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VATICANO, 14 Jul. 06 (ACI) .- “O comércio livre pode só pode ser chamado de justo quando obedece as exigências da justiça social”, afirma o Pontifício Conselho Justiça e Paz em um comunicado emitido hoje sobre os resultados da Reunião Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), celebrada em Doha (Qatar) em junho passado.

O texto, assinado pelo Cardeal Renato Martino e Dom Giampaolo Crepaldi, Presidente e Secretário respectivamente desse dicastério, lamenta que a reunião tenha concluído deixando em suspense as questões principais, um fato que contrasta com “a intensidade do compromisso demonstrado pelos negociadores e o pessoal da OMC, de concluir Doha com um acordo geral”.

Embora o Pontifício Conselho reconheça a complexidade desse compromisso “devido à dificuldade objetiva de mediar entre tantos estados com interesses diferentes e expectativas“, mas também as esperanças que encerra, pelas que manifesta sua avaliação.

Para a Santa Sé, o tema principal de Doha, “a igualdade nas relações comerciais“, foi, e continua sendo, uma preocupação principal, e cita então as palavras de Paulo VI, que na Populorum progressio afirmava que “o comércio livre pode só pode ser chamado de justo quando obedece às exigências da justiça social”.

O documento destaca a necessidade de retornar ao espírito que inspirou a Rodada de Doha de há cinco anos, quando se chegou a uma declaração conjunta “sobre o desenvolvimento e o alívio da pobreza e ao compromisso específico de melhorar a participação eficaz dos países menos desenvolvidos no sistema comercial multilateral”.

“As semanas que os negociadores têm agora para alcançar um acordo de cara à conclusão positiva e eficaz da Rodada, são uma oportunidade única”, observa o comunicado, manifestando a esperança de que a próxima reunião do G8 que se celebrará em São Petersburgo “desemboque nas decisões políticas necessárias para transformar os pontos técnicos em pontos operativos”.

Para terminar, o texto precisa que “a urgência particular desta tarefa não se pode tomar levianamente, sobretudo tendo em conta as sérias repercussões das relações comerciais nos seres humanos e em sua dignidade. Por isso, nas negociações comerciais deve-se considerar sempre o impacto que estas provocam na família humana”.

 
 
 

O Papa falou na Praça de São Pedro sobre a vida cristã na família. Preparava assim a sua participação no V Encontro Mundial da Família, que se celebra estes dias em Valência (Espanha). Reproduzimos também o telegrama de pêsames que enviou depois de um acidente ferroviário nessa cidade.04 de julho de 2006 Vatican Information Service (VIS)


O Santo Padre recordou que o primeiro encontro ocorreu em 1994 em Roma, por ocasião do Ano Internacional da Família, promovido pelas Nações Unidas. João Paulo II escreveu então a sua conhecida “Carta às famílias” de todo o mundo. Os demais encontros tiveram como palco Rio de Janeiro (1997), Roma (2000), com motivo do Jubileu das Famílias, e Manila (2003).

“É importante que também as famílias de hoje escutem o memorável chamado que João Paulo realizou há 25 anos na exortação apostólica “Familiaris consortio”: “Família, seja cada vez mais o que é!”.

“O tema do próximo encontro de Valência – disse o Papa- é a transmissão da fé na família. É neste compromisso que se inspira o lema de minha visita apostólica a essa cidade: “Família! Viva e transmita a fé!”.

“Em tantas comunidades, hoje secularizadas, o mais urgente – para os que crêem em Cristo – é renovar a fé dos adultos para que possam transmití-la às novas gerações”.

“Por outro lado, o caminho da iniciação cristã das crianças e dos adolescentes pode oferecer, aos pais, a oportunidade para aproximar-se de novo da Igreja e para aprofundar na beleza e na verdade do Evangelho”.

Ao saber do trágico acidente no metrô de Valência, o Papa foi à sua capela para rezar. Depois enviou uma mensagem de pêsames ao Arcebispo e às famílias das vítimas.

O Santo Padre se retirou em oração para a sua capela após saber de um acidente de metrô no qual morreram várias pessoas em Valência.

“A família é um organismo vivo, onde se intercambiam dons reciprocamente”. O importante é que nunca falte a Palavra de Deus, que mantém viva a chama da fé. Com um gesto muito significativo -explicou o Santo Padre -, durante o rito do Batismo o pai ou o padrinho acendem uma vela no grande círio pascal, símbolo de Cristo ressuscitado e depois o celebrante, dirigindo-se aos familiares, diz: “Cuidai de que este menino, iluminado por Cristo, viva sempre como filho da luz”.

“Para que este gesto, que abarca todo o sentido da transmissão da fé na família, seja autêntico – concluiu Bento XVI-, tem que estar precedido e acompanhado pelo compromisso dos pais de aprofundar no conhecimento da própria fé, reavivando a chama com a oração e a prática assídua dos sacramentos da Confissão e da Eucaristia”.

ORAÇÃO PELO ACIDENTE EM VALÊNCIA

O Papa Bento XVI enviou uma mensagem ao arcebispo de Valência, Mons. Agustín García-Gasco, na qual transmite suas condolências às vítimas do acidente no metrô da cidade.

A mensagem, remitida pelo Pontífice através da Secretaria de Estado do Vaticano, diz textualmente o seguinte:

Ao conhecer com profundo pesar a triste notícia do acidente no metrô de Valência, que deixou tantas famílias de luto, ofereço sufrágios pelo eterno descanso dos falecidos e peço ao Senhor que conceda consolo e serenidade a quem chora a perda de seus entes queridos.

Assim mesmo, rogo a Vossa Excelência que transmita meus mais sentidos pêsames aos familiares das vítimas e expresse os sentimentos de minha paterna proximidade espiritual aos numerosos feridos, ao mesmo tempo em que envio a todos, com afeto, a confortante Bênção Apostólica como sinal de fé e esperança em Cristo ressuscitado. Bento PP. XVI”.

Fonte: Opus Dei

 
 
 

Disse o presidente dos bispos espanhóis no Congresso da Família

VALÊNCIA, quinta-feira, 6 de julho de 2006 (ZENIT.org).- «A transmissão da fé é o problema primordial da Igreja na Espanha», afirmou Dom Ricardo Blázquez, presidente da Conferência Episcopal Espanhola, no Congresso Teológico-Pastoral sobre a Família, que se celebra em Valência, no marco do V Encontro Mundial das Famílias.

O Congresso completou nesta quinta-feira sua terceira jornada em meio a uma organização eficiente, facilitada por milhares de voluntários, e uma atitude participativa, fiel e atenta das mais de seis mil pessoas que enchem a enorme sala de conferências.

Dom Ricardo Blázquez abriu a jornada com uma palestra sobre «A transmissão da fé: aspectos teológicos».

«Por natureza, a Igreja e cada fiel cristão, em virtude do batismo, são missionários», afirmou ao início Dom Blázquez, que dividiu sua palestra em três partes: O Evangelho, aquilo que desejamos transmitir; A Igreja recebe, conserva e transmite o Evangelho; Maria e a Igreja, a serviço da Palavra.

«Este dinamismo de Evangelho recebido, conservado e anunciado — acrescentou — é vital para a Igreja; por isso, quando a corrente viva de recepção e transmissão se debilita seriamente, surgem profundas inquietudes. Por isso, é compreensível que vozes autorizadas nos recordem que “a transmissão da fé é a primeira tarefa e o problema primordial da Igreja na Espanha”».

Em sua intervenção, Dom Blázquez foi muito crítico frente às tentativas manipuladoras de confundir os fiéis com notícias como a do evangelho apócrifo de Judas, cuja existência se conhecia desde o século II e portanto não é nenhuma novidade.

Onde encontramos o Jesus autêntico? — perguntou-se o palestrante, para responder que «Jesus confiou seu Evangelho só à Igreja. O Jesus vivo se encontra na Igreja existente ao longo da história e atualmente viva; só ela está em conexão ininterrupta com Jesus Cristo, a quem reconhece como Filho de Deus e Salvador, em quem crê, e a quem ama, segue e anuncia».

E concluiu afirmando que «sem Maria, não poderá surgir Jesus, Luz do mundo, em cada geração e em cada homem».

 
 
 
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