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Lawrence DePrimo

NOVA IORQUE, 29 Nov. 12 / 07:01 pm (ACI/EWTN Noticias).- Lawrence DePrimo é um oficial de polícia que sem intenção comoveu centenas de milhares de pessoas com um gesto de bom samaritano. Uma turista tomou uma foto enquanto ele, de joelhos, dava um par de botas a um indigente descalço em Times Square durante uma fria noite de novembro.

No dia 14 de novembro, durante sua ronda noturna DePrimo viu um idoso sentado na calçada sem sapatos apesar do intenso frio, conversou algo com ele e se retirou. Minutos depois retornou com um par de botas novas que comprou perto dali.

O jovem policial de 25 anos não sabia que seu gesto tinha sido registrado por uma turista do estado de Arizona chamada Jennifer Foster, que enviou a fotografia tomada com seu celular ao departamento de Polícia de Nova Iorque. A instituição decidiu publicar a imagem em sua página oficial no Facebook na terça-feira passada.

Até o fechamento desta edição a fotografia em http://on.fb.me/TvcEF8 já tinha sido “curtida” por mais de 408 mil “e compartilhada 133 mil vezes com mais de 29 mil comentários.

Conforme informou o jornal New York Times, o jovem oficial ingressou no departamento de polícia em 2010 e vive com seus pais em Long Island. Não conhecia a foto até poucas horas depois de sua publicação.

Sobre o encontro com o homem que ajudou, Lawrence DePrimo disse em uma entrevista que esse dia “estava geando e eu podia ver as bolhas em seus pés. Eu tinha dois pares de meias e ainda assim tinha frio”. Conversou um momento com ele e perguntou seu tamanho de calçado.

O policial foi uma loja de sapatos onde foi atendido por José Cano, um jovem de 28 anos, quem disse sobre o oficial que “chamou-nos muito a atenção. Muitos dos nova-iorquinos simplesmente seguem caminhando quando vemos essas pessoas (indigentes). Especialmente neste bairro”.

Cano ofereceu a Deprimo um desconto sobre os 100 dólares do preço original das botas, para que pudesse comprar a 75 dólares. Logo depois o policial levou consigo o recibo para “recordar que às vezes alguns estão em situações piores que eu”.

O jovem oficial comenta que não chegou a saber o nome do indigente a quem ofereceu ajuda, mas estava seguro de que aquele “foi o cavalheiro mais cortês que já conheci”. Seu rosto, acrescentou, iluminou-se ao ver as botas e as meias que lhe dei de presente.

DePrimo também ofereceu um café para apaziguar o frio mas “logo que pôs as botas ele partiu e eu simplesmente voltei ao meu posto”.

 
 
 

Por Chiara Santomiero

ROMA, segunda-feira, 9 de maio de 2011 (ZENIT.org) – “Era agosto de 1944: quando, em Varsóvia, começou a insurreição contra os nazistas, o cardeal Sapieha decidiu reunir os estudantes. Essa foi a primeira vez em que vi Karol Wojtyla.”

O Pe. Kazimierz Suder, nascido em 1922, lê com voz tranquila as lembranças anotadas com escrita minuciosa nas folhas brancas apoiadas na frente dele. Do outro lado da mesa, como estudantes à espera de uma prova, estavam os jornalistas que chegaram a Cracóvia para recolher o testemunho do último sobrevivente entre os 8 jovens que compunham o seminário teológico clandestino organizado – quando já estava em curso a guerra – pelo indômito arcebispo de Cracóvia, Adam Sapieha, o último bispo-príncipe da cidade.

“Durante a ocupação nazista – explicou o Pe. Suder -, quando um seminarista manifestava ao cardeal a intenção de ser sacerdote, ele recomendava a cada um que estudasse em casa, escondido. Nenhum de nós conhecia os outros.”

Era uma medida que tinha se tornado necessária depois de que os nazistas encontraram cinco jovens seminaristas que passavam a noite no seminário fechado por imposição deles: foram presos e fuzilados, enquanto os outros tinham sido deportados a Auschwitz. Por isso, Sapieha tinha decidido manter a clandestinidade total do seminário.

João Paulo II “era um bom companheiro – recordou. Não tinha problemas de comunicação; era modesto no falar, enquanto preferia escutar; dava seu parecer sobre as questões, mas não impunha; tentava compreender o outro e não mentia jamais”.

O jovem Wojtyla emprestava anotações (cada página dos seus cadernos estava marcada com as iniciais de Jesus e Maria) e ajudava com prazer os colegas no estudo, mas não nas provas; a um colega que lhe havia pedido respostas durante uma prova, respondeu: “Concentre-se um momento, peça ajuda ao Espírito Santo e depois tente dar sozinho as suas respostas”.

“Ele tinha um olhar sereno – afirmou o Pe. Suder – e um grande senso de humor; gostava de ouvir piadas.” Fiel à disciplina do seminário, estava muito atento às aulas e era capaz de sintetizar; os professores estavam muito satisfeitos com ele.

“Após o fracasso da insurreição de Varsóvia, chegaram ao bispado os sacerdotes que tiveram de fugir das cidades, razão pela qual nós, os seminaristas, tivemos de ceder nossos quartos e dormimos todos juntos na sala das audiências do cardeal, onde também aconteciam as aulas”, prosseguiu o Pe. Suder.

Este período de vida estreitamente comum, que se prolongou até a chegada dos russos à cidade, em janeiro de 1945, aproximou muito os jovens: “Eu soube que ele tinha nascido em Wadovice, que tinha chegado a Cracóvia junto a seu pai, após a morte dos seus, e que depois, em 1941, quando seu pai também morreu, ele concluiu que o objetivo da sua vida era o sacerdócio”.

Outra característica do jovem Wojtyla que permaneceu viva na memória de seus companheiros de estudo foi “a sensibilidade com relação ao sofrimento humano. Ele entregava aos pobres tudo o que recebia, mas com muita discrição, para não ostentar sua generosidade”.

“Sobretudo – recordou Suder -, ele tinha o dom de saber rezar.” Rezava quase sempre de joelhos, com o terço na mão e o escapulário carmelita no pescoço. “Não separava o estudo de teologia da oração: para ele, era tudo uma unidade. Depois da oração da noite, ele ficava na capela com um manual de teologia ou o caderno de anotações; o estudo ligado à oração – e vice-versa – era uma característica sua.”

Suder recorda esses anos distantes, a capela da rua Franciszkanska, onde frequentemente à noite os jovens viam o cardeal Sapihea, feroz opositor aos nazistas e catalisador da resistência polonesa, estendido no chão com os braços em forma de cruz; volta a pensar em seu antigo companheiro de estudos, cuja efígie sorri hoje da Basílica de São Pedro, e admite com humildade: “Nunca consegui chegar à sua concentração na oração”.

Wojtyla foi ordenado sacerdote em 1º de novembro de 1946; no dia seguinte, celebrou sua primeira Missa na capela de São Leonardo, da Catedral de Wawel, e, em 10 de novembro, na paróquia de Wadowice.

“Nessa mesma semana – recordou o Pe. Suder -, Karol partiu para Roma para fazer seu doutorado, depois de apenas dois anos de estudo no seminário.”

A grande aventura do homem que contribuiria para a transformação da história do seu país e do mundo tinha começado.

 
 
 
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