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Hoje, faz um ano que Jorge Mario Bergoglio, o argentino mais amado do Brasil (talvez o único argentino amado pelo Brasil), calçou as sandálias de Pedro e tornou-se o nosso Bispo de Branco. Nesses 365 dias de pontificado, uma coisa é marcante: a distorção de sua figura pela mídia e pelos católicos-jujuba, que esperam dele mudanças na doutrina; e, por outro lado, a desconfiança de alguns católicos tradicionalistas, que veem traição e modernismo em cada um de seus gestos.

Mas quem é, de verdade, o Papa Francisco? Como diz Jesus, pelos frutos podemos conhecer alguém. E o que vemos é o Papa reafirmar a cada dia a Tradição da Igreja, cativando, ao mesmo tempo, o coração dos não-católicos. Afinal, o médico veio para os doentes! Porém, muita gente vê essa aproximação do Papa com os não-católicos com maus olhos. Querem que o pastor fique alisando e escovando o pêlo das ovelhas que já estão dentro do redil, e se enciumam quando ele se volta para as ovelhas perdidas!

Foi isso que aconteceu quando, recentemente, o papitcho gravou um vídeo (veja aquisaudando os líderes de igrejas protestantes pentecostais que participavam de um encontro no Texas (EUA). No vídeo, que foi gravado de improviso via iphone, o Papa reafirma o desejo de que as divisões entre católicos e protestantes sejam superadas. Em vez de se alegrarem com mais essa ponte de diálogo erguida pelo Papa, muitos católicos ficaram desgostosos, dizendo que o Papa não fez vídeo para apoiar os católicos perseguidos nos países socialistas, mimimimi… [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=eiBtpMGYjmY[/youtube]

Em primeiro lugar, o Papa não planejou fazer esse vídeo. Está evidente que atendeu com solicitude ao pedido que alguém lhe fez ali, no momento. Segundo: a saudação não incluía qualquer aprovação da doutrina protestante. Terceiro: o vídeo foi o empurrãozinho que faltava para que o fundador da igreja pentecostal mais influente da Suécia se convertesse ao catolicismo. Mandou bem, papitcho! Olhaí o salve do beato JP II…

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Durante o culto dominical, Ulf Ekman anunciou aos três mil seguidores de sua igreja que ele e sua esposa se converteram ao catolicismo, dizendo: “nos demos conta de que nossos preceitos protestantes, em muitos casos, não têm nenhum fundamento” (Fonte: ACI).

O pastor Ekman explicou que havia se dedicado cerca de dez anos ao estudo da doutrina católica, e seu viu atraído pelo Catecismo, pela Doutrina Social da Igreja e pelo exemplo de vida dos católicos carismáticos. Mas a sua decisão de ingressar na Igreja Católica foi mesmo tomada após ver o vídeo do Papa.

Ekman, que é um dos líderes cristãos mais influentes da Suécia, afirmou algo muito politicamente incorreto: a unidade dos cristãos “tem consequências práticas”, ou seja, não é suficiente que católicos e protestantes tenham um bom relacionamento… É preciso que todos se reúnam em uma só Igreja! Diante dessa declaração, em uma entrevista, ele foi questionado: “Não é suficiente que nos amemos uns aos outros?”. Ekman respondeu: “Isso é o mesmo que dizem as pessoas que vivem juntas e não se casam! Mas Jesus não tem 20 mil esposas [aqui ele se refere às milhares de seitas protestantes], e sim uma relação interna e externa específica com uma Esposa”, disse, referindo-se à Igreja Católica.

“A Igreja é o Corpo de Cristo, uma entidade estruturada. É concreta, não é uma nuvem de gás. O Corpo é visível. O modelo é Jesus, que teve um Corpo visível durante 30 anos. Além do mais, como era no princípio? (…) Havia somente uma Igreja!”, enfatizou Ekman. E concluiu: “Nós precisamos do que Jesus colocou na Igreja Católica. Eu preciso dos sacramentos, eu preciso do Magistério, preciso do Papa, preciso da tradição que gerenciam. Eu preciso da Igreja para minha própria salvação”.

De fato, a espontaneidade e disponibilidade desse papa para gravar vídeos e dar entrevistas dá frio na barriga e às vezes gera algumas confusões, como no caso do infeliz vídeo gravado para a Via Campesina (que foi cretinamente divulgado pelo MST como uma prova de que o papa apoia suas ações). Mas o Espírito Santo tem feito grandes coisas por meio desse grande pastor! Viva o Papa Francisco!

 
 
 

VATICANO, 07 Jun. 13 / 02:20 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco explicou nesta manhã que é um dever, uma obrigação do cristão, envolver-se com a política embora seja “muito suja”, porque estando nesse âmbito se pode trabalhar pelo bem comum.

Assim o explicou o Santo Padre ao responder uma das perguntas feitas por um dos jovens que recebeu na Sala Paulo VI, no encontro de alunos e ex-alunos dos colégios jesuítas da Itália e Albânia com o Pontífice.

No encontro, Francisco decidiu não ler o discurso que tinha preparado para a ocasião e dialogar espontaneamente com os assistentes o que gerou um clima de maior alegria e festa.

Sobre o tema da participação dos leigos na esfera pública, o Papa explicou que “envolver-se na política é uma obrigação para um cristão. Nós não podemos fazer como Pilatos e lavar as mãos, não podemos”.

“Devemos participar na vida política porque a política é uma das formas mais altas da caridade, porque busca o bem comum. E os leigos cristãos devem trabalhar na política”, assegurou o Santo Padre ante os milhares de crianças e jovens presentes.

“Alguém me dirá: ‘mas não é fácil’. Tampouco é fácil chegar a ser sacerdote. Não são coisas fáceis porque a vida não é fácil. A política é muito suja, mas eu me pergunto: Por que é suja? Por que os cristãos não estão revestidos do espírito evangélico”.

O Santo Padre assinalou também que “é fácil dizer ‘a culpa é dele’… mas e eu, o que faço? É um dever! Trabalhar pelo bem comum é dever de um cristão! E muitas vezes para trabalhar o caminho a seguir é a política”.

 
 
 

Fonte: padrepauloricardo.org [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=hvFc7OFtGFo[/youtube]


Embora não seja desejável, a distração é uma realidade na vida de todo cristão. Já se sabe que mesmo a oração feita de maneira distraída possui valor diante de Deus. Contudo, ela não propicia que a pessoa avance na vida de santidade e adentre outras moradas. A luta de todos deve ser, portanto, para combater a distração e assim auferir dela a refeição da alma, como ensina Santa Teresa d’Ávila.

Em primeiro lugar é preciso definir o que é essa ‘atenção’ que se quer alcançar. Santo Tomás de Aquino ensina que existem três tipos: a. a atenção das palavras; b. a atenção dos sentidos; c. a atenção da presença. A primeira é quando a pessoa pronuncia as palavras com alguma concentração, mas sem se deter no que elas significam. Quando isso acontece, ou seja, quando a pessoa medita no sentido do que está dizendo, é evidente que está no segundo caso. Apesar de já ter sido grande o progresso ainda existe uma outra distração a ser vencida: a do terceiro caso. É preciso estar atento ao fato de que existe uma presença, existe uma Pessoa com a qual se está falando na oração. Se isso não é percebido, a pessoa ainda está dispersa.

A distração pode ser voluntária ou involuntária, segundo o frade dominicano Frei Antonio Royo Marin, em sua obra Teologia de la perfeccion cristiana”. A distração involuntária pode ser causada pela própria índole (temperamento) do indivíduo, por fadiga mental, por culpa do diretor espiritual (que pode determinar um tipo de oração para a qual a pessoa ainda não está preparada) e, por fim, por culpa do demônio (nesse caso, o remédio é o uso de água benta durante os momentos de oração).

As causas voluntárias da distração, segundo Frei Antonio Royo Marin, são: a. a falta de uma preparação próxima (rezar sem preparar o local, sem determinar o tempo, não ter postura de oração); b. a falta de preparação remota (quando a pessoa vive uma vida dispersa por culpa pessoal).

O frade ensina o remédio para lutar contra a distração, salientando que é realmente um combate e esse combate também tem o seu mérito diante de Deus. É um meio de santificação também a luta para a concentração. Se as causas são involuntárias o frade explica que é possível livrar-se dos influxos do temperamento com o uso de alguns auxílios: ler e falar em voz alta, rezar por escrito, fazer atos de devoção (fixar os olhos no sacrário, em uma imagem, etc.), escolher matérias de oração mais concretas e menos abstratas, propiciando o entendimento e a concentração, humilhar-se diante de Deus, quantas vezes forem necessárias.

Para as distrações voluntárias os remédios são: a preparação próxima (preparar o local, determinar o tempo e adotar uma postura), e a preparação remota (cultivar o silêncio, fugir da curiosidade vã).

O cultivo do silêncio, diz ele, ajuda a ‘ouvir’ melhor a Deus, faz com que a pessoa se encontre consigo mesma, além disso, produz uma higiene (saúde) psíquica. Já a curiosidade vã leva a pessoa a sair do foco da vida e se não tem foco na vida, terá na oração? Dificilmente.

Tudo isso pode ser resumido em guardar os sentidos, a imaginação e o coração. O homem não é uma lata de lixo que pode ver tudo, ouvir tudo, experimentar tudo e ainda achar que sairá ileso disso tudo. As imagens e os sons armazenados podem se transformar em lixo. Assim, quando a pessoa se põe em oração é impedida por todo esse lixo que está entulhando o seu coração.

A concentração na oração é uma luta, uma batalha. Hoje foram oferecidas algumas dicas, alguma armas para ajudar nesse combate. Mas, mesmo lutando, seja humilde, lembre-se que a oração com distração também tem valor. Não desista de lutar. Deus aprecia todo o esforço. Com a luta o homem pode se tornar mais forte, mais santo, mais filho de Deus.

 
 
 
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