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CrucifijoChina_AutorKarlbert_CC-BY-NC-SA-2.0

ROMA, 22 Jul. 14 / 11:19 am (ACI/EWTN Noticias).- Um grupo de cristãos chineses impediu nesta segunda-feira que a polícia retire a cruz de uma igreja no condado de Pingyang, na província de Zhejiang (China), entretanto, durante os fatos vários fiéis ficaram feridos.

Segundo as testemunhas, as brigas começaram às duas da manhã e duraram duas horas. Os fiéis rodearam o templo para evitar que a cruz fosse retirada, embora as autoridades chinesas tenham conseguido fechar a igreja depois de agredir os cristãos.

Esta atitude, que foi qualificada como “inaceitável” pelas testemunhas, deixou várias pessoas feridas, por isso algumas tiveram que ser levadas para o hospital.

Os manifestantes conseguiram subir as fotos à rede Weibo e enviá-las pelo WeChat, mostrando os resultados da intervenção governamental.

Por sua parte, o grupo cristão ChinaAid recordou que nas últimas semanas as Igrejas nesta província receberam a ordem do Governo comunista de demolir os templos ou retirar as cruzes, com o argumento de que se trata de uma campanha para combater as construções ilegais.

As organizações de direitos humanos denunciaram que nos últimos anos aumentou a perseguição religiosa no país, onde habitam 65 milhões de cristãos, entre os que assistem às Igrejas controladas pelo Governo e os que praticam a sua fé de forma clandestina.

 
 
 
Jokin da Irala

GUAYAQUIL, 11 Nov. 13 / 12:11 pm (ACI).- Jokin da Irala, Pesquisador Principal do Projeto de Pesquisa Educação da Afetividade e Sexualidade Humana, do Instituto de Cultura e Sociedade da Universidade de Navarra (Espanha), assegurou que é responsabilidade dos pais e não dos governos preparar os filhos para uma reta sexualidade, chegando a serem adultos “capazes de amar”.

Em declarações ao Grupo ACI, o também catedrático de Medicina Preventiva e Saúde Pública, que participou do VI Congresso Internacional Pró-vidaEquador 2013, que reuniu mais de 1300 participantes da América e Europa de 8 a 10 de novembro em Guayaquil, advertiu que “muitos governos o que fazem é: ‘vamos converter os pais em um bed and breakfast’, quer dizer: ‘você faz filhos, você lhes da uma cama, um café da manhã e o resto nós o fazemos’”.

“Não senhor, os pais têm a grande responsabilidade de preparar os nossos filhos para que possam ser adultos capazes de amar, e isso quem melhor pode fazer somos nós”.

De Irala indicou que “costumo dizer às vezes que em alguns países os governos estão se metendo nas camas dos casais, em vez ter duas pessoas há três. O governo está fazendo algo que os pais deveriam fazer”.

O perito assinalou que embora “seja verdade que há muitos pais que não sabem como fazê-lo, que não se sentem preparados, isso não significa que terei que substitui-los”.

O catedrático da Universidade de Navarra disse que a polêmica sobre a educação sexual se origina porque “há governos que basicamente estão dizendo que a educação sexual é necessária e que, portanto, eles são os que têm que dar”.

O problema com a educação sexual, explicou, é “que não é como as matemáticas, que é decidir aplicar, ensiná-lo e que todo mundo vai ensinar igual. O problema é que há diferentes enfoques de educação sexual”.

“Há uma educação sexual que é eminentemente biológica, que eu costumo chamar de educação sexual veterinária, zoológica, que se centra apenas no como da sexualidade, e que basicamente a mensagem destes programas é que os jovens se deixem levar pelos seus desejos, que façam o que queiram, quando o quiserem, com tal de que o façam com preservativos“.

De Irala assinalou que “evidentemente, isto é o que defendem as grandes organizações internacionais, e estão inclusive tentando praticamente obrigar a que diferentes países adotem este enfoque da educação sexual”.

Entretanto, disse, “há outro enfoque da educação sexual”, o qual “chamamos educação afetivo-sexual, que concebe a sexualidade como uma boa notícia, mas que concebe que o lugar apropriado para a sexualidade é um lugar onde haja uma garantia total de amor maduro e que é mais uma preparação para amar”.

O enfoque de educação sexual que considera “veterinária”, “está empapado da ideologia de gênero, dos lobbies de gays e lésbicas, dos lobbies pró-abortistas”.

Além disso, denunciou, “há interesses econômicos, não é apenas uma ideologia, sabe-se que um jovem que não desenvolveu bem seu caráter vai ser um jovem consumista, um jovem sem disciplina, vai ser um grande consumidor”.

“E não cabe dúvida que também há boa fé, no sentido de que tem pessoas que realmente acreditam que a solução é o outro enfoque”.

Ante os casos de pais que não estão preparados para dar uma reta educação sexual a seus filhos, assinalou o perito, “o papel do governo então seria facilitar as associações civis que se dedicam a preparar pais e mães para fazer melhor seu trabalho, não substituir os pais”.

O pesquisador da Universidade de Navarra preveniu contra a denominada “educação sexual integral”, pois apresenta o problema de que o que a caracteriza “é que dá o mesmo valor a todas as opções, dá o mesmo valor a ter relações sexuais ou a não tê-las, como se fossem duas opções igualmente sadias para o jovem e isto está fora do que estão dizendo os estudos científicos”.

“O que melhor podemos recomendar a um jovem é que não tenha relações sexuais, é o que lhe permite evitar problemas tanto físicos como psicológicos”, assegurou.

De Irala assinalou que os promotores desta educação sexual “zoológica” utilizam diversos eufemismos, como ao falar “de ‘óvulo fecundado’. Isto é como chamar a televisão de ‘caixa com componentes eletrônicos’. A televisão se chama televisão, o que eles chamam ‘óvulo fecundado’ seria um embrião, quer dizer um ser humano em sua etapa inicial de desenvolvimento”.

“Há muitos eufemismos assim que deseducam invés de educar”, criticou.

Outro termo que utilizam, advertiu é o de “sexo seguro“, que “em alguns países não se utiliza, porque se poderia catalogar de publicidade enganosa e poderia levar ao julgamento de quem utiliza esse termo”.

“Isto não é nem sequer uma questão de moral, é simplesmente e rotundamente falso do ponto de vista científico”.

Jokin de Irala lamentou que atualmente “há jovens que pensam que se usarem preservativos não terão riscos de infecção, por exemplo, ou de gravidez”.

“Estes jovens estão sendo desinformados. Como estão desinformados, não são livres na hora de escolher ter ou não relações sexuais”.

De Irala assinalou que a mensagem “de sexo seguro o que acaba dando é a ideia de que não há nenhum problema em ter relações sexuais, e estes jovens acabam encontrando-se com a surpresa às vezes, por exemplo, acabam com herpes para o resto de sua vida”.

O perito destacou, ademais, o “grande paradoxo” de que na Espanha uma menor de 18 anos pode “ir a uma farmácia para comprar a pílula do dia seguinte. Ninguém pergunta nada, não se registram seus dados”.

“O que quer dizer isto, que talvez seja a quinta vez no mês que está pedindo isso. Nenhum controle, e isto pode ser um problema sério”.

Entretanto, apontou, “nessa mesma farmácia não poderia comprar um Nolotil, para tirar a dor de cabeça que te ocasionou essa pílula sem receita. Isto é um paradoxo”.

Da mesma forma na Espanha, um jovem “não pode dirigir um carro até que faça 18 anos, que é algo que tem muito menos consequências”.

“Há umas contradições que são absurdas”, criticou, e assegurou que estas entram no marco “de tirar a potestade dos pais, tirar dos pais alguns dos nossos deveres, algumas das nossas responsabilidades”.

A solução para este problema, indicou, “passa pelas associações de pais e mães, que temos que nos mobilizar e exigir que não nos tirem estas questões que nos correspondem”.

 
 
 

PARIS, 28 Mai. 13 / 09:34 am (ACI/Europa Press).- Mais de um milhão de pessoas, segundo os organizadores, ou 150.000 pessoas, segundo a Polícia, saíram neste domingo às ruas de Paris para protestar contra a aprovação domatrimônio homossexual.

A marcha culminou ante o Hospital dos Inválidos com uma multidão que abarrotou as zonas ajardinadas que rodeiam o histórico edifício, situado em pleno centro da capital francesa. A campanha foi realizada por organizações de base e contou com o apoio rápido da Igreja Católica.

Também se somaram ao protesto destacados políticos de direita, como o líder da União por um Movimento Popular (UMP), o principal partido da oposição, Jean-François Copé, quem realizou um chamado aos jovens a somar-se ao seu partido para manter assim a pressão sobre o governo de centro-esquerda.

“O próximo encontro deveria ser nas urnas das eleições municipais”, afirmou Copé em referência aos comícios previstos para o ano que vem e com os que os conservadores esperam rentabilizar estas mobilizações.

Enquanto, um grupo de extrema direita entrou na sede do governante Partido Socialista e abriu um cartaz contra o matrimônio gay e exigindo a demissão do presidente François Hollande.

A manifestação se desenvolveu em meio de um importante esquema de segurança de 4.500 agentes. O próprio ministro do Interior, Manuel Valls, tinha pedido no sábado que à manifestação não acudissem as famílias comcrianças pequenas ante o risco de violência.

Agora, uma vez aprovada a lei na Assembleia Nacional, o movimento procura fortalecer-se para enfrentar-se a possíveis novas iniciativas legislativas do governo socialista, como a que poderia tramitar-se sobre reprodução assistida ou a adoção por parte de casais homossexuais.

 
 
 
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