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Participar Santa Missa aos Domingos é um mandamento e não pode ser substituída por orações pessoais: sem ela, não há fé católica. O próprio Jesus foi enfático sobre a necessidade de comungarmos do Seu Corpo e Sangue para termos a Vida em nós.

Durante este período profundamente excepcional de restrições à participação na Santa Missa por causa da pandemia, não faltaram católicos opinando que os sacramentos não são necessários para a nossa vida e salvação eterna, já que eles poderiam ser “substituídos” pelas orações pessoais, pela leitura da Bíblia, pelo acompanhamento de celebrações litúrgicas via televisão ou internet etc.

As palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo, no entanto, são enfáticas:

“Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o Seu sangue, não tereis a vida em vós. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue tem a vida eterna e Eu o ressuscitarei no último dia. Porque a Minha carne é, em verdade, uma comida, e o Meu sangue, em verdade, uma bebida. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue fica em Mim e Eu nele” (Jo 6, 53-56).

Ao comentar estas palavras contundentes, Santo Irineu observou que nós próprios somos feitos de carne e osso: se a nossa carne não é salva, então quer dizer que o Senhor não nos redimiu com o Seu sangue e que o cálice da Eucaristia não é comunhão com o Seu sangue, nem o pão da Eucaristia é comunhão com o Seu corpo.

A Eucaristia nutre e dá substância também à nossa carne e não somente ao nosso espírito, pois somos uma unidade indissociável de corpo e alma, inteiramente remidos por Cristo. A participação na Sua vida de graça abrange, portanto, a nossa totalidade. Nossos corpos, nutridos pela Eucaristia, serão ressuscitados porque o Verbo lhes dá a ressurreição. Ele torna imortal o nosso corpo mortal e incorruptível a nossa carne corruptível. Prescindir da corporeidade da nossa fé é truncar a nossa fé e, portanto, deturpá-la. A plena fé católica exige a Comunhão Eucarística, que não é virtual nem meramente simbólica, mas real, tangível. Jesus Cristo está realmente Vivo e Presente, em Corpo e Sangue, Alma e Divindade, nas formas visíveis e tangíveis da Eucaristia.

O cristianismo sem a Eucaristia se reduz a apenas mais uma entre tantas religiões espiritualistas. A verdadeira fé católica, porém, simplesmente não é possível sem a Santa Missa, porque, sem a Eucaristia, estaria privada do próprio Cristo, que é sua razão de ser.

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Fonte: Aleteia | A partir de texto de Nicola Bux em La Nuova Bussola Quotidiana

 
 
 

Participar Santa Missa aos Domingos é um mandamento e não pode ser substituída por orações pessoais: sem ela, não há fé católica. O próprio Jesus foi enfático sobre a necessidade de comungarmos do Seu Corpo e Sangue para termos a Vida em nós.

Durante este período profundamente excepcional de restrições à participação na Santa Missa por causa da pandemia, não faltaram católicos opinando que os sacramentos não são necessários para a nossa vida e salvação eterna, já que eles poderiam ser “substituídos” pelas orações pessoais, pela leitura da Bíblia, pelo acompanhamento de celebrações litúrgicas via televisão ou internet etc.

As palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo, no entanto, são enfáticas:

“Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o Seu sangue, não tereis a vida em vós. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue tem a vida eterna e Eu o ressuscitarei no último dia. Porque a Minha carne é, em verdade, uma comida, e o Meu sangue, em verdade, uma bebida. Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue fica em Mim e Eu nele” (Jo 6, 53-56).

Ao comentar estas palavras contundentes, Santo Irineu observou que nós próprios somos feitos de carne e osso: se a nossa carne não é salva, então quer dizer que o Senhor não nos redimiu com o Seu sangue e que o cálice da Eucaristia não é comunhão com o Seu sangue, nem o pão da Eucaristia é comunhão com o Seu corpo.

A Eucaristia nutre e dá substância também à nossa carne e não somente ao nosso espírito, pois somos uma unidade indissociável de corpo e alma, inteiramente remidos por Cristo. A participação na Sua vida de graça abrange, portanto, a nossa totalidade. Nossos corpos, nutridos pela Eucaristia, serão ressuscitados porque o Verbo lhes dá a ressurreição. Ele torna imortal o nosso corpo mortal e incorruptível a nossa carne corruptível. Prescindir da corporeidade da nossa fé é truncar a nossa fé e, portanto, deturpá-la. A plena fé católica exige a Comunhão Eucarística, que não é virtual nem meramente simbólica, mas real, tangível. Jesus Cristo está realmente Vivo e Presente, em Corpo e Sangue, Alma e Divindade, nas formas visíveis e tangíveis da Eucaristia.

O cristianismo sem a Eucaristia se reduz a apenas mais uma entre tantas religiões espiritualistas. A verdadeira fé católica, porém, simplesmente não é possível sem a Santa Missa, porque, sem a Eucaristia, estaria privada do próprio Cristo, que é sua razão de ser.

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Fonte: Aleteia | A partir de texto de Nicola Bux em La Nuova Bussola Quotidiana

 
 
 

Editor ChurchPOP – nov 27, 2018

O professor de epidemiologia na Universidade de Harvard, Tyler J. VanderWeele e o especialista em comunicações, John Siniff publicaram recentemente no jornal americano ‘USA Today’ que participar da missa regularmente é “um remédio para melhorar a saúde física e mental”.


O artigo aponta os resultados de um estudo feito por VanderWeele, em que mostra que a participação frequente nos serviços religiosos estava associada com uma taxa significativamente mais baixa de suicídio.

VanderWeele e Siniff assinalaram que a saúde e a religião estão muito ligadas” e, de acordo com o estudo publicado, os adultos que vão à Missa pelo menos uma vez por semana, em comparação com aqueles que nunca vão, apresentam um menor risco de morte na próxima década e meia.

“Os resultados foram replicados em suficientes estudos e populações para ser considerados bastante confiáveis”, asseguraram os pesquisadores.

VanderWeele e Siniff reforçaram que é importante a experiência da fé comunitária, que ir à Igreja é fundamental, não basta apenas uma espiritualidade intimista, privada ou prática solitária. “Algo na participação religiosa comunitária parece ser essencial”, assinalaram.

“A investigação de Harvard e outras indicam que, possivelmente devido a uma mensagem de fé ou esperança”, pessoas que participam da Missa são mais otimistas e têm menores taxas de depressão. “A investigação de Harvard também mostrou que esta participação protege contra o suicídio”.

 
 
 
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