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Imagine qual seria  a reação de organismos ligados aos direitos humanos internacionais  diante da notícia de ataque de católicos a grupos  abortistas ou militantes LGBT com insultos, pichações e depredação de algum bem material.  Imagine ainda um católico pichando a roupa de um homossexual ou introduzindo papel  em sua boca para que este se calasse. A notícia, certamente, seria veiculada nos grandes veículos de massa e se geraria uma comoção internacional.

Mas quando o contrário acontece, nada é dito. E foi justamente o que ocorreu na Argentina, na Catedral de Posadas. Um grupo de militantes pró-aborto e militantes de grupos homossexuais insultaram, chacotearam e picharam  jovens católicos  que fizeram um cordão de isolamento para proteger a Igreja.

Em um momento de fúria, os vândalos queimaram uma fotografia de Papa Francisco, figura cara aos argentinos. As imagens são chocantes, mas não comoveram os meios de comunicação ou as agências internacionais, mostrando claramente que são favoráveis à intolerância religiosa, pelo menos quando o alvo são os católicos.

Enquanto o grupo rezava, sem esboçar o mínimo  de reação física, os vândalos picharam as paredes da Igreja e as roupas das pessoas. Diziam insultos, palavras de ordem a favor da morte de crianças no ventre das mães, palavrões e dizeres  a favor da união de pares do mesmo sexo. Como possessos se debatiam, tiravam peças de roupas, insinuavam sexo oral e escarneciam de quem defende a vida.

Veja as imagens:

Repare o que uma pró-aborto faz com um jovem católico na marcação 12min39seg [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=iWx8-htaaSs[/youtube]

É simplesmente revoltante ver pessoas que defendam a tolerância comportando-se como cães ferozes, contra pessoas que nem requer reagem fisicamente aos insultos desproporcionais.

Onde estão os defensores dos direitos humanos internacionais para condenar tal cretinice?  Como é possível dialogar com pró-abortistas e defensores da causa gay que agem com vandalismo?

Mais imagens:

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Versão áudio


Hoje, não é possível contribuir para o bem do Brasil sem que haja uma sólida aliança política entre os católicos e os protestantes, embora existam muitas pessoas trabalhando contra isto.

Antes de explicar por que esta aliança é importante, urge que se explique o que é política. O Papa Francisco, durante sua visita ao Brasil, disse: “O futuro exige hoje o trabalho de reabilitar a política (…), que é uma das formas mais altas da caridade”01. Esta frase tem sido recorrente nos discursos do Santo Padre: a política é uma elevada forma de caridade. Trata-se de um esforço, um trabalho sistemático em prol do bem comum. E justamente por isto ela é uma forma de caridade: para buscar o bem comum, é preciso renunciar a algo que nos é próprio.

Encontramo-nos na seguinte situação: uma ideologia internacional, bem financiada e determinada, está cooptando milhares de pessoas para trabalhar pela destruição do patrimônio moral multissecular do Ocidente. Um antro de criminosos pôs na cabeça que precisa acabar não só com a moralidade judaico-cristã, mas com a própria família. Como eles têm consciência de que a população como um todo é contrária aos seus anseios, eles manipulam a linguagem para destruir essas instituições sem que ninguém perceba. “Mudar o significado e o conteúdo das palavras é uma artimanha para que a reengenharia social seja aceita por todos sem protestos”02.

Para combater esta investida perversa contra os próprios fundamentos da civilização, é necessária uma coalizão conservadora de católicos, protestantes, espíritas, judeus e todos os homens de boa vontade que querem verdadeiramente conservar o patrimônio espiritual, moral e jurídico que forjou o Ocidente.

É evidente que, na prática religiosa do dia a dia, todo bom católico continuará acolhendo o chamado à missão e procurando a conversão dos outros. A mesma coisa acontecerá do lado dos protestantes. Ou seja, para um bom católico, o protestante continuará sendo um herege e, para um protestante convicto, um católico permanecerá sendo um idólatra. Onde há liberdade religiosa, é normal que as pessoas empreendam o diálogo entre si, tentando convencer as outras.

Não é preciso, pois, revirar o passado para procurar alguma forma de desunir os cristãos. Os católicos e os evangélicos estão perfeitamente de acordo que, no plano religioso, não há acordo nenhum. É em outro campo que se quer firmar um acordo: o campo político. Para firmar este acordo, é preciso deixar de lado as diferenças para trabalhar juntos. Nesta coalizão, é preciso travar uma luta para salvar a família, a moralidade e a própria civilização, que estão sendo atacadas por uma horda de bárbaros.

Esses “novos bárbaros” não vêm com a guerra, cruzando os limites geográficos de nossos territórios; mas vêm com uma ideologia, como serpentes, com a língua bifurcada: com as palavras, dizem uma coisa; mas, no fundo, querem insinuar outra. Encapam seus propósitos sórdidos com termos sofisticados, como “discriminação” e “identidade de gênero”; mas, na verdade, desejam destruir os papéis familiares de pai, mãe, esposo, esposa e filhos, e implantar suas estratégias nos currículos escolares de nossas crianças. Aplicam-se a eles as palavras do salmista: “Enquanto eles bendizem com os lábios, no coração, bem lá do fundo, amaldiçoam”03.

Ninguém discute que é preciso respeitar as minorias, mas não se pode tolerar que as nossas escolas se tornem fábricas de destruição do patrimônio moral judaico-cristão. Por isso, católicos e evangélicos devem deixar de lado as suas diferenças para trabalhar juntos pelo bem comum e pelas nossas famílias, antes que seja tarde demais.

Referências

  1. Papa Francisco, Encontro com a classe dirigente no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, 27.07.2013

  2. Juan Claudio Sanahuja. Poder Global e Religião Universal. 1. Ed. Katechesis/Ecclesiae: Campinas, 2012. p. 39

  3. Sl 61, 5

 
 
 

O arcebispo anglicano da Cantuária, Justin Welby, reconhece a grandeza do Sacramento da Confissão

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O primaz da Igreja Anglicana, Justin Welby, afirmou recentemente que recorrer à confissão auricular pode ser uma experiência “bastante eficaz”, mesmo que não signifique, na maioria das vezes, um “monte de risos”. A declaração foi feita aos seus fiéis, enquanto se dirigia aos líderes de outras comunidades – incluindo o arcebispo católico de Westminster, Vincent Nichols –, falando sobre as divisões entre os cristãos.

Embora conservem uma boa quantidade de elementos religiosos da Igreja Católica, os anglicanos não têm a Confissão como um sacramento. Para eles, trata-se apenas de uma prática devocional ou espiritual, bastante em desuso. Mesmo assim, o arcebispo Welby, vindo de uma corrente evangélica do anglicanismo, possui um padre católico como diretor espiritual, além de ser um forte defensor das formas de adoração pregadas pelo catolicismo.

Falando da pertença a uma ampla “tradição católica”, Welby comentou: “Eu tenho aprendido ao longo dos últimos 10 anos sobre o grande sacramento da reconciliação: a confissão. (…) Ele é bastante eficaz e terrivelmente doloroso quando feito corretamente… Eu duvido que você acorde de manhã e pense que isto venha a ser um monte de risos. (…) É realmente incômodo.Mas, por meio dele, Deus oferece o perdão, a absolvição e um senso de purificação”.

O prelado anglicano não é o primeiro e nem será o último não católico a reconhecer a grandeza do sacramento da Penitência. Ainda no século XIX, o famoso escritor brasileiro Machado de Assis, que muitos estudiosos consideram como ateu, não escondia sua admiração por este tesouro católico. Em algumas de suas memórias, ele confidenciava: “A Igreja estabeleceu no confessionário um cartório seguro, e na confissão o mais autêntico dos instrumentos para o ajuste de contas morais entre o homem e Deus”. E ainda: “A Igreja recomenda a confissão, ao menos, uma vez cada ano. Esta prática, além das suas virtudes espirituais, é útil ao homem, porque o obriga a um exame de consciência”01.

É notável ver personalidades estranhas à fé católica reconhecendo a utilidade da Penitência. Mas, e os católicos? Qual é o valor que têm dado a esta dádiva?

Urge que se desmascare, antes de qualquer coisa, uma mentira repetida com frequência. O sacramento da Confissão não foi, como querem alguns detratores da Igreja, uma “estratégia” dos padres para manter os seculares subordinados aos interesses eclesiásticos. Trata-se, na verdade, de um desejo do próprio Jesus. Após a Ressurreição, ele apareceu aos Doze e disse: “Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jo 20, 22-23).

Muitos católicos deixam de recorrer à Confissão porque já introjetaram uma mentalidade protestante individualista e orgulhosa. Dizem: “Se Deus já conhece todos os nossos pecados, por que se confessar?” Ora, Deus, em sua onipotência, poderia muito bem ter feito de outra forma. Poderia ter dito à multidão que se confessasse a si mesma, ou que apenas invocasse o Seu nome e seus pecados seriam perdoados. No entanto, não foi desta forma que Ele quis que os homens buscassem a reconciliação Consigo. Ele deu aos apóstolos as chaves do Reino dos céus (cf. Mt 18, 18) e este encargo sagrado. Cabe a nós acolher com humildade as disposições divinas, ao invés de submeter as palavras sagradas ao nosso arbítrio.

É verdade, nem sempre é agradável ter que acusar os pecados a um sacerdote, os católicos não dirigem-se ao confessionário com um “monte de risos”. No entanto, diz a Escritura, “há uma vergonha que conduz ao pecado e uma vergonha que atrai glória e graça” (Eclo 4, 25). Ainda que muitas vezes pareça penoso, é preciso que o cristão vença a sua vergonha e se confesse, pois de outro modo não pode alcançar o perdão dos pecados e a tranquilidade da alma.

Conta-se que um discípulo de Sócrates tinha entrado na casa de uma mulher de má vida. Prestes a sair, mas avistando o mestre, que ali passava, ele tornou a entrar na casa, a fim de não ser notado. Sócrates, porém, tinha-o visto e, aproximando-se da casa, disse: Meu filho, é uma vergonha entrar nesta casa, não, porém, sair dela.

Santo Afonso de Ligório repete a advertência de Sócrates e alerta: “Meu filho, é uma vergonha cometer o pecado; não, porém, libertar-se dele pela confissão”.

 
 
 
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