top of page

TODOS OS PRODUTOS

Eventos futuros

Na manhã desta quarta-feira a polícia federal cumpriu mandados de busca e apreensão em 29 endereços, na maioria de influenciadores, jornalistas e políticos conservadores ou que apóiam o governo.

Há um inquérito aberto pelo Supremo Tribunal que levou a 29 mandados de busca e apreensão hoje pela manhã. Todos direcionados a pessoas e movimentos conservadores.

Entre os alvos estavam o empresário Luciano Hang, jornalistas como Bernardo Küster e Allan dos Santos, deputados como Carla Zambelli, Bia Kicis, Filipe Barros, Luiz Philippe de Orleans e Bragança, entre outros e influenciadores como a ativista pró-vida Sarah Winter.

Além de autorização ao cumprimento de mandados de busca e apreensão no inquérito das Fake News no STF, o ministro Alexandre de Moraes também determinou o bloqueio das contas nas redes sosocidde alguns deles. Entre os que tiveram as contas bloqueadas estão Allan dos Santos, Bernardo Kuster e Sara Winter.

Moraes alegou que “o bloqueio de contas em redes sociais, (…) é necessário para a interrupção dos discursos com conteúdo de ódio, subversão da ordem e incentivo à quebra da normalidade institucional e democrática”.

Um inquérito sigiloso (portanto, cujo teor é desconhecido), que não foi iniciado pelo Ministério Público, mas pelo próprio Supremo, cujo relator não foi sorteado, mas indicado pelo Presidente do Supremo e cujo julgamento será feito também pelo Supremo.

Estão perseguindo “Fake News” ou estão cerceando a “liberdade de expressão”? Há uma diferença clara entre uma coisa e outra. Fake News são fatos falsos e não opiniões das quais discordamos.

Se uma pessoa, por exemplo, interpreta que uma blasfêmia não é blasfêmia, mas não nega o fato, ela tem uma opinião. Se a pessoa, entretanto, nega a existência de um fato ou cria um fato que não existe, ela está fazendo “Fake News”.

Cada vez mais a esquerda procura criar uma cortina de fumaça nos conceitos para enquadrar a opinião da qual discordam como “Fake News”, impondo uma barreira para que ela não seja conhecida (ou para que seja desmerecida sem análise) e, com isso, procurando abafar e silenciar a reação conservadora.

Cuidado conservadores, o resto da democracia que existia no Brasil pode estar chegando ao fim!

Texto: Frederico Viotti

PGR pede a Fachin para suspender inquérito das fake news

Aras disse que as mensagens “representam a divulgação de opiniões […] protegidas pela liberdade de expressão”.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu, nesta quarta-feira (27), ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, a suspensão do inquérito da fake news.

De acordo com o G1, o procurador-geral pediu:

“A leitura dessas manifestações demonstra, a despeito de seu conteúdo incisivo em alguns casos, serem inconfundíveis com a prática de calúnias, injúrias ou difamações contra os membros do STF. Em realidade, representam a divulgação de opiniões e visões de mundo, protegidas pela liberdade de expressão.”

E acrescentou:

“Na medida em que as manifestações feitas em redes sociais atribuídas aos investigados inserem-se na categoria de crítica legítima – conquanto dura –, ao ver deste órgão ministerial são desproporcionais as medidas de bloqueio das contas vinculadas aos investigados nas redes sociais.”

Via Renovamidia

Assista uma análise católica sobre o tema:


 
 
 

Cada dia que passa o cenário político no Brasil fica mais complicado. Já não bastassem os políticos de oposição fazerem de tudo contra o conservadorismo, agora o próprio STF está tentando legislar, tentando aprovar o aborto, homofobia, e ainda calando a voz dos conservadores. A pandemia já começa a se dissipar, porém permanece a catástrofe política. Precisamos, mais do que nunca prestar atenção na política, ou então, logo logo, pode ser tarde demais. Veja abaixo a análise do padre.

A catástrofe bio-econômica produzida em outros países e agora importada para o Brasil não é apenas o ambiente propício para o uso do tapetão como arma para assassinar politicamente o chefe do executivo e, junto com ele, toda a economia da nação, mas é também ocasião perfeita para o estabelecimento de todas as condutas autoritárias e, por que não dizê-lo?, ditatoriais, as quais simplesmente proíbem o homem normal de ser normal, criminalizando-o potencialmente e mantendo-o numa espécie de prisão domiciliar, sob a base da repressão.

O pânico pode ser uma eficaz ferramenta de controle psicossocial e a brecha necessária para que os “donos do mundo” moldem o comportamento das sociedades de acordo com seus princípios “técnicos”, meticulosamente programados para produzir uma legião de zumbis, a boiada aterrorizada que se porá inteiramente nas mãos daquele que governará o mundo contra Deus e contra Cristo, numa Nova Ordem Mundial.

Quando escuto que o ex-primeiro ministro britânico sugere a criação imediata de um governo global para gerir a crise do coronavírus, quando leio que a China está comprando as empresas que estão despencando no ocidente e está vendendo seus próprios produtos para a gestão da doença que curiosamente veio de lá, quando observo a espiral do silêncio em torno dos casos dos “falsos diagnósticos”, a censura descarada das perspectivas não catastróficas e, por fim, a conduta provinciana daqueles que se servem da pirotecnia populista como meio de ostentar competência, não consigo senão perceber que, apesar da aparente contradição, o caos está organizado para ir numa determinada direção…

Digo de antemão que não creio estarmos propriamente no fim dos tempos. Acho mais que isto tudo seja um ensaio para homogeneizar as sociedades, tornando-as completamente indefesas diante dos poderes meta-políticos. Não deixa de ser curioso, porém, que eles conseguiram algo absolutamente inédito: o encerramento do culto público das Igrejas Católicas em todo o mundo; coisa que não foi realizada nem nos dias da perseguição romana nem na revolução francesa e nem mesmo na revolução bolchevique. O diabo deve estar rindo às pencas, com tudo isto!

Como ninguém sabe mais o que é verdade e o que é alarmismo, onde começam os agentes calculados e onde terminam os idiotas úteis, onde está a informação objetiva e onde está a desinformação projetada… O melhor mesmo é apagar as luzes e fazer a nossa parte.

O vírus existe. Precisamos combatê-lo com distanciamento e muita higiene. Temos que orar muito e louvar o Senhor, que “se ri dos poderosos lá no céu”, como ensina o Salmo 2. No mais, no Brasil, estes jogos políticos patéticos são apenas disputas de futebol de botão na casa da vizinha, no contexto de uma silenciosa guerra geopolítica não apenas pela hegemonia econômica, mas sobretudo pela hegemonia social: eles descobriram que a maior riqueza do mundo é o ser humano e, por isto, querem capitalizá-lo para que se torne apenas um escravo contentinho pelo fato de ter carteira registrada, férias remuneradas e, quem sabe, um chip na mão direita e na testa, sem o qual não poderá comprar e vender. Leia também Revolução e guerra civil: Uma profecia para o Brasil

 
 
 

Cada dia que passa o cenário político no Brasil fica mais complicado. Já não bastassem os políticos de oposição fazerem de tudo contra o conservadorismo, agora o próprio STF está tentando legislar, tentando aprovar o aborto, homofobia, e ainda calando a voz dos conservadores. A pandemia já começa a se dissipar, porém permanece a catástrofe política. Precisamos, mais do que nunca prestar atenção na política, ou então, logo logo, pode ser tarde demais. Veja abaixo a análise do padre.

A catástrofe bio-econômica produzida em outros países e agora importada para o Brasil não é apenas o ambiente propício para o uso do tapetão como arma para assassinar politicamente o chefe do executivo e, junto com ele, toda a economia da nação, mas é também ocasião perfeita para o estabelecimento de todas as condutas autoritárias e, por que não dizê-lo?, ditatoriais, as quais simplesmente proíbem o homem normal de ser normal, criminalizando-o potencialmente e mantendo-o numa espécie de prisão domiciliar, sob a base da repressão.

O pânico pode ser uma eficaz ferramenta de controle psicossocial e a brecha necessária para que os “donos do mundo” moldem o comportamento das sociedades de acordo com seus princípios “técnicos”, meticulosamente programados para produzir uma legião de zumbis, a boiada aterrorizada que se porá inteiramente nas mãos daquele que governará o mundo contra Deus e contra Cristo, numa Nova Ordem Mundial.

Quando escuto que o ex-primeiro ministro britânico sugere a criação imediata de um governo global para gerir a crise do coronavírus, quando leio que a China está comprando as empresas que estão despencando no ocidente e está vendendo seus próprios produtos para a gestão da doença que curiosamente veio de lá, quando observo a espiral do silêncio em torno dos casos dos “falsos diagnósticos”, a censura descarada das perspectivas não catastróficas e, por fim, a conduta provinciana daqueles que se servem da pirotecnia populista como meio de ostentar competência, não consigo senão perceber que, apesar da aparente contradição, o caos está organizado para ir numa determinada direção…

Digo de antemão que não creio estarmos propriamente no fim dos tempos. Acho mais que isto tudo seja um ensaio para homogeneizar as sociedades, tornando-as completamente indefesas diante dos poderes meta-políticos. Não deixa de ser curioso, porém, que eles conseguiram algo absolutamente inédito: o encerramento do culto público das Igrejas Católicas em todo o mundo; coisa que não foi realizada nem nos dias da perseguição romana nem na revolução francesa e nem mesmo na revolução bolchevique. O diabo deve estar rindo às pencas, com tudo isto!

Como ninguém sabe mais o que é verdade e o que é alarmismo, onde começam os agentes calculados e onde terminam os idiotas úteis, onde está a informação objetiva e onde está a desinformação projetada… O melhor mesmo é apagar as luzes e fazer a nossa parte.

O vírus existe. Precisamos combatê-lo com distanciamento e muita higiene. Temos que orar muito e louvar o Senhor, que “se ri dos poderosos lá no céu”, como ensina o Salmo 2. No mais, no Brasil, estes jogos políticos patéticos são apenas disputas de futebol de botão na casa da vizinha, no contexto de uma silenciosa guerra geopolítica não apenas pela hegemonia econômica, mas sobretudo pela hegemonia social: eles descobriram que a maior riqueza do mundo é o ser humano e, por isto, querem capitalizá-lo para que se torne apenas um escravo contentinho pelo fato de ter carteira registrada, férias remuneradas e, quem sabe, um chip na mão direita e na testa, sem o qual não poderá comprar e vender. Leia também Revolução e guerra civil: Uma profecia para o Brasil

 
 
 
CONTATO
Avalie-nosRuimNão muito bomBomMuito bomÓtimoAvalie-nos

Agradecemos pelo envio !

© 2019 - 2023. INTERVENÇÃO DIVINA - Criado por Divino Design.

Esta obra é inteiramente dedicada à Santíssima Virgem Maria!

bottom of page
ConveyThis