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Por This Rock Magazine – Maio/1990 Tradução: Carlos Martins Nabeto Fonte: Catholic Answers – http://www.catholic.com

– A Bíblia ensina a reencarnação? (Anônimo)

Não. A Bíblia ensina que “está determinado que os homens morram uma só vez, e depois vem o julgamento” (Hebreus 9,27). Não há absolutamente qualquer evidência bíblica em favor da reencarnação. Às vezes, algumas pessoas tentam encontrar suporte bíblico para a reencarnação nas palavras de Cristo acerca de João Batista. Em Mateus 17,12, Cristo diz: “E eu vos digo mais: Elias já veio, e não o reconheceram. Pelo contrário, fizeram com ele tudo o que quiseram. Assim também o Filho do Homem será maltratado por eles” (Mateus 17,12). Jesus está aqui dizendo que João era a reencarnação de Elias? Não! E por uma simples razão: conforme 2Reis 2,9-18, Elias foi levado em corpo para o céu sem experimentar a morte. Com efeito, ele não era candidato a reencarnar porque permanecia em sua encarnação original. Ademais, em Mateus 17,1-8, Moisés e Elias aparecem a Cristo e a alguns de seus discípulos durante o episódio da Transfiguração. Isto ocorre após João Batista ter sido executado por Herodes Antipas. Por que, então, Moisés e Elias é que aparecem a Cristo e seus discípulos e não, ao contrário, Moisés e João Batista? Mas se Cristo não quis dizer que João Batista era a reencarnação de Elias, o que, então, queria dizer? Jesus está falando figurativamente em Mateus 17,12. Ele está comparando o ministério profético de João no Novo Testamento ao de Elias no Antigo Testamento. De forma similar, Lucas 1,17 diz que João “caminhará à frente dele [o Senhor], com o espírito e o poder de Elias”. Portanto, não há base bíblica para a reencarnação. Um pessoa que acredita na reencarnação está diante da opção entre crer em “outras fontes de verdade religiosa” ou crer no testemunho bíblico. Aceitar a primeira opção implica necessariamente em rejeitar a segunda.
 
 
 

Por Catholic Answers – http://www.catholic.com Tradução: Carlos Martins Nabeto Fonte: Revista “This Rock” – novembro/1990

– Como Pedro pode ser a pedra mencionada em Mateus 16,18 quando Paulo, em 1Coríntios 10,4, diz que a pedra era Cristo? (Anônimo)

Apenas porque um símbolo é usado de uma forma particular em uma passagem não significa que ele não possa ser usado diferentemente em outra. Abraão é chamado “pedra” em Isaías 51,1, mas em 1Coríntios 10,4, Cristo é a “pedra”. Jesus diz que Ele mesmo é “a luz do mundo” (João 8,12), mas no Sermão da Montanha Ele usa a mesma imagem para indicar os seus discípulos (Mateus 5,14).

Em 1Coríntios 3,11, Paulo diz: “Ninguém pode colocar outro fundamento diferente daquele que já está colocado: Jesus Cristo”. Mas em Efésios 2,19-20, Paulo diz que a Casa de Deus, a Igreja, foi construída sobre “o fundamento dos Apóstolos e dos Profetas, com o próprio Cristo Jesus como pedra angular”.

Em João 10,11, Jesus chama a si mesmo de “Bom Pastor”, mas no final do Evangelho de João Ele confia a Pedro o Seu rebanho, implicando que Pedro também é Pastor (João 21,15-17). O mesmo vale para Atos 20,28, onde Paulo, dirigindo-se aos líderes da Igreja de Éfeso, pede que pastoreiem o rebanho de Deus.

O princípio que ocorre em cada uma dessas passagens permite que outras pessoas compartilhem da obra de Cristo de uma maneira particular. Cristo é o fundamento primário da Igreja, porém os Apóstolos compartilham disto; Jesus é o Pastor da Igreja, mas os Apóstolos e seus sucessores também são pastores de um modo secundário (Efésios 4,11; 1Pedro 5,2-4).

Assim, o fato de Jesus ter constituído Pedro como a pedra terrestre sobre a qual a Igreja seria fundada não contradiz o fato de que Cristo é a derradeira Pedra celestial. A solidez da “pedra” de Pedro é dependente do fundamento de Cristo; mas esta dependência não torna a solidez de Pedro menos real. Na verdade, torna esta regra – a de que Pedro é pedra – totalmente mais segura.

 
 
 

Catolicismo não pode se diluir num discurso genérico, diz cardeal

SÃO PAULO, quarta-feira, 16 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- O arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, convida os fiéis a praticarem as obras típicas da fé católica, evitando assim que o catolicismo fique diluído num discurso genérico.

Dom Odilo recorda –em artigo desta semana no jornal O São Paulo— que os muçulmanos “estão na conclusão do mês do jejum sagrado (Ramadã), durante o qual praticam o jejum, rezam com mais intensidade, vão às mesquitas ouvir as pregações e realizam outras atividades religiosas”.

“Algo semelhante àquilo que os católicos são convidados a fazer durante a Quaresma… Isso nos questiona, se nós também realizamos as obras da fé típicas da fé católica, e não apenas durante a quaresma, mas habitualmente?”, questiona.

O arcebispo considera que algumas práticas da fé católica “precisam ser recuperadas, se não queremos que o catolicismo fique diluído num discurso genérico, talvez até bonito”.

Como exemplo, cita a santificação do domingo e a missa dominical. “Indo à igreja, damos testemunho público de nossa fé em Deus, alimentamos a vida cristã na oração, na escuta da Palavra de Deus e na Eucaristia e nos animamos para a vivência da esperança e da caridade. Mas também o exercício diário da oração, como é ensinado pela Igreja e de acordo com as devoções católicas. E ler a Bíblia, Palavra de Deus, com o interesse de quem quer ouvir Deus”.

Segundo o cardeal, “a fé católica, sem a caridade, não é autêntica”; por isso, “ela precisa ser traduzida nas práticas cotidianas de caridade para com o próximo”. “A esmola, a ajuda concreta aos necessitados, o alívio das dores de quem sofre, o empenho pela justiça social e a defesa da dignidade da pessoa e de seus direitos, tudo isso são expressões concretas da fé, que opera pela caridade”.

“A Igreja recomenda, de maneira sábia, a prática das obras de misericórdia, que dão um caráter concreto à nossa fé: dar de comer a quem tem fome; dar de beber a quem tem sede; vestir quem está sem roupa; abrigar os que não têm teto; visitar os doentes e os presos, consolar os aflitos, sepultar os mortos…”

“Ainda recordamos essas coisas, ou achamos que são atitudes ‘assistencialistas’ e, com isso, nos damos por justificados?”, pergunta Dom Odilo. “Mas essas são justamente as obras cobradas no capítulo 25 de S. Mateus, na cena do grande julgamento final, quando Jesus dirá: ‘foi a mim que o fizestes… ou não o fizestes'”. “Por falar nisso –prossegue o arcebispo–, quando foi a última vez que dei uma esmola a alguém? Ou visitei um doente? Um preso? Quando foi que socorri alguém necessitado?”

 
 
 
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