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Encontro de oração pelo Oriente Médio reúne principais líderes cristãos no vaticano

VATICANO, 29 Out. 13 / 09:34 am (ACI/EWTN Noticias).- O Cardeal Leonardo Sandri, prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, na abertura do ano acadêmico 2013-2014 do Pontifício Instituto Oriental, anunciou que o Papa Francisco convidou os patriarcas e os arcebispos-mores das Igrejas Orientais para o próximo dia 21 de novembro no Vaticano “elevar uma prece conjunta pelos cristãos dos países martirizados da Síria, Iraque e Oriente Médio”.

O Cardeal Sandri, cujas palavras reproduz o jornal do Vaticano, L’Osservatore Romano, explicou que o encontro será “uma ocasião para refletir sobre as possibilidades reais de paz na Síria, Terra Santa e Oriente Médio, e para elevar uma prece conjunta pelos cristãos desses países martirizados”.

Uma reunião análoga a esta foi promovida em 2009 pelo bispo emérito de Roma Bento XVI, tal e como recordam no artigo publicado pelo LOR.

O Cardeal recordou que no último dia 4 de fevereiro, na Basílica de São Pedro, depois do encontro com Bento XVI, “realizaram uma oração conjunta com o propósito de reavivar assim a comunhão com a Igreja de Roma no intercâmbio das Sagradas Espécies Eucarísticas”.

Por isso, o Cardeal Sandri agradeceu a Bento XVI pela amizade paterna e pelas considerações tão profundas que sempre reservou ao oriente cristão e em particular às Igrejas Católicas Orientais.

Do mesmo modo recordou que o Papa Francisco também quis que os chefes e padres das Igrejas Orientais o acompanhassem no dia 19 de março ao iniciar seu serviço petrino.

No encontro de 21 de novembro com o Papa falarão sobre a situação dos cristãos orientais. “Síria e Iraque, Egito e Terra Santa, e as outras áreas da mãe pátria como da diáspora oriental estarão no pensamento de toda a Igreja”, explicou o Cardeal Sandri. Indicou também que esta iniciativa se situa no contexto da Plenária do dicastério.

Plenária da Congregação para as Igrejas orientais

A próxima Sessão Plenária será realizada de 19 a 22 de novembro no Palácio Apostólico do Vaticano e reunirá os patriarcas e os arcebispos-mores, também os cardeais membros da Congregação, e o primeiro ponto da sessão de trabalho da atividade do dicastério estará dedicado à Liturgia.

Outro tema que será abordado durante a Plenária será a formação, entendendo-a dirigida a todos os componentes do Povo de Deus, e por isso cada vez mais aos leigos.

O tema geral da Plenária será “As Igrejas Orientais Católicas a 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II”.

O encontro estará centrado em 5 temas: “As novidades do Concílio Ecumênico Vaticano II sobre o Oriente Católico”, “o desenvolvimento das ideias conciliares no magistério, em particular a Orientale Lumen, e na normativa sucessiva, à luz dos Sínodos para o Oriente Médio e para a Nova Evangelização”, “a crescente sensibilidade na Igreja universal a favor dos católicos orientais e recíproca interação na missão eclesiástica”, “relações entre hierarquia oriental e latina no serviço pastoral”, e “os orientais em diáspora”.

 
 
 
Sala Paulo VI lotada para escutar a catequese do Papa

VATICANO, 18 Jun. 13 / 01:26 pm (ACI/EWTN Noticias).- “Eu não tenho vergonha do Evangelho”, foi o tema da catequese dada ontem, 17 de junho, pela tarde, pelo Papa Francisco na Sala Paulo VI com motivo da inauguração do Congresso Eclesial de Roma. Nela recordou que os católicos são minoria e que, a diferença do Bom Pastor que deve sair para procurar a ovelha que falta, “nós temos uma e nos faltam as 99! Temos que sair, temos que buscá-las”.

O Papa explicou que “o Evangelho é para todos. Este ir ao encontro dos pobres não significa que tenhamos que converter-nos em pauperistas ou em uma espécie de vagabundos espirituais. Não, não é isto. Significa que temos que ir ao encontro da carne de Jesus que sofre, mas a carne de Jesus que sofre é também a daqueles que não o conhecem com seus estudos, com sua inteligência ou sua cultura”.

“Temos que ir lá. Por isso eu gosto de usar a frase ‘ir para as periferias’ as periferias existenciais. Todas, as da pobreza física e real e as da pobreza intelectual que também é real. E lá semear a semente do Evangelho, com a palavra e o testemunho”.

“E isto significa que temos que ter coragem. Quero dizer-lhes algo: No Evangelho é belo o texto que fala do pastor que, quando volta para o redil, se dá conta de que lhe falta uma ovelha; deixa as noventa e nove e vai procurá-la. Vai procurar uma. Mas nós temos uma e nos faltam as noventa e nove! Temos que sair, temos que busca-las. Nesta cultura, digamos a verdade, temos somente uma, somos minoria. E não sentimos o fervor, o zelo apostólico de sair e procurar as outras noventa e nove?”

“Queridos irmãos, temos uma e nos faltam 99, saiamos para buscá-las”, peçamos “a graça de sair para anunciar o evangelho”. Porque “é mais fácil ficar em casa com uma só ovelha, penteá-la, acariciá-la”. E exclamou: “Mas o Senhor quer que todos nós sejamos pastores e não penteadores”.

O Papa Francisco recordou que “alguns cristãos parecem ser devotos da deusa lamentação” e precisou que “o mundo é o mundo, o mesmo que há cinco séculos” e que é necessário “dar testemunho forte, ir adiante”, mas também “suportar, as coisas que ainda não podem ser mudadas”. E convidou “com coragem e paciência a sair de nós mesmos, para a comunidade, para convidá-los”.

“Uma revolução para transformar a história, tem que mudar em profundidade o coração humano. As revoluções que aconteceram durante os séculos mudaram sistemas políticos e econômicos, mas nenhuma delas mudou realmente o coração do homem. A verdadeira revolução, a que transforma radicalmente a vida, somente Jesus Cristo a fez por meio de sua ressurreição que, como Bento XVI gosta de lembrar, foi ‘a maior mutação da história da humanidade e deu vida a um novo mundo’”.

E concluiu recordando que “Deus nos deu esta graça gratuitamente, devemos dá-la gratuitamente”.

O congresso continua hoje, terça-feira, em São João de Latrão e encerrará na quarta-feira nas paróquias ou prefeituras da diocese. A sala Paulo VI ficou pequena e no exterior dela havia um setor ao ar livre conectado com telas gigantes. Ao menos umas dez mil pessoas escutaram o Santo Padre.

 
 
 

PARIS, 28 Mai. 13 / 09:34 am (ACI/Europa Press).- Mais de um milhão de pessoas, segundo os organizadores, ou 150.000 pessoas, segundo a Polícia, saíram neste domingo às ruas de Paris para protestar contra a aprovação domatrimônio homossexual.

A marcha culminou ante o Hospital dos Inválidos com uma multidão que abarrotou as zonas ajardinadas que rodeiam o histórico edifício, situado em pleno centro da capital francesa. A campanha foi realizada por organizações de base e contou com o apoio rápido da Igreja Católica.

Também se somaram ao protesto destacados políticos de direita, como o líder da União por um Movimento Popular (UMP), o principal partido da oposição, Jean-François Copé, quem realizou um chamado aos jovens a somar-se ao seu partido para manter assim a pressão sobre o governo de centro-esquerda.

“O próximo encontro deveria ser nas urnas das eleições municipais”, afirmou Copé em referência aos comícios previstos para o ano que vem e com os que os conservadores esperam rentabilizar estas mobilizações.

Enquanto, um grupo de extrema direita entrou na sede do governante Partido Socialista e abriu um cartaz contra o matrimônio gay e exigindo a demissão do presidente François Hollande.

A manifestação se desenvolveu em meio de um importante esquema de segurança de 4.500 agentes. O próprio ministro do Interior, Manuel Valls, tinha pedido no sábado que à manifestação não acudissem as famílias comcrianças pequenas ante o risco de violência.

Agora, uma vez aprovada a lei na Assembleia Nacional, o movimento procura fortalecer-se para enfrentar-se a possíveis novas iniciativas legislativas do governo socialista, como a que poderia tramitar-se sobre reprodução assistida ou a adoção por parte de casais homossexuais.

 
 
 
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