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ROMA, 18 Mar. 13 / 07:12 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Cardeal Raymundo Damasceno Assis, confirmou que o Papa Francisco viajará ao Brasil em julho para participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013.

As declarações do também Arcebispo de Aparecida estão em consonância com o que afirmou dias antes o Arcebispo do Rio que indicou que o Bispo Emérito de Roma, Bento XVI, havia dito que ele ou seu sucessor estariam presentes no grande evento eclesial.

O Cardeal Damasceno, desde Roma onde participou do Conclave, disse em recentes declarações que “tive a oportunidade de falar com o Bergoglio (o Papa Francisco) e me disse que sim vai ao Brasil”.

“Eu o conheço muito bem. E trabalhamos juntos em Aparecida. Foi uma grande escola”, disse o Cardeal recordando a V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe que se realizou nesta cidade brasileira em maio de 2007, onde está o Santuário dedicado à Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida.

No evento, o então Cardeal Jorge Mario Bergoglio foi presidente do Comitê de Redação do documento final que escreveram os bispos e que foi logo enviado ao Vaticano para sua posterior revisão e publicação.

O Cardeal Damasceno comentou também que durante o Conclave o Papa Francisco foi ganhando votos pouco a pouco, embora não fosse um favorito: “Bergoglio veio surgindo. E foi uma bela surpresa”, concluiu.

A JMJ Rio 2013 se realizará do 23 ao 28 de julho no Rio do Janeiro e se espera a assistência de uns quatro milhões de jovens de todo o mundo.

 
 
 
Congregação Geral de Cardeais. Foto: L'Osservatore Romano

VATICANO, 10 Mar. 13 / 02:32 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, anunciou neste sábado, 09 de março, os horários de votação decididos pelos Cardeais para o Conclave que começará na terça-feira 12 de março. A decisão foi tomada na nona Congregação Geral dos purpurados em Roma.

O Pe. Lombardi assegurou que decidiram por maioria que o traslado dos Cardeais à residência Santa Marta, onde se hospedarão durante todo o Conclave, “será na terça-feira pela manhã, a partir das 7” da manhã, hora de Roma.

Esse mesmo dia será inaugurado o Conclave, com a celebração da Missa “Pro eligendo Romano Pontífice”, que será realizada às 10:00h. (hora de Roma, 6h horário de Brasília), na Praça de São Pedro, e que será presidida pelo Decano do Colégio Cardinalício, Angelo Sodano.

Na terça-feira, disse o Pe. Lombardi, os Cardeais se transladam às 15:45h da Casa Santa Marta à Capela Paulina, para logo, às 16:30h , dirigir-se à Capela Sistina onde ocorre a votação.

Às 16:45 p.m. os Cardeais pronunciarão o juramento solene de segredo, depois do qual se pronuncia o “extra omnes” (“fora todos”) e se fecha a Capela Sixtina, ficando somente os Cardeais eleitores no interior.

Os Cardeais escutarão a meditação do Cardeal Prosper Grech, e procederão à primeira votação.

Às 7:00 p.m. os Cardeais rezarão as vésperas e às 7:30 p.m. retornarão à Casa Santa Marta.

O Pe. Lombardi assinalou que a partir da quarta-feira 13 de março, os Cardeais se transladarão da Casa Santa Marta à Capela Paulina às 7:45h, onde às 8:15h celebrarão Missa.

Os Cardeais ingressarão na Capela Sixtina às 9:30 a.m., onde rezarão a Hora Intermédia, antes de proceder à votação.

Entre 12 e 12:30, retornarão à Casa Santa Marta para o almoço, e retornam à Capela Sistina às 16:00h. Já na Capela rezarão brevemente, para reatar a votação às 19:00h, indicou.

O Pe. Lombardi também explicou à imprensa que “as fumatas”, produzem-se com a queima das papeletas da votação final da manhã e da tarde. Isto será, indicou, ao redor das 12h (hora de Roma) caso haja um resultado na primeira votação, ou às 19:00h, caso o resultado seja obtido no segundo voto do dia.

“Se a eleição ocorre em uma votação intermédia, a ‘fumata’ sairia à metade da manhã ou da tarde”, disse.

O Diretor da Sala de Imprensa assinalou ademais que, se não se for escolhido um Papa durante os primeiros quatro dias de votação, no quinto haverá uma pausa de oração e livre conversa dos Cardeais.

Os escrutínios serão retomados nos mesmos horários durante os dois dias seguintes, intercalando sempre uma pausa para a oração, até chegar ao décimo primeiro dia e o 34º escrutínio.

Nesse caso se aplica o novo art. 75 da Constituição Apostólica “Universi Dominici Gregis”, modificado por Bento XVI com o recente “Motu Proprio”, que estabelece que “também nestas votações para a validez da eleição requer-se a maioria qualificada de pelo menos dois terços dos sufrágios dos Cardeais presentes e votantes”.

“Nestas votações, os dois nomes que têm voz passiva carecem de voz ativa”, o que significa que os dois candidatos com o maior número de votos poderão ser votados, mas não poderão votar.

O Pe. Lombardi indicou que os outros temas tratados na congregação geral do sábado pelos Cardeais “foram as expectativas sobre o novo Papa, as atividades da Santa Sé, seus dicasterios e a melhora da Cúria”.

“Também falou-se sobre a situação da Igreja nas grandes áreas do mundo. Em total as intervenções até agora foram 133 e, tendo em conta que na segunda-feira haverá também congregação geral, provavelmente cheguem a 150”, indicou.

 
 
 
Mons. Claudio Maria Celli

Entrevista com Mons. Claudio Maria Celli, presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais Jose Antonio Varela Vidal

ROMA, Tuesday, 29 January 2013 (Zenit.org).

Na semana passada Bento XVI apresentou ao mundo a sua Mensagem para o Dia Mundial das comunicações sociais, que será celebrado no dia 12 de maio, com o tema: “Redes Sociais: portas de verdade e de fé; novos espaços de evangelização”.

ZENIT comentou este importante documento com Mons. Claudio Maria Celli, presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais. Na entrevista publicada abaixo, o prelado explicou a relação da Santa Sé com as novas tecnologias para o seu trabalho diário, e apresentou o seu ponto de vista sobre uma série de iniciativas, como o contato Twitter do Papa, que atualmente, há pouco mais de um mês do seu lançamento, superou os dois milhões e meio de contatos.

***

ZENIT: Excelência, quais foram as primeiras reações à mensagem do Papa para o 47 º Dia Mundial das Comunicações Sociais?

Mons. Celli: Observando a imprensa internacional, parece-me que a mensagem do Papa foi bem recebida em todos os lugares. Eu acho que finalmente se tomou consciência do fato de que as redes sociais precisam de homens e mulheres de boa vontade. Não é um instrumento que o homem liga ou desliga, mas um ambiente no qual se vive efetivamente; como uma grande praça onde estão outras pessoas e onde é possível redescobrir o sentido profundo da própria vida. Acho que esse é um dos grandes desafios que a mensagem do Papa quer enfrentar. Como o Santo Padre escreveu, muitas vezes não é imediatamente percebida a busca da verdade, do sentido da vida, e às vezes as novas tecnologias confundem um pouco as ideias enchendo as pessoas de mensagens, de propostas. Aparece assim um grande problema de discernimento.

ZENIT: Na sua opinião, há um “perfil” especial daqueles que querem evangelizar na rede?

Mons. Celli: Não, eu diria que não há um perfil específico. Prefiro falar de homens e mulheres do nosso tempo que aceitaram no próprio coração o Senhor Jesus e a sua mensagem e que, portanto, procuram transmití-lo e vivê-lo por meio das redes sociais. Na web existe o contato com outras pessoas, e é por isso que o Santo Padre falou também de autenticidade, de busca da verdade. Como mencionei antes, há um grande risco nas redes sociais: ser submetido a uma enxurrada de mensagens, às vezes negativas, e nem sempre é fácil discernir e compreender. Por isso, agradeço muito o convite do Papa para descobrir quais são os impulsos e as tensões do homem e das mulheres de hoje. Porque, como se lê no texto da Mensagem, “as redes sociais estão ligadas profundamente às preocupações do coração humano”. São um espaço adicional para compreender que o Senhor Jesus está do nosso lado.

ZENIT: As redes sociais são, portanto, muito mais do que meros meios de comunicação?

Mons. Celli: Não são instrumentos, são ambientes de vida, são realidades onde eu “moro”. Portanto, eu não utilizo as redes sociais só para anunciar o Evangelho, mas morando na rede social, com o meu testemunho, com o meu anúncio, eu comunico Jesus Cristo, a sua palavra, a sua proposta. Numa mensagem há alguns anos, até mesmo o Santo Padre falava de uma “diaconia da cultura digital”, convidando os bispos a formar no seu próprio ambiente um pequeno grupo de padres que pudessem trabalhar na rede e exercitar uma verdadeira e genuína pastoral.

ZENIT: Quais são os desafios que emergem deste novo mundo?

Mons. Celli: Uma questão muito delicada no campo das novas tecnologias é o da linguagem. No sentido de que é preciso ter a capacidade para utilizar uma linguagem compreensível por todos os homens e mulheres de hoje. De fato, o Papa fala na Mensagem que não espera só uma citação formal da palavra do Evangelho. Não se trata de repetir somente as passagens das Escrituras, mas quem mora na rede tem que dar testemunho com a própria vida de uma relação existencial entre vida e Evangelho. O Santo Padre mesmo nos deu este exemplo entrando no Twitter. O seu desejo era justamente o de estar do lado dos homens e mulheres de hoje, e permanecer do lado deles com a sua palavra. E sim, o Twitter é limitado só a 140 caracteres, porém estas poucas palavras podem ter um conteúdo profundo que pode ajudar o homem a redescobrir o sentido profundo da sua vida.

ZENIT: Sobre o Twitter, como avaliar as reações negativas, às vezes ataques reais, das pessoas ao perfil do Papa?

Mons. Celli: Nestes tempos eu vi mais reações positivas que negativas. Quando apresentamos o primeiro tweet do Papa, falei de “faíscas de verdade” e “pérolas de sabedoria”. E eis que, nesta “desertificação espiritual” que – como afirma o Papa, está aumentando mais e mais – uma “gota de orvalho”, ainda que breve mas profunda, do Papa pode aliviar a sede do homem e pode favorecer o seu caminho. Por isso, apesar das críticas, dos insultos, e de algumas mensagens até mesmo pesadas recebidas, eu acredito que a decisão do Papa de entrar na rede social é muito positiva. Repito que é preciso estar presente no contexto das redes sociais, não só para vivermos, mas para dar testemunho dos valores em que acreditamos.

ZENIT: Muitas vezes o senhor fez uma chamada a “retwitar” as mensagens do Papa…

Mons. Celli: Sim, convidei os amigos do Papa a “retwitarem” aos própios amigos toda mensagem do Santo Padre. Se cada usuário enviasse a mensagem do Papa só a dez amigos alcançaríamos já os vinte e cinco milhões de seguidores, a assim por diante…

ZENIT: Como é que a comunicação social católica vai colaborar para promover a nova Evangelização?

Mons. Celli: Eu acho que a chamada para evangelizar é um convite para todos. Todo discípulo de Jesus Cristo deve assumir esta responsabilidade, que está ligada ao seu batismo, ou seja, de ser anúncio, instrumento, presença, proposta. Este é um ponto de referência fundamental. Este esforço evangelizador ajudará as pessoas a usarem bem tudo o que a tecnologia oferece.

ZENIT: Quais são os projetos atuais do Dicastério que o senhor é presidente?

Mons. Celli: Neste momento estamos levando adiante a iniciativa do Twitter que cresce a cada dia mais e vê aumentar continuamente os seguidores. E procuramos fazer que o twiter do Santo Padre possa ser difundido o mais possível. Outra iniciativa é news.va, o site que coleta as informações dos diversos órgãos de comunicação da Santa Sé. Hoje news.va é visitado diariamente por 12.000 a 30.000 pessoas. E tenho certeza de que esse número vai aumentar. Para nós é muito importante porque permite-nos estar presente e oferecer diariamente notícias atualizadas mais de três vezes ao dia.

ZENIT: Outros planos para o futuro?

Mons. Celli: Já já estará operando a aplicação do Papa para os smartphones que permitirá ter imediatamente os vídeos do Papa, ou a transmissão de uma Audiência, do Angelus ou de uma cerimônia em São Pedro. É um projeto em sintonia com o grande e iluminador magistério deste Papa.

Para ler o texto integral da Mensagem do Papa Bento XVI para o 47 º Dia Mundial das Comunicações Sociais 2013, clique em: http://beta.zenit.org/pt/articles/redes-sociais-portais-de-verdade-e-de-fe-novos-espacos-de-evangelizacao

 
 
 
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