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Prepara o próximo Sínodo continental

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 27 de fevereiro de 2007 (ZENIT.org).- A África converteu-se no motor do crescimento numérico dos fiéis católicos no mundo, segundo constataram os bispos em uma reunião celebrada no Vaticano.

Nesta terça-feira, a Sala de Imprensa da Santa Sé emitiu o comunicado com as conclusões do encontro do Conselho Especial para a África, da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos, celebrado de 15 a 16 de fevereiro em Roma.

A reunião buscava continuar com a preparação do segundo Sínodo de Bispos da África.

Na reunião, presidida pelo arcebispo Nikola Eterovic, secretário-geral do Sínodo dos Bispos, participaram dois cardeais e seis arcebispos e bispos.

Segundo o comunicado, os membros do conselho ressaltaram o grande dinamismo da Igreja: o aumento do número de católicos (3,1%) é maior que o da população (2,5%).

O Sínodo dos Bispos, segundo os encarregados de sua organização, buscará «em particular, animar os leigos a comprometer-se em uma melhora das condições de vida de cada africano, desde o ponto de vista econômico, cultural, de saúde e sobretudo espiritual».

«Também propôs a oportunidade de que nesse processo sinodal participem representantes de outras religiões para responder, se possível juntos, aos desafios do momento histórico no continente, que anseia por uma sociedade mais justa e pacífica e uma maior reconciliação», acrescenta o comunicado.

O último Anuário Pontifício, apresentado em 11 de fevereiro a Bento XVI, revelava também que nos continentes asiático e americano se registrou um aumento de católicos superior ao da população (de 2,71% contra 1,18%, no caso da Ásia, e de 1,2% contra 0,9%, no caso da América).

Na Europa, pelo contrário, percebe-se um aumento leve dos católicos e uma situação quase de estabilidade da população presente, constata-se nesse volume.

Os sacerdotes, no último ano, aumentaram em 3,55% na África.

 
 
 

O secretário de Estado comenta o discurso de Bento XVI ao Corpo Diplomático

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 9 de janeiro de 2007 (ZENIT.org).- O desafio da paz — dentro da Igreja e no mundo em geral — constitui uma prioridade para Bento XVI, constata seu secretário de Estado, o cardeal Tarcisio Bertone.

Em uma entrevista concedida à «Rádio Vaticano», o purpurado italiano comentou nesta terça-feira o discurso que o Papa pronunciou ontem ante os embaixadores dos países acreditados ante a Santa Sé, no qual ilustrou as luzes e sombras do planeta a inícios do ano 2007.

«Como o Papa constatou, estes grandes desafios podem ser encontrados tanto dentro da Igreja como “ad extra”», ao exterior, explica o cardeal Bertone.

«Dentro da Igreja sempre está vivo o problema da relação entre o particular e o universal. E, portanto, se dá a necessidade de reforçar a comunhão entre o centro da Igreja universal, que é a Santa Sé, que é a sede do Vigário de Cristo, com todas as indicações de seu Magistério tão claro, tão iluminador, com as realidades das Igrejas particulares», declara.

Para o exterior, assinala, «a Igreja é promotora da paz, e vimos, experimentamos com quanta paixão e detalhe o Papa interveio sobre os conflitos locais em seu discurso ao Corpo Diplomático».

Ao fazer seu balanço da paz no mundo, em seu discurso desta segunda-feira, o bispo de Roma afirmou: «Constatamos em primeiro lugar que a paz é com freqüência muito frágil e inclusive ridicularizada».

«O Papa se atreveu a pronunciar estas palavras», explica o cardeal Bertone. «Apesar de todos os esforços da Igreja, das Igrejas locais, que em certas ocasiões se apresentam como mediadoras para a solução dos conflitos locais que ensangüentam sobretudo o continente africano, e apesar dos esforços das organizações internacionais, a paz é frágil.»

«Portanto, o problema da paz é um problema pelo qual a Igreja não deixa de empregar suas energias e todos os caminhos possíveis: junto aos caminhos tipicamente diplomáticos com os representantes da Santa Sé, espalhados em todos os países do mundo, e ante as organizações internacionais, estão os caminhos culturais, os caminhos da oração, os caminhos da convivência, da amizade entre grupos, entre pessoas, entre famílias.»

Por isso, o purpurado considera que é necessário «criar laços e caminhos de reconciliação para aumentar as possibilidades, as perspectivas de uma paz autêntica e duradoura».

Neste contexto, para superar o escândalo da fome, o «Papa faz um chamado à solidariedade, a uma distribuição mais justa dos bens da terra, pois a terra tem uma grande riqueza de recursos, de bens, mas infelizmente muitas vezes eles são distribuídos de maneira injusta».

«O Papa lança um chamado a renovar medidas econômicas de ajuste estrutural, pois certas estruturas são verdadeiramente nefastas — denuncia Bertone. Portanto, é necessário corrigir o comércio, a distribuição dos bens, o intercâmbio de matérias-primas com outros bens que favoreçam o desenvolvimento dos povos.»

Neste contexto, o Papa recorda a importância do «direito à liberdade religiosa» como «pilar no qual se apóiam os demais direitos humanos. Se o direito à liberdade religiosa for violado, os demais direitos humanos também são prejudicados», conclui o cardeal.

 
 
 

VATICANO, 19 Set. 06 (ACI) .- O vaticanista italiano Sandro Magister afirmou que as reações violentas dos muçulmanos contra o discurso do Papa Bento XVI do dia 12 de setembro na Universidade de Ratisbona representam uma “guerra irracional“. Em sua coluna semanal do semanário italiano L’Espresso, Magister afirma que o Papa “ofereceu como terreno para o diálogo entre cristãos e muçulmanos ‘atuar em concordância com a razão’. Entretanto, o mundo islâmico o atacou, distorcendo seu pensamento, confirmando assim que o rechaço à razão traz junto com ele intolerância e violência“.

O especialista em assuntos vaticanos afirma que “menos diplomacia e mais Evangelho” parece ser o curso que “Joseph Ratzinger está estabelecendo para o governo central da Igreja“. “Inclusive ter escolhido o arcebispo Mamberti, nascido em Marrakesh (Marrocos) e de nacionalidade francesa” e com ampla experiência diplomática em vários países islâmicos, como Secretário para as Relações com os Estados, deixa claro que o que o Papa teve em mente foi ter a alguém familiarizado com o mundo muçulmano e com os assuntos sobre fé e civilização”.

“E foi este mesmo critério: menos diplomacia e mais Evangelho, o que fez que o Papa, durante sua visita à Alemanha, dissesse o que foi considerado tão politicamente incorreto”, acrescentou o vaticanista.

Segundo Magíster, qualquer um que conheça algo da arte da diplomacia teria “qualificado de inoportunos e perigosos” muitas passagens das homilias e discursos de Bento XVI, porque “este não é um Papa que se submeta a tal censura ou que se auto-censure” mas sim diz o que deve quando isto é “pilar para sua pregação”.

“Seu objetivo na viagem à Alemanha foi iluminar o homem moderno -cristão, gnóstico, de outra fé, europeu, africano ou asiático- dizer-lhe que a simples e suprema verdade além de que Deus é Amor, a que o Papa lhe dedicou sua encíclica Deus Caritas est, é que Deus é também razão, Ele é o ‘logos’”; acrescentou Magister.

“E quando a razão se separa de Deus, fecha-se sobre si mesma. E assim, a fé em um Deusirracional‘, uma vontade absoluta, sem limites, pode se converter na semente da violência. Toda religião, cultura e civilização está exposta a este maior engano: não só o Islã mas também o Cristianismo, ao que o Papa dedicou todo seu discurso”, manifestou o vaticanista.

“Dois dias antes de seu discurso na Universidade de Ratisbona -prosseguiu- contra o que autoridades de governos muçulmanos e líderes de opinião elevaram seus protestos, Bento XVI tinha exposto a verdade em sua homilia da Missa em Munique, com algumas conotações que o fizeram passar como pró-islâmico, segundo alguns comentários da mídia”, assegurou o vaticanista.

“Mas em seguida veio o discurso de Ratisbona, e a interpretação feita por muitos muçulmanos” de muitos meios e de muitas formas “com um exagero e propagação semelhantes ao que se viu faz alguns meses contra umas charges ofensivas, foi diametralmente oposta. A acusação se estendeu a partir de uma tremenda distorção do exposto pelo Bento XVI, e se apartou precisamente do exercício da razão invocado pelo Papa como o terreno adequado para o verdadeiro diálogo entre as religiões e civilizações”, continuou o especialista.

Diante desta posição do Papa, segundo Magister, era correta a posição adotada pelo Arcebispo Mamberti e o Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, de apoiar o Papa e sugerir uma “direta e completa“ leitura do discurso de 12 de setembro. “Inclusive no Ângelus de 17 de setembro, o próprio Pontífice expressou sua pena pelas reações dos muçulmanos a seu discurso na Universidade de Ratisbona”, indicou Magister.

Leia a coluna completa de Magister (em inglês) em http://www.chiesa.espressonline.it/dettaglio.jsp?id=84185&eng=y

 
 
 
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