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Como a verdade é única e imutável, assim como ninguém pode apagar a história, afim de desmentir aqueles que negam a vida do Santo Apóstolo Pedro em Roma, seu episcopado e martírio nesta cidade, vale a pena sempre recordar a memória cristã afim de combater o erro.

São Pedro pregou em Roma

“Lancemos os olhos sobre os excelentes apóstolos: Pedro foi para a glória que lhe era devida; e foi em razão da inveja e da discórdia que Paulo mostrou o preço da paciência: depois de ter ensinado a justiça ao mundo inteiro e ter atingido os confins do Ocidente, deu testemunho perante aqueles que governavam e, desta forma, deixou o mundo e foi para o lugar santo. A esses homens […] juntou-se grande multidão de eleitos que, em conseqüência da inveja, padeceram muitos ultrajes e torturas, deixando entre nós magnífico exemplo.” (São Clemente Bispo de Roma, ano 96, Carta aos Coríntios, 5,3-7; 6,1). Clemente o 3º Bispo de Roma após Pedro, dá testemunho do belíssimo exemplo que o Apóstolo deixou entre os cidadãos Romanos.

“Não é como Pedro e Paulo que eu vos dou ordens; eles foram apóstolos, eu não sou senão um condenado” (Santo Inácio Bispo de Antioquia – Carta aos Romanos 4,3 – 107 d.C). Se Pedro não esteve em Roma, qual é o sentido destas palavras de Inácio de Antioquia?

“Assim, Mateus publicou entre os hebreus, na língua deles, o escrito dos Evangelhos, quando Pedro e Paulo evangelizavam em Roma e aí fundavam a Igreja.” (Santo Ireneu Bispo de Lião – Contra as Heresias,III,1,1 – 180 d.C)

“Logo depois, o supracitado mágico [Simão], com os olhos do espírito impressionados por uma luz divina e extraordinária, após ter sido convencido de suas insídias [cf. At 8,18-23] pelo apóstolo Pedro, na Judéia, empreendeu uma longa viagem além-mar. Fugiu do Oriente para o Ocidente, julgando que, somente ali, poderia viver de acordo com suas convicções. Veio para Roma, onde fo bastante coadjuvado pela potëncia ali bem estabelecida [cf. Ap 17], e em pouco tempo sua iniciativas tiveram êxito, pois foi honrado como um deus pelo povo da região, com a ereção de uma estátua. Mas estas coisas pouco duraram. Imediatamente depois, ainda no começo do império de Cláudio, a Providência universal, boníssima e cheia de amor aos homens, conduziu mão a Roma, qual adversário deste destruidor da vida, o valoroso e grande apóstolo Pedro, o primeiro dentre todos pela virtude. Autêntico general de Deus, munido de armas divinas [cf. Ef 6,14-17; 1Ts 5,8], trazia do Oriente ao Ocidente a preciosa mercadoria da luz inteligível, e anunciava, como a própria luz [cf. Jo 1,9] e palavra da salvação para as almas, a boa nova do reino dos céus” (Eusébio de Cesaréia – HE,III,14,4-6 – 317 d.C)

“Sob Cláudio [Imperador], Fílon [quande estoriador judeu] em Roma relacionou-se com Pedro, que então pregava aos seus habitantes.” (Eusébio de Cesaréia – HE II,17,1 – 317 d.C)

São Pedro foi Bispo de Roma

Eusébio de Cesaréia, narrando sobre a primeira sucessão Apostólica em Roma escreve: “Depois do martírio de Pedro e Paulo, o primeiro a obter o episcopado na Igreja de Roma foi Lino. Paulo, ao escrever de Roma a Timóteo, cita-o na saudação final da carta [cf. 2Tm 4,21].” (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE,III,2 – 317 d.C).

“[…]quanto a Lino, cuja presença junto dele [do Apóstolo Paulo] em Roma foi registrada na 2ª carta a Timóteo [cf. 2Tm 4,21], depois de Pedro foi o primeiro a obter ali o episcopado, conforme mencionamos mais acima.” (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE,IV,8 – 317 d.C).

“[…]Alexandre recebeu o episcopado em Roma, sendo o quinto na sucessão de Pedro e Paulo” (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE,IV,1 – 317 d.C).

São Pedro sofreu o martírio em Roma

“Tendo vindo ambos a Corinto, os dois apóstolos Pedro e Paulo nos formaram na doutrina evangélica. A seguir, indo para a Itália, eles vos transmitiram os mesmos ensinamentos e, por fim, sofreram o martírio simultaneamente” (Dionísio de Corinto, ano 170, extrato de uma de suas cartas aos Romanos conforme fragmento conservado na HE II,25,8).

“Eu, porém, posso mostrar o troféu dos Apóstolos [Pedro e Paulo]. Se, pois, quereis ir ao Vaticano ou à Via Ostiense, encontrarás os troféus dos fundadores desta Igreja” (Discurso contra Probo – Caio presbítero de Roma, + ou – 199 d.C). Eusébio também trata deste escrito em HE II,25,7.

“Pedro, finalmente tendo ido para Roma, lá foi crucificado de cabeça para baixo” (Orígenes, +253, conforme fragmento conservado na HE, III,1).

“Quando Nero viu consolidado seu poder, começou a empreender ações ímpias e muniu-se contra o culto do Deus do universo. […] Foi também ele, o primeiro de todos os figadais inimigos de Deus, que teve a presunção de matar os apóstolos. Com efeito, conta-se que sob seu reinado Paulo foi decapitado em Roma. E ali igualmente Pedro foi crucificado [cf. Jo 21,18-19; 2Pd 1,14]. Confirmam tal asserção os nomes de Pedro e de Paulo, até hoje atribuídos aos cemitérios da cidade.” Eusébio Bispo de Cesaréia – HE,II,25,1-5 – 317 d.C).

“Pedro, contudo, parece ter pregado aos judeus da Diáspora, no Ponto, na Galácia, na Bitínia, na Capadócia e na Ásia [cf. 1Pd 1,1), e finalmente foi para Roma, onde foi crucificado de cabeça para baixo, conforme ele mesmo desejara sofrer.” (Eusébio Bispo de Cesaréia – HE III,2 – 317 d.C)

Conclusão

Como podemos ver na grande maioria das vezes, é a falta de memória cristã o grande nascedouro das heresias cristãs. Pedro não só esteve em Roma, como foi Bispo daquela cidade e lá juntamente com São Paulo recebe a coroa do martírio. E é de Roma que ele escreve sua primeira epístola (cf. 1Pd 5,13), onde Babilônia é o codinome para a cidade de Roma, devido à grande semelhança entre as duas cidades quanto à idolatria e perversão.

Autor: Alessandro Ricardo Lima Fonte: www.veritatis.com.br

 
 
 

Presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 24 de maio de 2006 (ZENIT.org).- Será necessário tempo, mas existem sinais de reaproximação ortodoxo-católica, reconhece o presidente do dicastério para a Promoção da Unidade dos Cristãos, o cardeal Walter Kasper.

«A divisão entre Oriente e Ocidente não é filha de um só acontecimento ? declara. É o resultado de um processo de afastamento que durou séculos».

Essa distância «não se salva com um salto, mas com muitos passos». «São os que começamos a dar. E tenho confiança ? reconhece ? em que o Senhor saberá conduzir-nos a bom fim».

Nesta entrevista, publicada na terça-feira no diário católico «Avvenire», o purpurado alemão faz um repasso dos últimos passos e dos próximos projetos desse itinerário ecumênico.

-Eminência, o que aconteceu nestes últimos tempos entre Roma e Moscou?

-Cardeal Kasper: Nossa impressão é que o ambiente melhorou muito. O Patriarcado [ortodoxo. Ndt] de Moscou está disposto a colaborar sobretudo no redescobrimento das raízes cristãs da Europa. É um tema que interessa muito, também a nós. Esperamos que se possa avançar passo a passo. Mas requererá tempo. Os problemas no diálogo ecumênico nunca foram só dogmáticos; também há diferenças de mentalidade. O próprio Patriarca Alexia não pode sempre avançar como queria. Mas estou convencido de que ele está disposto a dar passos importantes. Com está fazendo Bento XVI. Não há ainda projetos concretos, mas esperamos de verdade poder preparar o terreno para um encontro entre eles.

-Também em setembro, em Belgrado, reiniciará seus trabalhos, após seis anos de estancamento, a Comissão mista para o diálogo teológico com as Igrejas ortodoxas em seu conjunto.

-Cardeal Kasper: Será a primeira sessão plenária da nova comissão, com novos membros. O tema também é novo: refletiremos sobre o que quer dizer estar em plena comunhão. E dentro desse marco, queremos falar do primado do Papa e do problema do chamado uniatismo.

-O que mudou com relação ao verão de 2000, quando os trabalhos da Comissão se interromperam?

-Cardeal Kasper: Melhoramos primeiro nossas relações com as Igrejas individuais. Fizemos isso com a de Grécia, Sérvia, Bulgária, e também com Moscou. Agora há um novo clima de confiança. E penso que construir confiança é sempre o mais importante.

-Mas este clima de confiança em Moscou reflete-se também nas relações cotidianas entre católicos e ortodoxos?

-Cardeal Kasper: A impressão é que também nisso há melhoria. Certamente todas as dificuldades não desapareceram. São questões ligadas às relações entre maioria e minorias. E está também o problema histórico das relações entre russos e poloneses. É necessário muito tempo para superar certos preconceitos que, aliás, existem por ambas partes.

-O diálogo teológico se reinicia precisamente nos Balcãs, símbolo, nos anos 90, de graves divisões.

-Cardeal Kasper: É um fato muito significativo: também a Igreja sérvia esteve durante bastante tempo fechada, e, ao contrário, agora se abriu ao diálogo; são eles que se ofereceram como sede para os trabalhos. Em Belgrado, agora, o Santo Sínodo e a Conferência Episcopal católica se encontram regularmente para orar juntos, para informar-se.

-E em novembro, acontecerá a visita de Bento XVI ao Patriarca de Constantinopla.

-Cardeal Kasper: O Papa teria desejado fazer já no ano passado esta viagem, mas não foi possível. Agora visitará o Patriarca ecumênico, que tem um primado de honra entre os patriarcas ortodoxos. Esta viagem não dará resultados imediatos, mas terá um valor simbólico importante. E também será uma ocasião para apoiar o Patriarca, os católicos e todos os demais cristãos que em Istambul e na Turquia vivem sua fé em uma situação difícil.

-O encontro com Bartolomeu será em El Fanar, a sede do Patriarcado?

-Cardeal Kasper: Sim. O Papa irá antes a Ankara, onde visitará as autoridades. Depois se trasladará a Éfeso. Finalmente em Istambul terá um encontro com o Patriarca ecumênico.

-Em um mundo onde o Oriente voltou a ser uma área muito quente, o que pode expressar esta reaproximação entre católicos e ortodoxos?

-Cardeal Kasper: Com nossas relações devemos ser um sinal de reconciliação. Penso sobretudo no Oriente Médio, onde as Igrejas cristãs são minoria. Fizemos muitos progressos nas últimas décadas; colaboramos, visitamo-nos, há muitos intercâmbios. Mas é verdade: o perigo do terrorismo e os confrontos que vemos nos demandam um encontro ainda mais pleno para ser autênticas testemunhas da paz.

[Traduzido por Zenit]

 
 
 

Muitos se perguntam sobre as origens das igrejas no mundo, mas, uma Igreja quase nunca é comentada, e muitas vezes esquecida, trata-se da Igreja Católica Apostólica Romana. Peçamos que pela intercessão da Santíssima Mãe de Deus e de nós todos, a Virgem Maria, possamos fazer uma análise minuciosa da origem da Santa Madre Católica.

Vamos levar em conta, primeiramente, que em livros, jornais e revistas já se encontra comprovado o grande acontecimento: A fundação da Igreja Católica Apostólica.


No Manual da Redação da Folha de São Paulo, página 172, encontramos no verbete Catolicismo, subitem fundação, a seguinte assertiva: “Oriente Médio, por Jesus Cristo, início da era Cristã. A sede fica no Vaticano”. Isto quer dizer que o catolicismo foi fundado no Oriente Médio, por Nosso Senhor Jesus Cristo, no início da era Cristã (Século I d.C.), ou seja próximo do ano zero, o ano que padronizaram como o ano do nascimento do menino Jesus e sua sede, atualmente, fica no Vaticano.

Também pode ser encontrado na Enciclopédia Britannica do Brasil, ou Enciclopédia Barsa, no seu volume 5, página 167, verbete “catolicismo” a seguinte afirmação: “Talvez em contraposição a igrejas locais, que escolhiam certas verdades de fé e rejeitavam outras (‘heresia’ quer dizer ‘escolha’), a igreja dos apóstolos centrada no sucessor de Pedro passou a dizer-se ‘católica’, i.e, universal ? adotando outro termo cunhado em Antioquia: S. Inácio, bispo daquela cidade por 40 anos, foi o primeiro a usá-lo na Epístola aos Cristãos de Esmirna (atual Izmir, Turquia). Com o mesmo sentido, daquilo que é universal contra aquilo que é particular, aparece em escritores pagãos anteriores, como Aristóteles. O grego katholikós, ‘geral’, ‘universal’, vem de kata, ‘acerca de’, ‘relativo a’, e holos, ‘todo’, ‘inteiro’. Na patrística do século II (S. Justino, S. Irineu de Lyon, Tertuliano, S, Cipriano de Cartago) tem o duplo sentido de igreja universal, geograficamente, e de igreja autêntica, única-ortodoxa. As duas idéias se reúnem para designar a igreja de Cristo, que (1) cobria efetivamente o mundo conhecido e (2) assegurava a unidade da fé.” Isto quer dizer que a palavra católica foi usada pela primeira vez por Santo Inácio, bispo de Antioquia na sua carta aos cristãos de Esmirna, o aparecimento deste nome, deve-se, segundo a Enciclopédia, à necessidade de contrapor um nome as heresias. O termo Igreja Católica aparece no versículo 2 do capítulo 8 desta carta de Santo Inácio de Antioquia aos cristãos de esmirna. (para ver esta carta clique aqui)

Na Enciclopédia Compacta de Conhecimentos Gerais (da revista “Isto é”), página 259 tópico Igreja Católica vemos a seguinte afirmação: “Roma foi a única Igreja ocidental fundada por um apóstolo (São Pedro). Da Irlanda aos Cárpatos, os cristão passaram a reconhecer o bispo de Roma como o Papa (do latim vulgar papa, “pai”) e usavam o latim nos serviços religiosos nas leituras das escrituras e na teologia (…)”, ou seja, a Igreja de Roma, que como vimos no século II começou a se chamar de Igreja Católica, foi a única Igreja do Ocidente a ser fundada por um apóstolo, no caso foi mencionado São Pedro como fundador, mas, é de se questionar: Este site não visa provar que Jesus Cristo fundou a Igreja Católica Apostólica Romana? Existem outras igrejas fundadas por outros apóstolos? A resposta para essas perguntas é sim. Mas São Pedro foi o apóstolo que recebeu as chaves do reino, por tanto, não é de causar surpresa a afirmação da enciclopédia, pois, ele recebeu a autoridade de presidir a Igreja de Jesus Cristo e decidir todas as questões doutrinárias. Outra observação que deve ser feita é que São Pedro fundou a comunidade cristã de Roma e independente de onde ele esteja, seu primado e sua autoridade devem ser respeitados pelas demais comunidades, ou igrejas. Quando se diz que Jesus Cristo fundou a Igreja Católica sobre São Pedro, isto significa que Nosso Senhor Jesus Cristo estabeleceu a autoridade eclesiástica em São Pedro (Igreja vem do latim, ecclesia), mas, Igreja também pode significar a comunidade religiosa local, por tanto, temos a Igreja Universal (Católica do grego, Katholikós=Universal, Geral) que é o conjunto de todas as Igrejas locais e seus respectivos bispos, mas, uma dessas Igrejas locais possui uma particularidade: a Igreja (ou comunidade) de Roma, regida pelo Bispo de Roma (O Papa) possui o primado sob todas as demais Igrejas ou comunidades, por tanto, todas as Igrejas e seus respectivos bispos locais estão subordinados ao bispo de Roma, o atual Papa João Paulo II. Mas, e as Sagradas Escrituras? Elas relatam a existência de uma Igreja com esta estrutura que foi elucidada? Para obter a resposta acompanhe os parágrafos que seguem.

A Bíblia também narra a fundação de uma Igreja por Nosso Senhor Jesus Cristo, na passagem de Mt 16, 18 Nosso Senhor disse a São Pedro: “…Tu és Pedro, e sobre esta pedra eu edificarei a minha Igreja…” (“…tu es Petrus et super hanc petram aedificabo ecclesiam meam…”), atentemos para o verbo “edificar” conjugado na primeira pessoa do futuro do presente do modo indicativo, vemos que Jesus construirá sua Igreja sobre Pedro (pedra, “kephas” no aramaico, pronuncia-se “cefas”). O nome de São Pedro era Simão; Jesus deu-lhe o nome Pedro conforme está em Jo 1,42 “Tu és Simão, filho de João; serás chamado Cefas (que quer dizer Pedra).” (“et adduxit eum ad Iesum intuitus autem eum Iesus dixit tu es Simon filius Iohanna tu vocaberis Cephas quod interpretatur Petrus”). As palavras Pedro e pedra no aramaico, são designados pelo mesmo vocábulo “Kephas”. Não é como no português que distingui Pedro, como o nome próprio, de pedra como o nome do minério. A exemplo do aramaico, o idioma francês não diferencia o nome próprio do nome do minério, assim “Pierre” ou “pierre” é o nome tanto do minério, como do nome próprio. Etimologicamente, Pedro e pedra não possuem diferença, isto é, pesquisando a origem da palavra Pedro, vemos que ela surgiu por que Jesus Cristo criou o nome e deu a Simão este novo nome, por tanto, Pedro vem de “Kephas” que quer dizer pedra. Mas, quando foi traduzido para o grego criou-se um vocábulo para o nome próprio de Pedro, no latim encontramos Petrus como tradução de Pedro e petram para pedra.

Mas é necessário atentar para o seguinte fato: em I Pe 2,4ss, São Pedro afirmar que Jesus Cristo é a Pedra angular, do mesmo modo São Paulo diz em Ef 2,20 e em I Cor 3,9ss, já em Gl 2,9; São Paulo diz que as colunas da Igreja são Tiago, Cefas (Pedro) e João, também em I Cor 3, 9-11, São Paulo nos diz que: “Nos somos operários com Deus. Vós, o campo de Deus, o edifício de Deus. Segundo a graça que Deus me deu, como sábio arquiteto lancei o fundamento, mas, outro edifica sobre ele. Quanto ao fundamento, ninguém pode pôr outro diverso daquele que já foi posto: Jesus Cristo.”

Mas estas passagens não excluem Pedro como a pedra sobre a qual Jesus assentou a sua Igreja, para provar isso, é oportuno citar um exemplo:

Quem é a luz do mundo? em Jo 8,12 encontramos a resposta dada por Jesus Cristo: “Falou-lhes outra vez Jesus: “Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue, não andará em trevas, mas terá a luz da vida.” No entanto, em Mt 5,13, o próprio Jesus Cristo, Nosso Senhor, diz a seus discípulos: “Vós sois a luz do mundo”, ou seja, segundo as Sagradas Escrituras, Jesus Cristo e seus discípulos são a luz do mundo. Será isso uma contradição?

Não, pois, existe uma diferença, basta fazer uma analogia com os astros do sistema solar. O Sol é uma estrela que produz luz, a lua e os planetas refletem essa luz, mas não produz luz; do mesmo modo é Jesus Cristo, ele é Deus que produz a luz, ele cria a luz; os discípulos refletem essa luz, mas não cria luz alguma. Assim ocorre com São Pedro e Jesus Cristo; os apóstolos afirmam ser Jesus a pedra viva, pois, Jesus é a pedra absoluta, ele é a pedra de maior autoridade, mas ele, com sua autoridade, transfere autoridade aos apóstolos em especial a São Pedro, basta conferir Mt 28,18-20: “Mas Jesus aproximando-se, lhes disse: “Toda autoridade me foi dada no céu e na Terra. Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo”. Ou seja, Cristo afirma ter autoridade, e autoriza os apóstolos a ensinarem toda a humanidade.

Autor: Rogério Amaral Silva Fonte: www.veritatis.com.br

 
 
 
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