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MEXICO D.F., 07 Jan. 10 / 07:02 pm (

ACI).- A Conferência do Episcopado Mexicano (CEM), defendeu a instituição familiar fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher e chamou a um maior debate sobre a equiparação das uniões homossexuais ao matrimônio aprovada no DF, que está causando controvérsia na sociedade mexicana.

Segundo informou o Sistema Informativo da Arquidiocese do México (SIAME), o Secretário Geral do Episcopado, Mons. Víctor René Rodríguez, sublinhou que os bispos também manifestam seu apoio ao Arcebispo do México, Cardenal Norberto Rivera e a “toda iniciativa que a Arquidiocese do México leve a cabo em relação a este tema, causa de controvérsia na sociedade e no seio familiar”.

“A instituição familiar é a responsável por procriar e propiciar que os filhos tenham o referente de um pai e uma mãe para sua educação e desenvolvimento como pessoas”, recordou.

Solidariedade com Cardeal

Nesse sentido, bispos de diferentes estados mexicanos expressaram sua solidariedade com o Cardeal Rivera Carrera, por defender os princípios familiares e os direitos dos menores.

O Arcebispo de Guadalajara, Cardeal Juan Sandoval Íñiguez, apontou que foi lamentável a aprovação das uniões homossexuais no DF e a possibilidade de adotar crianças. “É a coisa mais absurda: fere profundamente aos possíveis adotados porque lhes distorce totalmente sua capacidade de identidade”, advertiu.

Indicou que a Igreja respeita a todas as pessoas e seu direito de levar a vida que lhes pareça, mas indicou que é incorreto que as leis invadam os âmbitos de uma instituição divina como é o matrimônio. “Há muitas formas de formar associações, mas que não lhe digam matrimônio porque isso é invadir um âmbito que não pertence ao Estado”, expressou.

Por sua parte, o Arcebispo de Leão, Mons. José Guadalupe Martín Rábago, apontou que a atitude dos deputados do DF “não é digna de ser aprovada” porque atentaram contra a “sã antropologia” da sociedade mexicana. Mons. Alberto Suárez, Arcebispo de Morelia, acrescentou que os legisladores não respeitaram a própria antropologia humana.

 
 
 

VATICANO, 13 Jun. 07 / 12:00 am (ACI).- O cristão se interessa pela Igreja porque a ama, e não procura a curiosidade pelo escândalo, disse o Papa Bento XVI nesta quarta-feira, ao dedicar sua habitual catequese à figura de Eusébio, Bispo de Cesárea.

Falando ante mais de 30 mil pessoas sob um dia de sol que o obrigou a usar um chapéu, o Pontífice se referiu a Eusébio, o Padre da Igreja, nascido por volta do ano 260 e conhecido como o primeiro historiador do cristianismo, assinalando que foi “o maior filólogo da Igreja antiga“, que como tal participou do Concílio de Nicéia em 325 , onde se definiu o Credo e a afirmação da plena divindade do Filho de Deus.

“A fama imperecível de Eusébio –explicou o Papa- está ligada em primeiro lugar aos dez livros de sua ‘História Eclesiástica’, com os quais conseguiu salvar do esquecimento seguro numerosos feitos, personagens e obras literárias da Igreja antiga”.

Mas a historiografia de Eusébio, explicou o Santo Padre, “é uma história centrada em Cristo, onde se desvela progressivamente o mistério do amor de Deus pelos seres humanos”. “A análise histórica não está nunca finalizada em si mesma mas sim aponta decididamente à conversão e a um testemunho autêntico de vida cristã por parte dos fiéis”, adicionou.

Bento XVI assinalou que Eusébio “interpela os fieis de todos os tempos sobre ao modo de aproximar-se dos fatos da história e em particular da Igreja. Também nos interpela . Qual é nossa atitude frente às vicissitudes da Igreja?“.

E o Papa perguntou: “É a atitude de quem se interessa por cura curiosidade, possivelmente procurando a qualquer preço o sensacionalista ou o escandaloso? Ou é a atitude cheia de amor e aberta ao mistério de quem sabe, graças à fé, que pode encontrar na história da Igreja os sinais do amor de Deus e das grandes obras de salvação que levou a cabo? Se nossa atitude for esta, temos que dar uma resposta mais coerente e decidida, um testemunho de vida mais cristão”.

O Santo Padre citou a respeito “esse eminente especialista dos Padres da Igreja que foi o Cardeal Jean Daniélou, quando afirmava: “Há um conteúdo secreto na história. (…) O mistério das obras de Deus que constituem no tempo, a realidade autêntica, que se esconde depois das aparências. (…) Mas esta história que Deus realiza para o ser humano, não a realiza sem ele”.

“Também hoje Eusébio de Cesárea convida aos fieis a maravilhar-se, a contemplar na história as grandes obras de Deus para a salvação dos seres humanos. E com igual energia nos convida à conversão de vida. Efetivamente, frente a um Deus que nos amou tanto, não podemos permanecer inertes. A instância própria do amor é que a vida inteira se oriente à imitação do Amado”, concluiu o Papa.

 
 
 
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