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Comentando um crime hediondo, o padre Davide Muscat comenta que, do ponto de vista da doutrina, a prática homossexual é pior que a possessão. Esta consideração pode custar-lhe um ano de prisão e uma multa de 23.000 euros, além da suspensão que lhe pode ser imposta por Mons. Scicluna. 


Para entender o que poderia acontecer com alguns padres na hipótese de que uma lei contra a chamada “homofobia” – como a DDL Zan – seja introduzida também na Itália, basta dar uma olhada no que está acontecendo ao redor da península. Você não precisa ir muito longe. Basta atravessar o mar e chegar à ilha de Malta, onde no ano passado foi aprovada a modificação do código penal no espírito desejado pelo nosso senhor Zan e seus seguidores. Em Malta, nos últimos dias, um triplo ataque foi desencadeado contra o padre católico padre Davide Muscat por ministros e deputados do governo socialista de Robert Abela, a associação LGBT “Malta Gay Rights Movement” e o arcebispo liberal – o progressista maltês Monsenhor Carlos Scicluna.

A história surge de uma história de crime.

Em 1º de janeiro, uma polonesa de 29 anos, identificada com o nome de Paulina Dembska, foi estuprada e morta em um jardim público na cidade de Sliema. As investigações dos investigadores levaram à prisão do suposto assassino, um maltês de 20 anos, um certo Abner George Aquilina, que foi capturado imediatamente após sua intrusão em uma igreja durante uma missa. De fato, alguns momentos após a descoberta do corpo sem vida de Dembska, nas primeiras horas da manhã, Aquilina atacou a igreja paroquial de Balluta, derrubando bancos e o púlpito, antes de ser expulso pelos fiéis presentes e preso pela polícia. Pelas investigações iniciais, parece que o suposto assassino tinha um longo histórico de dependência de drogas, prostituição com homens e assédio sexual de mulheres jovens. Surgiram até rumores sobre o homem e fundadas suspeitas sobre a sua possessão diabólica, sustentadas pelo facto de ter a imagem do diabo tatuada no peito e o número 666 na perna, e por algumas das suas declarações prestadas à polícia, como a de estar ao serviço e às ordens das “frequências do diabo”. Aquilina foi, no entanto, submetido a um exame psiquiátrico para verificar seu estado mental.

A indignação por este assassinato em Malta causou imediatamente sensação nas redes sociais locais, tanto que até o padre Davide Muscat, conhecido por suas posições leais ao Magistério da Igreja, interveio no caso, respondendo a um ativista LGBT. Em um comentário no Facebook ,Muscat falou da possibilidade de o suspeito do assassinato Abner Aquilina ser gay, bissexual ou possuído pelo diabo e, após reiterar a necessidade de ajudá-lo de forma séria e profissional, o mesmo padre disse que praticar a homossexualidade era pior do que estar possuído. Uma observação, aliás, teologicamente correta, em que a prática de atos homossexuais decorre de uma decisão resultante do livre arbítrio, enquanto a possessão diabólica é uma condição objetiva completamente involuntária.

As declarações do padre Muscat provocaram a reação furiosa do governo socialista, do movimento gay e até do arcebispo da ilha Mons. Carlos Scicluna. Dois ministros denunciaram o padre por espalhar discurso de ódio “homofóbico”, pedindo sua prisão. O mesmo foi feito por membros do movimento LGBT maltês, enquanto o arcebispo Scicluna condenou publicamente o padre dizendo que tais discursos são completamente inaceitáveis ​​e ordenando que ele exclua os comentários de sua página no Facebook. O arcebispo Scicluna chegou a ameaçar suspender o padre Muscat do exercício de seu ministério público. Além disso, é bem conhecida a orientação liberal-progressista do arcebispo maltês, assim como sua proximidade com os líderes das organizações homossexuais da ilha, que o consideram um grande amigo.

Padre Davide Muscat foi convocado para a delegacia, onde soube que foi formalmente denunciado. Ele será julgado em 28 de janeiro. Evidentemente, por esses crimes, a justiça maltesa é muito famosa. A acusação é a de ter violado o art. 82A do Código Penal, alterado no ano passado, que afirma que “qualquer pessoa que use palavras ou adote comportamento ameaçador, ofensivo ou insultuoso, ou divulgue material escrito ou impresso com conteúdo ameaçador, ofensivo ou insultuoso, ou em qualquer caso fomente violência ou ódio racial ou religiosamente contra outra pessoa ou grupo por motivos de gênero, identidade de gênero, orientação sexual, raça, cor, idioma, origem étnica, religião ou crença ou opinião política ou de outra natureza, ou para os quais tal violência ou ódio racial ou religioso possa ser fomentado, tendo em conta todas as circunstâncias, é punido com prisão de seis a dezoito meses”. Além disso, a acusação de uso indevido de equipamentos de comunicações eletrónicas pode custar-lhe ainda uma multa de até 23 mil euros.

No mundo católico, algumas vozes se levantaram em defesa do padre que acabou em apuros pela acusação de homofobia, mas o arcebispo Scicluna permanece inflexível. Ou o padre Muscat pede desculpas e apaga os comentários, ou será suspenso. A diocese de Malta não pode se dar ao luxo de ter um padre “homofóbico” entre suas fileiras. Nós, por outro lado, apoiamos publicamente o padre David Muscat com convicção contra o vergonhoso ataque de que foi vítima. E, como crentes, continuamos a orar por ele.

FONTE: LA NUOVA BUSSOLA QUOTIDIANA

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Parece ser um pouco comum o pensamento de que todos os pecado são iguais perante Deus, muitas pessoas afirmam que não existe pecadinho e pecadão, apenas pecado. Contudo, a Bíblia parece mostrar uma complexidade maior sobre o assunto.

Mas primeiro, o que é pecado? De uma forma bem simples, pecado é qualquer ato, sentimento ou pensamento que vai contra os padrões de Deus, tudo que de alguma maneira te afaste de Deus e de sua Vontade.

Agora vamos analisar como que a Bíblia enxerga a questão dos graus de pecados.

No Antigo Testamento, existe claramente uma classificação de pecados. Por exemplo, em Levítico 20, que reordena as ofensas sexuais do capítulo 18 conforme a severidade da ofensa/pena, com as ofensas sexuais mais graves agrupadas primeiro (20.10-16). Dentro do primeiro nível de ofensas sexuais (ao lado de adultério, as piores formas de incesto, e bestialidade) está a relação sexual com alguém do mesmo sexo. Obviamente, variadas penas para diferentes pecados se encontram por todo o material legal do Antigo Testamento.

Em Ezequiel 8, o profeta é erguido por um anjo ‘nas visões de Deus’ e levado até Jerusalém, onde vê diferentes graus de idolatria ocorrendo nos arredores do Templo e o anjo declarando duas vezes a frase: ‘Verás abominações ainda maiores que estas’, mostrando que existiam graus piores que abominações.

Jesus referiu-se ao ‘que há de mais importante na Lei’ (Mt 23.23), como justiça, misericórdia e fidelidade — era mais importante obedecer a estas coisas do que ao dízimo de especiarias, mesmo que não se devesse desprezar tais ofertas. Formulações deste tipo implicam que violações do que há de mais importante ou dos principais mandamentos (como não defraudar os pobres de seus recursos tendo em vista ganho pessoal) são mais graves do que violações de mandamentos menores ou ‘mais leves’ (por exemplo, dar o dízimo de pequenos alimentos, como especiarias), que, segundo Jesus, deveriam ser praticados sem deixar de lado as questões mais importantes. Jesus acrescenta a seguinte crítica: ‘Guias cegos! Coais um mosquito e engolis um camelo’ (23.24). Qual é a diferença entre um mosquito e um camelo, se todos os mandamentos e todas as violações são iguais?

Outro caso óbvio de priorização de algumas ofensas como piores do que outras é a caracterização de Jesus sobre a ‘blasfêmia contra o Espírito Santo’, ‘pecado eterno’ do qual nunca se terá perdão — no contexto, refere-se aos fariseus terem atribuído os exorcismos de Jesus ao poder demoníaco (Mc 3.28-30).

De acordo com João 19.11, Jesus disse a Pilatos: ‘Nenhuma autoridade terias sobre mim, se do alto não te fosse dada; por isso, aquele que me entregou a ti incorre em pecado maior’. A referência é a Judas (6.71; 13.2,26-30; 18.2-5) ou ao sumo sacerdote Caifás (18.24,28). ‘Pecado maior’ naturalmente implica que a ação de Pilatos é pecado menor.

Analisando o texto de 1 Coríntios 3.10-17, Se todo pecado é igualmente grave para Deus, por que Paulo destacou a ofensa do homem incestuoso em na igreja em Corinto dentre todos os pecados dos coríntios como motivo para exclusão da comunidade? Por que tamanha expressão de choque e indignação da parte de Paulo?

No texto de 1 João 5.16-17, o apóstolo diferencia entre ‘pecado que não é para morte’ (pelo qual a oração pode surtir efeito e salvar a vida do pecador) e ‘pecado para a morte’ (pecado mortal, pelo qual a oração não surtirá efeito).

A Bíblia diz que devemos evitar pecados graves, como imoralidade sexual, idolatria, roubo, bebedeira, extorsão, assassinato e ocultismo. (1 Coríntios 6:9-11; Apocalipse 21:8) A Bíblia mostra que esses erros graves são diferentes de pecados não intencionais, como por exemplo ações ou palavras impensadas que magoam outros. (Provérbios 12:18; Efésios 4:31, 32). Mas a Bíblia também mostra que não devemos minimizar a seriedade de nenhum pecado. Fazer isso pode nos levar a cometer pecados mais graves. — Mateus 5:27, 28.

Concluímos que a própria palavra de Deus nos da base suficiente para fazer a distinção de pecados. Existem de fato pecados mais graves que outros, que são considerados mais “abomináveis” que outros. Um cristão de verdade nunca pecaria propositalmente só por ser um “pecado leve”, somente o fato dele pensar isso, já mostra o quanto ele não entende sobre o sacrifício de Cristo na cruz. O fato de haver pecados mais e menos graves,em hipótese alguma minimiza o pecado em si. Somos pecadores por natureza, mas devemos sempre buscar a santidade e o perdão de Deus em Cristo. O pecado continua sendo um erro que nunca deveria ser cometido, o cristão é chamado para ser santo e não pecador!

 
 
 

O que é o Fragmento Muratori?

O Cânone Muratori, também conhecido por fragmento muratoriano, é uma cópia da lista mais antiga que se conhece dos livros do Novo Testamento. Escrito por volta do ano 150, indica o nome de Pio, bispo de Roma de 143 à 155, irmão de Hermas, autor de ´O Pastor´. É um manuscrito do séc. VIII, cópia do original, descoberta na Biblioteca Ambrosiana de Milão por Ludovico Antonio Muratori (1672 – 1750) e publicada em 1740. Na lista figuram os nomes dos livros que o autor desconhecido da lista considerava admissíveis, com alguns comentários.

Os livros canónicos mencionados na lista são aproximadamente os mesmos que se consideram hoje como canónicos neo-testamentários, com algumas variações. O Cânone de Muraori aceita quatro evangelhos, dos quais dois são o Evangelho de Lucas e o Evangelho de João, não se conhecendo os outros dois, pois falta o princípio do manuscrito, onde estariam os nomes dos dois primeiros. A lista segue com os Atos dos Apóstolos e com 13 epístolas de Paulo (não menciona a Epístola aos Hebreus). Considera falsificações as epístolas supostamente escritas por Paulo aos laodicenses e a escrita aos alexandrinos. Nele só se mencionam duas epístolas de João, sem as descrever. Figura também no fragmento como canónico o Apocalipse de Pedro, ainda que com certas reservas (“o qual alguns dos nossos não permitem que seja lido na igreja”).

O fragmento também tece comentários aos texto bíblicos, o que nos permite entender um pouco mais como os antigos cristãos enxergavam os textos e como os consideram em importância na comunidade. Mas esse fragmento também pode ser uma prova contra as acusações de adulteração dos textos bíblicos ao longo dos anos, principalmente na período medieval. Vemos que essa acusação não se sustenta pois temos muitas evidências, e o fragmento muratoria é mais uma delas, que comprovam quão antigos os textos são, e quão inalaterados eles permanceram até os dias de hoje.

Para saber mais leia: “O Cânon das Escrituras” – F. F. Bruce.

 
 
 
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