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Por Catholic Answers – http://www.catholic.com Tradução: Carlos Martins Nabeto Fonte: Revista “This Rock” – novembro/1990

– Como Pedro pode ser a pedra mencionada em Mateus 16,18 quando Paulo, em 1Coríntios 10,4, diz que a pedra era Cristo? (Anônimo)

Apenas porque um símbolo é usado de uma forma particular em uma passagem não significa que ele não possa ser usado diferentemente em outra. Abraão é chamado “pedra” em Isaías 51,1, mas em 1Coríntios 10,4, Cristo é a “pedra”. Jesus diz que Ele mesmo é “a luz do mundo” (João 8,12), mas no Sermão da Montanha Ele usa a mesma imagem para indicar os seus discípulos (Mateus 5,14).

Em 1Coríntios 3,11, Paulo diz: “Ninguém pode colocar outro fundamento diferente daquele que já está colocado: Jesus Cristo”. Mas em Efésios 2,19-20, Paulo diz que a Casa de Deus, a Igreja, foi construída sobre “o fundamento dos Apóstolos e dos Profetas, com o próprio Cristo Jesus como pedra angular”.

Em João 10,11, Jesus chama a si mesmo de “Bom Pastor”, mas no final do Evangelho de João Ele confia a Pedro o Seu rebanho, implicando que Pedro também é Pastor (João 21,15-17). O mesmo vale para Atos 20,28, onde Paulo, dirigindo-se aos líderes da Igreja de Éfeso, pede que pastoreiem o rebanho de Deus.

O princípio que ocorre em cada uma dessas passagens permite que outras pessoas compartilhem da obra de Cristo de uma maneira particular. Cristo é o fundamento primário da Igreja, porém os Apóstolos compartilham disto; Jesus é o Pastor da Igreja, mas os Apóstolos e seus sucessores também são pastores de um modo secundário (Efésios 4,11; 1Pedro 5,2-4).

Assim, o fato de Jesus ter constituído Pedro como a pedra terrestre sobre a qual a Igreja seria fundada não contradiz o fato de que Cristo é a derradeira Pedra celestial. A solidez da “pedra” de Pedro é dependente do fundamento de Cristo; mas esta dependência não torna a solidez de Pedro menos real. Na verdade, torna esta regra – a de que Pedro é pedra – totalmente mais segura.

 
 
 

O debate sobre este tema centrará os trabalhos conjuntos durante 2009

Por Inma Álvarez

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 20 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Apesar das dificuldades, o diálogo entre as Igrejas Católica e Ortodoxa avança positivamente, tanto no diálogo teológico como nas relações fraternas. Assim constatou o subsecretário do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, Dom Eleuterio F. Fortino, em um breve informe sobre a situação dos trabalhos da Comissão Mista, publicado por L’Osservatore Romano em sua edição de ontem.

Para o especialista, é significativo o desenvolvimento, nos últimos anos, de «relações construtivas» entre Roma e Constantinopla, mas também «com o Patriarcado de Moscou e outras Igrejas», como mostra o recente intercâmbio de visitas entre patriarcas e cardeais, assim como a participação, pela primeira vez na história, do Patriarca de Constantinopla na Assembléia do Sínodo dos Bispos.

Com relação ao diálogo teológico, Dom Fortino explica que a Comissão está atualmente revisando a questão de como se entendia o primado do bispo de Roma, prima sedes, no primeiro milênio do cristianismo, quando ambas as Igrejas estavam em comunhão apesar das dificuldades.

Para facilitar os trabalhos, a Comissão de dividiu em duas subcomissões, uma de língua inglesa e outra francesa, que estudam os documentos eclesiais em que se trata desta questão, como as cartas apostólicas dos primeiros séculos ou os Padres da Igreja.

Também se estuda o papel dos Papas na refutação de heresias como o arianismo, o monofisismo etc., em particular na condenação das heresias iconoclastas (Concílio de Nicéia II, ano 787) que tanta transcendência teve para as igrejas orientais.

A questão, explica Dom Fortino, não é tanto a do primado de Roma em si, que ambas as Igrejas aceitam, tal como mostra o documento conjunto de Ravena (assinado em 2007), mas a interpretação do conteúdo do primado, sobre a qual ainda existem grandes diferenças.

Para isso, acrescentam, a chave está em «chegar a uma leitura comum dos fatos históricos, uma hermenêutica comum na interpretação dos dados da Escritura e das opções teológicas».

Outra das questões que deverá ser estudada é como o conteúdo deste primado evoluiu no segundo milênio, após a ruptura entre as duas confissões, e qual é a situação atual após os Concílios Vaticano I e II, que tentam recuperar a visão de comunhão que existia no primeiro milênio.

Em resumo, explica Fortino, o diálogo «continua aberto em uma nova fase e em uma perspectiva positiva», apesar das «dificuldades permanentes e novas».

 
 
 

Por Bob Stanley Tradução: n/c Fonte: Veritatis Splendor

Autoridade: o que é isto? O que significa? Sua raiz está na palavra “autor”, que significa “criador” ou “originador”. Vem do latim “auctoritas”: “o poder do criador para comandar ou tomar decisões”. O dicionário define como: “o poder de executar a lei, exigir obediência, comandar, determinar ou julgar. Também significa: “aquele que foi investido de poder, especialmente um governador”.

Então a palavra pode se aplicar tanto a uma forma de governo quanto a um indivíduo. O Senado tem a autoridade de fazer leis, a Suprema Corte tem a autoridade de interpretar aquelas leis e o Presidente tem a autoridade de executá-las.

O que você acha que aconteceria se não houvesse autoridade? Haveria anarquia, tumulto, caos, todo mundo “fazendo o que bem quiser”. A civilização, do jeito que a conhecemos, iria se desmoronar rapidamente. Veja o caso da Albânia: poucos dias depois do colapso da autoridade, houve anarquia, com milhares tentando fugir para salvar suas vidas. A Escritura nos recorda que: “Por falta de direção cai um povo; onde há muitos conselheiros, ali haverá salvação.” (Pr 11,14; 24,6).

A autoridade vem do “Autor da Vida”: At 3,15. Toda autoridade vem de DEUS: “Cada qual seja submisso às autoridades constituídas, porque não há autoridade que não venha de Deus; as que existem foram instituídas por Deus. Assim, aquele que resiste à autoridade, opõe-se à ordem estabelecida por Deus; e os que a ela se opõem, atraem sobre si a condenação.” (Rm 13,1-2). Perceba que DEUS é seletivo com quem Ele dá justa autoridade.

A Igreja Católica tem uma forma de governo chamada teocracia e opera com uma “Hierarquia”. Como qualquer outra forma de governo, tem que ter “autoridade” para funcionar. A Igreja recebeu sua autoridade de seu fundador, Jesus Cristo:

  1. “E Eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16,18). Jesus vai construir sua Igreja em rocha sólida. Ele é a “pedra angular” (Salmo 118,22; Ef 2,20-22), a “fundação” (pedra angular) (1Cr 3,11), e a “rocha” (1Cr 10,4). As “Portas do Inferno não prevalecerão contra ela”, significa: Ele a defenderá por dentro e por fora, contra todos os adversários, para sempre.

  2. Os Apóstolos são a fundação, Jesus Cristo é a “Pedra angular-chefe” (Ef 2,20).

  3. Jesus Cristo deu uma autoridade superior para resolver disputas entre pessoas, mesmo quando há duas ou mais testemunhas. Ele lhes disse para apelar para a Igreja em Mt 18,17: “Mas se recusa a ouvi-los, dize-o à Igreja. E se recusar ouvir também a Igreja, seja ele para ti como um pagão e um publicano (um coletor de impostos para o Império Romano).” Aqui, Cristo deu autoridade total à Sua Igreja.

  4. Paulo adverte aqueles que se recusam a aceitar a autoridade dada à Igreja e diz o que acontecerá com eles se recusarem em Rm 13,1-2: “Cada qual seja submisso às autoridades constituídas, porque NÃO HÁ AUTORIDADE QUE NÃO VENHA DE DEUS; AS QUE EXISTEM FORAM INSTITUÍDAS POR DEUS. Assim, AQUELE QUE RESISTE À AUTORIDADE, OPÕE-SE À ORDEM ESTABELECIDA POR DEUS; E OS QUE A ELA SE OPÕEM, ATRAEM SOBRE SI A CONDENAÇÃO.”

  5. O Próprio Jesus Cristo é a cabeça da Igreja que Ele fundou, a “Cabeça de Seu Corpo” (Ef 1,22). Não pode haver maior autoridade do que esta.

  6. Jesus Cristo se certificou de que Sua Igreja era digna da autoridade que Ele lhe deu. Ele se certificou de que sua Igreja não tinha mancha: “Para apresentá-la a Si mesmo toda gloriosa, sem mácula, sem ruga, sem qualquer outro defeito semelhante, mas santa e irrepreensível.” (Ef 5,27). Ele se certificou de que Sua Igreja era digna de ser chamada “Casa de DEUS”, e a “Coluna da Verdade”: …como deves comportar-te na Casa de DEUS, que é a Igreja de DEUS vivo, coluna e sustentáculo da verdade” (1Tm 3,15).

  7. Jesus Cristo ama a Igreja que Ele fundou (Ef 5,29). E você?

  8. DEUS disse que estará com Sua Igreja para sempre: “Não te deixarei nem te desampararei” (Hb 13,5). Em Mt 28,20, Jesus disse: “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo.” Isto significa que Ele estará com Sua Igreja todo dia, em cada século, até o fim dos tempos. Qual Igreja era a Igreja Dele quando estes versículos foram pronunciados?

DEUS deu autoridade a inúmeras pessoas na Bíblia. Ele muda o nome da pessoa para significar que passou autoridade para ela. Alguns exemplos são:

  1. DEUS mudou o nome de Abrão para Abraão quando Ele o fez “Pai de uma Multidão de Nações”, em Gn 17,5.

  2. DEUS mudou o nome de Sarai para Sara quando a fez “Mãe de Nações”, em Gn 17,15-16.

  3. DEUS mudou o nome de Jacó para Israel, o nome da Nação Judaica, e ele se tornou o primeiro Israelita, em Gn 32,29.

  4. DEUS mudou o nome de Simão para Pedro quando o fez cabeça de Sua Igreja, em Mt 16,18. DEUS deu autoridade a Pedro e DEUS mudou o seu nome para enfatizar isto. Em Mt 16,19, Jesus Cristo deu a Pedro mais autoridade ainda. Ele lhe deu – e a nenhum outro – as “chaves do reino dos céus”, e lhe disse: “Tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.” Muita autoridade foi dada nesses dois versículos a Simão – agora Pedro – uma mera criatura de DEUS.

  5. Há mais de 50 versículos na Bíblia que se referem à supremacia de Pedro sobre todos os Apóstolos. O nome de Pedro aparece mais frequentemente do que o nome de qualquer um dos outros Apóstolos no Novo Testamento. Quando os Apóstolos são nomeados, Pedro é sempre citado primeiro em todos os casos exceto em Gl 2,9. Em Mt 10,2, Pedro é até mesmo chamado “o primeiro”: “Eis os nomes dos doze Apóstolos: O PRIMEIRO, Simão, chamado Pedro…”. Em At 15,7, Pedro diz: “Irmãos, vós sabeis que já há muito tempo DEUS me escolheu dentre vós, para que da “MINHA BOCA” os pagãos ouvissem a palavra do Evangelho e cressem.” Pedro reafirmou sua supremacia, conforme DEUS lhe tinha dado em Mt 16,18-19. Em Lc 22,31-32, Jesus disse: “Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como o trigo; mas eu roguei por ti, para que a tua confiança não desfaleça; e tu, por tua vez, confirma teus irmãos.” Aqui Jesus apontou Pedro para fortalecer os outros, outro sinal claro de sua supremacia. Finalmente, em Jo 21,15-17, é a Pedro, e somente a Pedro, que o Senhor ordena três vezes que alimente seu rebanho. Pedro foi o Apóstolo supremo. O Bispo supremo no tempo presente, o Bispo de Roma, é o Papa. Sucessor direto de Pedro em uma longa série de Papas.

  6. Jesus Cristo deu autoridade total aos seus Apóstolos quando, em Lc 10,16, Ele diz: “Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou.” Nós ouvimos Suas palavras através de Sua Igreja. Assim sendo, essas palavras se aplicam também à Sua Igreja “quem rejeita Minha Igreja, rejeita a Mim.”. Este versículo também impede o Papa de ensinar heresia; então, quando o Papa fala sobre assuntos de fé e moral, ele está falando como Cristo falaria e com a Sua autoridade. Paulo reconheceu a autoridade dada aos Apóstolos em 2Cor 10,8: “Ainda que eu me orgulhasse um pouco em demasia da autoridade que o Senhor nos deu, para vossa edificação e não para vossa ruína, não teria de que envergonhar-me.”

  7. Jesus deu autoridade a 72 outros discípulos em Lc 10,1-12, e lhes disse que Ele os enviaria como “cordeiros em meio aos lobos”. Ele disse a eles para sacudir a poeira de seus pés quando saíssem das cidades que não os recebessem.

  8. Nós somos ordenados a obedecer aos nossos superiores (sacerdotes, Bispos e o Papa) e de nos sujeitarmos a eles, pois eles têm que prestar contas de nossas almas (Hb 13,17).

  9. DEUS colocou também outros em Sua Igreja: “Na Igreja, DEUS constituiu primeiramente os Apóstolos, em segundo lugar os profetas, em terceiro lugar os doutores, depois os que têm o dom dos milagres, o dom de curar, de socorrer, de governar, de falar diversas línguas” (1Cor 12,28). A sua Igreja tem todos estes?

Sabendo, é claro, que os Apóstolos não viveriam para sempre, e que Sua Igreja continuaria até “o fim dos tempos” (Mt 28,20), Jesus Cristo tomou providências para passar a autoridade de geração a geração:

  1. “Segundo a graça que Deus me deu, como sábio arquiteto lancei o fundamento, ninguém pode pôr outro diverso daquele que já foi posto: Jesus Cristo.” (1Cor 3,10-11). Então haverá seguidores que irão construir sobre o fundamento.

  2. “Não fostes vós que Me escolhestes, mas Eu vos escolhi e vos constituí para que vades e produzais fruto, e o vosso fruto permaneça…” (Jo 15,16).

  3. “…para acabares de organizar tudo e estabeleceres anciãos (sacerdotes) em cada cidade, de acordo com as normas que te tracei,” (Tito 1,5). Paulo ordena-lhes que designem novos sacerdotes.

  4. “Cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu Bispos, para pastorear a Igreja de DEUS” (At 20,28). Aqui, o Espírito Santo dá autoridade aos Bispos de governarem a Igreja que Jesus Cristo fundou. A sua Igreja tem Bispos?

  5. “Agora eu vos encomendo a DEUS e à palavra da Sua graça, àquele que é poderoso para edificar e dar a herança com os santificados” (At 20,32). Passar a autoridade a seus herdeiros.

  6. O Papa e os Bispos são os legítimos sucessores dos Apóstolos. Se nós rejeitamos a autoridade deles, então rejeitamos a Cristo.

É o Espírito Santo que guia e guarda a Igreja que Jesus Cristou fundou. Ele é a autoridade suprema e final:

  1. “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco. É o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece, mas vós o conhecereis, porque permanecerá convosco e estará em vós.” (Jo 14,16-17.26; 15,26; 16,13). O Espírito Santo habitará na Igreja que Jesus Cristo fundou e Ele estará para sempre com aquela Igreja.

Nem tudo será revelado à Igreja de uma vez só porque não poderíamos suportar. Tudo será revelado no tempo. Esta é a autorização para a Igreja revelar doutrinas tais como a da Imaculada Conceição:

  1. “Muitas coisas ainda tenho a dizer-vos, mas não as podeis suportar agora. Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade,…e anunciar-vos-á as coisas que virão.” (Jo 16,12-15).

  2. “Eu vos dei leite a beber, e não alimento sólido que ainda não podíeis suportar…Eu plantei…mas só Deus é que faz crescer.” (1Cor 3,1-15).

  3. Ef 4,11-16: “…para o aperfeiçoamento dos cristãos, para o desempenho da tarefa que visa à construção do corpo de Cristo, até que todos tenhamos chegado à unidade da fé e do conhecimento do Filho de DEUS, até atingirmos o estado de homem feito, a estatura da maturidade de Cristo… Para que não continuemos crianças ao sabor das ondas, agitados por qualquer sopro de doutrina, ao capricho da malignidade dos homens e de seus artifícios enganadores…”

  4. Fl 1,5-11: “…aquele que iniciou em vós esta obra excelente lhe dará o acabamento justo até o dia de Jesus Cristo… peço, na minha oração, que a vossa caridade se enriqueça cada vez mais de compreensão e critério.” DEUS está nos dizendo claramente que o conhecimento crescerá com o tempo.

Agora para responder à importantíssima questão: “Quem tem a autoridade?”

A fim de que haja uma só verdade, é necessário que haja uma só autoridade. A Igreja que Jesus Cristo fundou recebeu autoridade conforme mostrado nessa carta. A sua Igreja preenche todos os requisitos da Escritura fornecidos nesse texto? Você pode traçar sua Igreja para trás até Cristo? Se não pode, então sua Igreja não tem autoridade. Se sua Igreja não tem autoridade, então por que você está lá? A principal diferença entre a Igreja Católica e as outras Igrejas é que a Igreja Católica, e somente a Igreja Católica, tem autoridade…

Eu sugeriria a todos que lessem Números 16: é sobre uma rebelião contra a autoridade de Moisés por parte de Coré e seus seguidores. Moisés fez tudo o que podia para tentar convencer Coré, argumentando que ele estava errado ao fazer isso, e mesmo assim Coré e seus seguidores rejeitaram suas súplicas. Leia o desenlace final da rebelião de Coré em Números 16,30-35. Não é nada bonito, mas Coré não ouviu a Moisés, que era o homem na terra a quem DEUS tinha escolhido para conduzir Seu povo.

Agora leia sobre Martinho Lutero e sua rebelião contra a autoridade da Igreja Católica e você verá que a história de Números 16 se repete. Agora leia Números 16 novamente, mas desta vez substitua o nome de Coré pelo nome do fundador da sua igreja e o nome de Moisés pelo nome do Papa. Aqueles que não aproveitam nada da história estão fadados a repetir seus erros.

“Nada há de novo debaixo do sol, e nenhum homem pode dizer: Eis que isso é novo; pois já existia em tempos passados.” (Eclesiastes 1,10).

Você já leu o Salmo 127,1? “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a constroem.”

Agora mostre-me o versículo da Bíblia que dá autoridade a alguma criatura humana de fundar outra igreja além da ÚNICA IGREJA que Jesus Cristo fundou…

Mostre-me o versículo (s) que autoriza alguém a simplesmente erguer uma Bíblia e proclamar: “Esta é a minha autoridade”.

 
 
 
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