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Deputada Católica faz discurso histórico e profético e mostra que ainda há esperanças para o Brasil!

Deputada Católica Chris Tonietto fez este discurso excepcional apontando, com detalhes, os anseios dos Cristãos para o futuro de nossa nação e ainda apontou problemas graves que precisam ser corrigidos com urgência!

Que Deus proporcione as graças necessárias para que Chris Tonietto continue firme nesta missão e vocação tão especial e que ela seja inspiração para que mais deputados católicos se levantem e tenham coragem, a fim de que, com a ajuda de Deus, o Brasil volte ser uma nação íntegra e fiel a Deus! Assista a este emocionante discurso:


 
 
 

É com orgulho que eu afirmo que sou casado há cerca de quatro anos e meio. Isto faz de mim quase um especialista em mulheres e casamento, certo? (Vou deixar o olhar da minha esposa responder a essa pergunta…).

Estou sempre aprendendo e sendo desafiado, e, é claro, tentando ser melhor ao fazer as coisas que eu sei que devo fazer. Essas ideias eu fui pegando tanto de outras pessoas quanto da minha própria experiência.

Antes de prosseguir, quero contextualizar um pouco as coisas: eu trabalho em casa, e o meu trabalho é a nossa única fonte de renda. Minha esposa cuida dos nossos dois filhos pequenos, faz a maior parte das nossas compras e a maior parte do trabalho doméstico. A situação de cada pessoa é diferente e eu não pretendo dar a entender que todos os casamentos devam ser como o nosso. Mas estou contando isto porque esta é a organização que eu conheço melhor e porque algumas das ideias que apresento a seguir se referem especificamente à nossa situação.

E agora, sem nenhuma ordem particular, cito algumas ideias simples que eu acho que um marido pode adotar para amar a sua esposa cada vez mais a cada novo dia.

1) Pergunte como foi o dia dela antes de começar a falar do seu.

Vocês dois trabalharam duro. Vocês dois estão cansados. Vocês dois podem ter assuntos que desejam compartilhar. Mas pergunte a ela sobre o dia dela primeiro. Sempre.

Isso mostra que você se importa com o que ela faz e com o que ela está pensando, o que, por sua vez, mostra que você a valoriza. Recomendo fazer isto inclusive quanto você tem uma grande notícia para contar. A menos que seja algo muito urgente, perguntar sobre o dia dela e depois compartilhar a grande notícia mostra ainda melhor o quanto você se preocupa com ela.

2) Agradeça a ela explicitamente, todos os dias, por trabalhar pela família.

Sua esposa trabalha duro e, provavelmente, não recebe muitos reconhecimentos por esse trabalho: dinheiro, felicitações públicas, etc. É preciso deixar claro que você sim reconhece o trabalho que ela está fazendo e o admira.

Embora cada um tenha a sua “linguagem do amor”, a linguagem do mero pensamento não é suficiente. Você precisa comunicar o seu amor a ela, de alguma forma, todos os dias. Diga a ela, deixe um bilhete, dê um presente: enfim, faça alguma coisa concreta.

3) Aprecie sempre o que ela faz por você, mesmo que não seja feito com perfeição.

Ela é sua esposa, não sua empregada. Se ela faz algo por você, valorize. Pode haver falhas, mas agradeça e sugira algo que possa tornar tudo melhor ainda. Por exemplo: o jantar não esteve excelente? Jante e agradeça mesmo assim. Não critique. Depois, sugira algo que torne os próximos jantares melhores ainda e pergunte o que ela acha.

4) Se algo precisa ser feito e vocês dois estão cansados, disponha-se a fazê-lo primeiro.

Um longo dia está no fim para vocês dois. Os dois querem relaxar, mas o choro do bebê está indicando que a fralda está suja, ou há pratos na pia esperando para ser lavados. Cada um de vocês gostaria que o outro fizesse o trabalho.

Então faça você. Como marido, espera-se que você cuide da família. Cuide fazendo o trabalho que nenhum de vocês gostaria de fazer.

5) Elogie sua mulher todos os dias: não espere pelas datas especiais.

Ela é sua esposa, ela é linda, maravilhosa. Você vê nela outras qualidades que admira: faça-a saber disso.

6) Dedique tempo aos seus filhos à noite, e tempo de qualidade.

Isto é um ganha-ganha para todos. Você se diverte com seus filhos, os seus filhos se divertem com você. E é também uma forma de amar a sua esposa, por duas razões: primeiro, porque ela vai gostar de ver o marido construindo um bom relacionamento com os filhos; segundo, porque ela esteve o dia todo com as crianças e, se você passar um tempo com seus filhos agora, ela terá um tempinho para fazer outras coisas.

Simples, não é? Pois bem, agora vá lá e ame a sua esposa!

(Eu gostaria de saber dos meus leitores, tanto homens quanto mulheres, se concordam ou discordam de alguma coisa. Esqueci de algo?)

Fonte: Aleteia

 
 
 

Fonte: Padre Paulo Ricardo [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=JlVBddCr_ao[/youtube]

Versão áudio


O livro “A Imitação de Cristo” foi um dos mais traduzidos no mundo. Alguns dizem que entre os livros religiosos, depois da Bíblia, ele foi o mais traduzido. Escrito antes da invenção da imprensa, é de surpreender que milhares de cópias estavam espalhadas pelas bibliotecas da Europa.

Apesar de sua popularidade, não se tinha conhecimento de quem o escrevera, de seu autor. Não é de se admirar, pois no Capítulo II lê-se: “estima ser ignorado e tido em nenhuma conta” ou no original em latim: “ama nesciri et pro nihilo reputari”. O Capítulo V adverte os leitores a não procurar quem disse, mas a prestarem atenção ao que foi dito: “non quaeras quis hoc dixerit: sed quid dicatur attende”, ou seja, não importa quem escreveu “A Imitação de Cristo”, mas tão somente a sua mensagem.

Todavia, como a pergunta é se ainda vale a pena lê-lo, saber quem o escreveu pode ser de alguma valia. Conforme os estudos dão conta, foi escrito pelo padre Thomas Hemerken, nascido na cidade alemã de Kempen que, ao ser colocada na forma latina torna-se Kempis, assim diz-se que o livro foi escrito por “Thomas de Kempis”.

Kempen ou Kempis estava localizada na região da fronteira com a Bélgica e a Alemanha atuais, na área de cultura conhecida como flamenga, ou seja, holandesa. Naquela área surgiu o movimento denominado devotio moderna para contrapor a devotio antiqua em voga. A devotio antiqua era praticada por um clero decadente, o qual não punha mais o próprio coração nas celebrações litúrgicas e nas práticas devocionais. Lembrando que se trata do século XV, pouco antes da Revolução Protestante. Além disso, apresentava uma mística intelectualizada, mais preocupada com questões abstratas que com as dificuldades cotidianas. Ela era praticada sobretudo na região do Rio Reno e seu representante mais ilustre foi o dominicano Mestre Eckhart, mais tarde acusado como herege e que teve parte de seus escritos condenados. Por fim, ela apresentava uma ascese inalcançável. As pessoas se propunham penitências dificílimas, iam em busca de heroísmo ascéticos tão terríveis que se tornava impossível cumpri-las.

Nesse cenário, surgiu a devotio moderna propondo que sacerdotes e religiosos empenhassem o coração no culto a Deus, saindo do automatismo. Para fugir da intelectualidade exacerbada, centralizaram a devoção em Cristo. Ela rapidamente se tornou popular, pois, além de cristocêntrica, oferecia a todos práticas de penitência e de mortificação mais acessíveis.

Assim, Thomas de Kempis encontrou campo fértil para escrever a belíssima obra “A Imitação de Cristo” que traz orientações práticas para a vida do fiel. O livro é divido em capítulos (ou fichas) independentes, ou seja, cada um possui começo, meio e fim, portanto, pode ser lido de modo autônomo. Isso justifica o tradicional costume de se fazer uma oração e abrir o livro aleatoriamente. Sua característica é colocar o fiel em contato com Cristo, ajudando-o em seu processo de conversão, o qual exige uma ruptura com o mundo. Justamente nesse ponto a obra é criticada, pois a separação do mundo que ele sugere faz com que seja tachado de individualista, ou seja, com uma espiritualidade desencarnada, fora do mundo real.

No entanto, é possível superar esse obstáculo, esse efeito colateral de tão excelente remédio, recordando que o livro foi escrito para monges, ou seja, pessoas que já viviam apartadas do mundo. Para tanto, basta adaptá-lo ao dia a dia. Apesar disso, não deixa de ser um livro de extraordinária importância, posto que nesses tempos atuais em que muitos na própria Igreja abraça a mentalidade mundana, “A Imitação de Cristo” coloca as coisas em perspectiva cristocêntrica. A centralidade em Nosso Senhor Jesus Cristo, a ruptura com o mundo e com o pecado, numa espiritualidade que engaja a pessoa pelo coração e faz com que viva para o que realmente importa: o Céu.

No Brasil, existem várias edições disponíveis, inclusive na internet. A Editora Paulus possui uma excelente tradução da obra, num português bastante refinado e requintado, feita pelo Padre Cabral. Depois de cada capítulo, breves reflexões acerca daquele conteúdo, escritas por um padre francês. Contudo, para quem tem dificuldade com o português talvez não seja a edição mais indicada. Uma versão mais fácil e tão fiel quanto pode escolher a edição da Editora Paulinas, cuja tradução foi feita por Francisco Catão, o qual conseguiu adaptar o texto para para uma linguagem mais corrente. Finalmente, a edição da Vozes que traz além de um português requintado, comentários de São Francisco de Sales. Ela é interessante pois coloca em língua portuguesa, um trabalho feito em 1989, por um padre francês que, ao estudar a obra daquele grande santo, relacionou-as aos temas abordados em “A Imitação de Cristo”.

O livro está dividido em quatro grandes seções, sendo as duas primeiras introdução do leitor à vida espiritual. A terceira parte é um diálogo entre Cristo e a alma. Trata-se da parte devocional, meditativa. A quarta parte refere-se à Eucaristia, ensinando como recebê-la, adorá-la e a como aproximar-se dela de maneira adequada.

“A Imitação de Cristo” deveria ser o livro de cabeceira de todo católico. Trata-se de uma espiritualidade válida, especialmente nesse tempo em que a Igreja, em vez de ser missionária e evangelizar o mundo, está sendo justamente “evangelizada” por ele. “A Imitação de Cristo” poderá, sem dúvida, ajudar a impedir a mundanização da Igreja e de cada um.

 
 
 
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