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Luis Dufaur

Milhares de fiéis e religiosos poloneses assistiram em Swiebodzin, à consagração da maior estátua de Jesus Cristo do mundo.

O monumento supera os 52 metros de altura e foi doado pelos 21 mil habitantes da cidade. “O monumento é um sinal visível da fé em Cristo”, disse o bispo Stefan Regmunt, um dos consagrantes.

A estátua ‒ mais alta que o Cristo Redentor do Rio de Janeiro ‒ pode ser vista desde a rodovia Varsóvia – Berlim e a vários quilômetros de distância.

A ofensiva laicista contra a ostensão pública dos símbolos mais caros do cristianismo estrebuchou.

Eles não tinham, é claro, um PNDH-3 para pretextar contra o monumento religioso e para tentar interditá-lo pelo fato de estar em local público.

Grupelhos “católicos-progressistas” procuraram pretextos na “humildade evangélica” para sabotar a obra.

Mas, a imensa maioria do povo polonês é sinceramente católica e repeliu a ofensiva laicista-”progressista”.

E é o que bem poderá acontecer no Brasil se a ofensiva do PNDH-3 tenta alvejar os monumentos religiosos no País.

 
 
 

VATICANO, 14 Jun. 06 (ACI) .- Milhares de fiéis estavam nesta manhã na Praça de São Pedro e participaram da Audiência Geral com o Papa Bento XVI, quem em sua catequese titulada “André o Protoclito” destacou que nossas cruzes só tomam sentido quando são consideradas e acolhidas como parte da cruz de Cristo. Ao iniciar sua catequese sobre o irmão de Pedro, o Apóstolo André, o Pontífice fez notar como “a primeira característica que chama a atenção em André é o nome: não é hebreu, como se esperava, mas sim grego, sinal não gratuito de uma certa abertura cultural de sua família“.

Fez também referência a André enquanto discípulo de Batista e indicou como isto “nos mostra que era um homem que procurava, que compartilhava a esperança de Israel, que queria conhecer mais de perto a palavra do Senhor, a realidade do Senhor presente. Era verdadeiramente um homem de fé e de esperança”.

Deste modo explicou que André é honrado pela liturgia Bizantina como o Protóklitos já que foi “o primeiro dos Apóstolos a ser chamado a seguir a Jesus”.

Seguidamente recordou três episódios evangélicos onde podemos conhecer mais deste homem: “a primeira é aquela da multiplicação dos pães na Galileia. Merece ser destacado o realismo de André”.

Sobre a segunda ocasião recordou que o Senhor, diante de uma pergunta do apóstolo, “pronunciou um importante discurso sobre a destruição de Jerusalém, sobre o fim do mundo, convidando seus discípulos a ler com astúcia os sinais dos tempos”.

A terceira iniciativa se dá quando Jesus disse a André e Felipe, e por eles ao mundo grego: “chegou a hora de que seja glorificado o Filho do homem. Em verdade em verdade lhes digo: se o grão de trigo que cai na terra não morre, permanece sozinho; se morrer, dará muito fruto?”.

Mais adiante destacou como “tradições muito antigas vêem em André o apóstolo dos Gregos nos anos que sucederam Pentecostes; fazem-nos saber que durante o resto de sua vida foi anunciador e intérprete de Jesus para o mundo grego”.

Finalmente, citando uma antiga escritura de inícios do século VI titulada Paixão do André, fez ver aos presentes a existência de “uma profundíssima espiritualidade cristã, que vê na Cruz não somente um instrumento de tortura mas sim um meio incomparável de uma plena assimilação ao Redentor, ao grão de trigo caído em terra. Nossas cruzes adquirem valor se são consideradas e acolhidas como parte da cruz de Cristo. Somente desde aquela Cruz também nossos sofrimentos são enobrecidos e adquirem seu verdadeiro sentido”.

Terminada a catequese o Santo Padre leu resumos em vários idiomas, entoou o Pater Noster e deu a Bênção Apostólica.

 
 
 
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