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Fiéis se reuniram em frente a Paróquia Sagrado Coração de Jesus para fazer reparação pelos sacrilégios cometidos na abertura da Campanha da Fraternidade.

Um grupo de fiéis organizou neste domingo algo que está se tornando cada vez mais raro, uma Ação de reparação ao Sagrado coração de Jesus, em frente à paróquia onde um padre concelebrou a Santa Missa, na última quarta-feira de cinzas, com um pastor protestante.

Os Sacrilégios aconteceram quando um pastor protestante foi convidado para participar da liturgia da Santa Missa (abertura da Campanha da Fraternidade), porém ao invés de colocá-lo como espectador convidado, colocaram-no como “co-celebrante” no altar ao lado do Sacerdote, no qual rezou parte da oração eucarística, fez a elevação do Corpo e Sangue de Nosso Senhor, e por fim foi convidado pelo pároco para comungar.

Pelas redes sociais alguns dos fiéis deixaram mensagens comentando o ato de desagravo. Leia também Sacrilégio: Pastor protestante co-celebra e recebe comunhão na abertura da Campanha da Fraternidade

Leia a mensagem postada pelo Apostolado Santo Inácio de Loyola e em seguida veja algumas fotos do ato:

O Apostolado Santo Inácio de Loyola participou de algo que é quase inexistente na Igreja hoje: Ato de Desagravo! Todos ficaram sabendo da ofensa pública que Nosso Senhor recebeu na Missa Profanada na ultima quarta-feira em Jundiaí, mas pouquíssimas pessoas cobraram um ato de desagravo por parte do bispo da Diocese de Jundiaí, e o bispo de lá nem ao menos citou a possibilidade em seu pronunciamento sobre o caso. Nossa indignação não podia ficar somente na internet, por isso fomos lá nos juntarmos aos bravos católicos daquela diocese que foram reparar a ofensa que sofreu Nosso Senhor. Teria sido bom se o bispo tivesse celebrado uma Missa em reparação, ou algum outro sacerdote daquela diocese, mas isso até agora não aconteceu. É claro que rezamos no nosso particular em desagravo, mas uma ofensa pública exige uma reparação pública!! Essa semana passada um padre de Itú postou um video de 17:30 minutos onde ele se dedica única e exclusivamente a PEDIR PERDÃO pelas ofensas que enventualmente receberam o padre protagonista da profanação e também ao pastor herege, mas em momento algum pediu perdão a Deus pela ofensa. É incrível a mentalidade do clero modernista!! Deus pode ser ofendido e ultrajado, mas as pessoas não!! Nosso Apostolado seguirá fazendo ações nessa quaresma contra a maldita campanha da fraternidade ecumenica 2021! @apostsantoinacio

Oração:

“Dulcíssimo Jesus, cuja infinita caridade para com os homens é por eles tão ingratamente correspondida com esquecimentos, friezas e desprezos, eis-nos aqui prostrados na Vossa presença, para Vos desagravarmos, com especiais homenagens, da insensibilidade tão insensata e das nefandas injúrias com que é de toda parte alvejado o Vosso amorosíssimo coração.”
 
 
 

Fiéis se reuniram em frente a Paróquia Sagrado Coração de Jesus para fazer reparação pelos sacrilégios cometidos na abertura da Campanha da Fraternidade.

Um grupo de fiéis organizou neste domingo algo que está se tornando cada vez mais raro, uma Ação de reparação ao Sagrado coração de Jesus, em frente à paróquia onde um padre concelebrou a Santa Missa, na última quarta-feira de cinzas, com um pastor protestante.

Os Sacrilégios aconteceram quando um pastor protestante foi convidado para participar da liturgia da Santa Missa (abertura da Campanha da Fraternidade), porém ao invés de colocá-lo como espectador convidado, colocaram-no como “co-celebrante” no altar ao lado do Sacerdote, no qual rezou parte da oração eucarística, fez a elevação do Corpo e Sangue de Nosso Senhor, e por fim foi convidado pelo pároco para comungar.

Pelas redes sociais alguns dos fiéis deixaram mensagens comentando o ato de desagravo. Leia também Sacrilégio: Pastor protestante co-celebra e recebe comunhão na abertura da Campanha da Fraternidade

Leia a mensagem postada pelo Apostolado Santo Inácio de Loyola e em seguida veja algumas fotos do ato:

O Apostolado Santo Inácio de Loyola participou de algo que é quase inexistente na Igreja hoje: Ato de Desagravo! Todos ficaram sabendo da ofensa pública que Nosso Senhor recebeu na Missa Profanada na ultima quarta-feira em Jundiaí, mas pouquíssimas pessoas cobraram um ato de desagravo por parte do bispo da Diocese de Jundiaí, e o bispo de lá nem ao menos citou a possibilidade em seu pronunciamento sobre o caso. Nossa indignação não podia ficar somente na internet, por isso fomos lá nos juntarmos aos bravos católicos daquela diocese que foram reparar a ofensa que sofreu Nosso Senhor. Teria sido bom se o bispo tivesse celebrado uma Missa em reparação, ou algum outro sacerdote daquela diocese, mas isso até agora não aconteceu. É claro que rezamos no nosso particular em desagravo, mas uma ofensa pública exige uma reparação pública!! Essa semana passada um padre de Itú postou um video de 17:30 minutos onde ele se dedica única e exclusivamente a PEDIR PERDÃO pelas ofensas que enventualmente receberam o padre protagonista da profanação e também ao pastor herege, mas em momento algum pediu perdão a Deus pela ofensa. É incrível a mentalidade do clero modernista!! Deus pode ser ofendido e ultrajado, mas as pessoas não!! Nosso Apostolado seguirá fazendo ações nessa quaresma contra a maldita campanha da fraternidade ecumenica 2021! @apostsantoinacio

Oração:

“Dulcíssimo Jesus, cuja infinita caridade para com os homens é por eles tão ingratamente correspondida com esquecimentos, friezas e desprezos, eis-nos aqui prostrados na Vossa presença, para Vos desagravarmos, com especiais homenagens, da insensibilidade tão insensata e das nefandas injúrias com que é de toda parte alvejado o Vosso amorosíssimo coração.”
 
 
 
procesionoklahoma

OKLAHOMA, 23 Set. 14 / 10:20 am (ACI/EWTN Noticias).- Centenas de católicos em Oklahoma se unem em adoração eucarística, procissões e orações por causa da “missa negra” realizada no domingo passado, 21 de setembro, em Oklahoma (Estados Unidos).

Durante a celebração da Hora Santa, na Igreja de São Francisco de Assis, o Arcebispo de Oklahoma City, Dom Paul Coakle, indicou que “estamos reunidos como testemunhas da esperança em um tempo em que a escuridão parece estar ganhando terreno, tanto aqui como ao redor do mundo”.

“Sabemos que Cristo é vitorioso! Ele venceu Satanás. Ele destruiu o reino do pecado e o poder da morte através da sua Santa Cruz e da sua gloriosa Ressurreição”.

A 3 quilômetros de distância, algumas horas mais tarde do mesmo domingo, centenas de católicos chegaram ao lado de fora do Salão Musical do Centro Cívico de Oklahoma City para manifestar-se contra a “missa negra”.

Alguns levaram crucifixos e outros imagens de Nossa Senhora. Também levaram diversos cartazes com a frase “Eu acredito na Santa Igreja Católica”.

Estefani Martínez, uma das manifestantes, lamentou em declarações à emissora local News 9 que alguns “adorem o demônio no lugar de Deus”.

O grupo ocultista Dakhma de Angra Mainyu programou uma “missa negra” no salão musical administrado pela cidade. Uma missa negra é uma cerimônia sacrílega que invoca a Satanás e zomba da Missa católica. Envolve a profanação da Eucaristia, geralmente depois do roubo de uma Hóstia consagrada de uma igreja católica, e a usa em um ritual profano e sexual.

Adam Daniels, que organizou o evento, assegurou ter em sua posse uma Hóstia consagrada que recebeu de um amigo pelo correio. Entretanto, em 21 de agosto, seu advogado entregou a suposta Hóstia a um sacerdote da arquidiocese de Oklahoma City, depois de ter sido denunciado por roubo.

Foram vendidas 100 entradas para a “missa negra”, no entanto, participaram apenas 40 pessoas. O custo de cada entrada era de 15 dólares.

O rito satânico começou às 19h (hora local), com três músicos e Daniels vestido com uma túnica negra, que assegurou que seu propósito era destruir o temor pela Igreja Católica, conforme informou News 9.

Horas antes, na igreja de São Francisco de Assis, Dom Paul Coakley alertou que a “missa negra” requer “corromper e profanar a Eucaristia”, porque “os satanistas, e seu amo, sabem quem está presente”. “Eles reconhecem a Presença Real do Senhor Jesus, não para adorá-lo, mas só para zombar e desprezar com ódio”, disse.

“Não estamos aqui, entretanto, para protestar”, acrescentou. “Por um momento, coloquemos de lado a nossa indignação. Estamos aqui para louvar e adorar. Estamos aqui para agradecer pelos dons da nossa fé e pelo tesouro incomensurável da presença permanente do Senhor conosco no Sacramento do seu Corpo e Sangue”.

Dom Coakley disse que os católicos se reúnem diante de Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento “para escutar a sua Santa Palavra e abrir-se às inspirações de seu Espírito, para que assim nos tornemos mais fiéis e testemunhas autênticas de seu amor e misericórdia em meio de nossa família humana, quebrada e sofredora”.

O Prelado e muitos outros católicos participaram de uma procissão Eucarística depois da Hora Santa.

Por sua parte, o Bispo de Tulsa, Dom Edward Slattery, presidiu uma procissão Eucarística e uma exposição do Santíssimo Sacramento na Catedral da Sagrada Família como reparação pelo ato satânico.

“Estamos fazendo isto para fortalecer a fé do nosso povo, e para lhes dar uma oportunidade de reagir de uma forma muito positiva ao anúncio da missa negra”, disse o Prelado.

Dom Slattery assinalou que esta “é uma forma de exercer a sua fé e uma oportunidade para rezar juntos em uma reação ao que é realmente uma maldição e blasfêmia porque acreditam que o Sagrado Sacramento é Deus mesmo”.

O Bispo disse que os organizadores da “missa negra” na realidade “abraçam o mal, a ira e a vingança, enquanto os católicos pregam “o amor de Deus à humanidade. Perdão, amor, misericórdia e paz”.

“Respondemos ao ódio com o perdão, com o amor e mostrando o que é belo”, disse.

Michael Ortega, um católico que participou do evento em Tulsa, disse à Tulsa World que compareceu “devido ao amor e apoio a minha Igreja, e o amor e devoção que tenho por Nosso Senhor Jesus Cristo”.

 
 
 
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