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Comenta as últimas canonizações

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 25 outubro de 2010 (ZENIT.org) – Os santos voltaram a estar na moda, afirma o diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, ao constatar a extraordinária participação nas últimas canonizações presididas por Bento XVI.

O padre Federico Lombardi, S.J., analisa no último número de Octava Dies, semanário do Centro Televisivo Vaticano, a proclamação como santos de Stanislaw Soltys, André Bessette, Cândida Maria de Jesus Cipitria y Barriola, Mary of the Cross MacKillop, Giulia Salzano e Battista Camilla Varano.

Essas canonizações “foram um tanto particulares. Sobretudo dois destes novos santos mobilizaram um interesse muito especial em seus países”. O porta-voz refere-se à australiana Mary MacKillop e ao canadense André Bessette.

“Os outros santos e santas eram italianos, espanhóis e poloneses e, portanto, apesar de sua grandeza, não eram uma novidade absoluta. Mas a Austrália ainda não tinha uma santa e o Canadá tinha uma menor familiaridade com as canonizações”.

“Grupos de milhares de peregrinos enfrentaram viagens muito longas e dispendiosas para estar presentes na Praça de São Pedro; muitos jornalistas e equipes de televisão vieram a Roma para escrever artigos, fazer reportagens, entrevistas, transmissões ao vivo sobre a cerimônia e as outras celebrações”, recorda o padre Lombardi.

“Normalmente os meios de comunicação movem-se quando entendem que há um interesse popular amplo e difundido”, recorda.

“A Igreja propõe solenemente nos santos os modelos de vida cristã, mas o faz reconhecendo aquilo que o povo já entendeu: que certas pessoas encarnam o Evangelho de forma extraordinária, e assim se convertem para aqueles que os descobrem em amigos espirituais, fantásticos guias para chegar ao amor de Deus, à fé, à esperança.”

“Alguns santos são reconhecidos solenemente; a grande maioria não se faz universalmente famosa, mas difunde igualmente ao ser redor esperança e amor. Esta é a face mais bela da Igreja”, afirma.

 
 
 

Comentário do Pe. Federico Lombardi, S.J.

CIDADE DO VATICANO, domingo, 15 de março de 2009 (ZENIT.org).- A carta de Bento XVI enviou na última quinta-feira aos bispos do mundo inteiro, para explicar o levantamento da excomunhão dos bispos ordenados ilegitimamente em 1988 por Dom Marcel Lefebvre, coloca o Evangelho no centro da vida da Igreja, explica seu porta-voz.

O Pe. Federico Lombardi, S.J., diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, analisou este documento, que qualifica de «original, de estilo sucinto e pessoal», no último editorial de Octava Dies, semanário do Centro Televisivo Vaticano, que ele também dirige.

«A ocasião – como se sabe – são as discussões suscitadas pela decisão de levantar a excomunhão dos quatro bispos que haviam sido ordenados por Dom Lefebvre, medida cuja natureza, limite e intenção o Papa explica claramente. Isto é, a busca da unidade também quando é difícil.»

Mas este documento «tem um significado muito mais amplo, porque se torna testemunho firme das prioridades e dos critérios de Bento XVI em seu serviço de governo da Igreja».

O Papa reitera as grandes prioridades do seu pontificado: «conduzir os homens a Deus, ao Deus que se revelou na Bíblia e em Cristo; a unidade dos cristãos e o ecumenismo; o diálogo entre os crentes em Deus, isto é, o diálogo inter-religioso para impulsionar a paz no mundo e a dimensão social da caridade cristã».

«São as prioridades que conhecemos muito bem desde o primeiro discurso de Bento Xvi na Capela Sistina. Prioridades que ele traduziu fielmente na prática de cada dia, com suas palavras e obras.»

«Além disso, o Papa destaca com firmeza o critério que guia o seu governo e o espírito que o anima.»

«É o Evangelho, a lei nova em Cristo. Se ele se empenha e se expõe em um caminho de reconciliação que suscita tantas resistências, é porque o Senhor nos disse que se o nosso ‘irmão tem algo contra nós’, devemos deixar a oferta diante do altar e ir antes reconciliar-nos com ele.»

«E o Evangelho deve ser levado a sério – conclui o porta-voz. O mandamento do amor é exigente. Damos graças ao Papa por ter testemunhado, mais uma vez, com tanta eficácia à Igreja e ao mundo que Deus está em primeiro lugar e que o melhor caminho para ir a Ele é o Evangelho de Jesus.»

 
 
 

Fase experimental a partir de 15 de abril

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 27 de março de 2007 (ZENIT.org).- O Centro Televisivo Vaticano lançará a televisão em alta definição, segundo explicou seu diretor, o Pe. Federico Lombardi S.J., em uma coletiva de imprensa nesta manhã, na sede da «Rádio Vaticano».

A primeira missa ao vivo desde o Centro Televisivo Vaticano, em alta definição, será transmitida a partir de 15 de abril, por ocasião dos 80 anos de Bento XVI, e será presidida pelo próprio Papa.

O padre Lombardi explicou que o uso desse novo padrão televisivo quer «oferecer a máxima qualidade das imagens» e é «uma necessidade de qualidade à que o Centro Televisivo tem de responder».

Durante a apresentação desta nova modalidade de alta definição, informou-se que também começarão a «arquivar os materiais em alta definição para poder oferecê-los a televisões que já transmitem nesta modalidade em alta qualidade, especialmente da Coréia, Japão, Estados Unidos, Alemanha e também Itália», ilustrou o porta-voz vaticano.

Francesco Robatto, da HDH Communications, a empresa que tem a exclusiva para distribuir o material do Centro Televisivo Vaticano, acrescentou que a decisão do Vaticano de lançar-se à alta qualidade é «boa e oportuna», em um momento no qual «a televisão sofre a ofensiva da Internet e o passo à alta qualidade é necessário».

Roberto Romolo, responsável administrativo do Centro Televisivo Vaticano, revelou que «paulatinamente as imagens das atividades do Papa e dos acontecimentos mais importantes serão realizadas pelo Centro Televisivo Vaticano em alta definição».

Na apresentação, recordou-se que tecnicamente a «High Definition Television» (HDTV) será o padrão que dentro de poucos anos substituirá as atuais transmissões televisivas.

O Centro Televisivo Vaticano, nascido em 1983 para gravar a atividade do Papa, é o ponto de referência atual das agências e canais de televisão para obter as imagens do Santo Padre. Conta com um arquivo de 7.000 horas de imagens, em particular sobre João Paulo II e Bento XVI.

 
 
 
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