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Fase experimental a partir de 15 de abril

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 27 de março de 2007 (ZENIT.org).- O Centro Televisivo Vaticano lançará a televisão em alta definição, segundo explicou seu diretor, o Pe. Federico Lombardi S.J., em uma coletiva de imprensa nesta manhã, na sede da «Rádio Vaticano».

A primeira missa ao vivo desde o Centro Televisivo Vaticano, em alta definição, será transmitida a partir de 15 de abril, por ocasião dos 80 anos de Bento XVI, e será presidida pelo próprio Papa.

O padre Lombardi explicou que o uso desse novo padrão televisivo quer «oferecer a máxima qualidade das imagens» e é «uma necessidade de qualidade à que o Centro Televisivo tem de responder».

Durante a apresentação desta nova modalidade de alta definição, informou-se que também começarão a «arquivar os materiais em alta definição para poder oferecê-los a televisões que já transmitem nesta modalidade em alta qualidade, especialmente da Coréia, Japão, Estados Unidos, Alemanha e também Itália», ilustrou o porta-voz vaticano.

Francesco Robatto, da HDH Communications, a empresa que tem a exclusiva para distribuir o material do Centro Televisivo Vaticano, acrescentou que a decisão do Vaticano de lançar-se à alta qualidade é «boa e oportuna», em um momento no qual «a televisão sofre a ofensiva da Internet e o passo à alta qualidade é necessário».

Roberto Romolo, responsável administrativo do Centro Televisivo Vaticano, revelou que «paulatinamente as imagens das atividades do Papa e dos acontecimentos mais importantes serão realizadas pelo Centro Televisivo Vaticano em alta definição».

Na apresentação, recordou-se que tecnicamente a «High Definition Television» (HDTV) será o padrão que dentro de poucos anos substituirá as atuais transmissões televisivas.

O Centro Televisivo Vaticano, nascido em 1983 para gravar a atividade do Papa, é o ponto de referência atual das agências e canais de televisão para obter as imagens do Santo Padre. Conta com um arquivo de 7.000 horas de imagens, em particular sobre João Paulo II e Bento XVI.

 
 
 

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 1 de janeiro de 2006 (ZENIT.org).- A Igreja católica é contrária à pena de morte, ainda que o condenado seja culpado de graves delitos.

Foi assim que recordou à imprensa, no sábado passado, o diretor da Sala de Informação da Santa Sé, padre Federico Lombardi, S.J.

Nesse dia o ex-presidente do Iraque, Saddam Hussein, morreu enforcado na sede dos serviços militares iraquianos no bairro Qadumiya, em Bagdá.

«Uma execução capital é sempre uma notícia trágica, motivo de tristeza, ainda que se trate de uma pessoa que é culpada de graves delitos», expressa a declaração do padre Lombardi.

«A postura da Igreja católica – contrária à pena de morte – foi sublinhada várias vezes. Matar o culpado não é o caminho para reconstruiu a justiça e reconciliar a sociedade. Inclusive existe o risco de que, ao contrário, se alimente o espírito de vingança e se semeie nova violência», acrescenta.

«Neste tempo obscuro da vida do povo iraquiano não se pode senão desejar que todos os responsáveis realizem verdadeiramente todo esforço para que em uma situação dramática se abram finalmente espirais de reconciliação e de paz», conclui.

 
 
 

Como sinal de respeito pelos crentes do islã

CIDADE DO VATICANO, domingo, 26 de novembro de 2006 (ZENIT.org).- Como sinal de respeito pelos crentes do islã, Bento XVI visitará a Mesquita Azul de Istambul em sua próxima viagem à Turquia, segundo confirmou este domingo o padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé.

O Papa havia manifestado seu desejo de poder visitar uma mesquita durante a viagem que realizará à Turquia de 28 de novembro a 1º de dezembro, segundo já havia confirmado o padre Lombardi esse sábado.

A visita acontecerá na tarde de 30 de novembro, imediatamente depois da visita ao Museu da Santa Sé.

«O programa está cheio de compromissos, mas se conseguiu prever esta visita que será um sinal de respeito e atenção para o islã», declarou o padre Lombardi.

Será o segundo Papa a entrar no recinto de uma mesquita, depois que João Paulo II visitou a Mesquita dos Omeyas em Damasco, em 6 de maio de 2001.

A Mesquita Azul foi construída durante o reinado do décimo quarto sultão otomano, Ahmet I, entre 1603-1617. É a maior mesquita de Istambul.

 
 
 
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