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Chuvas torrenciais no sul do Brasil já deixaram 100 mortos

FLORIANÓPOLIS, sexta-feira, 28 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI expressou seu pesar pela tragédia ambiental no Estado de Santa Catarina (sul do Brasil), onde as fortes chuvas e enchentes afetaram 1,5 milhão de pessoas e deixaram até o momento 100 mortos.

Em telegrama enviado pelo cardeal Tarcisio Bertone ao arcebispo de Florianópolis, Dom Murilo Krieger, ontem, o Papa afirma que tomou conhecimento, «com profundo pesar, das trágicas e lutuosas consequências das chuvas torrenciais destes últimos dias que atingiram o Estado de Santa Catarina».

O pontífice afirma-se «espiritualmente presente nesta hora de dor com as famílias das vítimas e com os milhares de desalojados e desabrigados desta enorme tragédia ambiental».

«Nesta ocasião, ao sufragar os falecidos, Sua Santidade implora de Deus misericordioso a assistência e a consolação para todos os sinistrados e quantos sofrem física e moralmente», afirma o telegrama.

O Papa envia «propiciadora Bênção Apostólica, extensiva ao povo catarinense e aos que se engajaram nas campanhas de solidariedade».

O arcebispo de Florianópolis agradeceu o Papa por sua expressão de solidariedade.

«Para todos nós é confortador saber que o Papa Bento XVI está unido espiritualmente aos que perderam seus entes queridos e aos que sofrem», disse Dom Murilo em nota.

 
 
 

Arcebispo de Florianópolis (Brasil)

FLORIANÓPOLIS, sexta-feira, 23 de junho de 2006 (ZENIT.org).- Publicamos artigo de Dom Murilo S.R. Krieger, scj, arcebispo de Florianópolis (SC), enviado a Zenit pelo arcebispo essa quinta-feira.

* * *

Onde estava Deus?

Algumas semanas atrás, o Papa Bento XVI visitou o campo de concentração de Auschwitz ? símbolo do que de pior produziu o regime nazista. Ali, tendo diante de si inúmeras cruzes, que lembram mortos de várias nacionalidades, fez algumas perguntas que correram o mundo: ?Onde estava Deus naqueles dias? Por que ele silenciava? Como pôde tolerar este excesso de destruição, este triunfo do mal?? As reações foram imediatas, e em vários tons: alguns o ridicularizaram, não entendendo tais perguntas na boca de um papa; outros o condenaram com palavras ácidas; e há os que foram mais objetivos: procuraram ler todo o seu discurso. Descobriram, então, que tratava-se de perguntas que se costuma chamar de ?retóricas?: o orador as lança para despertar o interesse do ouvinte. A partir delas, expõe suas idéias sobre o tema. Os salmistas, no Antigo Testamento, usavam muito esse recurso ? por exemplo: ?Desperta, Senhor, por que dormes? Desperta e não nos rejeiteis para sempre. Por que escondes a tua face e te esqueces de nossa miséria e tribulação?? (Sl 44,24-25)

Em seu discurso, Bento XVI lembrou que nosso grito a Deus deve ser ao mesmo tempo um grito que penetra nosso próprio coração, para que aquele poder que ele ali colocou não seja coberto e sufocado em nós pela lama do egoísmo, do medo, da indiferença e do oportunismo. Devemos gritar a Deus, sim, para que impulsione os homens a arrepender-se, para que reconheçam que a violência não cria a paz, mas suscita apenas outra violência ? uma espiral de destruição, na qual todos no fim de contas só têm a perder. ?Nós rezamos a Deus e gritamos aos homens… para que a razão do amor e do reconhecimento da força da reconciliação e da paz prevaleça sobre as ameaças circunstantes da irracionalidade ou de uma falsa razão, separada de Deus.?

Não por acaso, o Papa terminou suas palavras em Auschwitz rezando o salmo 23, como a dizer: Deus está em toda parte como Bom Pastor; se lhe permitirmos, nos conduzirá por caminhos retos e para verdes pastagens, mesmo que tenhamos que atravessar vales tenebrosos.

Dom Murilo S.R. Krieger, scj Arcebispo de Florianópolis

 
 
 

Arcebispo de Florianópolis (Brasil)

FLORIANÓPOLIS, terça-feira, 23 de maio de 2006 (ZENIT.org).- Publicamos artigo de Dom Murilo S.R. Krieger, scj, arcebispo de Florianópolis (SC), sobre o 15º Congresso Eucarístico Nacional brasileiro, realizado em sua arquidiocese de 18 a 21 de maio passados.

Ele está no meio de nós!

Dia 21 de maio passado, encerrou-se o 15º Congresso Eucarístico Nacional. Ao longo dos últimos anos, havíamos nos preparado para transformar Florianópolis no grande altar do Brasil. Nessa preparação, cresceu em nosso coração uma certeza: “Ele está no meio de nós!” Sim, Jesus Cristo, o grande dom do Pai, está presente no mundo e na Igreja de diversas formas, mas está presente de modo especial na Eucaristia. Trata-se não de um dom a mais, embora precioso, mas daquele que é “o dom” por excelência, porque dom de Jesus Cristo mesmo, de sua pessoa.

“Vinde e vede”. Milhares de pessoas aceitarem o convite de Jesus Cristo e vieram a Florianópolis para participar deste momento especial na vida da Igreja no Brasil. Terminado o Congresso, cada qual voltou para sua casa com mil lembranças na mente e muitas saudades no coração. E o que levaram? Que conseqüências o 15º CEN poderá ter em suas vidas? Qual sua contribuição para a vida da Igreja no Brasil?

Dentre as iniciativas que, espero, nasçam desse Congresso Eucarístico, destaco algumas:

1º – Que saibamos testemunhar com mais entusiasmo a presença de Deus no mundo. Há grupos e forças poderosas que, abertamente, tentam destruir toda e qualquer idéia de Jesus Cristo – e isso quando não tentam destruir a própria pessoa de nosso Mestre e Senhor, mesmo que precisem, para atingir tais objetivos, atacar, caluniar e mentir. De nossa parte, não podemos ter medo ou vergonha de falar de Deus e de defender os valores do Evangelho.

2º – Que nossa espiritualidade seja profundamente eucarística. Como Cristo, devemos aprender a nos doar aos outros, indo especialmente ao encontro dos que sofrem privações, dos famintos, doentes e solitários, dos desempregados, migrantes, abandonados.

3º – Que redescubramos o valor do domingo como dia do Senhor e da Igreja, dando nele uma atenção ainda maior à participação na santa Missa. É preciso que sintamos necessidade do Pão “descido do céu”, para enfrentar o cansaço da caminhada diária. “Participar na celebração dominical e alimentar-se do Pão eucarístico é uma necessidade para o cristão, que deste modo pode encontrar a energia necessária para o caminho que deve percorrer” (Bento XVI, 29.05.05).

4º – Que seja mais valorizada, em nossas paróquias, a adoração eucarística fora da Missa. Será importante que se multipliquem esses momentos em que, prostrados diante de Jesus presente na hóstia consagrada, reparemos com fé e amor a indiferença e os ultrajes cometidos contra esse sacramento;

5º – Que saibamos dar o devido valor às equipes litúrgicas de nossas comunidades e acreditemos na necessidade de uma adequada preparação de nossas celebrações. Da fidelidade às prescrições litúrgicas, da escolha de cantos adequados, de leitores bem preparados etc. depende uma maior participação por parte do povo, que perceberá melhor a grandeza do mistério que estará celebrando.

Muitos outros frutos poderão nascer do Congresso Eucarístico de Florianópolis. O amor e a criatividade de cada congressista ou de quem o acompanhou o Congresso pelos meios de comunicação poderão fazer surgir outras iniciativas.

Quando os bispos, os sacerdotes e diáconos, os religiosos e as religiosas, os cristãos leigos e leigas vindos de todo o Brasil retornaram para suas cidades, um pouco de Florianópolis e muito de Santa Catarina foi com eles. O compromisso que todos levaram no coração é o mesmo: testemunhar que “a Igreja vive da Eucaristia”. Para os que ainda não descobriram isso, é apropriado renovar o convite: “Vinde e vede!”.

Dom Murilo Krieger, scj Arcebispo de Florianópolis (SC)

 
 
 
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