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VATICANO, 02 Ago. 06 (ACI) .- Durante uma audiência geral particular, diante de mais de 40 mil coroinhas da Europa, o Papa Bento XVI pediu aos jovens servidores do altar estar abertos à possibilidade do chamado à vocação sacerdotal.

O Pontífice iniciou recordando que “faz mais de 70 anos, em 1935, comecei como coroinha”; e explicou que é “o Espírito Santo quem sustenta a vossa relação com Jesus, de maneira que não seja só externa”.

“Hoje, vendo-vos aqui diante de mim na Praça de São Pedro –continuou o Santo Padre–, penso nos Apóstolos e escuto a voz de Jesus que vos diz: ‘Não vos chamei servos, senão amigos: permanecei em meu amor, e dareis muito fruto”.

“Vos convido: Escutai esta voz! Cristo não o disse só faz dois mil anos; Ele está vivo e vo-lo diz agora. Escutai esta voz com grande disponibilidade; tem algo para vos dizer a cada um”, adicionou.

“Talvez –continuou– a algum de vós vos esteja dizendo: ‘quero que me sirva de maneira especial como sacerdote convertendo-se assim em minha testemunha, sendo meu amigo apresentando aos outros esta amizade’”.

O Pontífice exclamou logo: “Queridos coroinhas, Vós sois já apóstolos de Jesus! Quando participais da Liturgia realizando o vosso serviço no altar, vós ofereceis um testemunho. A vossa atitude de recolhimento, vossa devoção que parte do coração e se expressa nos gestos, no canto, nas respostas: se o fizerdes de maneira correta e sem distrações, nem de qualquer jeito, então o vosso é um testemunho que comove aos homens”.

Bento XVI assinalou depois que os coroinhas estão “muito perto de Jesus Eucaristia, e este é o maior sinal de sua amizade”. “Por isso vos peço: não vos habitueis a este dom, de tal forma que não se converta em uma sorte de rotina, sabendo como funciona e fazendo-o automaticamente, pelo contrário deveis descubrir cada dia novamente que acontece algo grande, que o Deus vivente está em meio de vós, e que podeis estar perto para ajudar a que vosso ministério seja celebrado e chegue às pessoas”.

O Papa destacou que, desta forma “sereis verdadeiramente seus apóstolos e produzireis frutos de bondade e de serviço em cada âmbito de vossa vida: na família, na escola, no tempo livre”.

“Queridos coroinhas, minhas últimas palavras são: sede sempre amigos e apóstolos de JesusCristo!“, concluiu.

 
 
 

VATICANO, 21 Jun. 06 (ACI) .- Milhares de peregrinos se reuniram esta manhã na Praça de São Pedro para assistir à Audiência Geral com o Papa Bento XVI, quem exortou os presentes a imitar a prontidão do São Tiago em responder ao chamado do Senhor.

Ao iniciar a catequese intitulada “São Tiago Maior”, o Santo Padre lembrou que “o apóstolo assim chamado é irmão de João, e nas listas dos nomes ocupa o segundo lugar imediatamente depois de Pedro, como em Marcos, ou o terceiro lugar depois de o Pedro e André nos Evangelhos de Mateus e de Lucas. Este Tiago pertence, junto com Pedro e João, ao grupo dos três discípulos privilegiados que são admitidos por Jesus em momentos importantes de sua vida“.

O Pontífice fez referência a dois momentos da vida deste apóstolo, e recordou que “pôde participar do momento da agonia de Jesus no horto do Getsêmani e do evento da Transfiguração de Jesus”.

“Trata-se ?prosseguiu? de situações muito diversas: em um caso, Tiago com os outros dois Apóstolos experimentam a glória do Senhor; no outro se encontra diante do sofrimento e da humilhação, vê com os próprios olhos como o Filho de Deus se humilha fazendo-se obediente até a morte”.

O Papa explicou que a segunda experiência “constituiu a ocasião para amadurecer na fé, para corrigir a interpretação unilateral, triunfalista da primeira: ele teve que ver que o Messias, esperado pelo povo judeu como um triunfador, na realidade não estava somente rodeado de honra e glória, mas também de sofrimentos e de debilidades”.

Deste modo acrescentou a modo de síntese de ambas as experiências: “A glória de Cristo se realiza justamente na Cruz, na participação em nossos sofrimentos”.

Em seguida, Sua Santidade citou os Atos dos Apóstolos, onde se relata o martírio de Tiago, e afirmou que tal notícia “revela quão normal era para os cristãos testemunhar o Senhor com a própria vida”.

Citando a tradição que afirma que o corpo do apóstolo estaria em Santiago de Compostela, Bento XVI destacou que “deste modo se explica a representação iconográfica de Tiago com o bastão do peregrino e o Evangelho na mão, características do apóstolo itinerante e dedicado ao anúncio da ?boa notícia?, características da peregrinação da vida cristã”.

Finalmente o Papa convidou os presentes a imitar São Tiago em sua “prontidão para acolher o chamado do Senhor quando nos pede deixar o ?barco? de nossas seguranças humanas, o entusiasmo no segui-lo pelas ruas que Ele nos indica além de cada uma de nossas presunções ilusórias, a disponibilidade a testemunhá-lo com valor, e se necessário, até o sacrifício supremo da vida”.

 
 
 

VATICANO, 14 Jun. 06 (ACI) .- Milhares de fiéis estavam nesta manhã na Praça de São Pedro e participaram da Audiência Geral com o Papa Bento XVI, quem em sua catequese titulada “André o Protoclito” destacou que nossas cruzes só tomam sentido quando são consideradas e acolhidas como parte da cruz de Cristo. Ao iniciar sua catequese sobre o irmão de Pedro, o Apóstolo André, o Pontífice fez notar como “a primeira característica que chama a atenção em André é o nome: não é hebreu, como se esperava, mas sim grego, sinal não gratuito de uma certa abertura cultural de sua família“.

Fez também referência a André enquanto discípulo de Batista e indicou como isto “nos mostra que era um homem que procurava, que compartilhava a esperança de Israel, que queria conhecer mais de perto a palavra do Senhor, a realidade do Senhor presente. Era verdadeiramente um homem de fé e de esperança”.

Deste modo explicou que André é honrado pela liturgia Bizantina como o Protóklitos já que foi “o primeiro dos Apóstolos a ser chamado a seguir a Jesus”.

Seguidamente recordou três episódios evangélicos onde podemos conhecer mais deste homem: “a primeira é aquela da multiplicação dos pães na Galileia. Merece ser destacado o realismo de André”.

Sobre a segunda ocasião recordou que o Senhor, diante de uma pergunta do apóstolo, “pronunciou um importante discurso sobre a destruição de Jerusalém, sobre o fim do mundo, convidando seus discípulos a ler com astúcia os sinais dos tempos”.

A terceira iniciativa se dá quando Jesus disse a André e Felipe, e por eles ao mundo grego: “chegou a hora de que seja glorificado o Filho do homem. Em verdade em verdade lhes digo: se o grão de trigo que cai na terra não morre, permanece sozinho; se morrer, dará muito fruto?”.

Mais adiante destacou como “tradições muito antigas vêem em André o apóstolo dos Gregos nos anos que sucederam Pentecostes; fazem-nos saber que durante o resto de sua vida foi anunciador e intérprete de Jesus para o mundo grego”.

Finalmente, citando uma antiga escritura de inícios do século VI titulada Paixão do André, fez ver aos presentes a existência de “uma profundíssima espiritualidade cristã, que vê na Cruz não somente um instrumento de tortura mas sim um meio incomparável de uma plena assimilação ao Redentor, ao grão de trigo caído em terra. Nossas cruzes adquirem valor se são consideradas e acolhidas como parte da cruz de Cristo. Somente desde aquela Cruz também nossos sofrimentos são enobrecidos e adquirem seu verdadeiro sentido”.

Terminada a catequese o Santo Padre leu resumos em vários idiomas, entoou o Pater Noster e deu a Bênção Apostólica.

 
 
 
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