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A empresa bilionária de entretenimento Disney foi criticada por apresentar um casal de “pais gays” no reinício de DuckTales, a popular série dos anos 80 baseada no universo do Pato Donald.

O evento ocorre no primeiro episódio da terceira temporada transmitido na Disney Plus e Disney XD.

O produtor executivo da série, Frank Angones, disse em uma publicação no blog de Tumblr que não fizeram “representações relevantes de LGBTQ [NdR: lésbicas, gays, bissexuais ou transgêneros ou queer]” na Disney e que têm “alguns temas e ideias que estão surgindo que tratam sobre narrativas relevantes para o LGBTQ ”para o futuro.

Também lamentou não ter dado aos “pais de Violet” um papel mais proeminente.

One Million Moms, um site fundado por American Family Association (AFA) com o objetivo de mobilizar os pais para “impedir a exploração de crianças” pelos meios de comunicação, está pedindo um boicote à Disney até que DuckTales retire o casal de pais homossexuais. A carta foi assinada por aproximadamente 10 mil pessoas.

“Advertência! DuckTales não é o mesmo desenho animado que os pais cresceram assistindo. Os pais compartilham o mesmo sobrenome e ambos usam camisetas com a frase ‘Estou com papai’ na frente e que têm flechas que apontam uma para a outra. Não há como negar seu relacionamento romântico. É extremamente evidente que são um casal”, escreveu a diretora do One Million Moms, Monica Cole, em um e-mail para seus seguidores na sexta-feira, 17 de abril.

“É evidente que esse produtor em particular” quis “doutrinar as crianças, expondo-as a relacionamentos homossexuais através de uma fachada de normalidade. Se alguém ainda tiver alguma dúvida sobre a posição da Disney sobre esse assunto polêmico, espero que isso deixe claro que existe uma agenda LGBTQ que estão forçando em audiências jovens”, alertou.

Cole disse que “não concordo com a agenda LGBTQ que está sendo imposta às famílias e às crianças na série de reinício do DuckTales. Minha família não assistirá DuckTales nem apoiará sua empresa enquanto a rede se desvie do entretenimento familiar. Incentivarei meus amigos a fazerem o mesmo”.

O blog One Angry Gamer também declarou que “não se pode negar que realmente existe uma agenda gay para inculcar nas crianças o conteúdo LGBTQIA+”.

 
 
 

A empresa bilionária de entretenimento Disney foi criticada por apresentar um casal de “pais gays” no reinício de DuckTales, a popular série dos anos 80 baseada no universo do Pato Donald.

O evento ocorre no primeiro episódio da terceira temporada transmitido na Disney Plus e Disney XD.

O produtor executivo da série, Frank Angones, disse em uma publicação no blog de Tumblr que não fizeram “representações relevantes de LGBTQ [NdR: lésbicas, gays, bissexuais ou transgêneros ou queer]” na Disney e que têm “alguns temas e ideias que estão surgindo que tratam sobre narrativas relevantes para o LGBTQ ”para o futuro.

Também lamentou não ter dado aos “pais de Violet” um papel mais proeminente.

One Million Moms, um site fundado por American Family Association (AFA) com o objetivo de mobilizar os pais para “impedir a exploração de crianças” pelos meios de comunicação, está pedindo um boicote à Disney até que DuckTales retire o casal de pais homossexuais. A carta foi assinada por aproximadamente 10 mil pessoas.

“Advertência! DuckTales não é o mesmo desenho animado que os pais cresceram assistindo. Os pais compartilham o mesmo sobrenome e ambos usam camisetas com a frase ‘Estou com papai’ na frente e que têm flechas que apontam uma para a outra. Não há como negar seu relacionamento romântico. É extremamente evidente que são um casal”, escreveu a diretora do One Million Moms, Monica Cole, em um e-mail para seus seguidores na sexta-feira, 17 de abril.

“É evidente que esse produtor em particular” quis “doutrinar as crianças, expondo-as a relacionamentos homossexuais através de uma fachada de normalidade. Se alguém ainda tiver alguma dúvida sobre a posição da Disney sobre esse assunto polêmico, espero que isso deixe claro que existe uma agenda LGBTQ que estão forçando em audiências jovens”, alertou.

Cole disse que “não concordo com a agenda LGBTQ que está sendo imposta às famílias e às crianças na série de reinício do DuckTales. Minha família não assistirá DuckTales nem apoiará sua empresa enquanto a rede se desvie do entretenimento familiar. Incentivarei meus amigos a fazerem o mesmo”.

O blog One Angry Gamer também declarou que “não se pode negar que realmente existe uma agenda gay para inculcar nas crianças o conteúdo LGBTQIA+”.

 
 
 

Por Pe. Françoá Costa

Pode parecer brincadeira o que irei falar, mas percebo-o no interior da Igreja: um rapaz homossexual não pode ser padre porque lhe falta paternidade. Efetivamente, todo sacerdote, antes de sê-lo deve ter o dom natural da paternidade desenvolvido. Para ver se o tem, bastaria observar se quando ele vê os pais biológicos com os seus filhinhos, tal cena lhes parece verdadeiramente desejável e enternecedora. A Igreja chama isso de coração de pastor e ensina que os padres devem ser bons pastores do rebanho do Senhor. Sendo assim, um rapaz deformado na sua sexualidade não pode ter desenvolvido o sentido da paternidade e, por isso, não pode ser pai para as almas. Vejo que, frequentemente, é exatamente o que está faltando no interior da Igreja, pais, como os nossos antigos padres (pais) da Igreja, que eram sejam firmes e cheios de carinho para com as ovelhas do rebanho de Jesus Cristo, santamente intransigentes no que se refere à Fé Católica e igualmente santamente transigentes para com os assuntos opináveis e no acompanhamento das almas que realmente estão fazendo o seu caminho rumo ao céu.

Muitas pessoas poderiam aduzir que esse motivo é muito fraco, que existem razões melhores para combater a homossexualidade entre candidatos ao sacerdócio, que na essência o que os impede de serem padres é que alguns deles vão acabar cometendo pedofilia ou que vão envergonhar a Igreja com seus atos escandalosos e… coisas do tipo! Eu entendo toda essa argumentação e, no entanto, a paternidade parece-me um argumento que engloba, de alguma maneira, todos os outros argumentos favoráveis à ordenação sacerdotal apenas daqueles rapazes que são verdadeiramente homens e que, portanto, ficam babando quando veem um pai brincando com seus filhos ou atento à sua esposa ou trabalhando sacrificadamente para prover sua família. Esses padres que amam a paternidade não ficarão gastando dinheiro à toa porque se sentirão responsáveis pelos seus filhos espirituais e pelas obras que materialmente serão bases para o apostolado da Igreja, não se entregarão aos vícios carnais porque seriam incapazes de defraudar a confiança de filhos e filhas que o olham com respeito e veneração, não deixarão suas tarefas ministeriais se atrasarem porque sabem que elas alimentam os seus filhos. Enfim, um sacerdote que se considera pai espiritual para as almas imortais não tardará muito a ser um novo “cura de Ars”.

 
 
 
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