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Centenas de milhares de costa-riquenhos marcharam a favor da vida humana e contra o aborto

SAN JOSÉ, 19 Nov. 13 / 09:22 am (ACI/EWTN Noticias).- As autoridades da Costa Rica estimam que pelo menos 300 mil pessoas participaram no dia 17 de novembro na Marcha pela Vida, com a qual os defensores do direito à vida atenderam o pedido de Aborto Zero das organizações Direito a Viver e HazteOír na Espanha.

A convocatória foi realizada pelos Bispos do país que, ademais, ofereceram o dom da Indulgência Plenária para aqueles que participassem na manifestação a favor da vida e contra o aborto.

Em declarações ao Grupo ACI, o Presidente da Associação Pela Vida na Costa Rica, Luis Fernando Calvo, assegurou que “graças à Caminhada pela Vida e pela Família, convocada pelo plenário dos Bispos da Conferência Episcopal da Costa Rica, vemos que a Costa Rica continua sendo uma nação amante da vida, de traços e identidade católica, com uma marca pró-vida, preocupada com a proteção dos inocentes e pelo futuro da família”.

“Mais de 300 mil pessoas estivemos presentes, segundo dados oficiais, atendendo o chamado dos Senhores Bispos para celebrar o dom da vida, o Evangelho da Vida”, assegurou.

Durante a celebração da caminhada pela vida, indicou Calvo, “não houve gritos nem ordens difamatórias, desrespeito ou discriminação por parte dos participantes”.

“Houve acima de tudo respeito, alegria e celebração”, disse, assinalando que “famílias, movimentos e grupos eclesiais, paróquias, clérigos, religiosas, cristãos de outras denominações, enchemos a principal avenida do país, de extremo a extremo, para dizer que queremos que na Costa Rica a sociedade do futuro se construa a partir do respeito ao direito à vida de todo ser humano, e à família natural, fundada pelo homem e pela mulher, abertos ao dom da VIDA, ao dom de Deus”.

Luis Fernando Calvo indicou que “como representante de uma associação da sociedade civil de cara às próximas eleições presidenciais, em fevereiro de 2014, vejo com particular importância o fato da caminhada não ter sido utilizada pelos candidatos presidenciais para promover sua imagem ou propostas”.

Mas, além disso, destaco que com esta marcha “se enviou uma mensagem muito clara, de que queremos que na Costa Rica se governe a favor da vida e da família natural”.

O Presidente da Associação Pela Vida pediu também, “junto com os senhores Bispos, que os candidatos presidenciais opinem abertamente sobre temas como o aborto, fertilização in-vitro, uniões entre pessoas do mesmo sexo, liberdade religiosa, entre outros”.

 
 
 

PARIS, 20 Nov. 12 / 01:19 pm (ACI/EWTN Noticias).- Uma maré humana de 250 mil pessoas saiu às ruas na França para expressar seu apoio ao autênticomatrimônio, formado por um homem e uma mulher, e manifestar seu rechaço ao projeto de uniões gay que atualmente está em debate nesse país.

As centenas de milhares de franceses que saíram às ruas de Paris, Toulouse (10 mil), Lyon (27 mil), Marselle (8 mil), Nantes (4 500) e Rennes (2 500) entre outras cidades francesas como Metz, Dijon e Bordeaux, expressaram seu absoluto rechaço à proposta do presidente da França, François Hollande, de equiparar as uniões gay ao matrimônio.

A jornada em defesa do matrimônio e da família realizou-se no sábado 17 de novembro. Pessoas de distintos credos e sem distinção de afinidade política, levando balões azul, branco e rosa, reuniram-se para recordar que as criançastêm direito a ter um pai e uma mãe.

Entre os distintos lemas que observados nos cartazes estiveram: “Não há nada melhor para uma criança que ter pai e mãe”, “Nem progenitor A nem B: pai e mãe são iguais e complementares”, “As crianças nascem com direito a pai e mãe”, “Não ao projeto do matrimônio gay”, entre outros.

Uma das manifestantes, que participou da marcha em Paris, ressaltou que “o matrimônio é a união entre um homem e uma mulher. Essa é a base da sociedade”.

Em Lyon marcharam juntos o Arcebispo local, Cardeal Philippe Barbarin, e o reitor da mesquita muçulmana da cidade, Kamel Kabtane, que assinalou: “compartilhamos os mesmos valores fundamentais e devemos defendê-los juntos”.

Nesta cidade os que apóiam o mal chamado “matrimônio” gay organizaram uma violenta contra-manifestação que teve que ser controlada pela polícia, que prendeu 50 pessoas identificadas como simpatizantes de organizações pró-gay.

Também umas poucas ativistas do grupo feminista “Fem” tentaram opacar a manifestação a favor do matrimônio. Marcharam seminuas, com véus à maneira de religiosas católicas e com mensagens contrárias à Igreja pintados sobre o tórax.

O presidente François Hollande prometeu em sua campanha eleitoral apoiar o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo e no dia 7 de novembro apresentou o polêmico projeto ante o conselho de ministros, que ganha cada vez mais oposição por parte do povo da França.

A doutrina católica não aprova o mal chamado “matrimônio” gay porque atenta contra a natureza, sentido e significado do verdadeiro matrimônio, constituído pela união entre um homem e uma mulher, sobre a qual se forma a família.

A Santa Sé e os bispos em diversos países do mundo denunciaram que as legislações que pretendem apresentar “modelos alternativos” de vida familiar e conjugal atentam contra a célula fundamental da sociedade.

 
 
 

MADRI, 08 Mar. 10 / 03:41 pm (

ACI).- Quase um milhão de espanhóis saíram este domingo às ruas das diversas cidades do país para defender o direito do não nascido e para exigir ao governo socialista de Rodríguez Zapatero a derrogação da “Lei de Saúde Sexual e Reprodutiva e da Interrupção Voluntária da Gravidez”, a lei do aborto aprovada pelo Senado e finalmente assinada pelo Rei Juan Carlos.

302 Associações pró-vida convocaram a imponente “Marcha Internacional pela Vida 2010” celebrada simultaneamente na maior parte das capitais de províncias da Espanha.

A mais importante das manifestações teve lugar sem dúvida em Madrid, onde mais de 600.000 pessoas, muitas delas famílias inteiras, marcharam entre a Plaza Cibeles e a Porta do Sol com camisetas vermelhas, globos e cartazes. O ato em Madrid concluiu com a leitura, pela jornalista Sonsoles Calavera, do manifesto que exige a derrogação da nova Lei de Saúde Sexual e Reprodutiva e Interrupção Voluntária da Gravidez.

Outras 10.000 pessoas se concentram em Castilla e León, em um clima pacífico e familiar, para protestar contra a recente aprovação na Espanha da lei do aborto mais permissiva da Europa. A mobilização mais numerosa da província teve lugar em Burgos, onde se reuniram 5.000 pessoas, seguida de Soria, com 1.500.

Em Sevilha, ao sul do país, mais de 7,000 manifestantes convocados por todas as irmandades e confrarias de Sevilha se concentraram este domingo em Sevilha para a “III Marcha pela Vida” local, para defender os direitos da mulher grávida e dos não-nascidos e exigir a derrogação da “Lei Orgânica de Saúde Sexual e Reprodutiva e da Interrupção Voluntária da Gravidez”.

Outras 5.000 partiram nas principais cidades da Galícia (La Coruña, Vigo, Pontevedra e Ferrol), enquanto que Barcelona foi cenário da concentração para reivindicar a defesa do direito à vida das crianças não nascidas e rechaçar a nova Lei do aborto.

Mais de 3.000 pessoas encheram a praça Bonanova e seus arredores em Barcelona levando numerosos cartazes, pôsteres e globos; enquanto no estrado se alternavam várias intervenções e atuações dirigidas às crianças.

Tania Fernández, da plataforma “Direito a Viver”, recordou em Barcelona que em 8 de março é o Dia Internacional da Mulher e destacou que o aborto é também “violência contra as mulheres grávidas e as meninas que representam mais da metade de abortos que se produzem”.

 
 
 
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