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VATICANO, 24 Jun. 13 / 10:33 am (ACI/EWTN Noticias).- Ao receber ontem pouco antes do meio-dia aos membros da Associação dos Santos Pedro e Paulo, o Papa Francisco os felicitou por seu trabalho de voluntariado e assinalou que é “formoso” o “servir sem pedir nada em troca, como fez Jesus. Jesus serviu a todos nós e não pediu nada em troca!”.

Entre os membros da Associação dos Santos Pedro e Paulo figuram profissionais, artesãos, estudantes, professores e empregados católicos, que vivem em Roma e dedicam um tempo a iniciativas de voluntariado, dando testemunho de sua vida cristã, apostolado e fidelidade à Sé Apostólica.

Francisco assinalou que “é um sinal distintivo do cristão” particularmente “a caridade, a atenção concreta para com os outros, para com os pobres, frágeis e necessitados”.

“Vocês têm também um intenso programa de formação dos aspirantes e dos jovens estudantes que querem participar da vida da Associação. Crescer na consciência e no amor de Deus é essencial para levar e para viver a sua misericórdia a todos, vendo no rosto de quem encontramos a sua Face”.

O Papa assinalou que “por tudo isto, desejo exprimir-vos o meu apreço e a minha gratidão”.

“Isto é belo: servir sem pedir nada em troca, como fez Jesus. Jesus serviu a todos nós e não pediu nada em troca! Jesus fez as coisas com gratuidade e vocês fazem as coisas com gratuidade.”.

O Santo Padre assinalou que a recompensa “é propriamente esta: a alegria de servir ao Senhor e de fazê-lo juntos!”.

“Conheçam-No sempre mais, com a oração, com os dias de retiro, com a meditação sobre a Palavra, com o estudo do Catecismo, para amá-Lo sempre mais e servi-Lo com coração generoso e grande, com magnanimidade”, concluiu.

 
 
 

ROMA, 21 Jun. 13 / 11:21 am (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco superou os sete milhões de seguidores em suas contas oficiais do Twitter e o número continua aumentando. Em pouco mais de três meses e desde que escreveu seu primeiro tweet no dia 17 de março deste ano, Francisco duplicou o número de seguidores.

Os tweets do Papa se publicam em nove idiomas: inglês, português, italiano, francês, polonês, alemão, latim, árabe e espanhol. A conta em espanhol é a que tem o maior número de seguidores.

“Já ultrapassamos os sete milhões de seguidores e o idioma espanhol superou o idioma inglês. É compreensível que com o Papa Francisco as pessoas estejam mais interessadas, é verdade que muitos católicos da América Latina desejaram entrar em sintonia com os tweets do Santo Padre e isto nos parece muito belo”, explicou o Presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, Dom Claudio María Celli, em uma entrevista concedida ao grupo ACI em 20 de junho.

“O Papa Francisco tem uma comunicação muito direta, imediata, é uma pessoa autêntica, diria que a mensagem evangélica brota de seu coração, e deu um novo impulso à comunicação do pontificado”, acrescentou.

Desde o início de seu Pontificado Francisco compartilhou com os fiéis mais de 64 tweets onde compartilha com o mundo suas reflexões reduzidas a 140 caracteres. Este novo tipo de comunicação, foi acolhido com grande espera pela imprensa e pela opinião pública de todo o mundo.

“As pessoas percebem que no coração deste homem há uma simpatia profunda e muito próxima com o homem e a mulher de hoje, e podemos perceber essa simpatia. E ao mesmo tempo, o Papa Francisco não deixa a desejar na dimensão do anúncio do Evangelho, diria que sublinha com força as exigências de fidelidade, de entrega e de compromisso no amor e no serviço”, referiu.

“Eu diria que há uma harmoniosa síntese de uma pessoa muito profunda, que fez todo um caminho na espiritualidade dos jesuítas de São Inácio, e ao mesmo tempo é um pastor e se nota em suas palavras que tem esta experiência pastoral como bispo de uma diocese, e ao mesmo tempo tem este sabor latino-americano que se manifesta em sua maneira de falar, em sua maneira de relacionar-se, eu diria que é um homem muito rico em humanidade e as pessoas percebem imediatamente esta sintonia com ele”, acrescentou Dom Celli.

“Um cristão está pronto a anunciar o Evangelho, porque não pode reter em si mesmo a alegria que nasce do conhecimento de Cristo”, escreveu o Papa Francisco em seu tweet enviado no dia 19 de junho.

 
 
 
Sala Paulo VI lotada para escutar a catequese do Papa

VATICANO, 18 Jun. 13 / 01:26 pm (ACI/EWTN Noticias).- “Eu não tenho vergonha do Evangelho”, foi o tema da catequese dada ontem, 17 de junho, pela tarde, pelo Papa Francisco na Sala Paulo VI com motivo da inauguração do Congresso Eclesial de Roma. Nela recordou que os católicos são minoria e que, a diferença do Bom Pastor que deve sair para procurar a ovelha que falta, “nós temos uma e nos faltam as 99! Temos que sair, temos que buscá-las”.

O Papa explicou que “o Evangelho é para todos. Este ir ao encontro dos pobres não significa que tenhamos que converter-nos em pauperistas ou em uma espécie de vagabundos espirituais. Não, não é isto. Significa que temos que ir ao encontro da carne de Jesus que sofre, mas a carne de Jesus que sofre é também a daqueles que não o conhecem com seus estudos, com sua inteligência ou sua cultura”.

“Temos que ir lá. Por isso eu gosto de usar a frase ‘ir para as periferias’ as periferias existenciais. Todas, as da pobreza física e real e as da pobreza intelectual que também é real. E lá semear a semente do Evangelho, com a palavra e o testemunho”.

“E isto significa que temos que ter coragem. Quero dizer-lhes algo: No Evangelho é belo o texto que fala do pastor que, quando volta para o redil, se dá conta de que lhe falta uma ovelha; deixa as noventa e nove e vai procurá-la. Vai procurar uma. Mas nós temos uma e nos faltam as noventa e nove! Temos que sair, temos que busca-las. Nesta cultura, digamos a verdade, temos somente uma, somos minoria. E não sentimos o fervor, o zelo apostólico de sair e procurar as outras noventa e nove?”

“Queridos irmãos, temos uma e nos faltam 99, saiamos para buscá-las”, peçamos “a graça de sair para anunciar o evangelho”. Porque “é mais fácil ficar em casa com uma só ovelha, penteá-la, acariciá-la”. E exclamou: “Mas o Senhor quer que todos nós sejamos pastores e não penteadores”.

O Papa Francisco recordou que “alguns cristãos parecem ser devotos da deusa lamentação” e precisou que “o mundo é o mundo, o mesmo que há cinco séculos” e que é necessário “dar testemunho forte, ir adiante”, mas também “suportar, as coisas que ainda não podem ser mudadas”. E convidou “com coragem e paciência a sair de nós mesmos, para a comunidade, para convidá-los”.

“Uma revolução para transformar a história, tem que mudar em profundidade o coração humano. As revoluções que aconteceram durante os séculos mudaram sistemas políticos e econômicos, mas nenhuma delas mudou realmente o coração do homem. A verdadeira revolução, a que transforma radicalmente a vida, somente Jesus Cristo a fez por meio de sua ressurreição que, como Bento XVI gosta de lembrar, foi ‘a maior mutação da história da humanidade e deu vida a um novo mundo’”.

E concluiu recordando que “Deus nos deu esta graça gratuitamente, devemos dá-la gratuitamente”.

O congresso continua hoje, terça-feira, em São João de Latrão e encerrará na quarta-feira nas paróquias ou prefeituras da diocese. A sala Paulo VI ficou pequena e no exterior dela havia um setor ao ar livre conectado com telas gigantes. Ao menos umas dez mil pessoas escutaram o Santo Padre.

 
 
 
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