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Lembrou o cardeal Bagnasco de Gênova em um congresso

Se a liturgia é teologia de vida, você precisa crescer nesta rotina “de acordo com o espírito e as normas de uma celebração correta” e “pensar que o personagem principal da liturgia não é o homem, mas Cristo”. Foi a mensagem do Cardeal Angelo Bagnasco, arcebispo de Gênova e presidente da CEI, concluindo esta manhã na Sala Quadrivium o trabalho da conferência em memória de Dom Ruggero De Mutta, que morreu de repente há um ano e autêntico “especialista” da liturgia, tendo conduzido há mais de 16 anos o escritório diocesano.

Bagnasco interveio após o relatório do Bispo Alceste Catella, bispo de Casale Monferrato e presidente da Comissão Litúrgica da Conferência Episcopal, que dedicou grande parte de seu discurso ao Movimento Litúrgico genovês que teve muitos expoentes ilustres e de De Mutta foi um representante valioso.

“Invocar o espírito celebrativo da liturgia é muito importante e eu tenho que dizer que nos últimos anos estamos testemunhando uma recuperação neste sentido”, disse, à margem, o cardeal genôves citando o trabalho feito, nesse sentido, pelo Papa Bento XVI e também enfatinzado como tudo isso é feito de forma harmoniosa, bem como no mesmo discurso hoje feito por Angelo Bagnasco foi absolutamente desprovido de qualquer polêmica contra certas distorções advindas da renovação que floresceu no Concílio Vaticano II.

Fonte: Vatican Insider, 24 de abril de 2013.

 
 
 

PARIS, 20 Nov. 12 / 01:19 pm (ACI/EWTN Noticias).- Uma maré humana de 250 mil pessoas saiu às ruas na França para expressar seu apoio ao autênticomatrimônio, formado por um homem e uma mulher, e manifestar seu rechaço ao projeto de uniões gay que atualmente está em debate nesse país.

As centenas de milhares de franceses que saíram às ruas de Paris, Toulouse (10 mil), Lyon (27 mil), Marselle (8 mil), Nantes (4 500) e Rennes (2 500) entre outras cidades francesas como Metz, Dijon e Bordeaux, expressaram seu absoluto rechaço à proposta do presidente da França, François Hollande, de equiparar as uniões gay ao matrimônio.

A jornada em defesa do matrimônio e da família realizou-se no sábado 17 de novembro. Pessoas de distintos credos e sem distinção de afinidade política, levando balões azul, branco e rosa, reuniram-se para recordar que as criançastêm direito a ter um pai e uma mãe.

Entre os distintos lemas que observados nos cartazes estiveram: “Não há nada melhor para uma criança que ter pai e mãe”, “Nem progenitor A nem B: pai e mãe são iguais e complementares”, “As crianças nascem com direito a pai e mãe”, “Não ao projeto do matrimônio gay”, entre outros.

Uma das manifestantes, que participou da marcha em Paris, ressaltou que “o matrimônio é a união entre um homem e uma mulher. Essa é a base da sociedade”.

Em Lyon marcharam juntos o Arcebispo local, Cardeal Philippe Barbarin, e o reitor da mesquita muçulmana da cidade, Kamel Kabtane, que assinalou: “compartilhamos os mesmos valores fundamentais e devemos defendê-los juntos”.

Nesta cidade os que apóiam o mal chamado “matrimônio” gay organizaram uma violenta contra-manifestação que teve que ser controlada pela polícia, que prendeu 50 pessoas identificadas como simpatizantes de organizações pró-gay.

Também umas poucas ativistas do grupo feminista “Fem” tentaram opacar a manifestação a favor do matrimônio. Marcharam seminuas, com véus à maneira de religiosas católicas e com mensagens contrárias à Igreja pintados sobre o tórax.

O presidente François Hollande prometeu em sua campanha eleitoral apoiar o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo e no dia 7 de novembro apresentou o polêmico projeto ante o conselho de ministros, que ganha cada vez mais oposição por parte do povo da França.

A doutrina católica não aprova o mal chamado “matrimônio” gay porque atenta contra a natureza, sentido e significado do verdadeiro matrimônio, constituído pela união entre um homem e uma mulher, sobre a qual se forma a família.

A Santa Sé e os bispos em diversos países do mundo denunciaram que as legislações que pretendem apresentar “modelos alternativos” de vida familiar e conjugal atentam contra a célula fundamental da sociedade.

 
 
 

Existe diferença em dizer “ressurreição dos mortos” e “ressurreição da carne”? De onde provém essas expressões e o que querem dizer exatamente? É o que Padre Paulo Ricardo vai esclarecer nesse Resposta Católica

 
 
 
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