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Intervenção do secretário da Conferência Episcopal Espanhola em Valência

VALÊNCIA, sexta-feira, 7 de julho de 2006 (ZENIT.org).- O secretário da Conferência Episcopal Espanhola (CEE), o Pe. Juan Antonio Martínez Camino, S.I., manifestou que a aprovação da lei que equipara os matrimônios com as uniões de homossexuais na Espanha fez com que «quem diz que o matrimônio é a união entre homem e mulher não esteja protegido pela lei», mas «à margem» dela.

Martínez Camino, que participou nesta sexta-feira da Feira Valência no Congresso dos Filhos do V Encontro Mundial das Famílias, afirmou que a legislação espanhola atual sobre o matrimônio «é injusta», já que «está feita só para uns poucos», que conseguiram que «o matrimônio não seja hoje contemplado pela lei».

De fato, o secretário da CEE assegurou, segundo recolhe a agência AVAN, que «na Espanha se desfez juridicamente o matrimônio», já que com a modificação do Código Civil desapareceram os termos pai e mãe ou esposo e esposa.

Este tipo de leis, «que são sectárias e que não são para todos, não favorecem a liberdade verdadeira nem o exercício da liberdade religiosa contemplada na Constituição». Por isso, qualificou de «inaudita» a atual legislação na Espanha.

«Isso não acontece em nenhum país da Europa», lamentou Martínez Camino, que acrescentou que «em outros países se equiparou o matrimônio à união entre casais do mesmo sexo, mas não se desfez o matrimônio, como sucedeu na Espanha.»

Em sua intervenção, centralizada na liberdade religiosa e na transmissão da fé, o secretário da CEE também se referiu à legislação em matéria educativa na Espanha.

«A disciplina de Educação para a Cidadania, que vai ser obrigatória para todos os centros em todos os níveis de educação, vai ensinar que o matrimônio não é a união entre homem e mulher», precisou.

Também, na mesma disciplina «se vai pedir às crianças, aos oito anos, que façam opção sexual, que digam se são homens ou mulheres ou qual vai ser sua orientação sexual».

Para Martínez Camino, «se essa disciplina for obrigatória, será imposta uma concepção moral da vida humana aos filhos, ainda que os pais não a compartilhem» e, com isso, «será violado o direito à liberdade religiosa reconhecido pela Constituição».

Isso gerará «dificuldades para transmitir a fé, mas não será um impedimento, porque nós estamos aqui para isso».

«Ninguém impedirá os cristãos, nem os pais, nem os professores, de falar de Cristo», concluiu.

 
 
 

Disse o presidente dos bispos espanhóis no Congresso da Família

VALÊNCIA, quinta-feira, 6 de julho de 2006 (ZENIT.org).- «A transmissão da fé é o problema primordial da Igreja na Espanha», afirmou Dom Ricardo Blázquez, presidente da Conferência Episcopal Espanhola, no Congresso Teológico-Pastoral sobre a Família, que se celebra em Valência, no marco do V Encontro Mundial das Famílias.

O Congresso completou nesta quinta-feira sua terceira jornada em meio a uma organização eficiente, facilitada por milhares de voluntários, e uma atitude participativa, fiel e atenta das mais de seis mil pessoas que enchem a enorme sala de conferências.

Dom Ricardo Blázquez abriu a jornada com uma palestra sobre «A transmissão da fé: aspectos teológicos».

«Por natureza, a Igreja e cada fiel cristão, em virtude do batismo, são missionários», afirmou ao início Dom Blázquez, que dividiu sua palestra em três partes: O Evangelho, aquilo que desejamos transmitir; A Igreja recebe, conserva e transmite o Evangelho; Maria e a Igreja, a serviço da Palavra.

«Este dinamismo de Evangelho recebido, conservado e anunciado — acrescentou — é vital para a Igreja; por isso, quando a corrente viva de recepção e transmissão se debilita seriamente, surgem profundas inquietudes. Por isso, é compreensível que vozes autorizadas nos recordem que “a transmissão da fé é a primeira tarefa e o problema primordial da Igreja na Espanha”».

Em sua intervenção, Dom Blázquez foi muito crítico frente às tentativas manipuladoras de confundir os fiéis com notícias como a do evangelho apócrifo de Judas, cuja existência se conhecia desde o século II e portanto não é nenhuma novidade.

Onde encontramos o Jesus autêntico? — perguntou-se o palestrante, para responder que «Jesus confiou seu Evangelho só à Igreja. O Jesus vivo se encontra na Igreja existente ao longo da história e atualmente viva; só ela está em conexão ininterrupta com Jesus Cristo, a quem reconhece como Filho de Deus e Salvador, em quem crê, e a quem ama, segue e anuncia».

E concluiu afirmando que «sem Maria, não poderá surgir Jesus, Luz do mundo, em cada geração e em cada homem».

 
 
 

Proposta surgida do Congresso Teológico-Pastoral das Famílias

VALÊNCIA, quarta-feira, 5 de julho de 2006 (ZENIT.org).- O presidente do Instituto Teológico Internacional para os Estudos sobre o Matrimônio e a Família em Gaming (Áustria), Michael Waldstein, propôs nesta quarta-feira aos pais de família ler em voz alta e escutar música com seus filhos como elementos educativos frente a «uma indústria do entretenimento» que «ataca as paixões mais imaturas» dos menores, «sobretudo as eróticas e a ira».

Waldstein, que pronunciou uma palestra no Congresso Teológico-Pastoral que se celebra na Feira Valência até a próxima sexta-feira, dentro do V Encontro Mundial das Famílias (EMF), sugeriu «não abandonar a educação das crianças à televisão, ao rádio ou à música», já que podem prejudicar os menores pelos antivalores que apresentam.

Desta forma, segundo informa a agência AVAN, considerou que uma das principais causas de distanciamento entre pais e filhos é a «sociedade utilitarista atual, caracterizada por dar mais importância às coisas frente às pessoas».

Waldstein destacou a necessidade «de que o coração dos pais se converta ao coração dos filhos e vice-versa». Para isso, os pais devem dedicar tempo à educação e formação de seus filhos, considerando que «o tempo é vida», concepção contrária «à premissa utilitarista “tempo é dinheiro”».

O especialista austríaco também explicou que as crianças são «excelentes professores para os pais», já que são «especialistas na ciência e na prática do amor, afastados das metas adultas baseadas nas estruturas de poder e interesses utilitaristas». Os filhos «podem despertar o coração dos pais ao amor», acrescentou.

Desta forma, ressaltou «a necessidade urgente» de que os pais recebam uma «formação sólida na ciência e na prática da paternidade», para o que «são necessários sacerdotes, professores e catequistas».

 
 
 
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