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VATICANO, 09 Mar. 07 (ACI) .- Ao receber hoje no Vaticano os participantes da Assembléia Plenária do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, presidido pelo Arcebispo John P. Foley, o Papa Bento XVI destacou que para educar a juventude na verdade e na beleza é necessário que os meios de comunicação promovam “a dignidade fundamental do ser humano, o verdadeiro valor do matrimônio e da vida familiar, e os lucros e objetivos positivos da humanidade”.

O Santo Padre destacou que “frente ao fenômeno da globalização, a influência dos meios de comunicação eletrônicos coincide com sua concentração crescente em mãos de poucas multinacionais cuja influência supera todas as fronteiras sociais e culturais”.

Ao analisar os resultados desta situação, o Pontífice destacou as “grandes vantagens contribuídas à civilização pelos meios de comunicação”, como os debates, entrevistas e programas de qualidade, reconhecendo além disso que a Internet tem aberto as portas a “um mundo de conhecimentos cujo acesso até então tinha sido difícil, mas sim impossível, para muitas pessoas”.

“Por outro lado –acrescentou–, é evidente que muito do transmitido em diversas formas a milhões de lares em todo mundo é destrutivo“. Por isso “a Igreja, iluminando essas sombras com a luz da verdade de Cristo, engendra esperança“.

Ao final do discurso, Bento XVI recordou sua mensagem para a Jornada Mundial das Comunicações, dedicado este ano à relação entre os meios de comunicação e os jovens.

“A grave responsabilidade de educar as crianças e jovens na beleza, na verdade e na qualidade –disse– pode ser compartilhada pelas grandes cadeias de comunicação só se promoverem a dignidade fundamental do ser humano, o verdadeiro valor do matrimônio e a vida familiar , e os lucros e objetivos positivos da humanidade”, e convidou os responsáveis pela indústria da informação a aconselhar neste sentido os produtores de programas.

 
 
 

Em um encontro esse domingo com crianças de primeira comunhão, com seus pais e seus educadores

MUNIQUE, segunda-feira, 11 de setembro de 2006 (ZENIT.org).- Ao encontrar-se na tarde desse domingo, na catedral de Munique, com crianças da primeira comunhão, com seus pais e seus catequistas, Bento XVI os convidou a descobrir a beleza da oração em família.

No templo, no qual em 28 de maio de 1977 recebeu a ordenação episcopal Joseph Ratzinger, apresentou a Comunhão como a «fonte da vida» com a qual Jesus «vem a nós e se une a cada um de nós».

Por este motivo, o Santo Padre se dirigiu em particular aos pais das crianças, para convidá-los «encarecidamente a ajudar vossos filhos a crer» a «acompanhá-los em seu caminho para a primeira Comunhão».

Definitivamente, explicou, trata-se de ajudá-los em «seu caminho até Jesus e com Jesus».

«Peço-vos — implorou: ide com vossos filhos à Igreja para participar da celebração eucarística do domingo.»

«Vereis que não é tempo perdido — assegurou –, é o que mantém a família verdadeiramente unida.»

«O domingo se torna mais belo, toda a família se torna mais bela, se juntos participais da liturgia dominical.»

«E, por favor, rezai também em casa juntos: na mesa e antes de ir dormir. A oração nos leva não só para Deus, mas também para o outro».

«É uma força de paz e de alegria — reconheceu. A vida da família se torna mais festiva e adquire um alcance mais amplo se Deus está presente e se experimenta sua proximidade na oração.»

O Papa se dirigiu também aos professores de religião, para pedir-lhes que tenham presente «na escola a busca de Deus, desse Deus que em Jesus se tornou visível para nós».

«Sei que em nosso mundo pluralista é difícil apresentar na escola o tema da fé. Mas não é suficiente, muito pelo contrário, que as crianças e jovens só adquiram na escola conhecimentos e capacidades técnicas, em vez de critérios que orientem e dêem sentido aos conhecimentos e as capacidades.»

«Estimulai os alunos a propor perguntas não só sobre isto ou aquilo — algo que está bem — mas perguntar sobretudo o “de onde” e o “para onde” de nossa vida. Ajudai-os a perceber que todas as respostas que não chegam até Deus são curtas demais.»

 
 
 

Em sua intervenção deste domingo, antes de rezar o Ângelus

CASTEL GANDOLFO, domingo, 27 de agosto de 2006 (ZENIT.org).- Fazendo-se próximo do sofrimento das mães pelo extravio de seus próprios filhos, Bento XVI propôs neste domingo, e tornou atual, o modelo de oração perseverante e de busca da verdade de duas grandes figuras da Igreja, mãe e filho: Santa Mônica e Santo Agostinho.

Ambos viveram no século IV, mas «seus testemunhos podem ser de grande consolo e ajuda para muitas famílias também de nosso tempo», reconheceu o Papa, calorosamente acolhido pelos peregrinos que lotaram o pátio da residência pontifícia de Castel Gandolfo.

De Santa Mônica, a quem a Igreja recorda no dia 27 de agosto, Bento XVI afirmou sua maneira exemplar de viver «sua missão de esposa e mãe»: por um lado, ajudando seu marido Patrício «a descobrir a beleza da fé em Cristo e a força do amor evangélico», e por outro, cuidando valentemente de seus filhos ao enviuvar precocemente.

O próprio Santo Agostinho, que ao princípio fez a sua mãe sofrer com seu temperamento rebelde, reconhecia que ela lhe havia gerado duas vezes. «A segunda — afirmou o Papa – exigiu uma longa tribulação espiritual, feita de oração e de lágrimas, mas coroada ao final pela alegria de vê-lo não só abraçar a fé e receber o Batismo, mas também dedicar-se inteiramente ao serviço de Cristo.»

«Quantas dificuldades existem também hoje nas relações familiares, e muitas mães estão angustiadas porque seus filhos se encaminham por sendas equivocadas!», lamentou Bento XVI.

A todas essas mães, Santa Mônica convida «a não desanimar-se, mas a perseverar na missão de esposas e de mães — propõe o Santo Padre –, mantendo firme a confiança em Deus e entregando-se com perseverança à oração».

Profundo conhecedor da figura e da espiritualidade de Santo Agostinho — do qual escreveu sua tese doutoral e a quem quis recordar em seu escudo pontifício –, Bento XVI sublinhou a «apaixonada busca da verdade» que traçou a existência de quem chegou a ser bispo de Hipona.

Em sua adolescência, Agostinho «lançou-se» «à beleza terrena» «de maneira egoísta e possessiva, com comportamentos que criaram não pouca dor em sua piedosa mãe», apontou o Papa.

Em um «fatigoso itinerário», e com ajuda da oração de sua mãe, «Agostinho abriu-se cada vez mais à plenitude da verdade e do amor», e ao final, «não sem uma longa tempestade interior, descobriu em Cristo o sentido último e pleno da própria vida e de toda a história humana», prosseguiu.

Por isso Agostinho — cuja memória a Igreja celebra na segunda-feira — é «modelo do caminho para Deus, suprema Verdade e sumo Bem», descreveu o Papa.

Expressou seu desejo de que Santo Agostinho obtenha também obtenha também para nós «o dom de um sincero e profundo encontro com Cristo», especialmente «para todos aqueles jovens que, sedentos de felicidade, a buscam percorrendo caminhos equivocados e se perdem em becos sem saída».

Antes de iniciar a oração mariana, em meio a um impressionante silêncio, Bento XVI encomendou à Virgem Maria «os pais cristãos, para que, como Mônica, acompanhem com o exemplo e a oração o caminho de seus filhos», e a juventude, para que, «como Agostinho, tenda sempre à plenitude da Verdade e do Amor, que é Cristo».

«Só Ele pode saciar os desejos profundos do coração humano», concluiu.

 
 
 
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