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Dom Walmor Oliveira de Azevedo destaca autenticidade do cristianismo

BELO HORIZONTE, segunda-feira, 7 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- O arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, considera que a laicidade do Estado “não pode permitir que um tratamento discriminatório ou indiferente venha por parte dele, em se considerando especialmente seu dever de cuidar das necessidades básicas de sua sociedade”.”Seria uma temeridade banir religiões e igrejas dos cenários de uma sociedade”, afirma, em artigo enviado a Zenit na sexta-feira.

O arcebispo assinala que é necessário que a sociedade discuta “questões que dizem respeito à importância e necessidade incontestável da religiosidade na vida de seu povo”.

“Não é, portanto, só o PIB, o pré-sal, a destinação dos seus sonhados resultados financeiros, a sucessão presidencial ou o superávit primário que têm importância e garantem uma sociedade modernizada e desenvolvida.”

Dom Walmor enfatiza que “o que a sua população e instituições podem e sabem discutir e refletir tem força determinante sobre seu destino e desdobramentos na sua história”.

“Não se pode brincar com vivência religiosa, mesmo descontando o natural e insubstituível respeito às liberdades individuais. E menos ainda entender e fazer do afazer religioso um negócio ou exploração mercadológica.”

“Nesta importante discussão de interesse para a sociedade é preciso focar as raízes, motivações e história das práticas religiosas. Não basta simplesmente fazer uma lei geral, considerada por muitos como um risco de liberação geral, para acalmar e acomodar fúrias religiosas ou garantir conivências políticas.”

O arcebispo afirma que “não se pode correr o risco de garantir direitos de inventar uma religião e suas práticas a qualquer um. Do contrário, valerá o que cada um simplesmente disser, como se diz, tirando de ‘detrás da orelha’, e proclamando como verdade e como dogma o que anuncia”.

Então ele explica que “o cristianismo na sua autenticidade, enraizado na tradição judaica, se afirma pelo primado da palavra – que não é anunciado por qualquer pessoa. É o primado da Palavra de Deus. A Palavra de Deus que é Jesus Cristo, o Verbo que se fez carne e habitou entre nós”.

“Este primado da Palavra exige dos discípulos de Jesus Cristo uma escuta cotidiana desta Palavra. Sem manipulações arriscadas que a enjaula numa panacéia milagreira, reduzindo a exigência de uma experiência de fé, obediência e confiança para transformar a vida, em expectativas de receber simplesmente o que se precisa, como se Deus fosse prateleira de supermercado na qual se apanha, gratuitamente, o que se quer.”

Dom Walmor afirma que o primado da Palavra de Deus “tem no episódio contado por São João no capítulo seis do seu Evangelho, depois da multiplicação dos pães, a direção certa, quando muitos entenderam como duro demais o que Jesus estava dizendo, e o abandonaram”.

“Perguntados os discípulos se queriam ir embora também, Pedro respondeu: ‘A quem iremos nós, Senhor, só tu tens palavras de vida eterna’. O primado da Palavra de Deus é fonte inesgotável de qualificação de toda palavra que se pronuncia, de todo juízo e de toda edificação. Palavra é vida e compromisso. O primado da Palavra de Deus é exigência de escuta permanente para qualificar o que se diz, e com o que se diz edificar.”

 
 
 

Propõe o primado de Deus, na apresentação do primeiro volume

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 23 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI espera que a publicação de sua Opera omnia sirva para superar as dificuldades dos últimos anos com relação às questões litúrgicas. Ele reconhece isso no prefácio do primeiro volume de seus escritos (serão 16), que vão desde as obras que escreveu na universidade até 2005, quando foi eleito bispo de Roma.

«Eu ficaria muito feliz se a nova publicação de meus escritos litúrgicos pudesse contribuir para tornar visíveis as grandes perspectivas de nossa Liturgia, voltando a colocar em seu lugar as míseras e pequenas diatribes sobre as formas exteriores», escreve o Papa na apresentação do primeiro volume, dedicado precisamente à liturgia.

Bento XVI sublinha que começar com a Liturgia, como aconteceu nas sessões de trabalho do Concílio Vaticano II, quer dizer afirmar o primado de Deus.

A Liturgia, escreve, «desde a infância foi a realidade central da minha vida, capaz de responder à pergunta: ‘por que cremos?’».

«Deus acima de tudo», proclama na introdução do prefácio, do qual a Rádio Vaticano publicou uma passagem em italiano. «Onde o olhar sobre Deus não é determinante, todo o demais perde sua orientação».

O pontífice afirma que em um primeiro momento ele havia pensado em eliminar 9 páginas de seu livro «O Espírito da Liturgia. Uma introdução», publicado em 2000, para não voltar a criar polêmicas. Essa obra constitui a parte central do primeiro volume.

Infelizmente, recorda, quase todas as resenhas se concentraram somente nessas páginas que falam sobre a orientação do sacerdote durante a Liturgia, como se quisesse voltar a introduzir a prática de que o sacerdote dê «as costas para a assembléia». Mas depois as manteve, considerando que fica clara sua intenção mais profunda.

Constata com prazer que está abrindo caminho sua sugestão de «não modificar as estruturas, mas simplesmente pôr a Cruz no centro do altar, para que a vejam tanto o sacerdote como os fiéis, para deixar-se conduzir ao Senhor, a quem rezamos todos juntos».

«O conceito pelo qual o sacerdote e a assembléia deveriam ver-se durante a oração se desenvolveu só na época moderna e é totalmente alheio à cristandade antiga», escreve.

De fato, declara, «o sacerdote e a assembléia não rezavam um para o outro, mas dirigidos para o único Senhor».

«Por este motivo, durante a oração, olham na mesma direção: ou para o Oriente, símbolo cósmico do Senhor que virá, ou – onde isso não for possível – para uma imagem de Cristo na abside, a uma Cruz, ou simplesmente todos juntos para o alto, como fez o Senhor durante a oração sacerdotal na noite anterior à sua Paixão.»

O Santo Padre explica, portanto, muito além das «questões com freqüência pedantes sobre uma ou outra forma», a intenção essencial desta obra consiste em enquadrar a Liturgia na «grandeza do cosmos», que «abraça ao mesmo tempo Criação e História», em cujo centro está o Salvador, Jesus Cristo, a quem todos nos dirigimos em oração.

Bento XVI reconhece que decidiu publicar sua Opera omnia depois de «alguns titubeios». Para isso, contou com a ajuda do bispo de Ratisbona, Dom Gerhard Ludwig Müller, que apresentou o primeiro volume à imprensa nesta quarta-feira.

 
 
 

A doutrina católica sobre o papado é bíblica e decorre do primado de São Pedro entre os Apóstolos. Como todas as doutrinas cristãs, desenvolveu-se ao longo dos séculos mas não se afastou dos seus elementos essenciais, presentes na liderança e nas prerrogativas do Apóstolo São Pedro. Tais prerrogativas foram dadas a São Pedro por Nosso Senhor Jesus Cristo, reconhecidas por seus contemporâneos e aceitas pela Igreja Primitiva. Os dados bíblicos sobre o Primado Petrino são muito fortes e inelutáveis em virtude de seu peso cumulativo. Tal peso fica especialmente claro com o auxílio de comentários bíblicos. A evidência da Sagrada Escritura se segue logo abaixo:

  1. Mt 16,18: “E eu te digo, tu és Pedro, e sobre esta pedra eu edificarei a minha Igreja, e os poderes da morte não prevalecerão contra ela”.

A pedra (em grego, petra) aqui mencionada é o próprio São Pedro e não a sua fé ou Jesus Cristo {a}. Cristo não aparece aqui como a fundação, mas como o arquiteto que “constrói”. A Igreja é edificada, não sobre confissões, mas sobre confessores – pessoas vivas (ver, por exemplo, 1Pd 2,5).

Hoje o consenso da grande maioria dos eruditos e comentadores bíblicos se encontra a favor da interpretação católica. Aqui é dito que São Pedro é a pedra de fundação da Igreja, a cabeça e o superior da família de Deus (vemos aí a “semente” da doutrina do papado). Além disso, a palavra “pedra” expressa uma metáfora análoga à usada por São Pedro para designar o Messias sofredor e desprezado (1Pd 2,4-8; cf. Mt 21,42). Sem uma fundação sólida qualquer casa desaba. São Pedro é o fundamento, mas não o fundador da Igreja; administrador, mas não o Senhor da Igreja. O Bom Pastor (Jo 10,11) nos dá também outros pastores (Ef 4,11).

{a} – N. do T.: Alguns protestantes objetam que o nome de Pedro em grego, petros, significa “pequena pedra”, e que, portanto, Cristo refere-se a si próprio como rocha fundamental da Igreja, petra, “grande pedra”. Tal objeção não se sustenta porque: I – No grego koiné do NT as palavras petros e petra não possuem significados distintos [ver as seguintes fontes protestantes que confirmam este fato: Joseph H. Thayer, Thayer’s Greek-English Lexicon of the New Testament (Peabody: Hendrickson, 1996), 507; D.A. Carson, “Matthew,” in Frank E. Gaebelein, ed., The Expositor’s Bible Commentary (Grand Rapids: Zondervan, 1984), vol. 8, 368]. II – A palavra grega para designar “pequena pedra” é lithos. Por exemplo, em Mt 4,3, o demônio tenta o Senhor a operar um milagre transformando algumas pedras, lithoi, em pães; em Jo 10,31, os judeus apanham pedras, lithoi, para apedrejar Jesus. III – Jesus falava aramaico, não grego, e em aramaico ele usou a mesma palavra para designar Pedro e pedra: kefa (cfr. Jo 1,42). Se o Senhor tencionasse chamar o Apóstolo de “pequena pedra”, teria usado o termo aramaico correspondente, evna. IV – O evangelista usou petros enquanto forma masculina de petra, para evitar uma impropriedade de gênero, a designação de um sujeito masculino – o Apóstolo – com um nome feminino – petra. V -Especialistas em grego reconhecem que petros = petra na sentença de Mt 16,18. A sintaxe da frase não deixa lugar para dúvidas. Petros é o mesmo sujeito que é designado sob o nome de petra, ou seja, São Pedro.
  1. Mt 16,19: “Eu te darei as chaves do Reino dos Céus…”

O “poder das chaves” tem a ver com a disciplina eclesiástica e a autoridade administrativa com respeito às exigências da fé, como em Is 22,2 (cf. Is 9,6; Jó 12,14. Ap 3,7). É deste poder que derivam o uso de censuras, a excomunhão, a absolvição, a disciplina batismal, a imposição de penitências e os poderes legislativos. No AT um mordomo, ou primeiro ministro, é o “maior da casa”, o homem que ficava acima da assembléia (Gn 41,40; 43,19; 44,4; 1Rs 4,6; 16,9; 18,3; 2Rs 10,5; 15,5; 18,18; Is 22,15.20-21).

  1. Mt 16,19: “…o que tu ligares sobre a terra será ligado no Céu, e o que desligares sobre a terra será desligado no Céu”.

“Ligar” e “desligar” eram termos técnicos usados pelos rabinos, que significavam “proibir” e “permitir” com referência à interpretação da Lei. Secundariamente significavam o poder de condenar ou absolver. Portanto, a São Pedro e a seus sucessores, os papas, foi dada a autoridade de estabelecer as leis para a doutrina e a vida, em virtude da Revelação e da assistência do Espírito Santo (Jo 16,13), e de receber a obediência da Igreja. “Ligar” e “desligar” representam os poderes judiciais e legislativos do papa e do bispos (Mt 18,17-18; Jo 20,23). São Pedro, no entanto, é o único Apóstolo que recebeu esses poderes individualmente, o que o põe em lugar de preeminência no Colégio Apostólico.

  1. O nome de Pedro ocorre em primeiro lugar em todas as listas dos Apóstolos (Mt 10,2; Mc 3,16; Lc 6,14; At 1,13). Mateus chega a chamá-lo de “primeiro” (10,2). Judas Iscariotes é invariavelmente mencionado em último lugar.

  2. Pedro é quase sempre mencionado primeiro, quando seu nome aparece junto de outros. Em um exemplo que contradiz esta regra (o único), Gl 2,9, no qual “Cefas” é listado depois de Tiago e antes de João, Pedro aparece claramente em destaque, levando-se em conta o contexto do versículo (p. ex., 1,18-19; 2,7-8). Alguns códices registram variações nas quais Pedro aparece em primeiro lugar.

  3. Apenas Pedro, entre todos os Apóstolos, recebe um novo nome, “pedra”, solenemente conferido (Jo 1,42; Mt 16,18).

  4. Da mesma forma, Pedro é colocado por Jesus como o Pastor Chefe depois dele mesmo (Jo 21,15-17) sobre a Igreja Universal, embora outros possuam um papel parecido mas subordinado (At 20,28; 1Pd 5,2).

  5. Jesus ora apenas por Pedro, dentre todos os Apóstolos, para que a sua fé não desfaleça (Lc 22,32).

  6. Apenas Pedro, entre todos os Apóstolos, é exortado por Jesus: “fortalece teus irmãos” (Lc 22,32).

  7. Pedro é o primeiro a confessar a divindade de Cristo (Mt 16,16).

  8. Apenas de Pedro se diz que recebeu conhecimento divino através de uma revelação especial (Mt 16,17).

  9. Pedro é considerado pelos Judeus (At 4,1-13) como o líder e porta-voz dos cristãos.

  10. Pedro é considerado pelo povo da mesma forma (At 2,37-41; 5,15).

  11. Jesus Cristo paga o imposto para si mesmo e para Pedro (Mt 17,24-27).

  12. Cristo ensina da barca de Pedro, e a pesca milagrosa que se segue (Lc 5,1-11) é talvez uma metáfora sobre o papa como “pescador de homens” (cf. Mt 4,19).

  13. Pedro foi o primeiro Apóstolo a partir para, e a entrar em, o sepulcro vazio (Lc 24,12; Jo 20,6).

  14. Um anjo destaca Pedro entre os discípulos como líder e representante dos Apóstolos (Mc 16,7).

  15. Pedro lidera os Apóstolos na pesca (Jo 21,2-3.11). A “barca” de Pedro tem sido considerada pelos católicos como uma figura da Igreja, com Pedro no leme.

  16. Apenas Pedro anda sobre as águas para encontrar-se com Jesus (Jo 21,7).

  17. As palavras de Pedro são as primeiras a serem registradas e as mais importantes no Cenáculo, antes de Pentecostes (At 1,15-22).

  18. Pedro toma a liderança na convocação para a escolha de um substituto para Judas (At 1,22).

  19. Pedro é a primeira pessoa a falar (e a única registrada) depois de Pentecostes, de modo que ele foi o primeiro cristão a “pregar o Evangelho” no tempo da Igreja (At 2,14-36).

  20. Pedro opera o primeiro milagre do tempo da Igreja, curando um aleijado de nascença (At 3,6-12).

  21. Pedro lança o primeiro anátema (sobre Ananias e Safira), enfaticamente confirmado por Deus (At 5,2-11)!

  22. A sombra de Pedro opera milagres (At 5,15).

  23. Pedro é o primeiro depois de Cristo a ressuscitar uma pessoa morta (At 9,40).

  24. Um anjo instrui Cornélio a procurar Pedro para conhecer a fé cristã (At 10,1-6).

  25. Pedro é o primeiro a receber os gentios, após uma revelação de Deus (At 10,9-48).

  26. Pedro ensina aos outros Apóstolos sobre a catolicidade (universalidade) da Igreja (At 11,5-17).

  27. Pedro é o objeto da primeira intervenção divina em favor de um indivíduo no tempo da Igreja (um anjo o liberta da prisão – At 12,1-17).

  28. A Igreja inteira ora por Pedro enquanto o mesmo está preso (At 12,5).

  29. Pedro preside e abre o primeiro Concílio da História da Igreja, e lança vários princípios que serão adotados por todos os cristãos (At 15,7-11).

  30. Paulo distingue as aparições do Senhor a Pedro após a ressurreição das aparições realizadas diante dos demais Apóstolos (1Cor 15,4-8). Os dois discípulos na estrada de Emaús fazem a mesma distinção (Lc 24,34), na ocasião mencionando apenas Pedro (“Simão”), mesmo tendo eles mesmos acabado de ver o Cristo ressuscitado (Lc 24,33).

  31. Pedro é muitas vezes distinguido entre os apóstolos (Mc 1,36; Lc 9,28.32; At 2,37; At 5,29; 1Cor 9,5).

  32. Pedro é quase sempre o porta-voz dos outros Apóstolos, especialmente nos momentos mais importantes (Mc 8,29; Mt 18,21; Lc 9,5; Lc 12,41; Jo 6,67ss).

  33. O nome de Pedro é sempre o primeiro a ser listado dentro do “círculo íntimo” dos discípulos (Pedro, Tiago e João – Mt 17,1; Mt 26,37.40; Mc 5,37; Mc 14,37).

  34. Pedro é muitas vezes figura central junto a Jesus em cenas dramáticas do Evangelho, como a caminhada sobre as águas (Mt 14,28-32; Lc 5,1ss; Mc 10,28; Mt 17,24ss).

  35. Pedro é o primeiro a reconhecer e refutar a heresia, contra Simão o Mago (At 8,14-24).

  36. O nome de Pedro é mais citado do que todos os discípulos juntos: 191 vezes (162 como Pedro ou Simão Pedro, 23 como Simão e 6 como Cefas). João é o segundo colocado com apenas 48 referências. Pedro está presente em 50% das vezes em que João é mencionado na Bíblia! O arcebispo Fulton Sheen calculou que todos os outros discípulos combinados somam 130 referências. Se isto é correto, 60% das referências a discípulos são referências a São Pedro.

  37. O discurso de Pedro em Pentecostes (At 2,14-41) contém uma interpretação da Escritura feita com autoridade, uma decisão doutrinal e um decreto disciplinar referente aos membros da “Casa de Israel” (2,36) – um exemplo do poder de “ligar e desligar”.

  38. Pedro foi o primeiro “carismático”, tendo julgado com autoridade a primeira manifestação do dom de línguas como genuína (At 2,14-21).

  39. Pedro é o primeiro a pregar o arrependimento cristão e o batismo (At 2,38).

  40. Pedro (presume-se) esteve à frente do primeiro batismo em massa registrado (At 2,41).

  41. Pedro ordenou o batismo do primeiro cristão vindo da gentilidade (At 10,44-48).

  42. Pedro foi o primeiro missionário itinerante, e o primeiro a exercer o que seria chamado de “visita às igrejas” (At 9,32-38.43). Paulo pregou em Damasco imediatamente após a sua conversão (At 9,20), mas não tinha viajado até aquela cidade com esse propósito (Deus alterou seus planos!). Suas jornadas missionárias começam apenas em At 13,2.

  43. Paulo partiu para Jerusalém especialmente para ver Pedro, por quinze dias, no começo de seu ministério (Gl 1,18), e foi encarregado por Pedro, Tiago e João (Gl 2,9) de pregar para os gentios.

  44. Pedro age (fortemente indicado) como o bispo/pastor chefe da Igreja (1Pd 5,1), uma vez que ele exorta todos os demais bispos, ou “anciãos”.

  45. Pedro interpreta profecia (2Pd 1,16-21).

  46. Pedro corrige aqueles que interpretam mal os escritos paulinos (2Pd 3,15-16).

  47. Pedro escreve sua primeira epístola da cidade de Roma, de acordo com muitos estudiosos, sendo seu bispo, e como bispo universal (ou papa) da Igreja primitiva. “Babilônia” (1Pd 5,13) é uma espécie de codinome para Roma.

Em conclusão, é necessário muita credulidade para achar que Deus colocaria São Pedro em tal posição de preeminência na Bíblia sem que esta preeminência tenha algum significado ou importância para a história cristã posterior; em particular para o governo da Igreja. A doutrina sobre o papado é, de longe, a que melhor se ajusta ao dado bíblico. Considerando a Tradição e a História, a conclusão por sua veracidade é inescapável.

Traduzido e adaptado do inglês por Ewerton Wagner Santos Caetano. “50 NEW TESTAMENT PROOFS FOR PETRINE PRIMACY AND THE PAPACY”, Copyright 1994 by Dave Armstrong. All rights reserved.

 
 
 
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