Rede Século 21: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=BDVs4uHMNvQ[/youtube]

 
 
 
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