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Diante da coincidência com as apreensões diante das mudanças climáticas, diz bispo

BRASÍLIA, segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007 (ZENIT.org).- A coincidência do lançamento da Campanha da Fraternidade no Brasil, que discute o tema da Amazônia, com a divulgação do mais importante documento sobre o aquecimento global fez com que o evento do episcopado brasileiro assumisse dimensões mundiais.

A Campanha da Fraternidade da Igreja no Brasil para esta Quaresma discute «Fraternidade e Amazônia – Vida e missão neste chão». Foi lançada na Quarta-Feira de Cinzas.

Dias antes, aos 2 de fevereiro, o IPCC (sigla em inglês para Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), da ONU (Organização das Nações Unidas), lançara um documento de 21 páginas que trazia conclusões alarmantes sobre as alterações do clima no planeta.

Segundo o documento, a temperatura média do planeta subirá de 1,8ºC a 4ºC até 2100, provocando um aumento do nível dos oceanos de 18 a 59 cm, inundações e ondas de calor mais freqüentes.

O comitê do IPCC, que engloba centenas de cientistas e representantes de 113 países, afirma que o aquecimento do planeta se deve, com 90% de probabilidade, às emissões de dióxido de carbono e outros gases que causam o efeito estufa, provocadas pela mão do homem.

Diante desse contexto, Dom Demétrio Valentini, bispo de Jales, interior de São Paulo, afirma que o tema da Campanha da Fraternidade «assume uma clara dimensão mundial».

Isso «pela coincidência com as apreensões diante das mudanças climáticas, que revelam sua indiscutível gravidade, e apontam para a urgência de sintonizar melhor com a natureza, se queremos assumir as responsabilidades que nos cabem com a vida em nosso planeta».

O bispo enfatiza que a Amazônia merece «toda a nossa atenção, pela importância que ela possui, no contexto brasileiro e mundial».

«Assim, a Campanha da Fraternidade nos convida a assumir melhor a Amazônia, com a riqueza que ela representa para o Brasil e para o mundo».

«Mas nos convida também a rever nossa relação com o ambiente em que nos encontramos, nos reeducando para respeitar suas características, percebendo melhor sua sintonia, que se constitui em contexto vital que possibilita a manutenção de suas potencialidades junto com o seu crescimento harmonioso», refere o bispo.

 
 
 

Revelações do arcebispo Amato, secretário da Congregação para a Doutrina da Fé

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 30 de janeiro de 2007 (ZENIT.org).- A Santa Sé considera a possibilidade de publicar um documento sobre questões de bioética propostas pelas novas fronteiras da biotecnologia, revelou o secretário da Congregação para a Doutrina da Fé.

O arcebispo Angelo Amato, salesiano, explicou que esse documento buscaria atualizar a instrução «Donum Vitae», «Sobre o respeito da vida humana nascente e a dignidade da procriação», assinada pelo cardeal Joseph Ratzinger, como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, em 22 de fevereiro de 1987.

«Essa ‘Donum Vitae 2’, por assim dizer, não está concebida para abolir a precedente, mas para enfrentar as diferentes questões bioéticas e biotecnológicas que se propõem hoje e que naquele momento ainda eram impensáveis», explicou Dom Amato ao jornalista Gianni Cardinale, na edição de 28 de janeiro do diário «Avvenire».

«A ‘Donum Vitae’ conserva todo seu valor e, em certo sentido, é profética — acrescenta o arcebispo. O problema é que, apesar de ter vinte anos, ainda é pouco conhecida.»

«A questão, portanto, não é, por exemplo, a revisão da doutrina moral sobre a licitude do preservativo, que não parece estar na ordem do dia, mas os novos desafios que por diferentes razões são mais graves e desagregadores para a identidade da pessoa humana, como a do concebido, que é considerado como um produto biológico e não como um ser humano.»

«Como afirma a ‘Donum Vitae’, ‘o ser humano deve ser respeitado — como pessoa — desde o primeiro instante de sua existência’. E esta consideração devida ao embrião humano é um princípio antropológico que não se pode ser negociado.»

O arcebispo reconhece que «não posso ter previsões» sobre a data de publicação desse novo documento vaticano sobre bioética.

«O estudo de argumentos tão delicados é competência de nossa Congregação, que depois submete seus trabalhos ao Papa», declara.

«E portanto — conclui — , as opiniões sobre esses temas que procedem de outras instituições ou personalidades eclesiásticas, por mais respeitáveis que sejam, não podem ter essa autoridade que os meios de comunicação em certas ocasiões parecem atribuir-lhes.»

 
 
 
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