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Roma, 01 Fev. 16 / 01:00 pm (ACI).- Milhares de famílias se manifestaram no último sábado, 30, no “Circo Massimo” em Roma a fim de defender a família ante a intenção dos políticos italianos de aprovar uma lei que equipararia os casais homossexuais ao matrimônio natural homem-mulher. A lei “Cirinnà” pretende a legalização das chamadas “barrigas de aluguel” ou maternidade sub-rogada, assim como a adoção de crianças pelos homossexuais e a ideologia de gênero nas escolas.

O Comitê “Defendamos os nossos filhos” junto a numerosas associações pró-família, movimentos e novas comunidades da Igreja foram os encarregados de reunir dois milhões de pessoas, segundo a organização, contra esta lei.

Durante as últimas semanas, o Presidente da Conferência Episcopal Italiana, Cardeal Angelo Bagnasco, também convidou a participar a fim de mostrar o desacordo com os políticos que querem aprovar esta lei na próxima semana. De fato, o que há algumas semanas era organizado como um encontro de católicos se transformou logo em um evento civil, através do qual outras confissões religiosas e inclusive não crentes também mostraram seu apoio.

O responsável pela organização e liderar o ato foi Massimo Gandolfini, importante médico que luta contra a chamada teoria ou ideologia de gênero há vários anos. “Somos muitíssimos, muitos mais do que pensávamos ser em um princípio”, expressou em um momento do encontro. “Esta praça não está contra ninguém”, mas contra uma lei que “não foi aceita desde a primeira até a última palavra”, destacou.

“Poderíamos fazer uma operação de maquiagem, mas deve ser totalmente eliminada, não trocar algumas palavras, nós dizemos franqueza”, assinalou enquanto as pessoas o aplaudiam.

Segundo o médico, caso permaneçam renegando a família natural “mais as famílias deixaram de existir, somente existiram modelos diversos, e as crianças serão as principais prejudicadas”, explicou.

Em seguida, recordou aos parlamentares que “todos nós nascemos de um pai e uma mãe” e “ não pertencemos a nenhum lobby, mas somos simples e pobres famílias sem ninguém para nos defender”. “Não queremos arrumar guerra com ninguém, apenas defendemos a família”, sublinhou.

Gandolfini ainda recordou “aos que acreditam em Jesus” que “nosso Senhor certamente não nos ensinou a ser violentos com ninguém, mas estamos aqui para reiterar que a dignidade humana deve ser respeitada. Este é uma praça que luta pela beleza da família e não contra as pessoas, mas contra as ideologias”, sublinhou novamente.

A respeito das “barrigas de aluguel”, o principal organizador do evento indicou: “as crianças não podem ser compradas” e logo mencionou que “a Europa renegou suas raízes judeu-cristãs”. “Queremos enviar-lhes uma mensagem: nós seguiremos todas as etapas de aprovação desta lei e veremos quem acolherá nossas indicações, nós nos lembraremos destas pessoas”, advertiu o Dr. Gandolfini aos políticos.

Ao final da sua intervenção, o médico assinalou que “o amor requer a complementaridade entre um homem e uma mulher, e somente através desta união surge a faísca da vida”.

Durante o encontro, aconteceram diferentes intervenções de peritos e testemunhos no palco, no qual estava escrito com letras grandes: “Proibido desmantelar a família”.

Por sua parte o diário oficial do Vaticano, L’Osservatore Romano, qualificou a manifestação de “participação ampla e transversal, expressão de todas as almas da sociedade italiana”.

No último dia 22 de janeiro, o Papa Francisco recebeu em audiência aos membros do Tribunal da Rota Romana, e lhes recordou que ”não pode haver confusão entre a família querida por Deus e outros tipos de união”. Tais palavras também foram recordadas neste sábado durante a manifestação.

 
 
 
Centenas de milhares de costa-riquenhos marcharam a favor da vida humana e contra o aborto

SAN JOSÉ, 19 Nov. 13 / 09:22 am (ACI/EWTN Noticias).- As autoridades da Costa Rica estimam que pelo menos 300 mil pessoas participaram no dia 17 de novembro na Marcha pela Vida, com a qual os defensores do direito à vida atenderam o pedido de Aborto Zero das organizações Direito a Viver e HazteOír na Espanha.

A convocatória foi realizada pelos Bispos do país que, ademais, ofereceram o dom da Indulgência Plenária para aqueles que participassem na manifestação a favor da vida e contra o aborto.

Em declarações ao Grupo ACI, o Presidente da Associação Pela Vida na Costa Rica, Luis Fernando Calvo, assegurou que “graças à Caminhada pela Vida e pela Família, convocada pelo plenário dos Bispos da Conferência Episcopal da Costa Rica, vemos que a Costa Rica continua sendo uma nação amante da vida, de traços e identidade católica, com uma marca pró-vida, preocupada com a proteção dos inocentes e pelo futuro da família”.

“Mais de 300 mil pessoas estivemos presentes, segundo dados oficiais, atendendo o chamado dos Senhores Bispos para celebrar o dom da vida, o Evangelho da Vida”, assegurou.

Durante a celebração da caminhada pela vida, indicou Calvo, “não houve gritos nem ordens difamatórias, desrespeito ou discriminação por parte dos participantes”.

“Houve acima de tudo respeito, alegria e celebração”, disse, assinalando que “famílias, movimentos e grupos eclesiais, paróquias, clérigos, religiosas, cristãos de outras denominações, enchemos a principal avenida do país, de extremo a extremo, para dizer que queremos que na Costa Rica a sociedade do futuro se construa a partir do respeito ao direito à vida de todo ser humano, e à família natural, fundada pelo homem e pela mulher, abertos ao dom da VIDA, ao dom de Deus”.

Luis Fernando Calvo indicou que “como representante de uma associação da sociedade civil de cara às próximas eleições presidenciais, em fevereiro de 2014, vejo com particular importância o fato da caminhada não ter sido utilizada pelos candidatos presidenciais para promover sua imagem ou propostas”.

Mas, além disso, destaco que com esta marcha “se enviou uma mensagem muito clara, de que queremos que na Costa Rica se governe a favor da vida e da família natural”.

O Presidente da Associação Pela Vida pediu também, “junto com os senhores Bispos, que os candidatos presidenciais opinem abertamente sobre temas como o aborto, fertilização in-vitro, uniões entre pessoas do mesmo sexo, liberdade religiosa, entre outros”.

 
 
 

Em 2010, morreram 66.323 mulheres em idade fértil, por TODAS AS CAUSAS, de acordo com o DATASUS – a fonte oficial de dados da saúde, no Brasil. Apesar disso, a ONU cobra o Brasil por óbitos ANUAIS de 200 mil mulheres em decorrência de abortos de risco.

Vamos lá! Somando todas as causa de morte de mulheres em idade fértil, em 2010, temos o registro do óbito de 66 MIL mulheres (somando tudo que leva à morte). Ok? Então… Que 200 mil mulheres mortas são essas que os peritos da ONU encontraram no Brasil em um único ano? 200 mil mulheres mortas SOMENTE por causa do aborto!!

COMO? Não se sabe.

O blog Contra o Aborto publicou a seguinte tabela do DATASUS sobre óbitos maternos:


“De 1996 a 2007, a média é de 10 mortes maternas anuais. Milhares? Nem perto disto…”, conta o blog do William Murat. Ele lembra que mesmo que o número de mortes de mulheres por causa de “abortos de risco” fosse verdadeiro – e não é!!! -, ainda assim seria impossível ignorar que a cada aborto “bem feito” o que é eliminado é sempre uma vida humana.

 
 
 
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