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As Escrituras Sagradas e o Catecismo da Igreja Católica (CIC) respondem com clareza:

“Paulo, apóstolo – não da parte dos homens NEM POR INTERMÉDIO DE UM HOMEM, mas POR PARTE DE JESUS CRISTO E DEUS PAI QUE O RESSUSCITOU DENTRE OS MORTOS…” (Gálatas 1,1).

“Respondeu-lhes JESUS: “Destruí este santuário, E EM TRÊS DIAS EU O LEVANTAREI”… ELE, porém, FALAVA DO SANTUÁRIO DE SEU CORPO.” (João 2,19.21).

“E SE O ESPÍRITO DAQUELE QUE RESSUSCITOU JESUS DENTRE OS MORTOS habita em vós, aquele que ressuscitou JESUS dentre os mortos dará vida também a vossos corpos mortais, mediante O SEU ESPÍRITO QUE HABITA EM VÓS” (Romanos 8,11).

“Assim como O PAI tem a vida em si mesmo, também concedeu AO FILHO ter a vida em si mesmo…” (João 5,26).

RESSURREIÇÃO DE CRISTO OBRA DA SANTÍSSIMA TRINDADE (CIC)

§648 A Ressurreição de Cristo é objeto de fé enquanto intervenção transcendente do próprio Deus na criação e na história. Nela, as três Pessoas Divinas agem ao mesmo tempo, juntas, e manifestam sua originalidade própria. Ela aconteceu pelo poder do Pai que “ressuscitou” (At 2,24) Cristo, seu Filho, e desta forma introduziu de modo perfeito sua humanidade – com seu corpo – na Trindade. Jesus é definitivamente revelado “Filho de Deus com poder por sua Ressurreição dos mortos segundo o Espírito de santidade” (Rm 1,4). São Paulo insiste na manifestação do poder de Deus pela obra do Espírito que vivificou a humanidade morta de Jesus e a chamou ao estado glorioso de Senhor.

RESSURREIÇÃO VERDADE SUPREMA (CIC)

§638 “Anunciamo-vos a Boa Nova: a promessa, feita a nossos pais, Deus a realizou plenamente para nós, seus filhos, ressuscitando Jesus” (At 13,32-33). A Ressurreição de Jesus é a verdade culminante de nossa fé em Cristo, crida e vivida como verdade central pela primeira comunidade cristã, transmitida como fundamental pela Tradição, estabelecida pelos documentos do Novo Testamento, pregada, juntamente com a Cruz, como parte essencial do Mistério Pascal.

Cristo ressuscitou dos mortos.

Por sua morte venceu a morte,

Aos mortos deu a vida.

§651 “Se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa pregação, vazia é também a vossa fé” (1Cor 15,14). A Ressurreição constitui antes de mais nada a confirmação de tudo o que o próprio Cristo fez e ensinou. Todas as Verdades, mesmo as mais inacessíveis ao espírito humano, encontram sua justificação se, ao ressuscitar, Cristo deu a prova definitiva, que havia prometido, de sua autoridade divina.

§653 A verdade da divindade de Jesus é confirmada por sua Ressurreição. Dissera Ele: “Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sabereis que EU SOU, (Jo 8,28). A Ressurreição do Crucificado demonstrou que ele era verdadeiramente “EU SOU”, o Filho de Deus e Deus mesmo. São Paulo pôde declarar aos judeus: “A promessa feita a nossos pais, Deus a realizou plenamente para nós…; ressuscitou Jesus, como está escrito no Salmo segundo: ‘Tu és o meu filho, eu hoje te gerei” (At 13,32-33). A Ressurreição de Cristo está estreitamente ligada ao mistério da Encarnação do Filho de Deus. E o cumprimento segundo o desígnio eterno de Deus.

§991 Crer na ressurreição dos mortos foi, desde os inícios, um elemento essencial da fé cristã. “Fiducia christianorum resurrectio mortuorum; ilíam credentes, sumus – A confiança dos cristãos é a ressurreição dos mortos; crendo nela, somos cristãos”:

Como podem alguns dentre vós dizer que não há ressurreição dos mortos? Se não há ressurreição dos mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa pregação é vazia é também a vossa fé. Mas não! Cristo ressuscitou dos mortos, primícias dos que adormeceram (1Cor 15,12-14-.20).

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RESSURREIÇÃO: latim: “resurrectio”; grego: “anastasis” (αναστασις): termo que aparece mais de 40 vezes no Novo Testamento. A palavra “anastasis” vem de “ανιστημι (anistemi). No final dos tempos, a ressurreição gloriosa (corpo espiritual).

SENTIDO: “erguer-se”, “levantar-se”, “acordar”; “reaparecer dentre os mortos”: ressurreição dos mortos: “trazer novamente quem já estava morto à vida”…

A Igreja, com base bíblica, proclama sua fé na ressurreição da carne, na ressurreição de todos os mortos no final dos tempos (Parusia – Juízo Final).

“O corpo ressuscitado será real e material, mas não terreno nem mortal. São Paulo opõe-se à ideia de uma ressurreição como transformação que se leva a cabo dentro da história humana e fala do corpo ressuscitado como “glorioso” (cf. Fl 3,21) e “espiritual” (cf. 1 Cor 15,44). A ressurreição do homem, como a de Cristo, terá lugar, para todos, depois da morte.” (Paul O’Callaghan). Os justos/santos, porque vivem em Cristo e para Cristo, participarão da ressurreição dentre os mortos (cf. Lucas 22,38). “TODOS VIVEM PARA DEUS!” YHWH não é Deus de seres inexistentes! Somente porque os patriarcas/santos VIVEM para Deus, ainda que estejam mortos na carne, YHWH pode se apresentar a Moisés como O DEUS DE ABRAÃO, DE ISAAC E DE JACÓ!

 
 
 

O Senhor Salvador levantou a voz e com incomparável majestade disse: “Saibam todos que depois da tribulação se seguirá a graça; reconheçam que sem o peso das aflições não se pode chegar ao cimo da graça; entendam que a medida dos carismas aumenta em proporção da intensificação dos trabalhos. Acautelem-se os homens contra o erro e o engano; é esta a única verdadeira escada do paraíso e sem a cruz não há caminho que leve ao céu”.


Ouvindo estas palavras, penetrou-me um forte ímpeto como de me colocar no meio da praça e bradar a todos, de qualquer idade, sexo e condição: “Ouvi, povos; ouvi, gentes. A mandado de Cristo, repetindo as palavras saídas de seus lábios, quero vos exortar: Não podemos obter a graça, se não sofrermos aflições; cumpre acumular trabalhos sobre trabalhos, para alcançar a íntima participação da natureza divina, a glória dos filhos de Deus e a perfeita felicidade da alma”.

O mesmo aguilhão me impelia a publicar a beleza da graça divina; isto me oprimia de angústia e me fazia transpirar e ansiar. Parecia-me não poder mais conter a alma na prisão do corpo, sem que, quebradas as cadeias, livre, só e com a maior agilidade fosse pelo mundo, dizendo: “Quem dera que os mortais conhecessem o valor da graça divina, como é bela, nobre, preciosa; quantas riquezas esconde em si, quantos tesouros, quanto júbilo e delícia! Sem dúvida, então, eles empregariam todo o empenho e cuidado para encontrar penas e aflições! Iriam todos pela terra a procurar, em vez de fortunas, os embaraços, moléstias e tormentos, a fim de possuir o inestimável tesouro da graça. É esta a compra e o lucro final da paciência. Ninguém se queixaria da cruz nem dos sofrimentos que lhe adviriam talvez, se conhecessem a balança, onde são pesados para serem distribuídos aos homens”.

(Dos Escritos de Santa Rosa de Lima, virgem – Ad medicum Castilo: edit. L. Getino, La Patrona deAmérica, Madrid 1928, pp. 54-55 – Séc. XVI).

“Referi-vos essas coisas para que tenhais a paz em mim. No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo.”

(João 16,33).

 
 
 

Os filhos de Zebedeu pedem a Cristo: “Deixa-nos sentar um à tua direita e outro, à tua esquerda” (Marcos 10,37). Que resposta lhes dá o Senhor? Para mostrar que no seu pedido nada havia de espiritual, e se soubessem o que pediam não teriam ousado fazê-lo, diz: “Não sabeis o que estais pedindo” (Mateus 20,22), isto é, não sabeis como é grande, admirável e superior aos próprios poderes celestes aquilo que pedis. Depois acrescenta: “Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber?” (Mateus 20,22). É como se lhes dissesse: “Vós me falais de honras e de coroas; eu, porém, de combates e de suores. Não é este o tempo das recompensas, nem é agora que minha glória há de se manifestar. Mas a vida presente é de morte violenta, de guerra e de perigos”.


Reparai como o Senhor os atrai e exorta, pelo modo de interrogar. Não perguntou: “Podeis suportar os suplícios?” “Podeis derramar vosso sangue?” Mas indagou: “Por acaso podeis beber o cálice?” E para os estimular, ainda acrescentou: “que eu vou beber?” Assim falava para que, em união com ele, se tornassem mais decididos. Chama sua paixão de batismo, para dar a entender que os sofrimentos haviam de trazer uma grande purificação para o mundo inteiro. Então os dois discípulos lhe disseram: “Podemos” (Mateus 20,22). Prometem imediatamente, cheios de fervor, sem perceber o alcance do que dizem, mas com a esperança de obter o que pediam.

Que afirma o Senhor? “De fato, vós bebereis do meu cálice” (Mateus 20,23), “e sereis batizados com o batismo com que eu devo ser batizado” (Marcos 10,39). Grandes são os bens que lhes anuncia, a saber: “Sereis dignos de receber o martírio e sofrereis comigo; terminareis a vida com morte violenta e assim participareis da minha paixão”. “Mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. Meu Pai é quem dará esses lugares àqueles para os quais ele os preparou” (Mateus 20,23). Somente depois de lhes ter levantado os ânimos e de tê-los tornado capazes de superar a tristeza é que corrigiu o pedido que fizeram.

Então os outros dez discípulos ficaram irritados contra os dois irmãos (Mateus 20,24). Vedes como todos eles eram imperfeitos, tanto os que tentavam ficar acima dos outros, como os dez que tinham inveja dos dois? Mas, como já tive ocasião de dizer, observai-os mais tarde e vereis como estão livres de todos esses sentimentos. Prestai atenção como o mesmo apóstolo João, que se adianta agora por este motivo, cederá sempre o primeiro lugar a Pedro, quer para usar da palavra, quer para fazer milagres, conforme se lê nos Atos dos Apóstolos. Tiago, porém, não viveu muito mais tempo. Desde o princípio, pondo de parte toda aspiração humana, elevou-se a tão grande santidade que bem depressa recebeu a coroa do martírio.

(Das Homilias sobre Mateus, de São João Crisóstomo, bispo – Hom. 65,2-4: PG 58,619-622 – Séc. IV).

 
 
 
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